DO ÁPICE AO FUNDO DO POÇO EM APENAS UMA TEMPORADA        

Flu (1) pode se juntar ao Milan (2) como campeão num ano e rebaixado no outro




O tradicional Fluminense pode entrar num rol nada agradável neste domingo na última rodada do Brasileiro. O tricolor das Laranjeiras pode se tornar o 60º clube da história do futebol a ser rebaixado para a segunda divisão nacional apenas uma temporada após ter sido campeão. 

Dentre os atuais 59 constam times da grandeza de LDU/EQU, Universidad Católica/CHL, Manchester City/ING, Olympique de Marselha/FRA e Milan/ITA. Entretanto, esses dois últimos caíram por motivos extracampo. 

A equipe inglesa caiu após ser campeão de uma forma curiosa na temporada (1937/38): com saldo positivo de gols, marcando 80 vezes - mais até que o então campeão Arsenal. Entretanto o número de derrotas culminou com a ida à segundona.

Já Olympique (1994) e Milan (1980) foram campeões na temporada anterior e rebaixados na seguinte  em suas respectivas ligas devido a escândalos de manipulação de resultados, que custou até a participação dos franceses da decisão do Mundial Interclubes de 1993.

A Juventus de Turim chegou a ser campeã italiana em 2004/2005 e  na temporada seguinte disputar a Serie B. Contudo, o título da Vecchia Signora foi retirado pela Federação Italiana.

A Noruega e a Suécia são os países em que mais esse tipo de situação aconteceu: 4 vezes. Curiosamente a Finlândia e a Dinamarca aparecem logo a seguir com 3 ao lado de mais alguns outros pelo planeta, fazendo até parece que tal situação estranha é uma especialidade nórdica.

Editado (às 21h10 do dia 08/12/2013): O Fluminense tornou-se o 60º clube a ser rebaixado uma temporada depois de ter sido campeão nacional após a última rodada do Campeonato Brasileiro neste domingo.

Abaixo, a lista dos 60 times que foram do céu ao inferno no intervalo de apenas uma temporada. Entre parênteses, na ordem, os anos em que foram campeões e rebaixados logo a seguir. 


* Alemanha

- 1.FC Nürnberg (1968 - 1969)


* Argélia

- Entente Sportive de Sétif (1987 - 1988)
- USM El Harrach (1998 - 1999)


* Andorra

- Constel-lació Esportiva (2000 - 2000)
Obs.: Rebaixado na mesma temporada por envolvimento em irregularidades financeiras.


* Aruba

- San Luis Deportivo (1984 - 1985)


* Áustria

- FC Tirol Innsbruck (2002 - 2002)
Obs.: Rebaixado pela federação por não ter suas contas aprovadas.


* Brasil

- Fluminense (2012 - 2013)


* Bolívia

- Universitario de La Paz (1969 - 1970)
- Jorge Wilstermann (Apertura 2010 - Clausura 2010)


* Camarões

- Aigle Nkongsamba (1994 - 1995)


* Chile

- Universidad Católica (1954 - 1955)


* Costa Rica

- El Carmen FC (1961 - 1961)
Obs.: Rebaixado na mesma temporada após conflitos com outros clubes e a federação, que formularam a disputa de um "playoff" após o campeonato nacional e que terminou com o atual campeão ficando na última colocação.


* Dinamarca

- KB (1950 - 1951)
- Hvidovre (1973 - 1974)
- Herfølge BK (2000 - 2001)


* Equador

- LDU (1999 - 2000)


* Finlândia

- Ilves-Kissat (1950 - 1951)
- TPV (1994 - 1995)
- Haka Valkeakoski (1995 - 1996)


* França

- Olympique Marseille (1993 - 1994)
Obs.: Rebaixado após escândalos de manipulação de resultados.


* Guiné

- AS Kaloum Star (2007 - 2008)
Obs.: Rebaixado após dois WO's no campeonato por problemas contratuais com patrocinadores.


* Guiné-Bissau

- UDIB (2003 - 2004)
Obs.: Rebaixado após WO's nas duas primeiras rodadas da temporada
- Atlético Bissorã (2011 - 2013)
Obs.: Não houve competição em 2012.


* Holanda

- RC Heemstede (1953 - 1954)


* Ilhas Faroe

- B71 (1989 - 1990)


* Indonésia

- PSIS (1999 - 2000)
- Petrokimia Putra (2002 -2003)
- Persebaya (2004 - 2005)
Obs.: Rebaixado após se recusar a disputar a última partida do playoff em 2005.


* Inglaterra

- Manchester City (1937 - 1938)


* Irlanda

- Shelbourne (2006 - 2006)
Obs.: Rebaixado pela federação por não ter as contas aprovadas.


* Israel

- Hapoel Kfar-Saba (1982 - 1983)
- Hapoel Tel-Aviv (1988 - 1989)


* Itália

- Milan (1979 - 1980)
Obs.: Rebaixado após escândalos de manipulação de resultados.


* Jamaica

- Violet Kickers (1996 - 1997)


* Luxemburgo

- Union Luxembourg (1927 - 1928)


* Macau

- Monte Carlo (2008 - 2009)
Obs.: Rebaixado após divergências com a federação e com o Macau FC.


* Malta

- Rabat Ajax (1986 - 1987)


* México

- Marte (1954 - 1955)


* Nigéria

- Stationery Stores (1992 - 1993)
Obs.: Rebaixado após vários WO's nos jogos fora de casa.
- Shooting Stars (1998 - 1999)
- Bayelsa United (2009 - 2010)


* Noruega

- Freidig (1948 - 1949)
- Fram (1950 -1951)
- SK Brann (1963 - 1964)
- Lyn (1968 - 1969)


* País de Gales

- Barry Town (2003 - 2004)
- Rhyl (2009 - 2010)
Obs.: Rebaixado após não conseguir a licença para a disputa da nova liga criada.


* Polônia

- Ogniwo Bytom (1954 - 1955)
Obs: Rebaixado após fundir-se com o Szombierki Bytom e mudar seu nome para Polonia Bytom.


* República do Congo

- Saint Michel de Ouenzé (2010 - 2011)


* República Dominicana

- Deportivo Pantoja (2001 - 2002)
- Baninter/Jarabacoa (2003 - 2005)
Obs.: Não houve competição em 2004.


* Rússia (então União Soviética)

- CDSA Moscou (1951 - 1952)
Obs.: Rebaixado pela federação após a pífia participação soviéticas nas Olimpíadas de 1952, no qual o time era a base da seleção de futebol.


* Santa Lúcia

- Roots Alley Ballers (2009 - 2010)


* San Marino

- La Fiorita (1990 - 1991)


* Suécia

- Helsingborgs IF (1934 - 1935)
- GAIS (1954 - 1955)
- Djurgårdens IF (1959 - 1960)
- IFK Göteborg (1969 - 1970)


* Uzbequistão

- MHSK Tashkent (1997 - 1998)


* Vietnã

- Cang Saigon (2002 - 2003)





Foto 1: André Durão - Globoesporte.com
Foto 2: Autor desconhecido

          25-Year-Old Dies After Botched Plastic Surgery        

( 4UMF NEWS ) 25-Year-Old Dies After Botched Plastic Surgery: A woman who died after getting plastic surgery in the Dominican Republic was in excruciating pain after she returned to the Bronx, a neighbor said Sunday. Janelle Edwards, 25, died Thursday of a blood clot caused by a breast enhancement, tummy tuck and butt implants […]

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          Pagina oficial Luisa Piccarreta        
La Asociación “Luisa Piccarreta – Pequeños Hijos de la Divina Voluntad”, desde hace al menos 30 años, trabaja para promover y difundir, en Italia y en el mundo, la espiritualidad “del vivir en la Divina Voluntad”, contenida en los Escritos de la Terciaria Dominicana Luisa Piccarreta, nacida en Corato, Italia, el 23 de abril de … Seguir leyendo Pagina oficial Luisa Piccarreta
          Comentário sobre Esquecemos as palavras de Jesus e o mundo se encheu de ódio, afirma evangelista Billy Graham por Florentino Pedro Junior        
Artigo PALAVRAS DE UM EVANGÉLICO QUE E "ADORADOR DE DEUS," NÃO RELIGIOSO! Quando uma pessoa, desiludida por o engano do mundo, deseja ter um encontro com Deus, para onde é que ela (e) se dirige primeiro?Para uma Igreja Cristã! Por quê? Porque ela (e) crê que ali o Senhor Jesus esta presente! Mas, se nessa Igreja tanto os pastores quanto os membros não resplandecerem a imagem do Senhor Jesus, como aquela pessoa será salva? E bem verdade que aqueles que pensam que podem matar a comunhão com o Senhor Jesus do lado de fora da Igreja não têm a mínima idéia do prejuízo que estão causando a si mesmo. Esta fora do convívio da Igreja é o mesmo que tentar criar peixes fora d’água. Mas também é verdade que a Igreja tem a obrigação de manifestar a glória do Senhor Jesus Cristo,conforme ele mesmo disse:”vos sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido,como lhe restaurar o sabor? Para nada mas presta se não para,lançada fora pisado pelos homens (Mateus 5:13) O Sal tem duas funções: Dar sabor e conservar. O pastor tem a responsabilidade não só de manifestar a presença de Deus no mundo, como testemunho do Senhor Jesus, mas também se conservar imune ao pecado, sendo um cristão cristalino, já que o pecado não tem domínio sobre ele: Porque o pecado não terá domínio sobre vós. Pois não estais debaixo da Lei, e sim da graça (Romanos 6:14). A Bíblia nos ensina a termos cuidado com os julgamentos a respeito ao nosso próximo... Jesus disse: ”Eu não julgo. A palavra que vos tenha ensinado estais vos julgará no último dia”(João 12:47-48).Jesus queria nos ensinar sobre relacionamento. Quem tem condições reais de nos julgar é o Senhor Jesus! Temos que ter bom relacionamento com o próximo orar por todos,por que só o Senhor conhece o coração do Homem.O Ser humano julga pelo que vê pela aparência. O Senhor, contudo, disse a Samuel: "Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração". (I Samuel 16: 17), mas o Senhor pelo que estão no coração do indivíduo. Se o Homem utilizasse mais do AMOR que o Senhor colocou em seus corações evitaria muitas animosidades, ovelhas saindo da Igreja sem que os seus lideres se preocupe por que saiu ou se afastou, ou estiver enfermos, hospitalizados por dias ou quem sabe, por anos sem que os seus lideres vim esse a compará-los com oração,com visitação.As Igrejas hoje prega-se muito amor, e desconhecem o que dizer AMOR, que diz e: Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem,sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro. O Ser humano sempre tem tendência de ir para o mais forte ou mais fraco, porque sempre julga na base da emoção, interesse, aparência ou amizade. É assim que saem muitos ver-editos, eu conheço este; e nada sei sobre aquele ,e assim por diante.É por isso que a Bíblia diz: “Enganoso e o coração do Homem quem o conhecerá, a resposta surge logo: só Deus”! (Jeremias 17: 9) E isso mesmo meus amados, só o Senhor conhece o seu interior, você não sabe como se portará diante de alguma situações inesperada destas que muitas ocasiões você pensa que está preparado, mais na hora de tomar atitude,surge reações que lhe surpreende,você não conhecia que tal reação poderia ter vindo do seu interior.Você não se conhece amado Pastor(a)! Como poderia então julgar o próximo? Fundamentado em passagens sobre a vida dele? Mas que passagens? As que lhe mostram, as que os seus olhos ressaltam? Sua experiência? Sua formação acadêmica? Seu diploma de filosofia, teologia, psicologia e por ai segue uma imensa lista. Nada disso nos permite conheceremos o coração do ser humano. E pedimos ao Senhor que tenha misericórdia de nos! “Jesus falou: Sem mim “NADA” podeis fazer (João 15:5) sabe o que significa “NADA” no grego, Hebraico, aramaico ou mesmo no Latim? É NADA MESMO! NADA? Nossa vida tem que estar no Senhor, por que em qualquer circunstância possamos contar com sua proteção.Pois o maior inimigo(ao contrario do que dizem por ai que e o maligno,a ele se expulsa em nome e no sangue de JESUS! Por que o Senhor já o venceu, e ele sai),que temos somos nos mesmos! Ensinamento de Jesus: Entra no teu quarto...”na tua vida te examina!(Mateus 6:6), ama ao teu próximo “como a ti mesmo...! (Mateus 22:37-39 ) Em outras palavras,estão tentando encobrir os seus maus hábitos com obras,iludino a si mesmo. A igreja de Efésios manifestava um trabalho quantitativo,e não qualitativo. A quantidade de serviço apresentada pelo seu responsável não tinha qualidade,porque lhe faltava o primeiro “amor.” Por mais intensas que sejam as tarefas na Igreja, “...se não tiver “amor”,nada serei “( I coríntios 13:2)e Senhor Jesus foi bastante claro:tenho,porem, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor(Apocalipse 2:4).AMOR- O Deus da bíblia,diferente do deus dos estóicos, tem como marca vital o amor e não a “apatheia” ou seja,a incapacidade de sentir.Plutarco disse que quem envolve Deus nas necessidades humanas, não poupa sua majestade nem sustenta a dignidade e a grandeza de sua excelência.Clemente de Alexandria, porém,declarou que Deus é rico em compaixão.Deus,sim, e a mor(Jó 3:16-1 jô 4:7-10); ele da repouso e proteção (Dt 33:12), alegria e suprimento(At.14:17). E o amor de Deus, que transcendente o sentimento, pode ser provado pela entrega sacrificial de Jesus para morrer na cruz em nosso lugar a fim de nos salvar (RM 5:8; EF 2:4-5) Não consigo identificar-me como o determinismo teológico que impera na maioria das Igrejas Evangélicashá um fatalismo disfarçado que enxergar cada mínimo detalhe da existência como parte da província. Minha peregrinação Cristã esta há muito, marcada por rompimentos. O primeiro rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado para casar, casei. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. “Não podia aceitar” panelinhas “com a sua opinião prontas. Decidimos sair do Catolicismo. Aportei na Igreja Evangélica Batista. “Antes como trabalhava em uma Empresa do Órgão Federal de fiscalização” fui designado para fiscalizar a 1º Igreja Batista do Iguatemi, hoje e a Igreja Mundial,na véspera de carnaval data 14/02/1998, onde aceitei Jesus.Junto com a minha família fomos numa Igreja no barrio que onde moravas, enfronhei em muitas atividades, membro ativo,freqüente a escola dominical,trabalhei na reforma,fui líder dos Cultos dos Homens,participamos de eventos no acampamentos de casais,fizemos tudo o que pude dentro daquela estrutura.no dia 11/12/1998 fui batizado ou melhor, desci as águas no Recanto da Benção em Lauro de Freitas. No cúmulo da vontade de servir o homem e a Jesus. Migramos para outra Igreja Batista que teríamos mudado pra outro barrio, que com o tempo fui consagrado a Obreiro e depois líder de obreiro da Igreja Batista. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida.Não cesso de procurar mentores Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangélico se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar com empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à babilônia. (Artigo do Pastor da Igreja Betesda autor de vários livros- Ricardo Godim Uma das parábolas mais conhecidas de Jesus é a chamada ”Parábolas do Bom samaritano” (Lucas 10:25-37).Só para recordar: um doutor da Lei queria saber do mestre o que é necessário fazer para se alcançar a vida eterna.Em resposta, Jesus fez com que ele mesmo recordasse os dois grandes mandamentos da Lei de Deus: O Amor a Deus, de todo o coração e com todos as forças, e o amor ao próximo, como a si mesmo.Quando ouviu que devia cumpri-los para, então,viver plenamente, o doutor da Lei,querendo justificar-se,voltou com nova questão:“E quem e o meu próximo? Graças a essa pergunta,temos a tal “parábola do bom samaritano,” criada por Jesus.Antes de tudo, uma observação: a “Parábola era e é um tradicional método de vida, ensinam uma verdade. Na parábola em questão, um homem da Samaria, movido de compaixão, atendeu um homem ferido na estrada. Antes dele, dois outros haviam passado indiferentes por aquele lugar. Depois de ter feito no próprio local os curativos possíveis, o samaritano levou-o para uma hospedaria, completou os curativos e, no dia seguinte, antes de partir, pagou antecipadamente ao hospedeiro a continuação do tratamento. E acrescentou: trata dele e, quanto gastares a mais, na volta te pagarei. ”contada à parábola, foi à vez de Jesus fazer uma pergunta ao doutor da Lei: “Qual desses três parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?”respondeu o doutor:” Aquele que usou de misericórdia para com ele.”Então,Jesus lhe disse: vai e fazei tu o mesmo! “vai e fazei tu o mesmo!”Nessa orientação resume-se a doutrina social da Igreja uma doutrina que tem quatro pilares, mas só fala de três. 1- Direito Humano. O ser humano – cada ser humano! Tem um valor inestimável. O homem é a única criatura que Deus quis por si mesma. Por isso, deve ser sempre visto como um fim e nunca como um meio; considerado sempre como sujeito,não como objeto e, menos ainda,como um produto comercial. Dessa visão cristã do ser humano, nascem algumas perguntas: que papel tem os mais francos em nossa sociedade? Os mais incapazes? Os anciãos? Os não nascidos? Os portadores de doenças crônicas? 2- Solidariedade. Cada pessoa tem direito de ser defendida pela sociedade. Quando se trata de uma pessoa que, sozinha, não consegue se reerguer, maior é o direito que tem de receber a atenção de todos – inclusive do Estado. Diante dos desafios de nossa sociedade, há necessidade de respostas criativas. No inicio do cristianismo, os Cristãos punham tudo em comum, procurando ajudar-se mutuamente; na idade media, surgiram ordens religiosas voltadas a pratica da caridade; em séculos recentes, nasceram instituições voltadas para crianças abandonadas, para idosos sem proteção, para doentes sem amparo etc. E hoje? ...Num mundo que se globaliza no campo econômico, devemos defender a globalização da solidariedade. 3- Santidade. Num mundo em que os problemas sociais se multiplicam, a obra que temos pela frente e desproporcional às nossas forças. ”Sem mim, nada podeis, a firmou Jesus. Por isso, precisamos começar por nos mesmos, esforçando-nos por refletir os atos e a imagem de Cristo. Eles não devem substituir o contato pessoal, pois a comunicação é, antes de tudo, relação entre pessoas para criar comunhão, pois Homem é um ser relacional e a comunicação é essencial em sua vida. Mais importante que os meios usados são o comunicador e a mensagem que ele transmite. “Aliás, “este é o sentido da palavra comunicação que vem do Latim” communis” e significa comunidade. Não devemos, pois, nos isolar das pessoas que estão ao nosso lado, nem querer construir um mundo paralelo, diferente daquele em que vivemos. É claro que na qualidade de evangélicos ou líderes espiritual (Pastor) (Pastora) etc. etc. Não pode eximir de visitar suas ovelhas, que por motivos qualquer, que venham afastar-se das igrejas por qualquer motivo injustificável. Hoje os lideres espirituais das Igrejas evangélicas, que não são todos, "contumaz" em não visitar as suas ovelhas perincipalmente por se afastarem por motivos de estado de gravidez, gestação ou se ele ou ela não contribuir com as ofertas ou com os dízimos. E sabido que na qualidade de lideres sabem que oferta e que não oferta, que dizimam e que não dizimam. Os membros que dizimarem os valores excessivos estes terrarão o maior cuidados e atenção dos lideres Espirituais. Se por quaisquer motivos estes membros não marcar a sua presença nos cultos, e imediatamente e procurado no dia seguinte para saber os motivos da sua ausência informando-lhes que fez muita falta nos cultos ou na reunião com se chamada em outras denominações. Veja também como Deus vai novamente conquistar seu povo que dele se tinha afastado Oséias 2,14, em que Deus atrai seu povo para si,o leva ao deserto e lhe fala ao coração. Recebemos uma graduação e especificação na busca de Deus pelos que dele se afastam. Se na da Ovelha perdida é a alegria de Deus por encontrar uma ovelha que se perdeu(qualquer um/uma do rebanho),na da Dracma perdida é alegria pela menor das moedas que é encontrada(pelo ser humano considerado como menor ou mais pequeno=pecador)e na do filho pródigo a alegria e a festa por um filho(alguém que é da sua família),que se arrepende e retorna. Que Deus nos ajude para que saibamos nos deixar iluminar por sua Palavra e por sua Luz e que quando por necessário também for à procura daqueles que estão afastados dele, do seu caminho, da justiça, da paz, da fraternidade e do amor que unem e são a expressão da verdadeira vida cristã. Não há mais tempo para a igreja evangélica brasileira ficar displicente quanto à sua capacitação Bíblicos-teológico-pratica. Os desafios, externos e internos, conforme alguns exemplos expostos são cada vez maiores e mais freqüentes. São, na verdade, ameaças sutis que, num futuro próximo, podem comprometer a relevância das comunidades de fé. É necessário, portanto, um retorno contundente do corpo de Cristo à palavra de Deus. E exatamente neste ponto que tanto a hermenêutica quanto a exegese Bíblia torna-se ferramentas verdadeiramente indispensável. Muitas heresias que infelizmente grassam em denominações também rotuladas de “evangélicas” procedem exatamente de interpretações equivocadas da própria Bíblia. Tenho dito que a Bíblia, embora seja a verdadeira palavra de Deus, pode ser comparada ao veneno de uma víbora: dose exata é remédio, entretanto,quando aplicada fora da medida definida pelo eterno,pode se tornar veneno letal. A mesma Bíblia que levanta alguns tem sido empregada erroneamente e tem derrubado outros; a mesma luz que arrancou milhares de vidas das trevas,quando empregada indevidamente,é capaz de lançar no lago de fogo outro tanto ainda mais expressivo.Por quê? Devido ao seu mau uso! É preciso, então que este retorno à palavra de Deus seja seguido de cuidado especial com a interpretação e aplicação da Bíblia,pois assim ela será fonte de bênção na vida dos seres Humanos.O evangélico não é um livro ocioso.Sua mensagem permeia Céu e Terra urgente que a divina pregação de Jesus realize,mesmo nos territórios em que ela fincou raízes,sua extraordinária missão: civilizar a civilização humana com a vivência do novo mandamento do Cristo: “amai-vos como eu vos amei. Somente assim poderes ser conhecidos como meu discípulo”( Boa nova segundo João 13: 34 e obra da paciência.Já dizia o filósofo que a mais difícil fronteira a ser suplantada e a do cérebro humano.Inclusive nas nações crestais.Mas o ânimo e a vontade de avançar vem do próprio Cristo,que atestou: “Eu venci o mundo! (Evangelho consoante João 16:33). Salvador, 05 de julho de 2011 Florentino Pedro Júnior Adorador de Deus
          Comment on Superdry Dress for a Summers Day Out by dominica        
Loveeeeeeee this off shoulder dress really sassy and classy at the same time, and the length is perfect not sure how it would look on me as I'm 5ft8 and don't wanna look any taller than what I am ! Thank you so much for sharing this with us! Dominica from London, www.dominicas.uk xXx
          Nuestra experiencia en Night Over Gaming Bar        

Algo que si era mas que necesario, ese lugar donde la comunidad gamer de República Dominicana pueda compartir en un ambiente sano y entretenido: Night Over Gaming Bar. De aquí parte la idea de los emprendedores Huascar Ventura y Enmanuel Sosa quienes deciden hacer algo nuevo y salir del molde de lo rutinario creando Night Over […]

La entrada Nuestra experiencia en Night Over Gaming Bar aparece primero en GamersRD.com.


          Monjas iraquíes vuelven a Mosul tres años después de su expulsión por el ISIS        
"Con Dios no hay nada imposible", afirman las dominicas mientras se asientan en la ciudad destruidaLas hermanas dominicas que trabajan con la población cristiana en el norte de Irak han anunciado su intención de volver a la ciudad devastada de Mosul, aunque algunos sectores duden del futuro del cristianismo en dicha ciudad, recientemente liberada por Leer más…
          Comment on Samsung’s Insane 32:9 Gaming Monitor Puts Your Dual Monitor Setup To Shame by Top resorts in dominican republic        
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          Young adult Catholic ministry: further progress        
Br Barry Coldrey

On 17 May, over 500 young Catholic adults packed the recently renovated, century-old Commercial Hotel in Parramatta to listen to visiting American speaker, Jason Everitt. Some 10 to 20 priests and religious from the Dominicans, Franciscan Capuchins and the three seminaries in Sydney were also in attendance.

After this event, Jason Everitt flew to Melbourne and on the following evening over 300 young men and women packed the Pumphouse Hotel in Fitzroy to hear him address the gathering on another aspect of the Church's sexual teaching.

This Theology-in-the-Pub commenced in Melbourne in 2008 and over the following three years a similar event under a slightly different name has taken off in most capital cities: Pub Theology (Adelaide), Guinness and God (Canberra), Faith-on-Tap (Brisbane), Theology-on-Tap (Parramatta) and Urban Theology (Sydney).

Signature event

This monthly event has been the signature Young Catholic Adult gathering over the past three years with the organisers such as John Smythe and Penny Badwai (Melbourne), Jessica Langrell (Parramatta) and Tristan McLindon and David Chilnicean (Brisbane) being well educated, gifted and orthodox, practising Catholics.

The events are open to young men and women, 18 to 35 years of age, with priests and members of religious Orders of any age always welcome.

One priest (or several) is available to hear confessions in an alcove separate from the speaker and discussion.

This ministry is flourishing because talented and orthodox young Catholics are managing the activities. For it is axiomatic that young adult ministry must be largely, or entirely in the hands of young Catholics.

The latest variation of this phenomenon, which is energising the Australian young adult Catholic world is the monthly Urban Theology at the St James Hotel in Castlereagh Street, central Sydney. In this case, the principal focus is not an invited speaker but a semi-formal debate plus discussion.

The history of this encouraging revival of young adult ministry is a quite recent one.

In 2000, after World Youth Day, a number of returning Catholic pilgrims approached (then) Archbishop George Pell to establish a weekly hour of adoration for young Catholics in St Patrick's Cathedral, Melbourne. He agreed and the time chosen was 6.30pm on Thursday evenings and the event quickly became known as SIX30.

SIX30 is planned and led by young Catholic adults who invite the priest to guide the weekly Holy Hour, arrange the music, make the announcements and publicise the event. During the hour at least one priest is available for confessions.

In Sydney, a Holy Hour, arranged by the Franciscan Capuchins, has been held in St Mary's Cathedral on Wednesday evenings for some years but more recently the venue has been moved to St Benedict's, Broadway, in the centre of a major university precinct which includes three tertiary institutions: Sydney University, UTS (the Technology University) and Notre Dame University (Sydney).

In Brisbane, there is a similar monthly event in the Cathedral called the Leaven Hour.

Meanwhile, in Melbourne, around the time SIX30 was commenced, Archbishop Pell encouraged a group of dedicated young Catholics to attend the Annual General Meeting of the Australian Catholic Students Association which was largely moribund and had been espousing unorthodox positions on matters of Catholic faith and practice.

These young Catholics voted the existing ACSA executive out of office and rejuvenated ACSA as a strong Catholic association with separate state affiliates.

Retreats

The Annual Conference - with some aspects of a classic retreat - is the central event of the ACSA year's activities and has inspired a number of other Catholic groups to arrange retreat/conferences such as:

"Reasons for Hope" at the Chittick Lodge Conference Centre, Gerringong, NSW, in April.

"Firm in the Faith", University Students' Retreat at the Wedderburn Christian Centre, near Appin, south of Sydney, in July.

Still to come later in 2011:

Young Men of God Conference, Collaroy Centre (Sydney's Northern Beaches), 13-15 October, Missionaries of God's Love and the Disciples of Jesus Covenant Communities. See the website: www. ymgmovement.org.

The iWitness Retreat, 'The Tops' Conference Centre, Bendena Garden Road, Stanwell Tops, NSW, 2508, 8-11 December 2011. The relevant website for the iWitness Retreat is www.lifetothe full.com.au; the email address is iWitness2011@gmail.com and one of the key organisers is Amy Vierboom whose address is: Life Marriage and the Family Centre, Polding House, Level 11, 133 Liverpool Street, Sydney, 2000.

Each of these conferences has become very popular with many young adult Catholics and, while each is distinctive, they all tend to have the following common features: strong speakers dealing with topics important to Catholic adults, robust discussion, daily Mass, confessions, Eucharistic Adoration, along with a sporting activity during the second afternoon and a social function on one evening.

There is therefore much reason for hope in the Church's future.


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          Biografía de Joaquín Balaguer        

Nació en Navarrete el 1 de septiembre de 1906. Poeta, político, abogado y ensayista. Hijo del puertorriqueño Joaquín Balaguer Lespier y la dominicana Carmen Celia Ricardo. Cursó su educación primaria e intermedia en la Escuela Paraguay de Santiago de los Caballeros, bajo la tutoría de Juan Tomás Lithgow y la secundaria en la Escuela Normal Teórica, de la misma ciudad, dirigida por Ricardo Ramírez, donde se recibió de Bachiller en 1922. Se graduó de licenciado en Derecho en 1929 en la Universidad de Santo Domingo en 1934 y se doctoró en esa misma área en La Sorbona de París, donde también estudió Economía Política. Desde muy joven ingresó a la vida pública, iniciándose como maestro de escuela secundaria. Fue abogado del Estado en el Tribunal de Tierra (1930), Secretario de la Legación Dominicana en Madrid (1932-1935), Sub-secretario de la Presidencia (1936), Subsecretario de Relaciones Exteriores (1937), Enviado Extraordinario y Ministro Plenipotenciario ante los gobiernos de Colombia y Ecuador (1940 y 1943), Embajador en México (1947), Secretario de Estado de Educación, Bellas Artes y Cultos (1949 y 1955), Secretario de Estado de Relaciones Exteriores (1953 y 1957), Secretario de la Presidencia (1956) y Vicepresidente de la República (1957). En 1960, cuando Héctor B. Trujillo renunció a la primera magistratura del país, se convirtió en Presidente de la República y en 1962 presidió el Consejo de Estado, siendo títere active de Trujillo. Luego de la muerte de Trujillo fundó el Partido Reformista, de orientación conservadora, que lo llevó a la presidencia de la República en seis ocasiones (1966-1970, 1970-1974, 1974-1978, 1986-1990, 1990-1994 y 1994-1996). Desde adolescente mostró gran interés por la literatura. A ello contribuyó su acercamiento a la poesía de Rubén Darío, su contacto con los ensayos de José Enrique Rodó y Juan Montalvo y, sobretodo, el amor a las letras que le inculcaron la destacada educadora santiaguera Rosa Smester y el profesor italiano, radicado en Santiago, Salvador Cucurullo. Su producción literaria es abundante y abarca los géneros poesía, ensayo, historia, crítica literaria, discursos y biografía. Sin embargo, es el ensayo histórico y biográfico el género donde ha escrito sus mejores textos. Su Historia de la literatura dominicana ha sido texto oficial de literatura para el cuarto año del bachillerato por varias décadas.Murió en Santo Domingo el 14 de julio del 2002.



          Insomnia Radio #182 – Around The World        
A marathon episode of Insomnia Radio, with bands from Canada, USA, Australia, Spain, The Dominican Republic, Argentina, Italy, Holland and Sweden. And there is a BIG announcement. TRT: 1:18:35 Rating: Probably Work Safe Track Listing and Links Pigeon Park: Lovelight Web Site | Bandcamp FINS: Lawnmower Bandcamp | Facebook Half Film: Machines, Hawks And The […]
          World: FPMA Bulletin #7, 10 August 2017        
Source: Food and Agriculture Organization of the United Nations
Country: Argentina, Armenia, Azerbaijan, Bangladesh, Bolivia (Plurinational State of), Brazil, Burundi, Cambodia, Colombia, Dominican Republic, Ecuador, El Salvador, Ethiopia, Georgia, Guatemala, Haiti, Honduras, Kenya, Kyrgyzstan, Malawi, Mexico, Moldova, Mozambique, Myanmar, Namibia, Niger, Nigeria, Peru, Russian Federation, Rwanda, Somalia, South Africa, South Sudan, Sri Lanka, Swaziland, Tajikistan, Thailand, Togo, Uganda, Ukraine, United Republic of Tanzania, Viet Nam, World, Zambia

Key messages

  • International prices of wheat rose further in July on quality concerns, particularly for higher protein wheat, although upward pressure was limited by prospects of ample global supplies. Export prices of maize remained generally unchanged, while a slowdown in demand capped gains in rice quotations.
  • In East Africa, prices of cereals in most countries declined signi cantly for the second consecutive month in July with the new harvests, but remained generally higher than a year earlier. However, in Ethiopia, prices of maize surged further and reached record levels, underpinned by uncertain prospects for the 2017 crops.
  • In the CIS, prices of staple potatoes declined sharply from the record or near-record highs of June in most countries of the subregion with the beginning of the new harvest. Prices, however, remained higher than in July last year after the sharp increases of the past months.

          Video from South Korean launch of new iPad        

Today Apple launched the new iPad in an additional 12 countries around the world. While eleven of the countries -- Brunei, Croatia, Cyprus, Dominican Republic, El Salvador, Guatemala, Malaysia, Panama, St Maarten, Uruguay and Venezuela -- are relatively small markets, the new iPad also went on sale in South Korea, one of the most technologically advanced countries on the planet and one of the major tech markets in Asia. Check out the video below, first posted by Apple 2.0, to see South Korean Apple fans lining up for the new tablet at a local Apple reseller.

Apple's new iPad international rollout isn't done for the month either. One week from today on Friday, April 27, Apple will begin selling the new iPad in an additional nine countries: Colombia, Estonia, India, Israel, Latvia, Lithuania, Montenegro, South Africa and Thailand. The new iPad will then be available in 56 countries around the world.


          New iPad launching in 21 additional countries this month        

Apple today issued a press release announcing the new third-generation iPad will go on sale in another twleve countries starting on Friday, April 20. Notably, one of the twelve is the important South Korean market. The other eleven countries include Brunei, Croatia, Cyprus, Dominican Republic, El Salvador, Guatemala, Malaysia, Panama, St Maarten, Uruguay and Venezuela.

Then one week later on Friday, April 27, Apple will begin selling the new iPad in an additional nine countries: Colombia, Estonia, India, Israel, Latvia, Lithuania, Montenegro, South Africa and Thailand. Both the Wi-Fi and 4G models will be on sale and available through Apple's online store and at select Apple Authorized Resellers.

The new iPad will be available in 56 countries around the world as of April 27th.


          iPhone in 29 new countries; unlocked in Hong Kong        

Our sister site Engadget reports that Apple is now offering unlocked iPhones in Hong Kong via its online store. HK$5,500 (≈ US$700) will buy you an 8GB model, HK$6,200 (≈ US$800) gets you 16GB.

The Apple Store's terms and conditions limit sales to individuals in Hong Kong only, but who knows what the gray market will bring.

Three Russian carriers will also begin selling unlocked iPhones on October 3, with the 8GB model selling for over US$900.

In related news, 29 new countries will begin selling the iPhone, some today: Botswana, Brazil, Cameroon, Central African Republic, Croatia, Dominican Republic, Egypt, Equatorial Guinea, Guinea, Guinea-Bissau, Ivory Coast, Jamaica, Jordan, Kenya, Latvia, Lithuania, Madagascar, Mali, Malta, Mauritius, Nicaragua, Niger, Panama, Qatar, Senegal, South Africa, Turkey and Venezuela.

[Via IGM.]


          â€œI Don’t Think Black People Really Understand How Tired Everyone Else Is Of Hearing How Hard It Is To Be Black”        
“I Don’t Think Black People Really Understand How Tired Everyone Else Is Of Hearing How Hard It Is To Be Black”
James Fulford writes:“Violent past” means, among other unspecified violences committed when he was a member of the Bloods, that he was kicked out of school in Grade Seven for bringing a gun to school.Oh, and he’s an immigrant, born in Dominica, but raised in the USA. So, yes, not the guy you’d pick to listen […]

Kathy Shaidle's NEW book, Confessions of a Failed Slut, is available HERE.

     

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          Sensational Sides: Mashed Plantains        
While on vacation in the Dominican Republic a few weeks ago, I was lucky enough to have time for a leisurely breakfast each day featuring a Dominican classic: mangu. Mangu is mashed plantains with butter or olive oil and can be served plain or, as I often ate it, with fried cheese. Back at home […]
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 Home | 5 Tips To Spend The Most Luxurious Caribbean Vacation You Ever Dreamed Of!







5 Tips To Spend The Most Luxurious Caribbean Vacation You Ever Dreamed Of!




Tip #1 : Buy a beach front Caribbean villa!
Buying Caribbean beach front property can range from a bargain to outrageous. This does not mean that the cheaper Caribbean beach front property is any less beautiful or luxurious than the more expensive ones, but rather means the location is different. For instance, Caribbean beach front property in the Bahamas is beautiful, over run with tourists, and incredibly expensive. However, Caribbean beach front property in the Dominican Republic is just as beautiful, has less tourists, and a considerably more affordable price tag.

Tip #2 : Rent a villa for your trip!
If you are not into real estate investment, why not rent a villa instead? Often, the price will not be a lot more expensive then an all inclusive package in a crowded hotel. And instead of having to eat buffet food for a week, you can cook your own meal, or even have someone do it for you!

Tip #3 : Rent a Caribbean island!
Did you know you can rent a whole island just for yourself? This can come with staff and everything you need to spend a luxurious vacation. It is also a very nice idea for a wedding!

Tip #4 : Charter a luxury Yacht!
If you are looking for something a little less extravagant then the huge private Yachts, and a lot more affordable then there are a variety of luxury yacht charters Caribbean providers that will also be able to meet your needs and your budget. The wonderful thing about he Caribbean is no matter what your budget, preferences, and schedule there is someone who will be able to provide exactly what you are looking for.

Tip #5 : Contact a Caribbean holiday specialist
Certainly, you can get online and start searching and learn everything there is to do in the Caribbean, however it is certainly a lot easier to simply employ Caribbean holiday specialists to help you plan your vacation. Not only will this save you time, but it will also save you money because more often than not Caribbean holiday specialists are aware of different discounts and preferred rates. They have insight and knowledge and many years experience booking Caribbean vacations, where you will have to do some serious work and effort to plan the vacation yourself.

About the Author

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Written by: Stephanie Hetu





 






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NEWS



 












          Kat de Luna y El Cata graban tema - mp3 - fotos        
La cantante norteamericana de origen dominicano Kat de Luna confirmó que grabó el tema “Sobredosis” junto al intérprete urbano El Cata. “Estuve recientemente en República Dominicana y allí hicimos el trabajo. Estoy promoviendo un tema en inglés y dentro de...
          When It Comes to Flu Shots, the More Influenza Strains, the Better        
Researchers conducted a test of the new four-strain influenza vaccine, available for the first time this year, to determine how well it protected against the flu in young children. The four strain vaccine, which protects against four types of influenza–two viruses from the A class and two from the B class–does as good a job of protecting against flu than the three-strain shot, but is better at preventing moderate to severe disease than the traditional immunization. The international group of researchers, who described their findings in a report published in the New England Journal of Medicine, attributed the four-strain, or quadrivalent vaccine’s effectiveness to the fact that it contained both circulating B types of influenza. In previous years, in which only one of the B strains was included, the immunization had a 50-50 chance of being mismatched to the circulating virus, making it less effective. The scientists tested the quadrivalent flu vaccine in 2,379 children ages three to eight in Bangladesh, the Dominican Republic, Honduras, Lebanon, Panama, the Philippines, Thailand and Turkey and compared their rates of flu infection to a control group of 2398 children who received a hepatitis A vaccine. The study was sponsored by GlaxoSmithKline, which donated both vaccines for the trial. Compared to the control group, the four strain vaccine was 55% effective in protecting against flu. That’s similar to the efficacy of the three strain shots, but, the research team found, the quadrivalent shot was 70% effective in preventing more serious cases of the flu; most of the children who did get sick after getting vaccinated only had mild symptoms. The four-strain shot also resulted in 69% fewer medical visits, 75% fewer hospitalizations, 77% fewer absences from school, and 61% fewer parent absences from work. That’s an important benefit, since flu can result in lost school days for children and lower productivity for adults. “The efficacy of the vaccine was higher against moderate-to-severe disease–a potentially important end point associated with the highest clinical, social, and economic burden–than against illness of any severity,” the authors conclude.
          Dominica receives CDC travel notice for Zika virus        

The Zika virus and its infection patterns are constantly being watched by the Centers for Disease Control and Prevention (CDC), and the organization's acute attention to the continuing transmission has led to its declaring a travel notice for Dominica.

The CDC is constantly updating its list of Zika virus regions and notes that anyone traveling to a location with Zika virus is capable of contracting it, as the aggressive mosquitos that carry it bite during the day and the night. Preventing mosquito bites is of the utmost importance because there is currently no vaccine or treatment for those with Zika virus.

If traveling to a location with Zika virus, infection may not be known until the traveler has left the country. Symptoms include fever, rash, joint aches and red eyes, though the dangerous part about Zika virus is that it does not always immediately display symptoms. It is especially important to practice safe sex if you or your partner have recently traveled to an area with Zika virus, as there has been evidence that it can be sexually transmitted. This is especially important if a woman is pregnant or intending to become pregnant. 

Furthermore, it has been proposed that Guillain-Barré syndrome (GBS) is extremely likely to be connected with Zika virus, though the CDC is still conducting research with Brazil to confirm these assumptions.

To see the regions with confirmed Zika virus occurrences, refer to the CDC home page.


          Mister RN 2014, Bruno Mooneyhan - Orgulho do RN        
O Rio Grande do Norte representará o Brasil no Mister Universo, dia 10 de junho, em evento realizado na República Dominicana. O potiguar Bruno Mooneyhan foi eleito Mister Brasil em concurso realizado nessa segunda-feira (21), no Teatro Luiz Mendonça, em Recife. 



Bruno Mooneyhan, de 23 anos, é engenheiro eletricista e modelo. O evento brasileiro contou com a participação de 27 candidatos, representando todos os estados, mais o Distrito Federal. Além do concurso, o Mister Brasil Universo 2014 também prestou uma homenagem ao cantor pernambucano Dominguinhos. 

Traje Típico

 Traje de Gala


 Momento da Coroação 

O Rio Grande do Norte tem mais uma vez um representante no posto máximo da beleza nacional. Depois de Larissa Costa ser eleita a Miss Brasil em 2009, ontem, foi a vez de Bruno Mooneyhan, de 23 anos, ser escolhido o Mister Brasil Universo 2014. 


P.S: Infelizmente, não tive como ir para Recife, e acompanhar de perto o concurso Mister Universo 2014. Mas fico feliz pela conquista, aliás, mais que feliz...Emocionado demais!!! Vibrei a cada aparição do nosso representante, pulei a cada conquista, e gritei, ao final de tudo, pela nossa vitória! Bruno Mooneyhan, sucesso querido, o RN se orgulha pela sua vitória, é uma conquista de todos!

SIgam-me: @rumennigazevedo (Instagram)
Rumennig Azevedo (Facebook)
@rumennig (Twitter)

          Beleza e Simpatia postas na mesa, com Débora Lyra, Miss Brasil 2010        



Estudante de jornalismo e administração, Dé (apelido carinhoso) é modelo desde os 8 anos de idade. Nasceu em Vitória - Espírito Santo, mas mudou-se para o município de Divinópolis - Minas Gerais aos 18 anos, a convite do coordenador do Miss Minas Gerais, José Alonso Dias. Débora Lyra fala fluentemente inglês e espanhol e já esteve em países como Coreia do Sul, África do Sul, Argentina, Índia, República Tcheca, Bielorrússia, Polônia, Itália, Espanha, Estados Unidos e Alemanha.

Quase dois anos após sofrer um acidente de carro, a Miss Brasil 2010 Débora Lyra vai participar de seu primeiro concurso de beleza, em Punta Cana, na República Dominicana, em novembro de 2013, o Miss Multiverse 2013. Para voltar aos padrões de quando foi eleita a mulher mais bela do país, há duas semanas ela iniciou um projeto para perder sete quilos até a data do início da competição, com a ajuda de uma nutricionista e de um personal trainer. Em entrevista ao Blog Tendência em Foco (via email), a universitária, que também se divide em várias outras funções, como apresentadora e empresária, disse que o convite foi feito no momento certo.


BLOG: Como Miss Brasil 2010, existe alguma regra que você pensa que poderia ser revista no Miss Brasil?
MISS: Sim, acho que eles poderiam deixar as misses que já foram Miss Brasil, participar de novo :)  hahahaha!

BLOG: Quando menina, você já sonhava em ser miss? Você brincava com as amigas de concurso de beleza?
MISS: Sonhava com isso desde quando participei do meu primeiro concurso de beleza, aos 12 anos.

BLOG: O que você acha do estereótipo de miss não ser de pessoas inteligentes e das piadas que costumam fazer com o discurso sobre a paz mundial?
MISS: Acho que é uma ideia muito arcaica ainda que as pessoas tem. Hoje em dia a maioria das mulheres são do estilo moderno, independentes, batalhadoras, inteligentes e além de tudo isso, lindas né?! :)
BLOG: Quais as expectativas em representar o Brasil no Miss MultiUniverso 2013, que acontece em novembro?
MISS: Sempre fui apaixonada por esse mundo Miss e acho que não apenas a primeira colocada é a grande vencedora, pois tudo está na forma que você leva os momentos e situações. Quero representar bem o meu pais, aproveitar cada segundo do concurso e se for realmente merecedora, trazer o titulo pro Brasil. E darei o meu melhor para isso :)

BLOG: Como você vai se preparar para o concurso?
MISS: Já comecei, junto com uma nutricionista e um personal, um projeto para a perca de 7 kilos.

BLOG: Cite qualidades que você acredita que te fizeram vencer o Miss Brasil 2010, e ser a mulher mais bonita do Brasil?
MISS: Acredito que a veracidade em me mostrar sempre o que realmente sou, o alto astral e principalmente a força de vontade.


>>>> JOGO RÁPIDO <<<< 
Nome completo: Débora Moura Lyra 
Apelido: Dé 
Data de nascimento:  26/09/1989 
Idade: 23 anos 
Signo:  Libra 
Estado civil: Solteira 
Altura: 1,80 
Títulos que já ganhou: Miss Espírito Santo Juvenil 2001, Miss Terra Espirito Santo 2009, Miss Fogo 2009,Top Model of the world 2009, Miss Divinópolis 2010, Miss Minas Gerais 2010, Miss Brasil 2010, Miss Universitária 2011 
Cidade natal: Vitória 
Cidade onde mora: Vila Velha 
Música preferida: Beija flor – Daniel Caon
Banda predileta: Daniel Caon 
Filme: A procura da felicidade
Escolaridade: cursando o superior 
Línguas: inglês e espanhol 
Perfume favorito: 212 sexy 
Livro: A história 
Defeito:  impulsiva e teimosa 
Virtude: batalhadora 
Um homem bonito: Daniel Caon 
Uma mulher bonita: Ana Hickmann 
Sonho: me tornar apresentadora de tv, ter sucesso no meu espaço de beleza e constituir uma linda e amada família 
Uma miss inesquecível: Natalia Guimarães, Renata Fan e muitas outras que tive o prazer em conhecer 
Ídolo:Deus
Viageminesquecível: África do sul
O que me tira do sério: falsidade
Família: minha origem
Deus: meu tudo
Sucesso: só depende de você :)
Como Miss MultiUniverso 2013: Eu quero elevar ainda mais o nome e a cultura do meu povo e mostrar que beleza só não se salva, precisa se de conteúdo.

Olá a todos do Blog Tendência em foco, parabéns pelo aniversário de um ano no ar. Espero que seja o primeiro de muitos e que eu ainda possa dar muitas entrevistas para vocês! Obrigada pelo carinho de sempre e muito sucesso.


          The End        
(This blog tracked my journey as a volunteer, and I hope you enjoyed reading along with my experiences during the last three years. If anyone out there is curious about the Dominican Republic or the Peace Corps, don’t hesitate to shoot me an email or comment!) “There is no real ending. It’s just the place […]
          COS Survey: Part II        
I spent my first two years here working on the unofficial Peace Corps Dominican Republic, the Gringo Grita. Every time a group leaves, the magazine prints interviews with each of them. My interview was published with my group’s issue (shout out to 517-12-01!) last May. A lot has happened since then, and I can do whatever […]
          Non-Stop Movement        
(First off, Happy Independence Day, Dominican Republic! The red, white and blue flags are out in force, there’s electricity all day, and the schools are all doing parades to honor the patria.) If you’re not a naturally itchy-footed nomad before you come to the Peace Corps, then it’s quite likely you’ll turn into one while […]
          North American Wandering        
I’m sitting in the airport of Santo Domingo about to board my third flight to the US. (Aside: It’s surprising how robotic and unrushed I’ve become in airports. Weigh luggage. Show passport. Remove shoes and belt. Flash green card and smile.) This trip is a perk of extending service for a year. Peace Corps paid […]
          Here, There, Everywhere        
My first big job as PCVL was to drop in on the new education group and see how they’re doing in their new homes. My boss, Ann, had already rolled around the entire country and done “introductory visits” with everyone—where she held meetings with the volunteers and their community members and gave them a VERY […]
          La Ñapa        
Peace Corps is generally a 27 month commitment. Three months of training, followed by two years of service in a community. Ya ustedes saben. Some people choose to stay a bit longer on top of that, either to finish up their projects or to start a new project entirely, sometimes even in a new site. […]
          Diaries of an Andariego        
andariego (n) – one who travels a lot; wanderer; vagabond If you read my last post, you’ll know that the Peace Corps decided that my site was no longer safe for me to live in, and moved me out on Monday, January 27. I had already been living out of a suitcase for almost a […]
          Leaving        
I’ve been putting off writing this. Maybe because it makes me sad. Maybe because I didn’t have all the details right away. Probably a mix of the two. Long story short, I left Baní. Last Monday the guy who robbed me got sentenced to jail time. It turns out his family is into some pretty […]
          Stuff I Have Done        
I figure this post is a good way to follow up the previous post, entitled “Things That Have Happened.” I’ve been doing stuff down here, and now I’m going to tell you about it. Hold on tight. I have planned and run a two-day conference for Dominican educators and Peace Corps Volunteers. As Southern Regional […]
          Things That Have Happened        
(With apologies to my high school English teacher Mrs. Feil, who discouraged the use of “thing” in writing except in very special circumstances.) Hello, world!  (To echo English-speaking computer programmers everywhere…)  I am alive.  Sorry for the long absence from this blog.  I hope you enjoyed your summer, and that you can find it in […]
          Â¡Ya firmaron…!        
Cholo y Canelo, por las cabelleras El combate será en la función dominical de la Arena México Las palabras quedaron de lado y los hechos llegaron, pues este miércoles Cholo y Canelo Casas firmaron en las oficinas del Consejo Mundial el contrato que los compromete a exponer la cabellera el próximo domingo en la Arena

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          Pone quietos a la Peste Negra        
VOLADOR SIGUE ENRECHADO Canelo Casas y Hechicero, al límite y quiere duelo de apuestas La Peste Negra, integrada por Negro Casas, El Felino y Cavernario no pudieron con Volador Jr., Diamante Azul y Valiente, quienes con un destello en la tercera caída lograron llevarse la victoria final en el combate estelar de la función dominical

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          El Mundo de los Cuentos        
La oralidad es un arte que consiste en crear imágenes mentales en los que escuchan.
La fluidez de las palabras están basadas en leer para contar, también escuchar a otros que muchos años han vivido o muchos caminos han recorrido.

Las audiciones del personaje ¨ Cuento Bastón ¨ se inscriben en el estilo educación recreativa. Los cuentos literarios, fábulas, leyendas, refranes, poesías y poemas formar parte de su repertorio.

Los temas tratados en sus presentaciones son una invitación a ejercitar la imaginación y la creatividad, sus espectáculos tienen gracia popular e intelectual, orientados y apta para toda la familia.
Lo primero es la risa que sirva de canal al conocimiento. Valorando las maravillas que descansan una parte en el texto escrito y otra en la tradición oral y riqueza folclórica.
Mantener un publico animado requiere de muchos recursos, la integración de estos ha llevado a el orador a convertirse en un pernee investigador de Formas nuevas en forma y fondo.

Estos recursos son:

Marioneta compadre Mon.Es un producto creativo inspirado en la obra literaria del inmenso poeta dominicano Manuel del Cabral, debuta en la feria del libro que fue homenaje al escritor en el año 2000.

Representa al campesino sabio que a pesar de ser no letrado no su ingenio creativo no esta limitado. Es un filósofo del campo rico en anécdotas, refranes y nacionalismo de tierra adentro.

Marioneta RapMono.
El arte de las marionetas es tan antiguo como la humanidad, la marioneta RapMono es una fusión de estilos creada como marioneta de salón que atrae la riza por su gracia en el baile y sus expresiones altamente monas.

Vestuario de arlequín.
Recuerda los ancestrales palacios medievales donde el bufón de la corte era la única alegría que divertía a los visitantes con la cultura regional, el colorido de su vestuario e instrumentos musicales.

Poemas al estilo HipHop.

Esta forma de expresión artística permite llevar el mensaje poético con un cambio de forma, textos tradicionales narrativos al estilo de arte callejero, satíricos irónicos y humorísticos. Grandes verdades existencialistas, filosofía profunda para el que tiene la virtud de escuchar.

Cuento Bastón
Cuentobaston@gmail.com
Móvil: 809-353-4307
Calle 2da # 16, Herrera Santo Domingo, Oeste.


Historias y frases cortas:
Herramientas motivadoras a la lectura.
En un mundo donde la prisa se ha convertido en el proceder cotidiano de la gente, es lógico esperar que técnicas de motivación a la lectura también puedan calificarse de “rápidas”.
Acorde con esta prisa de la modernidad hemos diseñado una estrategia de motivación a la lectura basada en tres aspectos: Proverbios Refranes y Frases celebres.
Una combinación guiada con sentido temático y en una atmósfera poética. El autor lo ha denominado  â€œTente Alla”.   
La finalidad de esta expresión literaria es motivar y estimular personas a la lectura, el conocimiento y los grandes autores nacionales y universales.

Los Amigos y los Perros.
¿Quiénes son tus amigos? Tus amigos son aquellos que pueden hablar con tigo a través de la mirada. La mejor manera de mantener a tus amigos es no deberles ni prestarles nada. Felicites los que nada esperan porque nunca serán defraudados. Si quieres formar juicio de una persona observa quienes son sus amigos. El silencio del envidioso está lleno de ruido.

La amistad es cosa grata. El amor es como el fuego si no se comunica se apaga. James Bon amigo de Carbón, Mafalda de la mini falda y el lunes amigo del viernes. Cada uno demuestra lo que es con los amigos que tiene. El pájaro tiene un nido, la araña tiene su tela y la gente tiene amigos para alegrías y penas. Paño de lágrimas y niñerías. Todo humano es sincero a solas en cuanto aparece una segunda persona empieza la hipocresía. ! Hagamos amistad con la naturaleza! El egoísta tiene su corazón en la cabeza.

Dice un amigo a otro en el dispensario: − con esa cara de perro que tienes, en vez de estudiar medicina debiste ser veterinario. Sueñan las pulgas con comprase un perro. Ahora voy a ver a la persona que mas quiero y adoro, préstame un espejo. Gente que adora su reflejo. El perro seria el mejor amigo del hombre si tuviera dinero. Una amistad sin confianza es una flor sin perfume. Empleado amigo del dueño. Es más vergonzoso desconfiar de los amigos que ser engañado por ellos. Los verdaderos amigos deben enfadarse de vez en cuando. De jale pasar una, de jale pasar Tres. Un exceso de franqueza es tan indecente como la desnudez.

Unos nacen con estrellas y otros se estrellan cuando nacen. La verdadera amistad nace del corazón. Cambio pastor alemán por uno que hable español. Las discusiones llaman curiosos. Si hubiera un solo hombre inmortal seria asesinado por los envidiosos. Recibí el don de saber lo que los demás piensan de mi por eso no hablo contigo. El que busca  amigos sin defectos se queda sin amigos. Verdadera amistad nada se recibe, nada se da. Uno se debe de proteger. Mas vale un por si acaso que un yo lo pensé.  
¿Hay vida inteligente en la tierra?, claro que si, pero estoy de visita, le dijo un marciano a una muchachita. Amigos o conocidos según la ocasión. El ocho es un cero que se puso cinturón. Quien no es generoso esta cerca de ser injusto. Amistades sin ventaja es lo que busco, amigos leales.
Si te ríes de mí porque soy diferente, yo me río de ti porque son todos iguales. Tenía necesidad de un amigo verdadero preferí hacerme de un perro.
Muchas veces un perro es un buen amigo…
Otras veces nuestros buenos amigos son unos perros...


Citas:
La mejor manera de mantener tus amigos es no deberles ni prestarles nada.
Charles Paul de Kock (1793-1871) Escritor francés. En el Libro ¨ El Hombre de los Tres Calzones ¨ 1862.
"Felices los que nada esperan, porque nunca serán defraudados."
Les Luthiers (1967)

Si queréis formar juicio acerca de un hombre, observad quienes son sus amigos.
Fénelon (1651-1715) Escritor y teólogo francés.
Aire puro para el amor y la amistad, autor Luis Fernando Betancourt Bogota Colombia,

El silencio del envidioso está lleno de ruidos.
En el Libro ¨El Jardin del profeta arena y espuma ¨
Khalil Gibran (1883-1931) Ensayista, novelista y poeta libanés.

La amistad es cosa grata.
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. 

El amor es como el fuego, que si no se comunica se apaga.
En el Libro Remedio para el mal de amores ¨
Giovanni Papini (1881-1956) Escritor italiano.
                                  
James Bon amigo de Carbón, Mafalda de su falda y el lunes amigo del viernes.
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. 

Cada uno muestra lo que es en los amigos que tiene.
Libro ¨ El Criticón ¨
Baltasar Gracián (1601-1658) Escritor español.


El pájaro tiene su nido, la araña su tela, el hombre la amistad.
Libro ¨ El demonio el parco ¨.
William Blake (1757-1827) Poeta y pintor inglés.

Todo hombre es sincero a solas; en cuanto aparece una segunda persona empieza la hipocresía.
El libro ¨ La Familia y los amigos ¨.
Ralph Waldo Emerson (1803-1882) Poeta y pensador estadounidense

! Hagamos amistad con la naturaleza!
El egoísta tiene su corazón en la cabeza.
Anónimo.

Dice un amigo a otro en el dispensario: ? con esa cara de perro que tienes, en vez de estudiar medicina debiste ser veterinario. Sueñan las pulgas con comprase un perro. Ahora voy a ver a la persona que mas quiero y adoro, préstame un espejo. Gente que adora su reflejo.
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. 

El perro seria el mejor amigo del hombre si tuviera dinero.
Frase aparecida en el libro ¨ Niebla¨
Miguel de Unamuno (1864-1936) Filósofo y escritor español.

Una amistad sin confianza es una flor sin perfume.
Libro ¨ Un verdadero amor. ¨
Laure Conan (1845-1924) Pseudónimo de Marie-Louise-Félicité Angers.
Escritora Canadiense.

Empleado amigo del dueño.
Es más vergonzoso desconfiar de los amigos que ser engañado por ellos.
En el Libro ¨ Cartas de un cartero ¨
François de la Rochefoucauld (1613-1680) Escritor francés.

Los verdaderos amigos se tienen que enfadar de vez en cuando.
El libro ¡Que hable, Que hable!
Louis Pasteur (1822-1895) Químico y microbiólogo francés.

De jale pasar una, de jale pasar Tres.
Un exceso de franqueza es tan indecente como la desnudez.
Aparecido en el semanario ¨ La civilización ¨
Sir Francis Bacon (1561-1626) Filósofo y estadista británico.

Unos nacen con estrellas y otros se estrellan cuando nacen.
Refrán de origen Mexicano.

La verdadera amistad nace del corazón. Cambio pastor alemán por uno que hable español.
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. 

Las discusiones llaman curiosos.
Si hubiera un solo hombre inmortal seria asesinado por los envidiosos.
Chumy Chúmez (1927-2003) Humorista gráfico y escritor español.

Recibí el don de saber lo que los demás piensan de mi por eso no hablo contigo.
El que busca un amigo sin defectos se queda sin amigos.
Proverbio turco

Uno se debe de proteger. Mas vale un por si acaso que un yo lo pensé. 
Enrique Blanco, Militar y caudillo dominicana.

¿Hay vida inteligente en la tierra?, claro que si, pero estoy de visita, le dijo un marciano a una muchachita.
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. 

Amigos o conocidos según la ocasión.
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. 

Quien no es generoso esta cerca de ser injusto.
Anónimo origen Árabe 

Amistades sin ventaja es lo que busco, amigos leales.
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. 

Si te ríes de mí porque soy diferente, yo me río de ti porque son todos iguales.
Dicho o expresión anónima.

Tenía necesidad de un amigo verdadero preferí hacerme de un perro.
Muchas veces un perro es un buen amigo…
Otras veces nuestros buenos amigos son unos perros...
Lo dijo en 2008. Personaje dominicano “Cuento Bastón”, Contador de Cuentos y Marionetero. ©

El Marinero
Primer Tente Allá
Escrito por Cuento Bastón

El que me habla de los defectos de los demás,
con los demás habla los míos, el que no está seguro de su memoria, no debe hablar mentiras.
Hasta no ver no creer, esa es la clave, más vale gota que dure,
que choro que se acabe. En casa de jabonero el que no cae resbala,
manejar el silencio es más difícil, que manejar la palabra,
tres podrían guardar un secreto, si dos de ellos hubieran muerto.
Me dijo un marinero:
− Yo ando el mundo entero sin dinero.
El nacionalismo es una enfermedad
que se cura viajando.
− Yo me senté para seguirlo escuchando.
El que se enoja pierde, la experiencia es como un peine
que compramos cuando nos quedamos calvos.

Nunca compres cosas inútiles, con la excusa de que son baratas.
El fenómeno de la televisión, demuestra que la gente, es capaz de ver cualquier cosa, con tal de no verse a sí mismo, ojos que no ven, el amor es ciego, pero los vecinos no.
Mejor ser envidiado, que motivar caridad, a los embusteros no les crea, ni cuando digan la verdad.
La belleza está, en los ojos del que ama.
Una verdad mal intencionada, es peor que una mentira.
El amor siempre es distinto, nunca repite nada,  la belleza sin gracia, es anzuelo sin carnada.
Tan grande como la turba de los admiradores, es la turba de los envidiosos,
perdona siempre a los demás, nunca a ti mismo.
El buen juez por su casa empieza, el amor destruye la guerra, el que se enamora se enajena.

El que dice la verdad, ni peca ni miente.
La fuerza de los valientes que caen,
se pasa a los débiles que se levantan.
La utopía es eternamente joven,  lo que no ha ocurrido, nunca envejece,
la vejez comienza cuando el recuerdo, pesa más que la esperanza,
− Le decía Don Quijote, a Sancho Panza.
Los desengaños,  enseñan más que los años, los años enseñan cosas,
que los días no saben.
Los que son buenos saben dar sin recordar,
y recibir sin olvidar.
Quien quiere a su madre, no puede ser malo.
Hombre de pelo en pecho, nada tan peligroso como una idea amplia,
en un cerebro estrecho.
Vivimos en este mundo,  como en el cine de horror, el miedo hace que la gente, piense del otro lo peor.

Del cielo para abajo, que todo mundo coma de su trabajo, y el que está buscando, riqueza y fama, que no lo encuentre el sol, durmiendo en la cama.





          Dominica Fonix — Anal Session (2017)        
Dominica Fonix — Anal Session (2017)
Release Year: 2017
Cast: Dominica Fonix
Genres: Anal
Video language: English

Well experienced Dominica Fonix showed her deep anal talents (well done!) — until she gets a nice load of jizz in her ass, after all that ass to mouth and gape action.

Format: mp4
Duration: 52:30
Video: 1920x1080, AVC (H.264), 11613kbps
Audio: 153kbps

Dominica Fonix — Anal Session (2017) Dominica Fonix — Anal Session (2017)
Dominica Fonix — Anal Session (2017) Dominica Fonix — Anal Session (2017)

Dominica Fonix — Anal Session (2017)
File size: 4.4 GB

Dominica Fonix — Anal Session (2017)

Dominica Fonix — Anal Session (2017)
http://svalka.ws/
          La tumba y la celda        

Santo Domingo “Evangelio Viviente”
22-24 de enero 2017

La misericordia de Dios posibilitó viajar a la Clausura del Jubileo de la Orden de predicadores, 800 años de “Enviados a predicar”.(enero 2017)

Me sorprendió la cantidad de Obeliscos y torres imponentes. Bologna es una ciudad diseñada con corredores amplios y cubiertos de arquerías para proteger a sus peatones. El frío europeo y las lluvias se explican por ubicarse entre el río Reno y el río Savena, cerca de la cadena montañosa de los Apeninos.


¿Por qué Bologna? Albergó a Santo Domingo y sus frailes. La calidad de sus universidades hizo que Domingo de Guzmán valore la irradiación intelectual que se forjaba en derecho y teología, pues la Bolonia de los albores del s. XIII ya ofrecía un ámbito intelectual privilegiado para la formación de los frailes, además era atractiva la “licentia docendi” (voluntad expresada del Papa Honorio III en su carta de junio de 1219) (Borgi, 2014).

Aquella fría mañana (1°C) llegamos a las puertas de la Basílica de San Domenico, sobre la puerta está la figura del fundador en el momento de la glorificación. Ingresar a la basílica traslada a la espiritualidad fundante, a la celebración del primer Capítulo General Dominicano. Acá nace la gran contemplación que originará la predicación dominicana.

Intento fotografiar cada escultura, pintura, etc. También darle tiempo a la oración. Deposito 5 Euros como limosna y me llevó un libro de la historia de Santo Domingo. Cercana a fiesta de Santo Tomás los frailes ofrecían ponencias especiales a los universitarios.

Sigo el recorrido hasta el altar mayor. Me siento para contemplar el coro para las oraciones litúrgicas, diseñado en media luna con una sillería muy parecida al coro alto del convento del Rosario en Lima. En este coro Santo Domingo junto a su pequeña comunidad, al inicio de la Orden, oraban de manera personal y comunitaria. Muchos frailes salían de la sutilidad del estudio para acostar su alma en los salmos y el evangelio, por algo se le dice a Domingo, Un hombre “evangelio viviente. Es mi convicción quien no estudia ni ora es violento.

El atractivo para todos es la tumba de Santo Domingo de Guzmán (+1221).  Es un monumento para la peregrinación a donde fue trasladado en 1267. “El monumento está decorado con episodios de la vida del santo, es obra de Nicola Pisano y de sus discípulos Fra Gugliemo Agnelli y Arnolfo di Cambio.  Luego será modificado por Niccolo da Bari, hizo estatuas de los cuatro evangelistas, de San Francisco de Asís, Santo Domingo de Guzmán, San Floriano, San Vitale y un Cristo muerto adorado por los ángeles, todo coronado por la imagen de Dios Padre” (Wikipedia, 2015).

Muere Niccolo y se recurre al hoy famoso Miguel Ángel -1494- para terminar las imágenes de San Petronio, San Próculo y un Ángel porta candelabro haciendo pareja con el de Niccolo dell’Arca. Lo peculiar es que el Ángel es la única alada en toda la escultura de Miguel Ángel Buonarroti. El año 1531 hizo el escultor Alfonso Lombardi, los bajo relieves para la predela de mármol del Arca con Escenas de la vida de Santo Domingo de Guzmán y la Adoración de los Reyes Magos. Hacia 1539, Jerónimo Coltellini labró la última escultura, de las veintiuna proyectadas por Nicoló dell'Arca.

Ante la tumba de Domingo era inevitable orar y tomar fotos, por momentos rompíamos el silencio especialmente ante el relicario dorado que hoy contiene el cráneo de nuestro padre Santo domingo. La historia data un 15 de febrero de 1383 se abre el arca sarcófago para extraer el cráneo y se coloca en un relicario de plata dorada, obra del orfebre Jacobo Roseto y el 11 de noviembre de 1411 son trasladadas dichas reliquias para su veneración en la actual capilla. Esta capilla nos hace mirar al cielo, en la concha absidal, o cúpula, para observar un fresco muy colorido de la “glorificación de Santo Domingo” pintado por Guido Reni en 1617.

Se acercaba el regreso, 24 de enero. Me desperté temprano, sentía un imperativo de orar ante la tumba de Santo Domingo. Camine desde la hospitalita por el camino interno y antes de entrar la tumba pregunté en pésimo italiano que sólo capté “Celda”. Así es cómo el sacristán me guía hasta una celda pequeña al fondo del pasillo. Es la celda de Santo Domingo de Guzmán.

Estar sólo en la celda, sin ruidos, allí Domingo oró, soñó, lloró por los pecadores (como yo). No pude orar, sólo lloré. Muy agradecido con Dios.

 Un altar, leccionarios antiguos, la Bula de aprobación, y otras pertenencias estaban allí como testimonio de vida itinerante.



Fue el momento de mayor impacto espiritual. Carlos, Héctor y Martín me esperaban para desayunar y continuar esta peregrinación por los lugares históricos y significativos dominicanos.

          â€œJANE SANTOS” ABRE COMO *MAMA TINGO* EN “MADRES Y HEROINAS”        
Aun despues de seis meses de trabajo con la actriz Dominicana Jane Santos en la obra teatral de “Madres Y Heroinas” donde ella interpreta el papel de Mama Tingo todavia […]
          QUIEN FUE SALOME…        
10/21/1850 – 03/06/1897 Es considerada por muchos como la escritora más excelsa de la República Dominicana; inyectaba profundos sentimientos en cada uno de sus poemas. Salomé no fue solo una prominente escritora y educadora […]
          QUIEN FUE MAMA TINGO…        
08/11/1921-03/11/1974 Fue una lider campesina de Republica Dominicana que, se destacó por defender el derecho que tiene el hombre del campo de labrar la tierra, esta lucha era por la […]
          Charles Rangel, You're A Sowwy Ass Wrascal, Wresign!        

 

Rangel Ethics With 13 charges brought against him by US House Of Representative Ethics Committee, Representative Charles Rangel of Harlem New York is following in President Clinton’s footsteps in addressing the issues before him.

 

 

 

Playboy Clinton The lawmaker said he saw no way in which the case would make him abandon public office.

To paraphrase, I am above the law, I am “The Black Bill Clinton”.

 

 

 

 

Explain to me a lay person, Mr. Rangel. How can the former Chairman of The House Ways and Means Committee who is responsible for writing tax laws forget to pay his “F'ng Taxes”?

Kind of like getting a BJ without calling it having sex! Heh-heh-heh-heh. Wright!

 

Charlie Rangel Is not reporting $600,000 income just an honest mistake? Or were you trying to defraud the IRS?

Wait don't incriminate yourself, after all you do not want your kids and grand kids to find out you might be a crook.

Ooh, you twickster!

 

 

Rangel On Beach Is that how you paid for this disgusting relaxing vacation in Dominican Republic?

 

 

Unfortunately, with just two of these charges against them most Americans would not come close to receiving the benefits and treatment you are being given.

You disgrace me with your arrogance. I would not even hope you would do the honorable thing and resign because it is obvious you have no honor.

 

Elmer Fudd Oh, gwacious!

 

 

 

 

 

 

I can only hope that your constituents are smart and courageous enough to look beyond your “Blackness” and throw your ass out of office.

 

Marion Barry I can only hope that the election pattern in New Orleans with Mayor Nagin or in Washington DC with Mayor Barry is not repeated.

 

 

 

 

 

 

Mayor Kilpatrick Instead, if charges are true I hope you end up like former Detroit Mayor Kilpatrick.

Like Elmer Fudd would say “It's the end of the wine, Tall Dark Stwanger. I have a warrant for your awwest!

 


          Sunrise Airways se suma LAW en el desarrollo del enlace aéreo emergente entre Chile y Haití        
Por Ricardo J. Delpiano

Sunrise Airways A320 (RD)
Foto: Ricardo J. Delpiano
A pesar de que sus operaciones en Santiago comenzaron hace algunos meses, los vuelos de Sunrise Airways han pasado casi desapercibidos a pesar de que son protagonistas de una de las nuevas rutas aéreas emergentes de Chile.

Sunrise Airways es una joven compañía haitiana, la primera de los últimos años en un Estado fallido que no ve una aerolínea de transporte aéreo importante desde la desaparición de Air Haiti (1969 – 2001). Creada en 2010, comenzó sus operaciones en 2011 con vuelos chárter utilizando aviones en régimen de wet lease (o ACMI) a países cercanos, principalmente República Dominicana. Tras una interrupción temporal de operaciones en ese país por falta de pagos de seguros en 2016 -según indican medios dominicanos-, ha comenzado un nuevo ciclo aprovechando las oportunidades que brindan los fenómenos migratorios que por estos meses tiene a Chile como protagonista.

El plan de la compañía es crecer en una primera etapa con vuelos chárter aprovechando nichos de mercado para luego avanzar hacia operaciones regulares desde una base en Puerto Príncipe que conectará puntos en Cuba, República Dominicana, así como Norte y Sudamérica. Este año, incorporó su primer Airbus A320, que con matricula sudafricana, opera rutas hacia La Habana y la principal, Puerto Príncipe – Lima – Santiago con una modalidad chárter.

“El tipo de expansión que estamos llevando a cabo en el Caribe y en América del Norte y del Sur exige que continuamente invirtamos en aviones a jet modernos que ofrecen lo mejor en confort y fiabilidad”, dice Philippe Bayard, CEO de Sunrise Airways. “Nuestro nuevo A320, con asientos de First y Economy Class, continúa con nuestra misión de elevar la aviación caribeña a nuevos estándares”.

Los planes de la firma haitiana buscan conectar hacia 2018, Puerto Príncipe con La Habana, Camagüey, Santiago de Cuba, Santo Domingo, Santiago (Rep. Dominicana), Kingston, Providenciales, Naussau, Orlando y Santiago de Chile. En este último han iniciado los trámites para obtener su Certificado de Operador Aéreo (AOC) ante la Dirección General de Aeronáutica Civil (DGAC) con la intención de operar regularmente.

Hasta hace menos de dos años, Puerto Príncipe no formaba parte de la conectividad aérea de Chile y actualmente es uno de los destinos emergentes del país, como consecuencia directa de los movimientos migratorios. Anteriormente, cualquier tráfico entre Chile y Haití se debía realizar únicamente por Panamá con Copa Airlines o Miami con American Airlines o combinando con JetBlue vía Fort Lauderdale o Nueva York (JFK).

En 2016, Latin American Wings (LAW) se convirtió en pionera en atender el tráfico migrante haitiano por el aprovechamiento que hizo este pasajero de la ampliación de la oferta, a pesar de ser una indirecta a través de Punta Cana. La compañía opera hoy la ruta Santiago – Lima – Puerto Príncipe con al menos dos frecuencias semanales de carácter regular siendo una de las principales dentro de la creciente red de rutas. Si bien nació como resultado de un fenómeno específico, tiene la posibilidad de convertirse perdurar en el tiempo alimentado por una creciente demanda así como por la relación dependiente que se crea entre el migrante, el país que lo recibe y los vínculos que mantiene con sus nacionales (familia, amigos, instituciones) en su país.

La eventual instalación de Sunrise Airways generará el primer desarrollo de una rápida competencia en una ruta emergente. Por la características del negocio de las dos empresas, la chilena LAW está llamada a mantener la posición privilegiada que actualmente ostenta. Sunrise Airways ofrece dos clases de servicios (First y Economy Class) en su único avión configurado para un total de 150 pasajeros.

En el mundo moderno, los fenómenos migratorios generan desafíos para todos los países pero también crean nuevas oportunidades, especialmente para la aviación por el rol conector que posee. La realidad no es nueva. En el mundo moderno distintas líneas aéreas se han especializado en atender este grupo de viajeros como parte central de sus operaciones o como un complemento a sus respectivos modelos de negocios. A los vuelos entre África y Europa, como herencia directa del colonialismo, se han sumado en épocas más recientes los vuelos de bajo costo y tarifas bajas en Medio Oriente, entre esta región e India o más cerca entre México y los Estados Unidos.

Chile como país inserto en el mundo, tampoco ha estado ajeno a esta realidad. La migración forma parte intrínseca de nuestra historia con los colonizadores del sur de Chile o la migración peruana masiva en los años noventa. Hoy situaciones políticas han ampliado ese fenómeno a países de más al norte como Colombia, Haití y recientemente, también Venezuela, cuyos nacionales aportan a la creación de un país multicultural propio de los tiempos modernos. Según ha informado la Cancillería, este año han ingresado a Chile al menos 44.289 personas de nacionalidad haitiana en comparación con los 1.294 que han salido del país.

En ese contexto, el incremento de este tipo de viajeros puede traducirse en el corto mediano plazo en el surgimiento de una oferta especializada en atender al viajero étnico. De prosperar este segmento del negocio debiera entenderse como una consecuencia directa de estos fenómenos políticos-sociales que junto con ampliar las alternativas de viaje contribuyen a diversificar la conectividad del país y esto en desarrollar nuevos beneficios derivados directamente de la aviación.

          Extravagant tropical retreat in the Caribbean        

Caressing the crystal-clear waters of the Samana Peninsula, Sublime Samana Hotel & Residence boasts 20 private suites and casitas nestled on the Dominican Republic’s most dazzling, remote beaches. The Samana province of the island’s northeastern coast remains one of the most undiscovered, unspoiled habitats of the Caribbean. Surrounded by lush, tropical mountains, guests can enjoy […]

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          Seattle Arts & Lectures is bringing Dominican-American writer Junot Díaz        
Seattle Arts & Lectures is bringing Dominican-American writer Junot Díaz (author of the amazing The Brief Wondrous Life of Oscar Wao) to speak on February 24 at Benaroya Hall.
Junot Díaz
Tuesday, February 24, 2009
“When I enter that higher-order space that’s required to write, I’m a better human. For whatever my writing is, wherever it’s ranked, it definitely is the one place that I get to be beautiful.” This is Junot Díaz, winner of a Eugene McDermott Award, a Guggenheim fellowship, a Lila Acheson Wallace Readers Digest Award, and the Rome Prize from the American Academy of Arts and Letters. He came out of the gate early and emphatically with Drown, a collection of largely autobiographical short stories published to critical acclaim in 1996 when Diaz was twenty-eight. Eleven years later, his first novel, The Brief Wondrous Life of Oscar Wao won the 2008 Pulitzer Prize.

His experience as a Dominican-American has informed his work as a fiction writer and immigrant advocate. He teaches creative writing at MIT.
Díaz will speak about the themes of immigration, displacement and alienation in his work.

Junot Díaz appears at the Taper Auditorium at Benaroya Hall at 7:30 PM on February 24.

Tickets:
Patron: $50 (Includes Patron reception with Junot Díaz and front-of-the-house seating), Main Floor: $30, Balcony: $25, Student/Under 25: $10
Groups of 5 or more receive a 15% discount.
To order tickets, visit lectures.org
or call 206.621.2230
                  
14 de Abril
Día de las Américas
 Esta fecha conmemora la fundación de la Unión de las Repúblicas Americanas, posteriormente llamada Unión Panamericana y a partir de 1948 Organización de los Estados Americanos (OEA).
Fue celebrada por primera vez el 14 de abril de 1931 como símbolo de la unión voluntaria de distintos países del continente americano.
Actualmente, la OEA está integrada por más de treinta y cinco Estados que buscan consolidar una agenda con temas comunes. El espíritu de esta unión responde a la consolidación de relaciones diplomáticas para velar por los estados de paz en el continente.

¿Qué países celebran el día de las Américas?
Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Haití, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, Estados Unidos, Uruguay y Venezuela
Fuente: Organización de los Estados Americanos


          Re: Looking for my Romanian Relatives        
Hi. My grandmother's maiden name on my mother's side was Pandora VATAMANIUK, and she was from ROMANIA. She married John PORUMBESCU there. They fled Romania under strange circumstances? and went to NORTH DAKOTA first, then heard that there were Romanians settling in SASKATCHEWAN, so they left ND and settled on a farm, I believe in LIMERICK or ASSINIBOIA. They then became known as John & Pandora GOLINBOSKY. Not sure why they changed their name, altho' I have been told that GOLINBOSKY is the English version of PORUMBESCU, which makes no sense to me. They had 3 sons, one of whom I believe might still be living (my uncle) and 5 daughters including my mother Dominica (Darlene) all deceased. Maybe we are distant cousins you and I ?? Several years ago, I asked questions on this site about my mom's side of the family, but received no replies.
          DIA DE L’ ASCENSIÓ        


                                                                                   
Els canvis quasi vertiginosos d’estos darrers anys a la nostra societat no ens sobresalten, estem curats d’espant, ho esperem ja tot, allò previst i també allò imprevist. Vivim una època en la que els avanços científics  van molt més apressa del que podíem, fa uns pocs anys, imaginar.       

Simultàniament a este progrés accelerat podem observar com poc a poc desapareixen moltes de les tradicions que formaven part de la nostra vida, vells costums arrelats en el nostre àmbit cultural... i és en este punt no sense una certa nostàlgia, perquè no dir-ho, quan em pregunte si és possible recórrer este camí de modernitat  sense renunciar, entre altres coses, a tants i tants d’arcanes tradicions transmeses pels nostres avantpassats.         
                                   
És cert que n’hi han moltes d’estes tradicions que moren irremediablement com les persones... de mort natural. Estes han viscut el temps que es pertocava i el intentar recuperar-les sense aquells elements que les sustentaven seria com voler reanimar a un mort. Però n’hi han de moltes altres tradicions que han desaparegut sense massa raons, tal vegada per l’ inèrcia de canviar-ho tot. En un dels programes de festes es va publicar fa un temps un article meu sobre la  festa de la Sarpassa (o de la Salpassa ) i la del dia de l’Ascensió.

La festa de la Sarpassa formava part de la litúrgia de la Quaresma en la que es beneïen les cases de la parròquia i en la que, nosaltres xiquets, anunciaven la presència del retor amb el soroll de les macetes de fusta colpejant el terra. Esta festa estesa per tots els pobles valencians ha desaparegut per distintes causes i cal considerar-la com una tradició ja fora del seu temps, i per tant una tradició perduda.  
                                                                        
Respecte a la festa del dia de l’ Ascensió esta continua essent una de les commemoracions importants dins del calendari litúrgic de l’Església i el costum original d’Aielo d’acudir a la missa major amb pardalets, es va interrompre per la decisió personal d’un dels retors del poble. Don Juan Sanchis Requena pensava que alguns dels fidels que acudien a esta missa estaven més pendents de quina cadernera cantava millor que dels oficis religiosos. Això era cert però també que, molts dels que assistien este dia a missa, no acostumaven a xafar l’església  en la resta de l’any i per aquest motiu li vaig aconsellar que només per esta raó entre altres valia la pena mantindré este costum. Personalment tenia la convicció que el cant dels ocells valia tant o més que el cant gregorià, salmòdia en un llatí  incomprensible i acompanyada d’una caòtica tonada dels feligresos. En l’escrit senyalava la afició de molts aieloners per el cant dels ocells afició que queda patent en l’existència d’una prestigiosa Societat Ornitològica Cultural el Chorrit. Tenim aleshores els dos elements necessaris per recuperar el vell i singular costum del nostre poble en el dia l’Ascensió, el dia de la festa i la continuada afició pel cant dels ocells. M’oblidava de la més principal d’elles, el propòsit ferm de  reconquerir eixa original i genuïna tradició del poble d’Aielo.

No he indagat si esta tradició es donava també entre els pobles de la Vall d’Albaida però J. Amades en el seu costumari ens ofereix diverses creences  populars lligades a esta festivitat. Molta gent creu que les fulles de l’olivera giren la seua cara blanca cap al cel i al mon rural estava convençut que este era el millor dia del any per sembrar... les llavors plantades en este dia tenien la virtut de créixer més per la seua tendència a pujar també al cel com ho va fer Jesús en este mateix dia. Esta data es considerada com la que tanca la primavera i per açò és temps propici per guardar als baguls la roba d’hivern i traure ja la de l’estiu. Una dita popular es fa ressò d’ esta rutina anual que la uneix a la maduració del fruit dels cirerers:

El dia de l’Ascensió
cireretes a montó;
els homes es lleven la capa
i les dones el gipó.

El citat costumari  descriu una tradició molt estesa i a la vegada antiga, la de caçar grills a la matinada de l’Ascensió. Una vegada capturats estos insectes eren introduïts en unes caixetes, fabricades per els mateixos xiquets, per vorer quin dels grills cantava millor. A la comarca del Ripollès, segons Amades, els xiquets tenen la convicció que este dia tots els pardalets van a missa, excepte les cries que encara  no poden volar i deixar el niu, per tal el dia de l’Ascensió es el millor dia per furtar-los. El cant dels grills i elsocells que van a missa en el dia de l’Ascensió són els dos únics referents que he trobat que guarden certa concomitància amb el costum d’Aielo, tradició que passe a descriure.

Tots els diumenges de l’any i els die de precepte els xiquets del poble anaven a la missa de nou. Nets i mudats acudíem a l’església ocupant les primeres fileres de cadires de boga subjectes totes elles per pals. Ja en el temple els mestres ens esperaven i ens distribuïen en els seients. La Missa Major o missa de nou, reservada als xiquets, era una missa cantada i per això la més llarga de les tres misses que es celebraven cada diumenge pel matí. Les mans de Pepita l’organista es movien magistralment d’un costat a l’altre del teclat i els seus peus pedalejaven sense parar omplint i buidant d’aire les manxes de l’harmònium mentre la feligresia, sobretot la femenina, cantava al seu aire la Missa d’Angelis. Entre les dones recorde una veu cridanera que destacava per damunt de totes les demés, era la de una parroquiana que intentava seguir les petjades de la Caballé i que convertia el temple en el seu Liceu particular.

La missa del dia de l’Ascensió tenia tots estos ingredients de la missa dominical de l nou  però la d’este dia li afegia un element que la feia especial... a les notes que eixien de l’harmònium de Pepita l’organista i a les veus femenines que entonaven el cant gregorià s’unia una simfonia que ens acostava màgicament a la natura: era el cant dels ocells dins del temple. Recorde amb certa fascinació esta missa envoltada tota ella del trinar dels pardalets i que, si tancàvem els ulls, un podia imaginar-se que es trobava en mig d’un bosc. Abans de començar la missa els feligresos que portaven gabietes les col·locaven damunt de les rapisses de qualsevol dels retaules del temple. Eren les tradicionals i diminutes gabietes de fusta i filferro que encara es conserven en algunes cases del poble. Els fills de Maria la Xirra eren uns dels aieloners que més pardalets portaven a l’església. Quant un ocell iniciava el cant contagiava a la resta i s’iniciava este himne canor interpretat màgicament per el cor  dels ocells.

El cant dels ocells que ressonava entre les parets del temple sumant-se a la festa sembla traduir les estrofes del salm 65 que forma part de la Vigília de l’Ascensió i que es considerat com un himne per demanar la pluja i les bones collites:

Aclama  Déu tota la terra,
Canteu la glòria del seu nom…

¿Era este el significat del cant dels ocells aclamant a Déu en el dia solemne de la seua ascensió al cel?

 He tornat a rememorar este costum tan singular del nostre poble amb l’esperança de la seua recuperació. No hi ha res en contra, sols falta la voluntat per dur-ho a terme i és per açò que demane i pregue a la Societat Ornitològica Cultural el Chorrit i al retor del poble que es posen d’acord per recuperar esta tradició malauradament perduda.

Francesc Juan Chàfer
Publicat programa festes 2016

          Felipe Lopez Fights Malaria in the Dominican Republic with Nothing But Nets        

Former NBA player and NBA Cares Ambassador joined the United Nations Foundation campaign to see progress made toward malaria elimination in the region

(PRWeb August 09, 2017)

Read the full story at http://www.prweb.com/releases/2017/08/prweb14588760.htm


          Dominic in prayer        
The Convento of San Marco in Florence has the most incredible frescos I have ever seen, painted by the Dominican friar, Fra Angelico, and his school. What is most remarkable is that the paintings are on the walls of the … Continue reading
                  
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          Transformative Experiences        
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          Nouvelle venue sur le forum        
Bonjour à tous,

Je suis nouvelle sur le forum et je cherche des gens motivés pour faire des sorties paddle dans la région de Fribourg/Bienne (lac de la Gruyère/lac de Morat) ou sur des "spots" sympas.

Merci de me contacter si certaines fois vous seriez tentés de faire une sortie dominicale Smile

A très vite sur l'eau,

Laure
          Boletins dos cultos de 30 de Julho de 2017 na Congregação Batista Reformada em Belém.        
Acesse clicando abaixo:

1 - EBD de 30 de Julho de 2017.

2 - Culto Público da Noite de 30 de Julho de 2017.


Estudos de amanhã...

Escola Bíblica Dominical às 8h30.

Aula VII – Providência – Parte II.

Culto Público da Noite às 18h:

Pregação da Palavra: Hb 11 :1-6 – A Fé e o Testemunho de Deus – Parte III.

Venha Cultuar conosco.

Mais informações escreva para:

batistareformadabelem@bol.com.br

Envie-nos uma mensagem também pelo WhatsaApp...

(91) 999831993

****

“Folguem e alegrem-se em ti os que te buscam; digam constantemente os que amam a tua salvação: Magnificado seja o Senhor. Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus"

Salmo 40:16,17

Reflexão:

"Eu peço aos incrédulos que considerem estes fatos com seriedade. As Escrituras dizem que o inferno é o destino eterno dos ímpios. O fato de ainda estarem vivos, mostra a grande bondade e paciência de Deus para com vocês. Não merecem nenhuma graça, mas a providência prolonga suas vidas. Porventura a pregação do Evangelho não significa nada para vocês, pela qual ainda podem escapar da punição do inferno? O que diriam agora aqueles que agora estão eternamente perdidos, se pudessem achar-se novamente na mesma situação de vocês?... Voltando aos filhos de Deus, eu peço que considerem as misericórdias espirituais e benção que vocês recebem no Senhor Jesus. Uma só dessas bençãos é suficiente para suavizar todos os seus problemas neste mundo… Considerem o que seu pecado merece diante de Deus e o que é requerido para que sejam purificados dele. Seu pecado merece ruína eterna, no entanto vocês desfrutam de tantas bençãos! Os problemas que lhes sobrevêm pela providência são necessários para subjugar o pecado que remanesce em vocês. Apesar disso, vocês acham que ainda têm corações orgulhosos? Entretanto, vejam quão próximos estão do céu. Tenham um pouco mais de paciência e tudo estará tão bem com vocês, como seus corações desejam… ‘porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé’ (Romanos 13:11) ”.  

John Flavel.  

***

Soli Deo Gloria.

          Boletins dos cultos de 23 de Julho de 2017 na Congregação Batista Reformada em Belém.        
Acesse clicando abaixo:

1 - EBD de 23 de Julho de 2017.

2 - Culto Público da Noite de 23 de Julho de 2017.


Estudos de amanhã...

Escola Bíblica Dominical às 8h30.

Aula VI – Criação e Providência.

Culto Público da Noite às 18h:

Pregação da Palavra: Hb 11 :1-6 – A Fé e o Testemunho de Deus – Parte II.

Venha Cultuar conosco.

Mais informações escreva para:

batistareformadabelem@bol.com.br

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“SENHOR, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração. Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade, tu és Deus"

Salmo 90:1,2

Reflexão:

"Nada escapa da observação de Deus. Nada ultrapassa os limites de seu Poder. Deus tem autoridade sobre todas as coisas. Se eu pensasse, ainda que por um momento, que uma simples molécula corre livremente pelo universo fora de controle e o domínio do Deus todo Poderoso, eu não dormiria hoje à noite. Minha confiança no futuro descansa em minha confiança no Deus que controla a história ”.  

R. C. Sproul.  

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Soli Deo Gloria.

          Boletins dos cultos de 16 de Julho de 2017 na Congregação Batista Reformada em Belém.        
Acesse clicando abaixo:

1 - EBD de 16 de Julho de 2017.

2 - Culto Público da Noite de 16 de Julho de 2017.


Estudos de amanhã...

Escola Bíblica Dominical às 8h30.

Aula V – OS Decretos de Deus – Parte II.

Culto Público da Noite às 18h:

Pregação da Palavra: Hb 11 :1-6 – A Fé e o Testemunho de Deus.

Venha Cultuar conosco.

Mais informações escreva para:

batistareformadabelem@bol.com.br

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“O teu trono está firme desde então; tu és desde a eternidade"

Salmo 93:2

Reflexão:

"Ato da eleição é independentemente da fé, santidade e boas obras como causas ou condições da mesma; fé flui a partir dela; é um fruto e efeito dela, é assegurada por ela, e é tida como consequência da eleição: e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna (Atos 13:48), por isso é chamado de a fé dos eleitos de Deus (Tito 1:1), e embora a santidade seja um meio fornecido no ato da eleição, não é a sua causa; os homens são escolhidos, não porque eles são santos, mas para que eles sejam santos (Efésios 1:4), as boas obras não são anteriores, mas são consequentes à eleição; a eleição não provém das obras, como antes observado, e ela ocorreu antes que qualquer uma das boas obras fossem feitas (Romanos 9:11; 11:5-6), elas são os efeitos do decreto de Deus, e não a causa dele; Deus as preordenou para que andássemos nelas (Efésios 2:10).”.  

John Gill.  

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Soli Deo Gloria.

          Boletins dos cultos de 09 de Julho de 2017 na Congregação Batista Reformada em Belém.        
Acesse clicando abaixo:

1 - EBD de 09 de Julho de 2017.

2 - Culto Público da Noite de 09 de Julho de 2017.


Estudos de amanhã...

Escola Bíblica Dominical às 8h30.

Aula IV – OS Decretos de Deus.

Culto Público da Noite às 18h:

Pregação da Palavra: Hb 10 – Parte III â€“ O Sacrifício Suficiente e a Fé Perseverante.

Venha Cultuar conosco.

Mais informações escreva para:

batistareformadabelem@bol.com.br

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“O teu trono está firme desde então; tu és desde a eternidade

Salmo 93:2

Reflexão:

"Negar os decretos divinos seria proclamar um mundo, e tudo que se relaciona com ele, regulado somente por acaso ou por destino cego. Então, que paz, que segurança, que consolo haveria para os nossos pobres corações e mentes? Que refúgio haveria para onde fugir na hora da necessidade e da provação? Nada disso haveria. Não haveria nada menos que as densas trevas e o abjeto horror do ateísmo. Oh meu leitor, quão agradecidos devemos estar porque tudo está determinado pela infinita sabedoria e bondade de Deus! Quanto louvor e gratidão devemos a Ele por Seus decretos! Graças a estes ‘... sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto’ (Romanos 8.28). Podemos muito bem exclamar: ‘... glória pois a ele eternamente. Amém’ (Romanos 11:36).”.  

A. W. Pink.  

***

Soli Deo Gloria.

          Dominican (Cal.), UC Santa Cruz, 1-3        
Women's Soccer on Oct 4, 2016 at 3:00 PM: Dominican (Cal.), UC Santa Cruz, Final, 1-3
          UC Santa Cruz, Dominican (Cal.)        
Women's Soccer on Sep 17, 2017 at 1:00 PM: UC Santa Cruz, Dominican (Cal.)
          Goulash and Baseball        
We jumped straight from our flight, onto the bus, and over to the Prague
Castle, where our 42-person contingent toured the St. Vitus Cathedral.
Centuries-old culture, history and cuisine, chased with great-tasting (and ridiculously inexpensive) beer and maybe a couple scoops of Gelato. Toss in some (at times rugged) baseball, an ever-prompt tour guide, a muscle-bound bus driver, and our 42-member contingent of players, coaches and parents from Northern Virginia had their seven-day, five-game, four-country baseball trek through the Czech Republic, Austria, Slovakia and Hungary.

Thanks to the MVP International Athletics program, I had the opportunity earlier this month to travel to Europe for a third consecutive summer with a team from our area, this time a group of 13-15 year-olds and three high school head coaches from Northern Virginia; Madison’s Pudge Gjormand, South Lakes’ Morgan Spencer and Langley’s Kevin Healy.

These trips we take overseas are not as much about wins and losses on the baseball field as they are learning about how cultures were formed and have evolved, have succeeded or failed throughout the centuries, often times dating back to the Medieval Ages and even the Roman Empire. Since Pudge and Matt Foley first began organizing international trips some 7-8 years ago, players from our area have visited countries such as Germany, Italy, Spain, the Dominican Republic, and the four Central European nations we toured this month. Next week, another team will head to Puerto Rico.

Those who have followed this blog know that I have caught the travel bug, a result of my being born on a U.S. Army base in Germany, a family vacation to Europe years ago, and an 18-month stint where I lived and coached overseas. Though my travels, I’ve gained an awesome appreciation for the cultures in Europe. I love trying the varying cuisines, whether it’s the great pasta and breads in Italy, the spicy dishes in Hungary, trying the differing versions of Goulash in Germany/Austria, the Czech Republic and Hungary, sampling the sangria in Spain, debating which country brews the best beer, and of course, delving into my favorite European dish, the Czech Republic’s Svickova (I know, I’m missing the accents over the letters!).

It’s one thing to study world history, it’s another to witness in person where that history took place. Every trip, I’ve found myself sounding very much like my mother when she took my brother, sister and I overseas years ago when I tell players to pay attention during the guided tours of of castles, cathedrals and museums. I get it, you’re in middle school or about to start high school, you’d probably rather be paintballing or pounding your buddy in Halo or Gears of War than staring at stain glass windows in a 500-year-old church. But I tell them how impressed their history teacher would be when they get back to school next month and tell them stories of what they saw, or better yet, should they hand in a paper on it for some extra credit to start off the semester (I know, slim to no chance any of them do that!).

And then there’s the baseball. We get to see an awesome variety of fields and facilities, the parents love the fact that they serve beer at the games (FCPS, there’s an easy fix to the budget problem!), and what an experience for our guys to face youth national teams. Seeing ‘AUSTRIA’ or ‘HUNGARY’ across your opponent’s chest has a bit more meaning in the grand scheme of one’s baseball career than ‘MCLEAN’ or ‘WESTFIELD’. Don’t get me wrong, I want to beat those guys as well, but competing against a team representing a country is pretty special. Then being able to swap caps or shirts after games with those players? That’s pretty cool.

I certainly appreciate the opportunity that has been presented to me with these trips. My hope is that the players have as well, and that the parents have re-hydrated after all those half-liters of Kozel, Pilsner Urquell, Soproni and whatever else happened to be on tap at the clubhouses. That Atto, our tour guide, returns to Germany to a successful acting career. And that Miro, our Ivan Drago-lookalike at the bus’ helm, doesn’t body slam the next Fiat that cuts him off.

Until next time, Europe.

          Fiction Weekly/Patricia O’Donnell/Mary Akers/Short Story Review        
Nominating editor: Jason Reynolds

Since launching in July of 2008, Fiction Weekly has published a steady stream of high caliber stories by established and emerging authors. Stories that first appeared in Fiction Weekly have been included in Sundress Publications’ 2008 Best of the Net Anthology and storySouth’s list of Notable Stories Published Online in 2008. We’ve been fortunate to publish award winning authors, and we’re equally proud that almost half of our contributors were first published in our pages.

Fiction Weekly has a simple and singular mission. We’re dedicated to offering readers one new and noteworthy story per week. Our editorial policy is also straightforward. We believe that stories should be judged by their ability to move readers, nothing more and nothing less. As such, we consider stories regardless of genre, and we give each submission the attention it deserves.

Due to the wide variety of fiction we publish, there’s no one story that sums up our tastes or style. That being said, Patricia O’Donnell’s “Gods for Sale” is one of our favorite pieces. The opening paragraph immediately calls to mind classic travel literature, and yet the story is unquestionably of our era. O’Donnell’s writing is layered and nuanced—thoroughly organic. Her eye for detail provides not only crisp imagery of unique settings and characters, but also insight into the story’s protagonist, her history, and her current and past dilemmas. “Gods for Sale” is a story worthy of multiple reads. As such, we’re proud to have O’Donnell’s work represent Fiction Weekly on Five Star Literary Stories.

Nominated Short Story: “Gods for Sale” - Patricia O'Donnell



Reviewed: by Mary Akers

Patricia O’Donnell’s short story, "Gods for Sale," takes a couple celebrating their tenth wedding anniversary into the strangeness of an African game preserve. As the story opens, they are discombobulated, flying into their final destination as “Americans, their eyes wide, still dazed after two days in Cape Town from hurtling to the other side of the world, from being upside down.” The wife, Elizabeth, stays unsettled as the trip unfolds. Although excited to visit the land she has long imagined, she finds herself uneasy with the racial and economic divide she senses there, face-to-face with the stark differences between the haves and the have-nots.

“The country of South Africa was a huge mystery to her, its squalid miles of tin shacks leaning together in the dust, donkeys pulling wrecked cars on flat wagons on the freeway, not far from elegant houses, Cape Dutch style, sweeping wineries, and estates behind high fences topped with electric wire. Everything was all jumbled together in this country. Here they were protected by sliding electronic gates from the locals, and by electrified fences from the animals, in a spacious enclosure where they could imagine they were close to nature.”

She is also beset by memories of the recent loss of her mother and an attraction to a handsome younger man she’d served on jury duty with. As the insomnia of a strange new place plagues her nights and the turmoil of her thoughts consumes her days, she turns a critical eye to her husband, reexamining their marital relationship in the light of the harsh African sun. When their rental vehicle malfunctions on a trip into the bush, and they end up stranded and alone as dark descends with the wild animals congregating, she realizes she’s been delivered the perfect point of decision.

The observations and sensory details in "Gods for Sale" are lush and perfect, drawing the reader simultaneously into the foreign world of Africa and the all too familiar world of the fickle human mind.



Reviewer's Bio:

Mary Akers is the author of Women Up On Blocks, a short story collection that explores the price women pay when they allow the roles of wife, mother, daughter or lover to define them. She co-authored the non-fiction book Radical Gratitude: And Other Life Lessons Learned in Siberia (Allen & Unwin, Australia) and also titled The Greatest Gift: Lessons Learned in Exile in Siberia (Simon & Schuster UK/Canada).

Her fiction, poetry and non-fiction have appeared in Bellevue Literary Review, The Fiddlehead, Ars Medica, Brevity and other journals. She has work in the anthologies The Maternal Is Political: Women Writers at the Intersection of Motherhood and Social Change and Home of the Brave: Stories in Uniform.

Akers also co-founded the Institute for Tropical Marine Ecology, a study abroad marine ecology program located in Roseau, Dominica. She enjoys snorkeling, hiking, backpacking, mountaineering, and snowshoeing. Although raised in the Blue Ridge Mountains of Virginia—which she will always call home—she currently lives in Western New York.



Thanks for visiting Five Star Literary Stories and reading about this short story.
          como rezar o terço (parte 1)        






1. ORIGEM DO TERÇO
A origem do terço é muito antiga. Remonta aos anacoretas orientais que usavam pedrinhas para contar suas orações vocais. Em 1328, segundo a Tenda, Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a reza do Rosário para a salvação do mundo.
Nasceu assim a devoção do Rosário, que significa coroa de rosas oferecidas a Nossa Senhora. Os promotores e também divulgadores desta devoção foram os Dominicanos, que também criaram as Confrarias do Rosário.
O papa dominicano Pio V animou vivamente a prática da recitação do Rosário, que, em breve, se tornou a oração popular predileta da cristandade. Esta devoção tem o privilégio de ter sido recomendada por Nossa Senhora em Lourdes, na França, e em Fátima, Portugal, o que depõe em favor de sua validade em todos os tempos.
O terço pode ser rezado individual ou coletivamente. O terço é uma das mais queridas devoções a Nossa Senhora. Aparecendo em Fátima, ela pediu aos pastorzinhos: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

2. OFERECIMENTO DO TERÇO
Divino Jesus, ofereço-vos este terço que vou rezar, contemplando os mistérios da nossa redenção. Pela intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem me dirijo, concedei-me as virtudes para bem rezá-lo, e a graça de ganhar as indulgências desta santa devoção.
1. Intenções
Oferecemos, particularmente, em desagravo dos pecados cometidos contra o Santíssimo Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria, pela paz do mundo, pela conversão dos peca-dores, pelas almas do purgatório, pelas intenções do Papa, pelo aumento e santificação do Clero, pelo nosso Vigário, pela santificação e união das famílias, pelas missões, pelos enfermos e agonizantes, por aqueles que pediram nossas orações, por todas as nossas intenções mais íntimas e urgentes e pelo Brasil.
2. Em seguida, segurando a cruzinha do terço, para atestar nossa fé em todas as verdades ensinadas por Cristo, reza-se:
Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padec sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na re-missão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

3. Homenagem à Santíssima Trindade
Terminado o Credo, presta-se homenagem à Santíssima Trindade rezando 1 Pai-nosso, 3 Ave-marias, 1 Gória ao Pai. A primeira Ave-maria em honra a Deus Pai que nos criou; a segunda, a Deus Filho que nos remiu; e a terceira, ao Espírito Santo que nos santifica.
PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. E perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
AVE, MARIA, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
GLÓRIA AO PAI, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

4.Em cada Mistério do terço se reza um Pai-nosso, dez Ave-marias e um Glória ao Pai e a jaculatória:
Ó meu Jesus! Perdoai-nos e livrai-nos do fogo do inferno. Levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.

          Reflexiones 1º domingo de primavera         



Primer domingo de primavera. Afuera una garúa empapa aceras solitarias y el silencio de la calle sirve de altavoz para los mirlos,  que al ser los día de llovizna sus preferidos, hoy,  la algarabía de los alados es penetrante,  sin excusa ni respeto dominical.
Un domingo de una  primavera,  que en su inicio nos regaló una nevada confundiendo el calendario y a los habitantes de mi Madrid

La naturaleza anda medio confundida , como el mundo, como los humanos, como los valores.
Un domingo en el que no termino de recuperarme del miedo y la tristeza y el horror.
Un nuevo atentado yihadista, esta vez en Londres, asesina a tres personas y hay 40 heridos; siete de ellos en estado crítico.
En nombre de Alá, un hombre alquila un coche, embiste inocentes transeúntes en el puente de Westminster y después para rematar,  con dos cuchillo se abalanza y asesina a un policía desarmado. Todo eso sin compasión y con toda la furia que le otorga su futuro en el edén y las muchas voluptuosas vírgenes («huríes») prometidas.
Si alguien se pregunta cómo una vez me pregunté yo, qué recibiría  una mujer que muere por Alá, le informo que recibirá únicamente  UN  hombre.  No se especifica sus atributos, eso sí claramente especificado queda el machismo:  -con el que estarán satisfechas- ... ¡Eso¡ ¡Qué ni en el cielo, tienen derecho a pataleo!

Ya está bien instalada esta nueva forma de guerra que sobrevuela sobre nuestra forma de vivir,  con cierta sensación de  inevitabilidad,  por lo difícil de prever. Una guerra que convierte a seres humanos en monstruos religiosos y a un mundo occidental  que no termina de despertar ante tanto horror, en víctimas.

Birmingham, la segunda ciudad más poblada de Reino Unido se ha convertido en estos días en titular de prensa.El asesino Khalid Masood, vivía en ella con un millón más de habitantes, de los cuales el 22%  profesa la religión de Mahoma, lo que la convierte en la urbe con la mayor proporción de musulmanes en el reino.

Como todo en la vida, a la ciudad de Birmingham se puede aplicar la metáfora de las dos caras de la moneda.  Por un lado en los últimos años el nombre de Birmingham ha estado relacionado con el extremismo islámico debido a detenciones relacionadas con el terrorismo. Mohamed Abrini, uno de los autores de los atentados de Bruselas y París, residió en ella. Por el otro lado, en enero de 2015 más de 6.000 ciudadanos de entre su población musulmana, acudieron al llamado del imán Mohamed Talha Bukhari, para "condenar sin discusiones" la masacre del semanario satírico francés Charlie Hebdo, en París.

Difícil tema para mí, lo reconozco;  y a medida que pasa el tiempo y me siento secuestrada por el miedo, se hace más difícil..
Sólo sé que no podemos rendirnos y sé que el enemigo no son los musulmanes.
El enemigo es el delirio extremista y fanático.  Extremismo que conoce bien y  aprovecha mejor,  las libertades y garantías que ofrece nuestra civilización, con la intención de aniquilarla con nosotros adentro.
Pero el enemigo también es ese complejo de culpa por antiguos colonialismos y ese extremo cuidado de no ser considerados Islamofobicos,  que hace mirar hacia otro lado, por ejemplo,ante aberraciones que no tienen cabida en nuestra sociedad. Por no "ofender sensibilidades" se están generando Estados dentro de otros Estados.
26 de enero de 2015 salió a la luz un informe que comprobaba que hospitales de toda Gran Bretaña, tratan al menos 15 nuevos casos  de mutilación genital femenina en niñas (MGF) cada día  y que el problema es especialmente grave en Birmingham...
Aunque la MGF es ilegal en Gran Bretaña desde 1984,
¡No ha habido ni una sola detención¡ 

Feliz domingo y mejor semana
Besos



          Mella era nieto de uno de los Padres de la República Dominicana        
Sobre el busto de Julio Antonio Mella en la Manzana de Gómez, en una crónica titulada Ni olvidado ni muerto, publicada el 6 de mayo de 2017 en el periódico Juventud Rebelde, el periodista Ciro Bianchi Ross escribió: -Muchas veces me pregunté qué sentido tenía el busto de Mella que se emplazó en el cruce […]
          The compassion of Hawthorne's daughter        
Rose Hawthorne was born on May 20, 1851, to famed author Nathaniel Hawthorne and his wife Sophia.  Rose spent her youth in Europe, marrying George Lathrop when she was 20, after the death of her mother.  Married life wasn’t kind to Rose, who suffered the death of her five-year-old son and an ongoing relationship with an apparently abusive alcoholic husband.  She wrote poetry and short stories, trying to channel the talent of her father; in her volume of poetry, Along the Shore, she talks of his gifts:

“Where spells were wrought he sat alone,
The wizard touching minds of men
Through far-swung avenues of power,
And proudly held the magic pen.”

Even though her poetry has a sweet, innocent tone, she didn’t achieve the success she hoped in writing. More and more, she spent time away from her husband and delved into social work. She did write one more book, a recollection of her father’s life called Memories of Hawthorne. The book was written as she began a new chapter in her life in 1897. Her husband died two years before, and she trained to become a nurse in 1896 to further her skills in caring for those who needed it most. Her book consists of her mother’s letters and her own commentary, and it seemed to reclaim her family name and identity. Mentions of literary stars like Herman Melville, Henry David Thoreau, Ralph Waldo Emerson and others brighten the pages, making it a very tame celebrity tell-all.  

Shortly after publishing it, Rose made her dedication to God and charity official, becoming Mother Mary Alphonsa and starting the Dominican Sisters of Hawthorne. She spent the rest of her life caring for disadvantaged cancer patients until she passed peacefully at the age of 75, leaving behind a legacy of compassion and sacrifice. Both of her books are currently available for free at Project Gutenberg. Just click the links above.

          habichuelas con dulce (sweet red beans and sweet potato in coconut milk)        
if you like sweet red bean paste snacks, you will love habichuelas con dulce, a sweet dominican and puerto rican dessert that’s gluten-free and almost kinda healthy. you can drink it chilled, but i like to sip on hot habichuelas con dulce on a chilly day – it’s filling and sweet. + boil a sweet […]
          Senator Marisol Alcántara Announces Washington Heights’ First Drop-In Center For Homeless LGBTQ Youth        

The #1 Soure For All things Harlem in the World,

State Senator Marisol Alcántara, together with the Dominican Women’s Development Center, announced $100,000 in state funding today for ’ first drop-in center for homeless LGBTQ youth at Holyrood Episcopal Church Continue Reading →

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          LAS ENTREGAS DE BASILIA, NOVELA DE PRÓXIMA APARICIÓN        

Parte de los asistentes a la lectura de Concepción Olmedo (al centro, de azul) en la Biblioteca de la Mesa Redonda Panamericana Isabel Díaz de Licona, en Boca del Río, Veracruz, el jueves 25 de septiembre: Lourdes Gutiérrez, Patricia Kutz, Georgina Carrillo, Jorge Caretta, Rafael Diez, Rubén Cortés, Concepción Olmedo, Jaime Velázquez, Guillermo Gheno, Rosalía Romero, Sara Benavides, Hindra Ceballos. Fue una actividad del Taller de Creación Literaria que se reúne en la USBI-UV.
Foto de Gerardo Barradas publicada en el periódico El Dictamen, Suplemento dominical, 28 de septiembre de 2014.



          El CEP 2017 viaja a San Sebastián para su segunda etapa        

El Campeonato de España de Poker 2017 vuelve este mes de Mayo con su parada en el Casino Kursaal de San Sebastián, en busca de repetir el éxito de Barcelona.

Tras el gran éxito del estreno de la primera parada en Casino Barcelona, el Campeonato de España de Poker 2017 vuelve con el mes de mayo y lo hace en otras de sus plazas clásicas. El Casino Kursaal de San Sebastián acogerá un festival donde se espera a lo mejor del poker nacional y de la zona.

Los satélites comenzaron hace ya varias semanas de forma presencial en el casino, incluso con algún Freebuy disponible para los jugadores, los cuales han tenido la oportunidad también de clasificarse online a través de CasinoBarcelona.es.

Para los que anden algo despistados, el CEP aún contará con dos satélites presenciales en el Casino Kursaal de San Sebastián los días 3 y 4 de Mayo para su Main Event de 500€ de entrada. Dichos satélites tendrán entradas de 60€, con posibilidad de recompra por 25€ y de add-on por 20€. Los jugadores comenzarán con 2.000 puntos y los niveles de ciegas serán de 25-30 minutos.

Dentro de los eventos paralelos, la jornada del viernes, 5 de Mayo, verá cómo se disputa un Side Event 8-Max, con una entrada de 100€, 10.000 puntos y niveles de 30 minutos de duración.

Por su parte, el Side Event FullCommerce se celebrará durante el sábado y el domingo. La entrada para el mismo será de 200€, con posibilidad de reentrada. Los jugadores contarán con 30.000 puntos y los niveles de ciegas serán de 20-25 minutos.

Para la jornada dominical quedará el Side Event Last Chance, de 60€ entrada, con posibilidad de reentrar al torneo hasta el nivel 6. Los jugadores dispondrán de 10.000 puntos y los niveles de ciegas serán de 20 minutos.

Programa del CEP San Sebastián 2017

En busca de un nuevo ganador

El Campeonato de España de Poker 2017, tras su extraordinario resultado en Casino Barcelona, donde vimos a Phillip Noble proclamarse campeón, busca ahora su segundo campeón de la temporada.

El Main Event de 500€ de entrada comenzará a disputarse el Jueves, 4 de Mayo. Los jugadores podrán hacer reentrada hasta el nivel 6, y contarán con 30.000 puntos para intentar proclamarse como nuevo campeón del CEP San Sebastián 2017.

De momento, la clasificación general está liderada por Phillip Noble, con 905 puntos, aunque empatado con sus tres perseguidores, Salem Cherrati, José Luis Calvo y José María Echevarne. Didac García aparece en quinta posición con 800 puntos.

Entre los 45 clasificados de la general, podemos ver nombres como Guillem Cusco, Josep María Galindo o José Vicente Besalduch. Aunque seguro que esta lista aumenta en el próximo CEP San Sebastián.

El mismo lo podréis seguir a través de PokerListings TV cliqueando el siguiente enlace. 



Visita www.pokerlistings.es


          FG Approves 8 New Private Universities        
By Ganiyu Nasirudeen ABUJA, NIGERIA (AFRICAN EXAMINER) – The Federal Government (FG) has approved eight new private universities. The new higher institutions include: Anchor University, Ayobo, Lagos; Arthur Jarvis Akpabuyo University, Calabar, Cross River; Clifford University, Owerinta, Abia; Coal City University, Enugu; Crown Hill University, Kwara; Dominican University, Oyo; Kola Daisy University, both Ibadan and […]
          Reseña a “Transmutadxs” por Wilkins Román Samot        
Reseña: Yolanda Arroyo Pizarro, “Transmutadxs”, Carolina, Puerto Rico, Boreales (2016)
Por: Wilkins Román Samot
ISBN: 9781530903054
Yolanda Arroyo Pizarro (1970-) es poeta, cuentista, ensayista, novelista, editora, antóloga… escritora. Su sonrisa nos suele dibujar una sonrisa. Yolanda es irreverente y provocadora en las redes y fuera de las redes, en sus letras e imágenes literarias y no literarias, y forma parte de esa marea feminista que expresa su resistencia contra las políticas de austeridad en las calles y alamedas del país de los cuatro pisos, Puerto Rico. Arroyo Pizarro tiene en cuanto escritora, una actitud que me agrada. Su obra literaria, su trabajo creativo va de la mano a su personalidad. Recientemente, ha recibido el premio de Escritora del Año en Literatura Queer 2015 por el Centro Comunitario LGBTT de Puerto Rico. Eso también nos agrada, mucho, que sea parte de una comunidad de vida que le premia y valora su creatividad. Desde Origami de letras (Puerto Rico: Ediciones Puertorriqueñas 2004), no para de escribir sin permiso, Monseñor, sin permiso, como debe ser.
Transmutadxs, es en lo fundamental su trabajo de grado conducente a su Maestría en Creación Literaria con especialidad en Narrativa de la Universidad del Sagrado Corazón (febrero de 2016). De los cinco cuentos que contiene Transmutadxs, sólo uno no forma parte de dicho trabajo de grado. Nos referimos a “Final de Leticia”, trabajo inspirado fundamentalmente en los cuentos de Julio Cortázar (1914-1984) en Final del juego (1956), “Continuidad de los parques”, “Axolotl”, “La noche boca arriba” y “Final del juego”. En “Final de Leticia”, Yolanda trata de la perdida al miedo que se aborda mediante el querer “besar gente distinta.”
“Final de Leticia” se desarrolla durante tres meses de encuentros con Leticia en una casa de citas, a partir del acto de la iniciación bajo parámetros de excepción, y de precedente sexual aceptado por sus propios pares. Leticia toma su nombre del personaje de Final del juego que más le ha llamado la atención. Si Leticia toma su nombre del cuento de Julio, resulta que: “Final es ese miedo de no poder contar lo que sientes cuando tu Leticia anuncia que se va del pueblo.” Transmutadxs se divide en dos partes, Transmigradxs y Transformadxs. “Final de Leticia” forma parte de la primera parte junto a “Changó” y “Entre las nalgas”. De Transformadxs forman pate “Los niños morados” e “Hijos de la tormenta”.
En “Changó”, Yolanda aborda el tema de la migración dentro del contexto de la identidad del género y la orientación sexual como asuntos que se asumen o que permiten asumir roles sexuales diversos y transformativos dentro del contexto de la vida cotidiana, de la misma vida-deidad. De ahí que Changó Almonte, una deidad mujer en Puerto Rico, haya sido Fabián en República Dominicana, pasando luego a ser Juan Candelario en Puerto Rico. “Changó” es descrito como “hombre primitivo, musculoso”, y a su vez, con: “Nalgas de alabastro virgen, nalgas de sireno escamoso”. Resulta ser el mismo ser ahora deidad-mujer que en la República Dominicana es “hijo de un médico” que parece “preñó a la hija blanca y rica de alguien, y lo están buscando para limpiarle el pico”. En cuanto deidad-mujer, será el que, luego de olerle, lamerle, acariciarle, le escucharás “que finalmente Changó te susurra méteme los dedos”, aun cuando no era parte del acuerdo de intercambio de rebajas sustanciales por el servicio de acarreo brindado desde Isabela hasta Cataño.
En “Entre las nalgas”, Arroyo Pizarro nos habla desde el punto de vista queer de Yadira, un tanto personal también (en primera persona), la experiencia socio-cultural del deseo de ser-sentir ser la Iris Chacón. Yolanda narra cómo el fenómeno Iris Chacón impacta la vida escolar, familiar, comercial y religiosa. En especial -como si tratara en primera persona-, Arroyo Pizarro lo hace desde el punto de vista de un grupo de menores que van desarrollando su sexualidad o sexualidades a partir o dentro del contexto fenomenal que fue la Iris Chacón. Debemos recordar dos cosas, la autora es nacida en 1970 e intentará “reproducir detalles específicos de mis amigos, aquellos que pasados los años será muy difícil volver a encontrar” en Cataño. Pasa, pues, que:
“El dilema de contar lo sucedido antes de que nos suspendan a los dos por una semana implica que hay que discutir el asunto en presencia de la directora, de mis tíos y de la madre de Samuel, quien tiene que ausentarse por unas horas de su trabajo.
Y por supuesto que saldrá a relucir el evento de los pantis de María Teresa apiñados dentro de sus nalgas, en clara imitación a la vedette de América. Y claro que habrá que contar distintas versiones, y habrá que citar a María Teresa y a sus abuelos para que hagan acto de presencia, y tanto la directora como la trabajadora social habrán de reprender a nuestros familiares y encargados por la mala supervisión de los más chicos.”
En consecuencia, la supervisión requerida de los más chicos modificará conductas, o por lo menos eso ha de intentar. También, romperá grupo, alejará de la juntilla a la juntilla, por lo que “Iris Chacón desaparecerá para siempre de nuestra rutina”. No dejará, sin embargo, de provocar jaquecas, mal de amores, aquello que la ciencia médica ha de clasificar como “una enfermedad autoinmune” pero que no es más que el golpe que Yadira recibe ante la partida inesperada y forzosa de María Teresa de su vida escolar cotidiana en Cataño. De ahí, que más que la presencia visual de la Iris Chacón, trata de su impacto en la vida diaria, en la vida cotidiana o en la forma y manera en que ésta es absorbida y sobre-actuada por su público:
“Entonces tengo que hacer un gran esfuerzo para contar mis impresiones, porque entre lo que vi la noche anterior de la Iris Chacón y la muestra que en vivo y en directo nos acaba de hacer María Teresa hoy, me han dado escalofríos.No lo entenderé en ese momento, por supuesto.”
En “Los niños morados”, Yolanda afronta y confronta al lector con la vida cotidiana, ahora fuera del contexto de la migración, dentro del contexto escolar y del residencial público. Los golpes de la vida parecen ser símbolo de resistencia, de aguante, de lograr ser escuchados, de lograr que se acostumbren a que nos escuchen. El acto de escuchar y lograr ser escuchado sienta las bases del espacio-tiempo de la transformación. Elena, en primera persona nos dice:
“Nadie habla del morado pero me lo encuentro tan a menudo, resaltado en las pieles, mejillas y rodillas de tantos compañeros de escuela a mi alrededor, que por mucho tiempo me preguntaba qué significaría. Hoy lo sé.”
Ya al final del cuento, Elena narra como el Jefe que no le permite que le hable de Ricardo, le pide que le relate historias, y “que le cuente cómo imagino el rostro de Johana luego que nos demos nuestro primer beso”.
En “Hijos de la tormenta”, Arroyo Pizarro trata el tema del suicidio dentro del contexto del cambio político y de las transformaciones del cuerpo y del género. Narra para reescribir la historia política de las relaciones de poder entre Puerto Rico y los Estados Unidos, destruir la verdad de los acontecimientos tal cual post-verdad. No tiene razón ni le tiene que tener. Lo importante es que Paola nace hembra cual hija de un parto de dos mamás, Alfonsina, que le da a luz, e Isabel. Roberto, entiende que: “Este pendejo mundo está loco”. Mario es Paola, la hija de un emigrante dominicano oriundo de las Salinas, República Dominicana, donde nacen los güevedoce. Nixon ha renunciado a la presidencia en 1974, no sin antes indultar a Dolores en 1970. Resulta que en 1975 Dolores es electa gobernadora de Puerto Rico, habiendo sido reelecta en 1979. En 1982, al final del segundo término de Dolores, Paola deja de ser mujer, y pasa a ser Mario. Finalmente, Roberto “deja de existir tan de repente, tan destrozado”.
Los cinco antedichos cuentos de Yolanda no tienen que ser ciertos. Sí traen su trasfondo social, cultural, y digamos histórico-literario, lo que les hace susceptibles de ser constatados en hechos y entornos socio-históricos. Es por ello que no nos debe de extrañar su dedicatoria, a nosotrxs, lxs transmutadxs; a Alejandro Tapia y Rivera (1826-1882); y a la Dra. Lizza Fernanda (1950-). Como cuentos presentados para obtener un grado, su calidad literaria delata que han sido leídos y releídos, revisados con el deseo de seducir, y seducen. Son textos que invitan a ser leídos con pasión, afección y confeccionados desde el sentir-ser. Se deben leer igual, y sin reverencia; deben también provocarnos e invitarnos a reflexionar, a conversar hasta que conversando nos acostumbremos a por lo menos conversar.

          Latin American passion for baseball and family finds outlet in Twin Cities amateur league        

On a cool June afternoon, Emilio Lopez stood behind the chain-link backstop at a baseball diamond in Chanhassen, watching players warm up before a game in an amateur league with the Spanish name Liga Latina de Beisbol, Minnesota.

Lopez, the league secretary who doubles as manager of the Marineros, one of the teams playing that day, motioned toward two young players as they walked by. He remembered them as little boys, when they would come to the ballpark to watch their fathers play.

For him, it was a sign of the league’s staying power – and a reminder of baseball’s enduring popularity among Minnesotans with Latin American roots.

“We think it will keep growing,” Lopez said of the nine-team league. “It’s a competitive league and we are getting more and more players from other backgrounds. The main thing is, we just want to have some fun and promote the sport.”

Building on tradition

Liga Latina teams play most of their games at Lake Susan Park in Chanhassen or at North Lions Park in Crystal (and, occasionally, at a ballpark in Brooklyn Center). The games are played on Sundays, beginning in April and running through October, with a midseason break for a league all-star game.

MinnPost photo by Gregg Aamot
Emilio Lopez, the secretary of Liga Latina de Beisbol, Minnesota, and manager of the Marineros, watches his team during a game against the Cokeros.

Lopez traces the league’s beginnings to 1997, when Latin American immigrants began getting together in the Twin Cities for scrimmages. Two years later, Liga Latina de Beisbol (the Spanish Baseball League) was formed. This year, teams paid an entry fee of $450 for balls, umpires and other expenses, with business sponsorships helping to defray costs.

Lopez, who played in the league from 1998 until 2006, said it was formed simply as a way for Latin American immigrants to get to know each other and play baseball. Two decades later, it retains its Latino feel, with rosters made up largely of players with Latin American heritage. Many players speak Spanish (and English) in the dugouts and on the field.

Yet some players are white or from other ethnic backgrounds – a mix that is growing.

“As you can see, it’s not just Hispanics who are playing,” said Leonides Garcia, a college student from St. Louis Park who sat with friends in the bleachers. “I like that, because it’s important for people to get to know each other – even for just a little bit while playing a game.”

The league fits into a strong tradition of amateur baseball in Minnesota, which has about 400 town teams, a handful of over-35 and over-50 leagues and at least one other circuit geared toward players with Latino backgrounds. While it hasn’t happened yet, Lopez said Liga Latina has talked with the Chanhassen Red Birds, a Class B town team in the Minnesota Baseball Association, about playing a game.

Come for the food

About 50 fans turned out for the game between the Marineros and the Cokeros – a smaller-than-usual crowd likely affected by the cool temperatures. People bundled up in blankets, some on metal bleachers behind home plate, others on lawn chairs that were clustered around coolers and folding tables piled with food.

MinnPost photo by Gregg Aamot
Eduardo Hiraldo prepares to throw a pitch for the Cokeros.

With so much familiarity between teams, the game mixed the competitiveness of town-team baseball with the informality of church-league softball.

On the diamond, the play was intense, with Marineros’ left-hander Brandon Schmahl, a former Augsburg College player, battling the Cokeros’ Eduardo Hiraldo, a hard-throwing right-hander from the Dominican Republic.

Meanwhile, a few bench players left the dugout to look for snacks, stopping to talk with fans or to take a couple of shots at a nearby basketball hoop. Some players wore hats and shirts that didn’t quite match the team uniforms, but were close enough.

Garcia, eating a shrimp tamale, said: “OK. I admit it. I really come for the food!”

The Marineros, trailing late, rallied for a 10-9 win.

MinnPost photo by Gregg Aamot
Food is in plentiful supply at Liga Latina games.

A family affair

In the Marineros’ dugout, Josh Perez – one of the players Lopez remembered as a youngster – stretched his legs to keep loose in case he got into the game. A high school player at Holy Family Catholic High School in nearby Victoria, Perez remembered watching his father play and wanted to carry on the tradition.

“I’ve been coming to these games for a long time,” he said. “The people are really friendly here, and the league gives a lot of people the chance to keep playing – no matter where you come from.”

“Mainly,” he added, “I just love the game. I don’t want to give it up.”


          Padres unveil Dominican Republic training center        
The San Diego Padres unveiled a spacious new training academy in the Dominican Republic on Wednesday in a bid to develop more of the baseball hotbed's top prospects.The team's executives held a ribbon-cutting ceremony at the $8 million, 15-acre park that
          Padres officially open Dominican Republic baseball academy        
Even as they try to make up ground in the NL West, the San Diego Padres are doing the same thing thousands of miles away, in the Dominican Republic.The team planned to officially open the Padres Dominican Republic Baseball Park in Najayo, San Cristobal, o
          Celebrating the cultures of the world every day        
By Gustavo Adolfo Aybar, Sponsor Services communication manager As we move closer to the observance of National Hispanic Heritage Month, Sept. 15 to Oct. 15, I think of how I strive to honor my history, my culture. As a native Dominican, having lived most of my life in the United States and in large Latino communities, I never gave much […]
          Brunette Dominica Leoni        
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          Bridget qui vous cause !        

Post Enquête Spécial « 30 ans l’âge de raison »

Ce questionnaire a été fin afin d’en établir une étude et sans contexte pour en tirer des faits non pas pour m’immiscer dans la vie de mes sondés. Mais pas besoin de le dire, ça mes amis savent bien que les ragots sont les dernières de mes préoccupations.

A vous les 20-30 ans, histoire d'aborder ce que certains appelleront l'âge de raison !

L’étude viendra bientôt.

En attendant je me livre en toute sincérité.

spa

L’EQUILIBRE

1

Ce que l’on sait de soi c’est souvent par le regard des autres qu’on l’apprend...Saurais-tu me dire ce qui a construit ce que tu es aujourd’hui ?

Ce sont les chutes qui m’ont construites avant tout avec dans mon panorama des exemples que je ne suivrai jamais et des exemples sur lesquels je m’appuierai. A se faire mordre une fois, deux fois, trois fois, on apprend à se protéger un peu mieux et par-dessus tout à affirmer ses pensées et exposer ses convictions. Je suis respectueuse des gens et malheureusement pour moi malgré toute cette méfiance je me dis qu’il y a une part belle en chacun de nous…enfin presque.

2

Cite moi trois choses qui participent à ton bien-être.

L’amour comme la plupart des gens. La confiance, pouvoir se reposer sur quelqu’un. La communication : pouvoir tout se dire, le bon comme le mauvais sans avoir peur de perdre les gens qu’on aime.

3

Quels sacrifices es-tu prêt à faire pour équilibrer la vie de TON autre ?

Lorsque j’aime c’est à 200%. Et mon but premier est de faire le bonheur de la personne qui partage ma vie tout en m’épanouissant. Le principal étant de ne pas s’oublier. Me mettre à sa disposition, savoir être à son écoute, parler ouvertement de tout et de rien…Bref des petites choses qui paraissent évidentes. Rendre heureux. Sacrifice est un mot qui aurait tendance à apporter la douleur…alors peut-être sacrifier notre temps afin que lui puisse s’épanouir dans ce qui assure son bien-être.

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LE DESIR

Force est de constater que le désir est constant chez chacun de nous. Il sait se manifester sous différentes formes. Le désir d’aimer, le désir d’être aimé sont les principales tendances de notre sujet.

1

On dit souvent que le désir est plus fort que l’acquis….Je suis curieuse de savoir ce que tu penses de cela.

Désirer c’est avant tout porter de l’intérêt sur l’être aimé. Le convoiter…entrer dans la séduction. Tout est en jeu et c’est ce qui fait qu’un couple ne s’essoufflera pas au fil du temps. Maintenant il est tout aussi intense à mes yeux de désirer que venir à bout de mes désirs. Ça c’est un autre voyage.

2

Désirer ou être désiré(e) ?

Les deux se complètent parfaitement. En balance parfaite. Faire naître et naître sous les yeux de la personne que l’on aime, je trouve ça merveilleux.

3

Tu as entre 20 et 30 ans et ton désir d’enfanter ou d’être papa alors ? Dans le cas où tu es déjà papa ou maman, dis moi ton ressenti…

Mon désir d’enfant a toujours été plus ou moins là. Avec une envie forte d’être à trois puis soudainement l’envie d’être une égoïste persistante. Par ailleurs je pense qu’avec l’âge on envisage sa vie autrement, on définit ses priorités, on se dessine à deux puis à trois naturellement ou pas. Le but étant d’avoir une véritable envie et de ne pas faire comme tout le monde. Pas envie de copier sur mes copines qui ont mon âge tout ça parce que je rentre dans le bon âge. Pour le moment je enfin nous ( !) profitons à deux, nous pensons à deux, prenons des décisions pour deux. Et c’est bien assez.

fillette_rousse

AU QUOTIDIEN

La vie…Métro-boulot-dodo…Pas facile de concilier vie amoureuse (pour les célibataires, merci de vous projeter !!!!) et quotidien sans tomber dans la routine…

1

Trucs et astuces ?

Les petits plaisirs du quotidien. Ça coûte pas bien cher de mettre une bougie, de poser un mot tendre le matin en partant ou de popoter amoureusement. S’accorder du temps même si le temps presse. Et toujours être bienveillant et à l’écoute…Mettre du peps en organisant une petite sortie, un pique-nique ou une ballade. C’est si facile, il suffit d’avoir envie.

2

Raconte-moi une journée au quotidien…

Le quotidien en ce moment consiste à m’occuper de moi, de la maison, de mes animaux et du bien-être de mon homme. Je ne travaille pas pour le moment mais en mai ça va changer alors on va reprendre les bonnes habitudes avec le 50/50 pour les tâches ménagères, le moment relax de fin d’après-midi et la séance de sport que l’on va instaurer de manière journalière. Donc pas de journée type…certains réflexes et routine obligatoire, c’est sûr mais de manière générale on s’évade d’une manière ou d’une autre.

3

Les habitudes tuent ?

Il est si difficile de se dire que si chaque jour est nouveau c’est pour une bonne raison et qu’il n’y a justement aucune raison pour faire les mêmes choses. Il y a de bonnes habitudes comme celle d’instaurer une soirée cinéma tous les 15 jours ou la séance de piscine dominicale et puis les mauvaises habitudes : la télé, se complaire dans la nostalgie, et manger la même chose tous les jours. Alors elles tuent à demi…elles provoquent l’ennui…et l’ennui tue ?!

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L’AVENIR

Comment te vois-tu dans quelques années ? Libre à toi de t’exprimer…

Je ne me vois pas ou alors très floue, je ne préfère pas faire de projets à longs termes mais des projets que je peux toucher dès à présent. Me laisser vivre est une bonne chose que je ne savais pas faire avant…J’étais plutôt du genre enfant à faire un schéma très détaillé de ma vie d’adulte…On ne sait jamais ce que nous réserve demain. Je sais simplement que je ferai tout pour m’entourer de personnes qui m’enrichissent et embellissent ma vie.

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LES BLESSURES DE L’ÂME

1

Le passé est la base de ce que tu aimes ou détestes aujourd’hui…Comment as-tu fait ou comment fais-tu pour panser ces blessures qui t’ont meurtri longtemps ou te meurtrissent encore ?

Le passé a fait ce que je suis maintenant c’est un fait mais heureusement pour moi je ne m’y complais pas et j’avance gaiement dans la vie malgré les chutes, parce qu’il en a encore…de grandes désillusions qui mettent de sacrées claques. Mais bon une leçon de plus, une page qui se tourne et c’est reparti. Je suis une personne très positive et malgré mes bas je remonte toujours la pente avec hargne. Je reste moi-même voilà ce qui fait ma force…Je reste ouverte, cela me permet d’écouter, d’apprendre et de prendre conscience. Je panse à vif. C’est la meilleure manière de guérir.

2

Ton couple, tes amis : que penses-tu reproduire malgré toi ? A contrario que penses-tu ne jamais reproduire ?

J’aime que tout aille pour le mieux et lorsque je sens que cela ne va pas, je vais avoir tendance à entamer une discussion et percer l’abcès. Si j’ai en face de moi une personne intelligente alors je saurais si c’est le cas me remettre en question, dans le cas contraire j’essaierai de prendre sur moi mais ça ne marchera pas longtemps malheureusement. Lorsque je sens qu’il y a un malaise je ne me sens pas bien. Je donne une chance, puis deux, voire trois…au bout d’un moment je me ferme et c’est trop tard. C’est toujours le même schéma. Lorsque j’aime la personne que ce soit amour ou amitié je me démène toujours de la plus belle des manières, si la main n’est pas prise je la retire petit à petit et c’est fini…Véro rentre dans sa coquille et c’est basta cosi.

3

Qui a eu mal fera le mal ? J’aimerais te lire là-dessus …

Il faut bien savoir de quoi on parle ici. Heureusement que le « mal » ne se transmet pas comme un vulgaire rhume. Je pense cependant qu’inconsciemment, la souffrance provoque bien plus de dégâts qu’il n’y paraît et qu’elle finit toujours par influer sur nos décisions et réactions.

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LA TRENTAINE

1

En as-tu peur ?

Non ! Dans ma vision des choses, les 30 ans sont pour moi signe de maturité, d’épanouissement ; bref le bel âge !

2

Comment te sens-tu au sein de ta famille ? ton groupe d’amis ? Dans ton milieu professionnel ?

Au sein de ma famille je me sens comme quelqu’un d’indépendant qui n’a pas forcément le sens de la famille mais sur qui on peut compter. Mon groupe d’amis : je suis naturelle avec mes amis, je sais dire merde aussi sans hypocrisie, je sais épauler et écouter, je suis disponible mais je fais passer mon couple avant eux. Dans mon milieu professionnel je veux créer un climat de confiance et faire passer le message suivant : c’est du donnant donnant.

3

Ce que la trentaine apporte…La confiance se prend avec l’âge…comme le poids ???

Han ! C’est clair que si l’on peut à 30 ans entrer dans le même jean qu’à 20 ben je trouve ça assez jouissif. Pour optimiser la « jean fashion » je dirais simplement qu’il faut modifier son mode de vie, revoir son régime alimentaire et bouger plus ! [bonnes résolutions de début d’année MDR]

Par ailleurs en ce qui concerne la confiance je dirai une seule chose : se faire confiance avant tout et se construire des valeurs.

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La trentaine : synonyme de quoi ?

E-pa-nouis-se-ment glo-bal.


          Maluma dice estar “muy contento” de regresar a la República Dominicana        

Santo Domingo.– El cantante colombiano Maluma, quien actuará el próximo 17 de junio en el Anfiteatro Altos de Chavón, en el este de la República Dominicana, se declaró hoy “muy contento” de volver a un […]

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          El salami que acompaña las comidas de Rep. Dominicana y su oscura historia        

Estaba sentada en un café de hotel en la ciudad dominicana de La Romana cuando la camarera deslizó mi plato del desayuno frente a mí. Era un “plato típico”, el desayuno dominicano que me obsequiaban […]

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          República Dominicana volverá a celebrar los Juegos Deportivos Nacionales        

En su decreto, Medina subrayó que los Juegos Deportivos Nacionales “constituyen un evento polideportivo que coadyuva al fomento y desarrollo de la actividad atlética y la recreación de la juventud dominicana, contribuyendo eficazmente a su […]

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          Fotografo en Higuey, Punta Cana Santo Domingo República Dominicana.        

Fotografo en Higuey, La Altagracia República Dominicana FOTÓGRAFO PROFESIONAL Sesiones de fotos de niños, fotos de embarazo, retratos ejecutivos, retratos para músicos, book fotográfico para modelos (mujer y hombre) y quinceañera. Fotografía para books, Videobooks, […]

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          La Republica Dominicana saca malas notas en educacion        

El país obtuvo los puntajes más bajos en lectura, matemáticas y ciencias en 3 y 6 grado entre los 15 países evaluados de América Latina y el Caribe en el Tercer Estudio Regional Comparativo (Terce), […]

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          Presentan candidatas al Miss Teen Republica Dominicana 2016        

La agencia Work Time Creativo presentó ante la prensa las 32 candidatas del certamen Miss Teen República Dominicana 2016, a celebrarse la noche final el 19 de julio en el salón de eventos de Sambil […]

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          Diseño de Paginas Web en Santo Domingo Republica Dominicana        

Alojamiento web y registro de dominios, diseño y desarrollo de sitios web, posicionamiento SEO motores de búsquedas en República Dominicana.

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          Forum        

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          Republica Dominicana Inversion extranjera, un paraiso para el cine.        

La presencia de inversionistas extranjeros en la actividad cinematográfica en el país sigue generando importantes ingresos para la economía dominicana. Así lo anunció la Dirección General de Cine (DGCine) al dar a conocer que en […]

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          Every Time We Say Goodbye        



At the heart of Colette Caddle’s ‘Every Time We Say Goodbye’ is an enchanting and compelling love story. But as well as being a romance, the novel is also a story about the importance and endurance of friendship.

Running through the story is the triangle of friendship between Marianne and two friends she has known since childhood, Helen and Jo. The roots of their closeness lie in events from that time, and still endure now despite the different demands their adult lives have made on them.

When Marianne’s husband Dominic dies, she is thrown into turmoil. It seems that Dominic’s life has been full of things she knew nothing about. Her search for the truth, and the desire to protect her children and Dominic’s mother from finding out the worst about him, test her to the limit.

This novel is full of life and reality and packed with great characters. I particularly loved Marianne’s mother-in-law, Dot and Helen’s husband Johnny. And the way that they all rally round to help Marianne in her time of need is heart-warming. Romance also enters the story, and re-enters Marianne’s life in the form of Rob, a lover from her past. But Rob has complications in his own life, and they also threaten Marianne’s happiness.

With the warmth of friendship and the heat of romance, there’s plenty to keep you turning the pages. But add to that the intrigue and mystery surrounding Dominic’s life in the last few months before his death, and you have a compelling mixture which will prevent you from putting the book down at all.

A well-paced, beautifully written and very memorable read.



Reviewed by Helen M Hunt

          QUE SABEMOS SOBRE AVEJAS Y AVISPAS?        

La utilización de las trampas para avispas en el exterior es un método muy eficaz para matarlas, consiste en un recipiente donde se introduce un atrayente  que produce un potente cebo líquido para estos insectos, contiene un agujero por donde se introducen las avispas, buscando el cebo caen en el líquido y se ahogan. Las colocaremos  cerca de nosotros para reducir el riesgo de picadura o en lugares donde asiduamente se encuentren. 

Las trampas de exterior son  un fuerte atrayente para las avispas, donde mueren ahogadas.

      Podemos utilizar repelentes para avispas, de composición química o natural, es una forma de mantenerlos alejados, pero no de matarlos. Estas sustancias activas que se encuentran en los repelentes resultan desagradables para las avispas que se alejan al mínimo contacto. Los podemos encontrar en cremas y lociones  para utilización cutánea y también en líquidos o spray ubicándolos en los lugares de paso o de molestia de estos insectos. Hay unos productos específicos que se rocían en barbacoas, bordes de piscinas o plantas, pero hay que destacar que suelen ser activos químicos, con piretrinas o permetrinas, lo que puede constituir un peligro para las personas más pequeñas.
 
Fenitrotion + Deltametrina

Fórmula: 0,0dimetil-0-3-metil-4-nitrofenil fosforotioato + 5-a-ciano-m-fenoxibencil (1R,3R)-3(2,2 dibromovinil)-2,2 dimetilciclopropano carboxilato
Clasificación: Insecticida mezcla
Acción: Contacto, ingestión

PRECAUCIONES Y RESTRICCIONES

Escala de toxicidad: Categoría II
Primeros auxilios: En caso de ingestión no provocar vómito. Antídoto Sulfato de Atropina al 1 o/oo.

Precauciones de empleo y destrucción de envases

Toxicidad para abejas: Tóxico, por su uso no hay peligro para las mismas
Tiempo de espera, días: 20 a 30

PLAGAS

Carcoma dentada - Oryzaephilus surinamensis
Carcoma grande de los granos - Tenebroides mauritanicus
Gorgojo de los cereales - Sitophilus granarius, S. oryzae
Gorgojo del maíz - Sitophilus zeamais
Palomita de los cereales - Sitotroga cerealella
Polilla de la fruta seca - Plodia interpunctella
Polilla de la harina - Ephestia kuehniella
Taladrillo de los granos - Rhyzopertha dominica
Tribolio - Tribolium castaneum

Permetrina

La permetrina, igual que otros piretroides, imita en su acción plaguicida al piretro

natural, sustancia que se comenzó a obtener del crisantemo a partir de 1850. El primer piretroide, la aletrina, se creó en un laboratorio en 1949. Desde entonces se han inventado más de mil piretroides sintéticos.

 
Estas sustancias químicas se produjeron en abundancia con el predicamento de que eran “no tóxicos” o “menos tóxicos” que los plaguicidas organoclorados, organofosforados y carbamatos. Eso explica, en parte, que el uso de la permetrina para controlar insectos se haya extendido en una gran variedad de cultivos, en jardines y parques, en el interior de las viviendas, en la actividad ganadera e, incluso, directamente en los seres humanos.
 
La permetrina actúa sobre el sistema nervioso central y es causa, como lo han

demostrado numerosos estudios, de alteraciones y daños cardiovasculares, endocrinos, reproductivos y del sistema inmunológico. Y algo más: se transmite a las nuevas generaciones a través de la leche materna.

 
Qué es la permetrina Es un plaguicida sintético de amplio espectro perteneciente al grupo químico de los piretroides, cuyo mecanismo de acción es la neurotoxicidad. La permetrina es un piretroide de tercera generación (1).

Se usa principalmente para matar insectos, arañas y orugas, como también para repeler una amplia gama de insectos. Produce reacciones de hipersensibilidad en mamíferos, incluyendo a los seres humanos.

 

Su nombre químico es 3-(2,2-diclorovinil)-2,2-dimetilciclopropanocarboxilato de nfenoxibencilo y se identifica con el número CAS 52645-53-1. Su fórmula global es

C21H20Cl2O3. Peso molecular: 391.3

 

 

Nombres comerciales

Entre los numerosos productos comerciales cuyo principio activo es la permetrina, se encuentran los siguientes: Aldebaran, Alfabios, Alfatrin, Alfapoint, Ambush, Biostrong, Cipertrin, Ciperpoint, Corsario, Cymbush, Cyperplan, Dalla, Dimetop, Disparo, Drago, Eksmin, Fastac, Furia, Nurelle, Rayo, Permetrina Fúmate, Pounce, Ro-ten-plus, Sherpa, Strongly, Symgard, Talcord y Torpedo, entre otros.

 

 

Propiedades físicas y químicas

La permetrina es un líquido entre amarillo y marrón, viscoso y parcialmente cristalino a temperatura ambiente. Alcanza punto de fusión entre 34º y 39º C, y presión de vapor Pa a 20º C: <10. No es soluble en agua y su densidad relativa es 1.2 (agua=1). Los disolventes usados en formulaciones comerciales pueden modificar las propiedades físicas y toxicológicas de esta sustancia química. Es altamente liposoluble.

 

En relación con la estabilidad, la permetrina es combustible y se descompone al arder, produciendo humos tóxicos e irritantes, incluyendo cloruro de hidrógeno (2). Algunas formulaciones líquidas pueden ser inflamables y/o explosivas (3). Hay productos comerciales fabricados a base de permetrina que presentan inestabilidad en el medioalcalino (4).

 

Usos

Este plaguicida se usa ampliamente en el sector agropecuario, solo o mezclado con otros insecticidas sintéticos de volteo. Las aplicaciones de permetrina en ciertas plantaciones han provocado reiterados debates debido a que mata insectos indiscriminadamente, sin diferenciar entre parásitos de sembradíos y otros insectos, y porque es mortal para la vida acuática (5).

En cultivos de invernadero se usa para controlar insectos masticadores (lepidópteros y coleópteros). También se utiliza para combatir insectos voladores y trepadores que afectan la salud pública. En medicina humana se indica la permetrina para erradicar parásitos dérmicos como los piojos y los causantes de la escabiosis (sarna), y para el control del dengue en combinación con otros plaguicidas (6) (7). En el tratamiento de la pediculosis se emplea como alternativa al lindano (8). En algunos países se usa, además, como repelente de insectos, para lo cual se recomienda volatilizar este compuesto químico sobre mosquiteros y ropas. En las indicaciones de algunos productos comerciales se señala que la permetrina es “segura y efectiva a partir de los 2 meses de edad”. Se advierte que en niños menores de 2 meses hay riesgo de dificultades respiratorias y de exacerbar prurito, edema y eritema (9). En los animales se usa como ectoparasiticida. La permetrina está registrada en una gran variedad de formulaciones para el tratamiento de instalaciones donde se crían animales

(lecherías, cercados de ganado, cuadras, gallineros, cochiqueras, entre otros) con la finalidad de controlar moscas domésticas, moscas de los establos y otras moscas que viven y se desarrollan en el estiércol. Es el piretroide aprobado para uso animal más extendido en el mundo. Está disponible en forma de aerosol para aplicar sobre los animales, como también en forma de baños, champúes, crotales (identificaciones que se ponen en la oreja de cada animal), solución de unción y polvo para ser aplicado en perros, gatos, caballos, vacunos y porcinos en el control de pulgas, garrapatas y moscas. También se emplea como producto de protección de la madera.

 

 

Modo de acción

La permetrina es un insecticida extraordinariamente activo con un rápido efecto

paralizante y aturdidor sobre una gran variedad de insectos, llegando a causarles la muerte. Por ser liposoluble, tiene capacidad para penetrar las áreas grasas de los insectos, lo que produce un efecto de choque inmediato. Actúa como una neurotoxina, alterando los canales de sodio de las membranas de las células nerviosas que regulan la repolarización, con la consiguiente parálisis del insecto. Tiene un amplio espectro de acción ectoparasiticida (piojos, ácaro Sarcopetes scabiei que produce la sarna, etc.).

 

 

Absorción

Los seres humanos pueden absorber la permetrina por inhalación, ingestión, por la piel y los ojos. Las piretrinas y los piretroides se absorben relativamente bien por los tractos gastrointestinales y respiratorio. Su absorción a través de la piel intacta es relativamente baja

 

 


          LETRA BOLIVARIANA: LA PLANTA INSOLENTE        

José Gregorio Linares
Todos los venezolanos debemos ver La Planta Insolente, película dirigida por Román Chalbaud con libreto de Luis Britto García. Gira en torno a la figura del presidente antimperialista Cipriano Castro, quien gobernó el país entre 1899 y 1908. Trata hechos históricos fundamentales para comprender la Venezuela contemporánea: el proyecto integracionista liderado por Venezuela en 1900; la invasión de Colombia contra Venezuela en 1901, mediante la cual aquella nación sirvió a la estrategia estadounidense de desestabilizar nuestro gobierno; la llamada “Revolución Libertadora” que aglutinó a la oposición que desató una guerra civil entre 1901 y 1903, y dejó un saldo de miles de muertos y cuantiosos daños; el bloqueo extranjero de diciembre 1902 a febrero de 1903 , cuando varias potencias aplicaron la diplomacia de las cañoneras causando devastación y muerte; la resistencia patriótica de nuestro pueblo; y finalmente, el apoyo foráneo a la traición de Gómez contra Castro.
No voy a contarles la película, cargada de detalles e imágenes fascinantes. Me limitaré a exponer el telón de fondo sobre el que se desarrollan los hechos. Para esa época EEUU aplicó en su “patio trasero” la  política del “gran Garrote” del gobierno de Teodoro Roosevelt (1901-1909). Esto significó la justificación de la fuerza bruta en el trato con las naciones débiles. De este modo logró: (1) La imposición de la enmienda Platt en Cuba en 1901, mediante la cual la obligaron a aceptar la intervención de Estados Unidos cuando lo consideraran pertinente, y la posterior cesión de Guantánamo como base naval (2) La amputación de Panamá a Colombia en 1903, y la presencia militar norteamericana en la Zona del Canal (3) La presión sobre Haití desde 1904 para que cancelase su deuda con las potencias acreedoras; (3) La invasión gringa a República Dominicana y la incautación de sus aduanas en 1905, etc.
Castro adversó esta política imperialista. Internamente estableció nuevos tributos a las compañías trasnacionales que operaban en Venezuela y sancionó a las que se inmiscuían en nuestra política. Entonces se desató una campaña de descrédito en su contra. Los periódicos extranjeros afirmaban que era “un hombre de pequeña inteligencia, mucha ostentación y un deseo muy acendrado de pelear con todo el mundo, particularmente con Estados Unidos”. Los conflictos llevaron a la ruptura de relaciones con EEUU, que preparaban una invasión. "Sería bueno – escribió Roosevelt - enviar a Venezuela varios barcos, sobre la marcha, y hacer los preparativos para despachar un transporte con marinos. Pienso también que el Comando Unificado debe preparar un plan de acción”. La enfermedad de Castro y el golpe de Estado en su contra evitaron a EEUU “despachar un transporte con marinos”.
Si se acercan a las salas de cine observarán que se ha establecido un cerco publicitario contra la película. Las trasnacionales temen que el espíritu redentor de Castro tome las calles, y su coraje nos inspire. Propongo, por tanto, que la película sea difundida en todo el territorio nacional en cada espacio donde se debata sobre la Asamblea Constituyente, para que nunca más la planta Insolente del extranjero profane el sagrado suelo de la patria.



          Comentario en Listado de permisos válidos para conducir en España por Anthony joel        
Hola soy anthony quiero saber si con mi carnet de conducir de República Dominicana puedo conducir en Barcelona España
          Sewing Room, Office, and Craft Room - SOC room?        
My Sewing, Office, Craft room is just about finished!  I am very happy with it.  Here is the main wall:


Here is the sort-of-before post.  If you follow me on Pinterest, you may have seen my "sewing/craft room" board.  I have implemented several ideas I collected there.  However, I must say that this spot is MY spot and most of the things in it represent something sentimental in my own life.  I doubt anyone else would love it as much as I do.

 I'm okay with that. 

I have my sewing on the left and office and computer on the right.  These things can easily be moved if the work space was needed for something else like scrapbooking or for doing other crafts.

Here are the details, from left to right:

The floral pink piece of art was painted by my Grandmother, Dee Dee.  More about her later. She was very creative and talented.  It seemed only appropriate to have something of hers in here.  A photo of her is also on the desk.

The wall decor under SewCute (purchased at Joann's) is made of 6 art canvases purchased at Michael's, and I just wrapped and pinned some of my favorite fabrics on them. The peg boards below were also purchased at Michael's (a box of 3, on sale!).  I don't really know what to do with them yet-you know, since I have all those fabulous DRAWERS now!  I will definitely hang more thread on the spool holder.  I also hung a little ribbon with mini clothes pins to hold photos of those for whom I've made quilts!  Fun!  I hope that the number of photos grows and grows.



The things on this shelf just make me smile. (Oops, I see a photo falling sideways!). Almost every item has meaning to me.  I won't bore you about each and every item, but will give a few highlights. The top shelf has a hand-sketched Christmas card from the 50s made by Dee Dee.  The little wooden doll was given to me by my dear mother, and it says, "You Are my Sunshine".  She used to sign every card and letter to me with that phrase. Sigh...

The wooden vase is hand -carved and purchased in the Dominican Republic when I was there as an LDS missionary.  The little framed cross- stitch piece is of the Seoul, South Korea LDS temple, made for me when we lived there in the early 90s by a lovely sister missionary.  I have a few wonderful Willow Tree statues given to me by people I love.  My children's senior pictures are here, and a sign from B that says, "If at first you don't succeed, do it like your mother told you".  I wonder how his new wife would feel about that?  Hahaa...    I cross-stitched the I Heart U sign for hubby many years ago.  I stole it back.

I of course included Elder Dieter F. Uchtdorf's statement, printed from a printable on Pinterest, about creativity from a talk in October 2008, 


"The desire to create is one of the deepest yearnings of the human soul".

Bless this young woman who created this beautiful way to depict that important statement.  I look forward to lots of creating going on in this room.

Can you see the little teeny high-heeled pump on the bottom left shelf?


 That was my mother's.  It's a pin cushion.  I have always loved it.  It still has a few of her pins in it.  She always wore high heels - how appropriate.

Here's the wall on the right.  Nothing too exciting for you, but it speaks volumes to my heart and spirit.



The desks are from Ikea and were super easy to set up.  Hubby put the drawers (all those WONDERFUL drawers!) together for me.  Love.

Ok, on to more spots in the room:


This is the main piece that was inspired from Pinterest and from this blogger.  She designs fabric - how cool is THAT??  Wow.  Anyway, we did ours slightly differently.  I had wanted a longer cutting table than she had. We took two of the Expidit Ikea bookshelves and laid them on their side, and then bought one smaller one for the end unit.  At first we were going to have a big piece of wood-something cut to make a longer board than the one she has in her photo that would have covered the entire top area of these bookcases.  But, after I put my big white cutting mat on this, I liked it as it was.  We didn't push the two long bookcases up flush to each other, but there is a slight gap in between to make the mat fit better.  It is not secured - we will see if I regret that later.  If I do, we will try something different.

The end book shelf is empty for now - I am looking for hanging-folder baskets to fit right in there.  I have lots of files to go in them!  I am having trouble finding them.... sigh.  The basket on top has things in it that I love - little photo albums, Shel Sliverstein books (the best EVER!!), my Wicked program - just things to pick up, browse through, and feel a little joy.  It's my JOY basket, I suppose.

These shelves in a little cubby next to a closet are nothing fancy, and I want to replace a few of the boxes.


The white box on the bottom sits on a two-drawer file cabinet. Pretty boring, but necessary.

Can you tell I have a label maker?  YES, I do.  I love it.

The master-bedroom part of this makeover is not finished yet. You'll have to wait for that. Dang.

While I worked to prepare this room, I found myself thinking of my grandmother (Mom's mom), Ida Mae, who we grew up calling Dee Dee.  Dee Dee walked to the beat of a different drummer during her time.  She was very creative and loved beautiful things, floral things, shiny things.


I also thought a lot about my own dear mother, who patiently began teaching me to sew when I was ten.  Bless her dear heart.  What a gift they both gave me to desire to create, and to have some skills to do so. I think they would both be pleased with this space, and would have loved to sit in it and create with me.


I guess I'll have to WAIT a little while to find out....

          Volley Grand Prix Donne: si gioca nei Gironi 1 e 2 , semifinali nel 3        

Volley Grand Prix Donne: si gioca nei Gironi 1 e 2 , semifinali nel 3
LaQuotaVincente.it.

Continua il Volley Grand Prix Donne. Il programma prevede 12 sfide nei gironi 1 e 2 e le semifinali del gruppo 3.

Canada-Germania è la prima sfida. Nel Gruppo 2, le tedesche sono terze in classifica con 14 punti, dovuti a 5 vittorie ed una sconfitta, il che le rende favorite contro le canadesi, al nono posto con appena 8 punti.

Perù-Repubblica Ceca è la seconda sfida. Ancora nel Gruppo 2, la Repubblica Ceca spera in un passo falso della Germania per qualificarsi come terza. Il Perù, invece, ha 9 punti.

Corea del Sud-Colombia è la terza sfida. Sempre nel Gruppo 2, la capolista affronta l'ottava, reduce da 2 sconfitte di fila. Le asiatiche partono favorite.

Giappone-Serbia è la quarta sfida. Le nipponiche, nel Gruppo 1, sono ottave con 9 punti, la metà di quelli della Serbia, seconda ma in grado di riprendersi la vetta grazie ad un'ipotetica vittoria.

Polonia-Kazakistan è la quinta sfida. Nel Gruppo 2, scende in campo la seconda in classifica contro la penultima, che ha ottenuto solo 3 punti.

Cina-Russia è la sesta sfida. Nel Gruppo 1, la Cina cerca il sorpasso al Brasile e spera in un passo falso di Italia e Repubblica Dominicana, con un tie break che favorirebbe le cinesi in caso di vittoria. Ancora più giù, e con due sconfitte di fila, la Russia.

Italia-Repubblica Dominicana è la settima sfida. Scontro diretto che vale il terzo posto: chi vince entro quattro set vola davanti all'Olanda e al Brasile nel Gruppo 1.

Thailandia-Turchia è l'ottava sfida. Sempre nel Gruppo 1, si affrontano terzultima e penultima, rispettivamente a 5 e 4 punti e ormai fuori dai giochi per la qualificazione.

Portorico-Argentina è la nona sfida. Nel Gruppo 2, le argentine sono terzultime e hanno trovato la vittoria solo nell'ultimo turno con il 3-1 alla Croazia. Il Portorico, invece, viene da quattro successi di fila.

Croazia-Bulgaria è la decima sfida. Nel Gruppo 2, il fanalino di coda sfida la Bulgaria, a quota 11 ma con una gara in più e 3 punti in meno rispetto alla Germania.

Canada-Perù è l'undicesima sfida. Si affrontano due formazioni in campo nei due anticipi notturni

Repubblica Ceca-Germania è la dodicesima sfida. Si affrontano due formazioni in campo nei due anticipi notturni

Ungheria-Francia è la tredicesima sfida. Nel Gruppo 3, è già tempo di semifinali. Si affrontano la prima e la seconda, entrambe capaci di vincere tutte e 6 le sfide, ma le magiare hanno sempre vinto per 3-0 ad eccezione del 3-1 contro l'Australia, mentre la Francia ha vinto due volte al tie-break. Chi vince vola in finale, chi perde si giocherà il terzo posto contro una tra Australia e Venezuela.

Australia-Venezuela è la quattordicesima sfida, l'ultima di questa giornata del Volley Gran Prix Donne. Si affrontano la terza e la sesta del Gruppo 3, con il Venezuela che ha ottenuto 4 vittorie e 2 sconfitte, mentre l'Australia ha raccolto almeno 4 punti. Logico pensare alle sudamericane come favorite. Chi vince vola in finale, chi perde si giocherà il terzo posto contro una tra Ungheria e Francia.

Volley Grand Prix Donne: si gioca nei Gironi 1 e 2 , semifinali nel 3
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          Volley World Gran Prix Donne: dieci gare in programma        

Volley World Gran Prix Donne: dieci gare in programma
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Continua il Volley World Gran Prix Donne. Il programma prevede dieci sfide nei gironi 1 e 2.

Corea del Sud-Kazakistan è la prima sfida. Nel Girone 2, scende in campo la capolista, prima con 16 punti e 5 vittorie su 6, con l'unica eccezione della sconfitta per 3-2 contro la Bulgaria. Match in discesa, visto che il Kazakistan ha a malapena 3 punti per il match vinto contro la Croazia.

Italia-Turchia è la seconda sfida. Le azzurre, quinte nel girone 1, possono vincere, riprendendosi il quarto posto che vale la qualificazione. Sfida abbordabile, visto che la Turchia è penultima con appena 4 punti.

Colombia-Polonia è la terza sfida. Nel Gruppo 2, scendono in campo la seconda e la settima in classifica. Polonia sconfitta dalla Corea del Sud nel match che valeva la vetta della classifica. Dopo 3 vittorie, invece, la Colombia si è arresa alla Germania.

Serbia-Russia è la quarta sfida. Le russe, nel Gruppo 1, sono none con appena 9 punti, ma possono battere la Serbia e volare al quarto posto, Italia, Cina, Giappone e Repubblica Dominicana permettendo. La Serbia, invece, punta a riprendersi la vetta soffiatale dagli USA.

Thailandia-Repubblica Dominicana è la quinta sfida. Sempre nel Gruppo 1, si affrontano l'ottava e la decima in classifica, con le thailandesi capaci di vincere una sola partita e raccogliere appena 4 punti. A quota 9, invece, la Repubblica Dominicana.

Cina-Giappone è la sesta sfida. Chi vince può prendersi il quarto posto nel Gruppo 1: si affrontano due formazioni ad un punto di distanza, con la CIna a 10 e il Giappone a 9 come Repubblica Dominicana e Russia.

Bulgaria-Portorico è la settima sfida. Nel Girone 2, si affrontano la quinta e l'ottava in classifica, capace però di vincere le ultime tre sfide, restando comunque a quota 7. Bulgaria, invece, a quota 11.

Croazia-Argentina è l'ottava sfida. Si affrontano i due fanalini di coda del Gruppo 2, rispettivamente a 2 e 1 punto. L'Argentina non ha mai vinto, la Croazia, invece, ha battuto al tie break proprio le sudamericane per 3-2. Dopodiché, sconfitte per entrambe entro i quattro set.

Brasile-Olanda è la nona sfida. Si affrontano la terza e la quarta in classifica, con le tulipane a quota 15 pronte a tracciare un solco con le sudamericane, che cercano invece l'aggancio, evitando di essere invece superate dall'Italia o dalla Cina.

USA-Belgio è la decima sfida, l'ultima di questa giornata del Volley World Gran Prix Donne. Testacoda nel Gruppo 1: si affrontano la capolista e l'ultima. Dopo le due sconfitte di fila, compreso il 3-2 contro le azzurre, le americane hanno battuto 3-1 l'Olanda, andando momentaneamente in vetta. Solo un punto, invece, per il Belgio, maturato con la sconfitta al tie break contro la Repubblica Dominicana.

Volley World Gran Prix Donne: dieci gare in programma
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          Volley, World Gran Prix Donne: due gare in programma        

Volley, World Gran Prix Donne: due gare in programma
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Continua il World Gran Prix Donne di Volley. Il programma di giornata prevede due sfide, entrambe nel Gruppo 1.

Brasile-Belgio è la prima sfida. Le sudamericane, con le due sconfitte di fila, sono uscite dalla zona che garantisce la qualificazione, anche se è solo uno il punto di distanza da Italia e Cina. Calendario, inoltre, agevole: arriva il Belgio, fanalino di coda e capace di ottenere un solo punto in virtù della sconfitta al tie-break contro la Eepubblica Dominicana.

USA-Olanda è la seconda sfida. Big match: sia affrontano la prima e la terza in classifica, separate da 2 punti. Americane in crisi: le due sconfitte con Italia e Cina al tie break sono costate la vetta, ora condivisa dalla Serbia e proprio dalle tulipane, che hanno ottenuto tre vittorie di fila dopo la sconfitta in cinque set contro il Giappone.

Volley, World Gran Prix Donne: due gare in programma
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          Video: Emerging financial centers condemn EC list        


 Eurocrat Pierre Moscovici presents EC Top 30 Listed (at minute 14)

 Reply from Barbados

 Dominica

Guernsey

St. Lucia

          arteBA 2017 Contemporary Art Fair        

arteBA Contemporary Art Fair, that will take place from May 24 to May 27, 2017, is the most popular cultural event in the city of Buenos Aires and the most important one of its kind in Latin America. arteBA is an art exhibition where art galleries display their best artworks, offering the general public the chance to come face to face with truly unique collectors’ pieces. It is also an opportunity for the newer art centers from all over the region to present their younger artists and reveal the very latest trends, which are simply absent from other art fairs.

This year the fair will showcase the most outstanding works from 91 art galleries from 20 different countries, including Germany, Argentina, Austria, Brazil, Bolivia, Chile, Colombia, Ecuador, Spain, the United States, France, Japan, Kosovo, Mexico, Peru, Portugal, Puerto Rico, the Dominican Republic, Uruguay and Venezuela.

The Fair will be divided into several sections, such as, among others:
  • Main Section: Established galleries chosen by a renowned selection committee.
  • Cabinet: A specific area within the galleries booths in the main section of the fair. In Cabinet, one or more works by a single artist are exhibited. The aim of the section is to show important, unique, or emblematic works by modern and contemporary artists.
  • U-TURN Project Rooms by Mercedes Benz: A curator invites galleries to present a specific project featuring up to three artists and selects each work to be exhibited.
  • Solo Show Zurich: this section focuses on Latin American artists who, along with their galleries are developing a critical conversation regarding contemporary art in their own countries.
  • Barrio Joven Chandon: Section for young Argentine and foreign galleries focused mainly on Latin American artists.
  • Isla de Ediciones: sale of individual volumes and collections that provide theoretical support and information on contemporary art.
The OPEN FORUM 2017 will be held with free admission in the fair’s auditorium with conferences by international lecturers. Claudia Fontes, who was chosen to represent our country at the Venice Biennale, Marta Minujín who is presenting her Parthenon of banned books at Documenta 14 in Kassel, and Fernanda Laguna that will be present at LACMA, will all be present at arteBA, participating in the Art Conversations series, part of the Open Forum program.

These are just a few of the many activities programmed for this year's exhibition. For more information, visit arteBA'17 official website.

Location: La Rural Exhibition Center. Blue and Green Pavilions. Av. Sarmiento 2704, Buenos Aires
Dates and hours: May 24 - 27, 2017 / 2:00 pm to 9:00 pm

Admission fees:
General: AR $160
Students and Senior citizens: AR $80
2 day pass: AR$ 250
4 day  pass: AR$ 320

          Forgiving Mariela Camacho - A.J. Sidransky         
Forgiving Mariela Camacho
A.J. Sidransky
Berwick Court, Sep 30 2015, $16.95
ISBN 9780990951568

In 2010, while waiting for his nine-month pregnant wife Karin’s call that the time is now, NYPD Detective Tolya Kurchenko and his partner Pete Gonzalvez head to a luxurious apartment building in Washington Heights where the super called in a concern.  The two cops break down the apartment door of a single woman.  The overwhelming smell leads them to a female’s posed corpse.  Pete collapses when he recognizes the victim, as Mariela Camacho who remains the love of his life though he married someone else.

In spite of a suicide note and the medical examiner’s contention; Pete adamantly insists Mariela would never slice her throat; other evidence surfaces that supports his assertion.  Grieving Pete thinks back to the Dominican Republic when he was a teen whose parents died. Tio Polito took Pete in and raised him along with Mariela and two other girls.  However Pete also knows Polito’s business interests are deadly illegal, but when he and Tolya find evidence of an international serial killer both fear for Karin as the Jewish Heritage Museum chief curator seems lost likely next.

A. J. Sidransky refreshes his overarching Forgiving Maximo Rothman premise of connecting a current Washington Heights police investigation with Judaism thriving and welcomed in the 1940s Dominican Republic compared with ugly suppression by Soviet Russia.  The main characters are three-dimensional and the rotating subplots superb.  We fans will never forgive Mr. Sidransky if he fails to bring back Kurchenko and Gonzalvez for a third Upper Manhattan investigation.


Harriet Klausner

          El Pueblo Tiene El Gobierno Que Construye...        
Repasando un poco el escenario político dominicano me encuentro con algunas opiniones, y observaciones que hace el pueblo en relación a la situación que vive el país en la actualidad.

El dominicano es, por pura simbiosis, un analista político natural. No habrá un grupo en el cual no se estudie a fondo cual es el candidato con mayor posibilidad para "quedarse" con La Silla.
Son constantes los candentes, y entretenidos, debates en los que se embarcan tratando de imponer su opinión. Lamentablemente no hemos contado con un Gobierno que sea, como lo indica la Constitución Dominicana, "Por y Para el Pueblo".

Cada Gobierno, con sus funcionarios, se ha ocupado de suplir sus propios intereses. Es así como, en el 1930 asume el poder, tras la rebelión contra Horacio Vásquez y de manera arbitraria, el General Rafael L. Trujillo.
Sobra redundar sobre los 31 años de dictadura del sátrapa. Lo que si cabe resaltar es que, a raíz de su ascenso al poder, algo pasó en la mentalidad del dominicano que le ha dejado impedido, por décadas, a rebelarse contra cualquier tipo de injusticia u opresión gubernamental.

Fue, hasta la llegada de este oscuro personaje, que la voluntad del [siempre aguerrido y nunca conformista] pueblo dominicano se vió anulada. Nuestra historia es un impresionante muestrario de hombres emprendedores y revolucionarios que se mantenían en constante debate en contra de las injusticias sociales y políticas.

Vale la pena citar algunos nombres, iniciando la lista un extraorninario guerrero nativo, llamado Caonabo, quien fue el primero en dar la guerra ante la opresión a la que vio sometido a su pueblo.
No podemos dejar de lado el valor de unos inquietos jóvenes que se alzaron con nuestra Independencia de Haití, en el 1844; Duarte, Mella y Sánchez.
Agreguemos a José María Cabral, José María Imbert, Felipe Alfau, Antonio Duvergé...
Luego surgen Gregorio Luperón y Santiago Rodríguez, quienes, más adelante, se encargaron de ratificar esa Independencia ante las intenciones de Santana de anexar la isla a España...

Podríamos abundar sobre nuestra historia, pero no es mi intención ahora. Lo que quiero que tomen en cuenta es el siguiente dato: Cada una de las personas antes mencionadas tienen un punto en común. Eran hombres jóvenes.
Cada uno de esos eventos fue liderado por un grupo de jóvenes inquietos, inconformes, revolucionarios. Conocedores innatos del valor de la Justicia.

Si, porque cada acto revolucionario al que se ha enfrentado la Humanidad ha sido liderado por gente joven.

Por eso (y volviendo al presente) haciendo un recuento de esos debates políticos del analista dominicano común, me sorprende [y me desilusiona] escuchar las opiniones de los jóvenes y su postura frente a la actual crisis socio-política y económica que enfrenta nuestro país.
Es la norma escuchar "...¡esto no lo arregla nadie!...", "...¡e'ta vaina se jodió! ...", "...¿pa' qué quitar e'te si el que viene e' peor?...", "...¡e' que no hay quien haga ná'!...". Confieso que esta última es la que más me perturba.

Estas expresiones salen de la boca de gente joven. La mayoría preparados, con carreras universitarias (pagadas por ellos mismos y a quienes el Gobierno no les rindió la ayuda, a la que tienen derecho, para cubrir sus cuotas de educación superior).
Y me inquieta. Y me indigna. Y me entristece saber de opiniones apáticas, conformistas del sector de votantes jóvenes. Teniendo un pueblo en desarrollo, me parece que falta congruencia cuando la ciudadanía acepta que los políticos usen y abusen de los fondos nacionales a su completo antojo. Con absoluta impunidad y descaro.

¿A quién pertenecen los cambios? ¿Quienes son los responsables de la revolución social de los países? ¿Qué sector es el que se encarga de promover los avances?
¡Los jóvenes!

Si me cuesta aceptar el conformismo entre los más adultos y maduros, que esa actitud la asuman la juventud simplemente, me enferma. Cuando escucho a un votante nuevo decir :"...aquí ya no hay esperanzas..." lo que pienso es , "...¡Si lo dices tú, entonces es cierto!...".

Cada cuatro años los contendientes a la presidencia son los mismos personajes que han protagonizado en el escenario político por más de cinco décadas. Esos clanes residuales de la época post-trujillista siguen gobernando y liderando. Manipulando, sin el menor remordimiento, el destino del carente pueblo que, incesantemente, los sigue reeligiendo y les sigue concediendo el poder.

¿Pero cual es la razón por la que se sigue repitiendo este espantoso patrón? La respuesta, tan simple, que todos la conocemos: Corrupción es su nombre.
La Corrupción sólo puede subsistir donde falta información, educación, conocimiento.
Y donde abunda el hambre.

Es más fácil abusar de un pueblo inculto que de uno ilustrado. El hombre que tiene el estómago vacío es incapaz de tomar desiciones acertadas.

Así es como, mientras se les ofrece una mísera cantidad económica [para combatir el hambre DE UN DÍA] a cambio de su voto, ese dominicano vende su conciencia y no se preocupa por exigir garantías a sus candidatos. Estamos acostumbrados a votar por hambre.

Olvidamos que, una vez aceptamos esa propuesta, y vendemos nuestro voto, no sólo contribuímos a perpetuar el mal que nos aqueja, sino que, perdemos el derecho a debatir y exigir lo que nos corresponde. El voto se gana con propuestas lógicas y justas, no con dinero. Una vez aceptamos el dinero ya ese candidato no tiene compromisos con nosotros, como pueblo.

En eso ha radicado el éxito constante de estos Dictadores Soterrados. Vivimos en una dictadura disfrazada de democracia en la que, cíclicamente, se produce un espectáculo circense. Se crea un montaje en el cual le permiten creer al votante que es protagonista del evento cuando, en realidad, no es más que un actor de reparto.

¿Cómo es posible que un pueblo se permita el lujo de no revelarse ante el desbanco económico al que ve sometido a su país?
Es un cuestionamiento que tiene muchas aristas, pero la solución a este problema está en manos de la juventud.
A esta le corresponde crear nuevas propuestas. Construir opciones. Revolucionar y evolucionar.

No existe, en este momento, un sólo candidato que represente, ni se identifique, con esa población joven.
No es necesario levantarse en armas, ni promover la violencia para crear ese cambio. Lo que antes se logró con espadas y cañones, hoy se puede superar con el recurso tecnológico. Con los medios masivos sociales. Con el buen y correcto uso de la palabra y con ideas lógicas, frescas, objetivas. Justas.

Ya es hora de dejar de lado esa imagen acomodaticia que tenemos de nosotros mismos. Por años se nos ha dicho que venimos de una raza de vagos y haraganes (los Taínos) y nos lo hemos creído y hemos usado esa excusa para no hacer nada. Para esperar que lo hagan todo por nosotros.
Porque así ha sido siempre y así siempre será.

Pues es bueno que sepan que no, que no venimos de una raza de vagos y haraganes. Que, por el contrario, era el taíno un elemento trabajador, noble, con un alto sentido de la justicia y la lealtad. Sigamos ese ejemplo.

Ese cambio es necesario, es justo, es nuestra responsabilidad. Estamos demasiado informados como para pretender que la ignorancia es una buena excusa para seguir permitiendo los abusos y las injusticias de esos gobiernos reciclados.

Es hora de tomar el control y poner nuestra casa en orden. Ya es tiempo de lograr una nueva Independencia.

          La Esperanza es lo último que debe perderse...(III parte)        
...Mientras estuvimos en el Hospital, después del parto, le monitoreaban la pigmentación ya que era muy amarilla. Nos explicaron que, al traer la cabecita virada, la piel que recubre su cráneo se inflamó y su pequeño organismo luchaba contra esa inflamación. No era algo de gravedad, era solo cuestión de mantener un chequeo constante sobre sus niveles de Bilirrubina, por lo que, al darle el alta, estuvimos visitando la pediatra, muy frecuentemente, esa primera semana.
Pero lo que nos llamaba mucho la atención era que se le dificultaba respirar. Hacía mucho esfuerzo para recibir el aire, su pechito se inflaba mas de lo normal y emitía un silvido involuntario; Cuando lloraba lo hacía débilmente y con mucho esfuerzo.
Ese hueco que se nos hace en la unión de las clavículas (en la base del cuello) a él se le hacía a la altura del Diafragma. Al tomar leche, muchas veces, vomitaba porque no podía mantener la respiaración al mismo tiempo que ingería su alimento.
Yo le expresé mi inquietud a la Pediatra ( cuyo nombre, y cara, jamás olvidaré) sobre esta condición, ella me decía que no era nada grave y que, con el paso de los primeros meses, el niño superaría eso. Me indicó que lo cambiara de posición para facilitarle la respiración.
Cuando el bebé tenía tres semanas de nacido decidimos llevarlo a otro Pediatra, para buscar una segunda opinión.
Este médico es dominicano, por lo que se me hizo cómodo explicarle mi preocupación en mi propio idioma.
Luego de cumplir con el protocolo inicial el Dr. Herrera procedió a auscultarlo; cuando le quitó la ropa y observó el pecho del bebito, solo lo cambió de posición una vez, lo vistió de nuevo y me dijo: "-No te lo voy a tocar; llévatelo, inmediatamente, a Emergencias en el Hospital; Yo voy a llamar y solicitar que los estén esperando para que te lo revisen en cuanto lleguen."
Yo me alarmé y le pregunté qué estaba pasando, él me contestó que el niño no estaba recibiendo oxígeno y que había que tratarlo urgentemente. ¡Yo me quise morir!
Mientras, él nos llevó a un consultorio privado donde le colocó una máscara de oxígeno al bebé; Yo llamé a Marido y le conté lo que estaba pasando, le pedí que nos encontráramos en el Hospital.
Así lo hicimos; Una hora mas tarde un grupo de especialistas rodeaban a la criatura haciéndole toda clase de exámenes. Uno por uno me iban haciendo las mismas preguntas "¿Cuánto tiempo lleva asi?", ¿Ha cambiado de color?", ¿Tose mucho cuando ingiere alimentos?", "¿Cuándo se dieron cuenta de que estaba asi?", "¿No se ha puesto morado o azul, ni ha perdido el conocimiento?"... ¡ aquello era interminable!...Sin embargo era solo el principio de una larga, y penosa, odisea.
Estuvimos tres días en el Hospital y a él le hicieron toda case de pruebas posibles...¡No encontraban nada! Solo esa desesperante condición en la que se registraba que su nivel de oxígeno era muy variable, inestable e insuficiente. La Directora del Departamento de Pediatría fue a hablar conmigo y me ofreció la opción de irme a la casa con el niño o esperar hasta el otro día y observarlo unas horas mas...decidí quedarme, quería garantías y, si me lo llevaba sin respuestas, no solucionaba nada.
A media tarde una enfermera dió la voz de alarma y reportó que el nivel de oxígeno había bajado peligrosamente.
Luego de una larga sesión decidieron trasladarlo a otro Hospital, el Winthrop, que pertenece al mismo grupo médico del SNCH, pero que se especializa en niños prematuros y recién nacidos; según supe es el mejor de toda el área en cuidado pediátrico.
Marido estuvo conmigo durante el traslado en Ambulancia. Era sumamente espantosa la experiencia por la que estábamos pasando, sobre todo porque no teníamos una respuesta clara en relación a lo que le pasaba al niño.
Nos recibió un extenso grupo de especialistas que, de inmediato, se ocuparon del bebé.
Nos sacaron de la habitación y estuvimos esperando, un promedio de una hora y media, hasta que, al fin, salieron y nos dieron su pronóstico. Antes de permitirnos verlo nos explicaron que JB había nacido con la Tráquea cerrada y, además, inmadura, esto trajo como consecuencia que, a la par de no tener suficiente espacio para recibir el oxígeno necesario, esta estuviera llena de tejidos que complicaban la situación.
Nos dijeron que no era un caso raro y que lo trataban frecuentemente, por lo que el niño estaba en buenas manos; también nos alentaron asegurándonos que la taza de mortandad provocada por esa condición, si era tratada, era nula...¡No había que preocuparse! ( según ellos).
Lo iban a someter a una cirugía, tipo láser, para eliminar el excedente de tejito y, asi, mejorar la situación. La inmadurez traqueal no era de cuidado, según fuera creciendo los cartílagos endurecerían y no le afectaría en nada.
Luego nos dijeron que podíamos entrar a verlo, advirtiéndonos que estaba entubado para poder suministrarle el oxígeno que necesitaba...
¡Nada, ABSOLUTAMENTE NADA, me hubiera preparado para verlo como lo vi! Allí estaba él, en su cunero, con apenas 23 días de nacido, y con tubos y catéteres por todos lados. Estaba acostado boca arriba, solo con su pañal puesto, con las manitas amarradas ( para evitar que se extubara solo), sedado para evitarle incomodidades y dolor...¡Es la imagen mas triste que he visto jamás! Mis lágrimas brotaron solas y no pude evitar soltar un sollozo de impotencia...Marido me abrazó y trató de darme fuerzas pero él, como yo, también estaba llorando...


          Eddie, la cerveza y la Ley Seca en Rep. Dom. ...        


Esto lo tengo que contar porque, si no lo hago, me puede salir una totuma en la cabeza de tanto analizarlo y no llegar a ninguna parte...
Un compañero de trabajo de Marido, llamado Eddie ( este es su verdadero nombre, no lo disfracé), acaba de regresar de sus vacaciones en Rep. Dom. y él, como todo el mundo, contó todas sus aventuras en el país; lógicamente no se podía quedar una anécdota relacionada con la, hoy famosa, "Ley Seca Dominicana".
Se dirigían él, y su prima, en un carro conducido por él, hacia un supermercado a hacer compras para un can en la casa de ella.
Mientras ella está haciendo las compras, Eddie la espera en el carro, en el estacionamiento del establecimiento, con una "fría" en la mano.
Se le acercan dos policías y uno le dice:
Policía 1 - Amigo, ¿Usted no sabe que no se puede beber adentro del carro?
Eddie -¡Disculpe agente, mala mia!
Policía 2 - Lo que debe hacer es salirse del carro y, o la bota, o se la bebe aquí afuera, pero no puede beber adentro del carro.
Eddie salió del carro, se recostó del bonete, se tomó la cerveza de dos tragos ( con los policías vigilando "que él no repitiera la falta")...cuando llegó la prima se montaron en el carro y se fueron, con Eddie guiando.
¡A ver si alguien me explica, por favor!


          Septiembre 11, un homenaje digno...        


La primera vez que vine a los EU yo tenía un año y cuatro meses de edad.
Desde entonces me mantuve yendo y viniendo a NY todos los años hasta que, por azares del destino, cuando cumplí los nueve, los viajes a La Gran Manzana se suspendieron.
Así estuve hasta que un día, cuando cumplí los 16, mi papá llegó y, de repente, me dijo: -¡Ponte ropa! Vamos pa'l Huacalito* a renovarte el pasaporte.
¡Ahí supe que volvían los viajes!
Asi fue, mi progenitor, en una movida maquiavélica (luego les cuento), planificó enviarme a EU con una tía, que se encontraba en el país de vacaciones, para que yo viniera con ella por unos quince días.
Cuando llegué al Aeropuerto Internacional JKF las Autoridades de Inmigración me ordenaron reeplazar mi tarjeta de residente porque la mia estaba obsoleta; era la vieja, la verde, la original "Green Card".
Estampado mi nuevo pasaporte con una Carta de Ruta se inició el proceso de espera por la tarjeta nueva; cuando se le consultó a mi papá qué deberíamos hacer, él (instalado en su malévolo plan) indicó que yo debería esperar la tarjeta estando aquí (NY), para evitar cualquier inconveniente.
Fue asi como un viaje de quince días se alargó por casi 7 meses.
Cuando obtuve mi tarjeta renovada ya yo asistía a la Escuela de Diseño en Mid-Town, Manhattan (mi tía no perdió tiempo y me inscribió para que no se me ocurriera andar de vagabunda en la calle).
Desde entonces he vivido en este sitio; he regresado a mi tierra por temporadas, pero siempre acabo por volver. He vivido mas de la mitad de mi vida entera en este Estado .
Aquí fui a la escuela, aquí tuve mi primer empleo, aquí me hice mujer, aquí han nacido mis tres hijos...¡aquí tengo mi vida!
Aunque adoro mi país, mis raíces y mi gente, NY es parte de mi, como lo es de millones de inmigrantes que convierten este lugar en su segunda Patria.
Por eso, ese fatídico martes, 11 de Septiembre, del 2001, quedará plasmado para siempre en mi memoria.
Ser testigo, y ver cómo se destruía el famoso "Skyline" de Manhattan, ha sido una de la experiencias mas dolorosas, y traumáticas, de las que tengo recuerdo. Con cada barrote que se desplomaba, con cada metro cúbico de asfalto esparcido por el aire, por cada llama que salía de las ventanas, el dolor era cada vez mas profundo, dejándonos una huella indeleble en nuestras mentes y nuestros corazones.
Yo, como muchos, padecí ese síndrome depresivo como secuela de aquel desastre...todavía ver esas imágenes remueven cada fibra de mi Alma como si se repitiera aquel infame día.
No solo murieron mas de 3'000 personas ese día, en cada uno de los que vivimos esa experiencia también se murió algo; nos transformamos, cambiamos, todo dejó de ser igual.
Hoy día la Burocracia Gubernamental ha impedido que se lleve a cabo un proyecto arquitectónico que haga honor a la memoria de las víctimas de aquel desastre, tanto de los muertos como de los vivos.
Han hecho varias propuestas, pero ninguna alcanza el perfil de ese momento, de esta ciudad, de nuestras memorias. Ninguna de las propuestas ha sido ampliamente aceptada, ni satisfactoria, y yo se cual es la razón... todos la sabemos.
El único proyecto que puede estar a la altura de lo que esta ciudad necesita, y sueña, es ese que nos traiga de nuevo la imagen que tenemos del NY antes de Septiembre 11, ese proyecto que nos reconstruya las Gemelas tan grandiosas, y fabulosas, como han sido siempre; ese proyecto que nos haga recobrar el "Skyline" neoyorkino, que nos permita ver reflejado el Sol, al atardecer, en las alturas de las Torres.
¡Yo quiero ver, de nuevo, las famosas Torres Gemelas de la Ciudad de Nueva York!


Esta es la nueva propuesta, la "Freedom Tower".

*Huacalito: Nombre que se le da al edificio que alberga las oficinas de la Dirección General de Pasaportes, para toda la Zona Norte, de la República Dominicana.



          Â¡No me digan pend... parigüaya!        



En estos útimos días estuve haciendo memoria sobre cosas que viví durante mi adolescencia (no fueron muchas, pero fueron buenas).
Recordé un episodio, pseudo-amoroso, con un vecino del barrio, que no sabría en qué categoría clasificarlo.
Cuando yo contaba con unos 13 años mi mentalidad estaba ubicada en el siglo XVII, asi pensaba yo que, si un carajito me pedía que fuera su novia, yo debía esperar un tiempo "reglamentario" para darle mi respuesta (por lo general inclinada al "NO" que me haría aparecer como niña buena e interesante).
Este niño pasó por el proceso antes descrito y yo, como salida de una novela de Bárbara Cartland, le pedí que me esperara una semana para darle mi respuesta.
Yo lo consideraba precioso y simpático...¡ ningún niño a los trece años es lindo y simpático, por amor a Jehová ! Por lo tanto, para mi fue motivo de orgullo que él me pidiera que fuera su novia.
Pues bien, pasada la dichosa semana no lo había vuelto a ver por ninguna parte, asi que, cuando en una ocación lo vi sentado en la galería de una casa, junto con otros amigos, viendo un juego de volleyball en la calle, aproveché la oportunidad para, desde el otro lado de la acera, decirle que "SI" con un movimiento de cabeza...¡Por Dios, qué original!
Desde ese día estuve muy contenta porque " ¡ya tenía novio!" .
Fui criada de una forma muy estricta, asi que ni visitaba a nadie, ni me visitaban , ni salía a la calle a perder tiempo, ni tenía amigos, por lo que "mi romance" estaba en peligro. Pero yo seguía convencida de que todo se arreglaría, una vez "mi novio" y yo nos pudiéramos poner de acuerdo.
Pasados unos dos meses, para el carnaval, nos encontramos, por casualidad, en el Parque Colón, frente a la Iglesia La Altagracia, (yo imaginé que él iría, por eso me interesó mas ir a ver el desfile).
Pues lo que planifiqué me funcionó...¡allí estaba él, precioso como siempre! Se me acercó y se sentó a mi lado, en una de las bancas del parque, yo estaba muy nerviosa por tenerlo tan cerca, me sonrojaba la idea de que los demás descubrieran que quien estaba sentado a mi lado era mi novio, el estómago se me llenó de todos lo insectos voladores que se puedan imaginar... él se acercó a mi oído para susurrarme un secreto y mi corazón estaba a punto de estallar... ¡Nunca olvidaré aquellas palabras que me dijo!: -¡Pero tú priva en buena, me dejate' e'perando y nunca me dijite' na'!...
¡Me quedé perpleja! ...
" ¡¿Adió, y todo ese tiempo yo tuve amore' sola?!"

          De A Retazos...        

♣Las Karavelitas :
Ya ordené mi Karavelita, bueno, mis karavelitas, porque hice una orden múltiple; estoy muy contenta ( y ansiosa) por recibirlas.
Cuando las tenga conmigo me tomaré fotos y las traeré a Blogger para darles promoción ( ¡eso, si la página me lo permite!).
Si te interesan solo te tienes que comunicar con Will que tiene un negociazo con las T's...¡ya se están haciendo famosas, no te quedes atrás!

♣Los Bonches:
En todas partes leo sobre bonches y reuniones de compañeros bloggeros y a mi no me ha tocado ni uno... ¡eso me tiene con cuerda!
Este sábado se realizará un BoncheBlog en Santiago, en Los Jardines Metropolitanos. Es un can que se viene planificando desde hace un par de meses, comandado, en parte, por Yoyito (¡ que parece que es enemigo mio porque tiene mucho que ni me visita, ese azaroso! )...
¡Ojalá les vaya bien mal, les caiga un aguacero arriba, les prohiban el alcohol desde las 4:37 de la tarde y los quipes sepan a viejo! ( Todo eso es la vil ENVIDIA blablando, porque no voy).


♣En La Blogósfera:
Dándole vueltas a este universo de ideas, pensamientos y palabras di con un Blog que, por una de esas "causalidades", resultó ser de un amigo muy querido...¡Ah, las vueltas que da la vida!
Tenía días que no lo visitaba (él no publica muy frecuentemente ) pero me encontré con un post que me llenó de gran regocijo y me inyectó optimismo. Se titula "El Portero del Prostíbulo".
Hoy quiero compartir con ustedes este artículo y por eso les traigo el enlace:
http://platanorepublic.blogspot.com/
¡Ojalá que lo disfruten!

♣Arroba de Oro:
Hace un par de días recibí un correo electrónico de "La Cocina de Tía Clara" donde me solicitaban participar en las votaciones de La Arroba de Oro/ categoría "Arte", en la que está nominada su página Web.
Como soy asidua usuaria de este servicio decidí darme una vuelta por las votaciones y hacer mi contribución.
Luego de ejercer mi derecho al sufragio empecé ( cual gente que no tiene nada que hacer) a revisar las otras categorías y sus nominados.
Mi recién adquirida experiencia bloggera me indicó que revisara la sección de "Personales" y me vi gratamente sorprendida al descubrir varias páginas bloggeras nominadas en esta categoría.
Resulta un gran incentivo saber que, mientras le inviertes tiempo al pasatiempo de las publicaciones en este sitio, también puedes nominar tus disparates y, con suerte, llevarte una presea de oro ( bañada en 14 k's, para ser correctos)... ¡ un negocio redondo!
Aquí les traigo los enlaces de los nominados. ¡ Suerte a todos!
( Si se me escapa alguno me disculpan pero a mi nadie me está pagando por hacer esta vaina):




bracuta.blogspot.com


alvaro-andon.blogspot.com


hdelgado.blogspot.com


gervodka.blogspot.com


sandrapelletier.blogspot.[...]


alesi2.blogspot.com


penagomez.blogspot.com


unprincipemestizo.blogspo[...]


www.alfpointofview.blogsp[...]


www.mikezapping.blogspot.[...]
♣Y, Por Último:



          El "USS Intrepid"...        
El domingo pasado (Ago. 13) nos fuimos, toda la familia, a visitar el porta-aviones USS Intrepid, hoy convertido en Museo Naval.
Este transportador sirvió a los EEUU durante la Segunda Guerra Mundial y, hacía mucho tiempo, queríamos visitarlo.
Fue un paseo sumamente interesante. Es mucho mas espacioso de lo que imaginaba y está cargado de grandes memorias.
Lo que primero llamó, fuertemente, mi atención, fue el intenso olor a combustible que se respira dentro de la nave. Cualquiera pensaría que, habiendo estado fuera de servicio por tanto tiempo, este olor habría desaparecido, pero no, huele a una mezcla de pólvora-aceite-combustible que no puedo definir. No es un olor desagradable, a pesar de todo, es mas, contribuye para ambientarte y transportarte al momento en el que este barco vibraba lleno de vida.
El organismo que se encarga de la conservación de este museo ha hecho un manífico trabajo y cumple con el cometido de llevarte en un viaje pasmado a través del tiempo.
Está ubicado en la calle 46 y 12 Ave., en Manhattan, en el muelle a orillas del Río Hudson.
Recomiendo, a todo el que le sea posible, tomarse unas tres horas de su itineriario para visitar este porta-aviones, vale la pena hacerlo.
Como nota curiosa: En algún momento de la tarde escuchamos el contagioso sonido de un Perico Ripiao' y, cuando enfocamos bien, se trataba de uno de los barcos de "The Circle Line ", de esos que les dan la vuelta a la isla, que traía un conjunto típico para conmemorar el desfile dominicano, celebrado ese mismo día, en NYC.


Aquí les traigo algunas fotos del pasadía.

El casco y los puentes del almirantazgo.

Una de las propelas del barco. ¡Fíjate en su colosal tamaño!

Uno de los aviones estacionados en el USS Intrepid.
¡Blogger no me deja subir mas fotos!
Las demás se las debo.
P.D.: Entra quí, te puede interesar.

          De Los Merengues...        
Hace unas semanas atrás una amiga me envió un video recomendándome que publicara un post sobre los cambios que ha sufrido el merengue dominicano en los últimos tiempos.
Cierto es que nuestro ritmo no es el mismo de hace unas décadas atrás.
Ante la clara escasez de escritores es muy notorio el deterioro de nuestro merengue. Pero, como dicen por ahí, el dominicano baila lo que sea, y, salvo muy marcadas excepciones, no se queja mucho de las letras que lo acompañan.
Así se han dado el lujo, algunos "innovadores", de pegar canciones como "Culikitaka-aquí, Culikitaka-allá", "La Vaca", "Chacarrón, Macarrón", etc.
El asunto es que, mientras me aprestaba a estudiar el video con una percepción, pre-concebida, de que sería malísimo...¡Oh, sorpresa! el dichoso video acabó gustándome.
No era la primera vez que escuchaba la canción, mas si la primera que lo veía.



¿Por qué me gustó?
Digamos que Mala Fé no es el mejor exponente de nuestro ritmo y tiene un peculiar talento para cantar disparates, pero, tomando en cuenta que este tema lo hace en homenaje a la Comunidad Gay, yo no veo una mejor forma para hacerlo, sinceramente.
No es que considere que los homosexuales no merezcan calidad en sus propuestas, pero, reconociendo que se les atribuye una alegría perpetua, Mala Fé, en su estilo único, supo traer un número contagioso, lleno de fiesta y color, invocando la libertad para proclamar tus preferencias sexuales, adornándolo con una dosis de excelente buen humor.
No puedo criticar este merengue porque cumple con el propósito de su intérprete, al contrario, me encanta y lo pongo cada vez que se me ocurre.

          Los Niños y La Maldita Guerra... ...        
Desde pequeñita me han perseguido los pensamientos nefastos sobre el Fin de la Humanidad. Nuestros padres siempre nos confortaban asegurándonos que eso nunca va a pasar, que el Mundo no se va a acabar y que nos tranquilicemos.
Creciendo he tenido que enfrentarme a la triste realidad de que el Mundo, tal y como lo conocemos, se nos está acabando día con día.
Cuando mis hijos me cuestionen sobre sus temores sobre la llegada del Final...¿Yo cómo voy a superar los propios y convencerlos (como lo hicieron conmigo) de que todo estará bien?
Solo se me ocurre pensar que, mientras haya niños, hay esperanza; nos toca sembrar cosas positivas, en ellos, para cosechar bonanza espiritual.
Estas guerras se empeñan en mutilar los sueños y las espectativas de cada uno de nosotros, pero yo quiero creer que, si todos aportamos, aunque sea, un solo granito de arena, nuestra disposición puede crear una playa hermosa llena de Luz e Ilusión.
¡No a las armas, no a las guerras!
Nuestros niños son el Futuro, no lo destruyamos mancillando su inocencia, llenándoles las manos de pólvora.
GUN & KIDS
Quiero compartir esta cadena con los siguientes compañeros bloggeros. Recordemos que en la unión está la fuerza.
Anarquista, JayCam, Platanero, Vampixx y Clankleta.
Todos los demás no esperen a ser convocados, solo únanse a esta causa.


          Tour Ilusión: Gaby Moreno en Guatemala        
“Ilusión” es el regreso de Gaby Moreno a sus inicios. Musicalmente, el nuevo álbum captura la esencia pura de una artista inmigrante ambiciosa que logró llegar a un país nuevo, contando con solo su guitarra, su talento y un bolso de canciones que estaba ansiosa por compartir. Este disco fue nominado al Grammy USA y es una colección de 13 canciones que reflejan una mezcla orgánica de todas sus influencias, desde el blues hasta los boleros. No se utilizó ninguna computadora en la grabación, solamente se dejó guiar por sus oídos. Se realizó todo a cinta, usando unos micrófonos antiguos bellísimos, y con su banda tocando juntos en un mismo espacio. El ahora tradicional Festival Acústico "Gaby Moreno y Amigos" es un show tipo revue en el que Gaby invita artistas a los que conoce y admira para compartir el escenario en su país de origen: Guatemala.


El Primer Festival se realizó en el año 2014 como una celebración por haber obtenido el Grammy Latino a Mejor Nuevo Artista, en esa ocasión participaron como invitados: Francisco Paez (Guatemala), Franc Castillejos (Guatemala), Mercedes Escobar (Guatemala), The Milk Carton Kids (USA), Gabe Witcher - The Punch Brothers (USA), Pedro Capó (Puerto Rico) y Kevin Johansen + The Nada (Argentina).

El Segundo Festival se realizó en el 2015 y contó con los siguientes invitados: El Gordo (Guatemala), Devorah Rahel (Guatemala), Ishto Jueves (Guatemala), Pat´za (Guatemala), Oscar Issac (Guatemala/USA), The SongBirds (Guatemala/USA/Australia), Sara Watkins (USA), Natalia Lafourcade (México), Ximena Sariñana (México) y Alex Ferreira (República Dominicana).

El Tercer Festival se realizó en el 2016 y reunió a The Hand of Midas (Guatemala), Domi Hunziker (Guatemala), Tommy Torres (Puerto Rico), Monsieur Periné (Colombia), Jonny P. (USA),

OBJETIVOS DEL FESTIVAL



  • Ofrecer al público guatemalteco una presentación de primera categoría, impulsando el talento nacional.
  • Cada año, el concierto es a beneficio de una ONG. Este IV Festival será nuevamente a beneficio de FUNDAL, fundación de la que Gaby es embajadora.


¿QUÉ PODEMOS ESPERAR PARA ESTE 2017?


En relación a su Tour Ilusión y IV Festival, Gaby nos comparte lo siguiente: “Qué honor tan grande siento de anunciarles a todos mis invitados. Gracias a cada uno de ellos por venir a este hermoso rinconcito a compartir, celebrar la música y apoyar a FUNDAL. Será una noche inolvidable.


  • Yahaira Tubac. Les presento a la niña prodigio del piano. Su luz brilla y cada vez más fuerte. Qué dicha para nosotros ser testigos de los inicios de un gran talento que llegará muy lejos. Un honor será tenerla como mi invitada especial. @YahairaTubacT
  • Manguito. Este talentoso duo guatemalteco “Manguito” está conformado por Javier Samayoa y Daniela Guirola. Les recomiendo escuchar su disco completo llamado "Sabores". Ritmos contagiosos, melodías simples y hermosas. @ManguitoMusica
  • Jairo Zavala. Originario de Madrid, es el cantante y compositor detrás de la banda DEPEDRO. Un músico extraordinario. También toca guitarra junto a la banda Calexico. Ahora me dará el gran gusto de llevar su música en vivo y en directo a Guatemala. @DEPEDROMUSIC
  • Calexico. Es una banda de Tucson, Arizona, iniciada en los 90s por el cantante y guitarrista Joey Burns y el baterista John Convertino. Durante el 2015 y 2016 estuve de gira con ellos por Estados Unidos y Europa. Esta gira fue una de las experiencias musicales más enriquecedoras que he tenido @Calexico”


¿CÓMO NACE FUNDAL?


FUNDAL es una organización privada, no lucrativa y la única en Guatemala que desde 1998 ofrece servicios educativos para bebés, niños, niñas y jóvenes con sordoceguera y discapacidad múltiple.Nace inspirada en Alex, un pequeño niño con sordoceguera que en 1996 conquistó el corazón de su familia adoptiva y los motivó a iniciar la primera organización de esta naturaleza en Guatemala. FUNDAL es reconocida nacional e internacionalmente como un centro de referencia y realiza continuamente actividades de formación, capacitación y sensibilización.


           Are Caribbean Medical Schools Under Investigation for USMLE Irregularities?         

By George F. Indest III, J.D., M.P.A., LL.M., Board Certified by The Florida Bar in Health Law Based on recent potential client consultations we are asking whether the National Board of Medical Examiners (NBME), perhaps acting through the Educational Commission for Foreign Medical Graduates (ECFMG), is investigating Caribbean medical schools such as Atlantic University School of Medicine, St. Lucia (AUSOM); Aureus University School of Medicine, Aruba (AUSM); American University of the Caribbean School of Medicine, St. Maarten (AUCSM); Ross University School of Medicine, Dominica, West Indies (RUSM); or others....


          Grand Rapids, MI: Living Area and Kitchen        
See my bathroom here and my office here!

This is almost the end of my apartment! I have to post my bedroom, but there are still plans a-foot in there. But here are my living room and kitchen - these might be my two favorite rooms in the house. Living room is about 15' x 18' and kitchen is 7' x 10'.

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Most of you have seen all of this stuff before if you checked out my old apartment. But, to recap! The coffee table is a Lane table circa 1949 according to the serial number underneath. Someone left it in one of my apartments and I refinished it. The red chair is by Milo Baughman, from the early 60s - I got it cheap off of ebay and had it reupholstered. That red chair is my favorite piece of furniture. The tv center I found on ebay for a local pick up. It was probably the top part of a hutch but whomever had it before me put feet on it and used it as a cabinet. The rocking chair is 1920s mission style chair that my boyfriend had re-seated and reupholstered for me for Christmas. The little round table was part of a set for Shakespeare in the part (my boyfriend is in theater). Let's see, the table lamp and the bookcase are both from Ikea, the couch is from Pier One and the rug is from overstock. I don't remember where the other lamp came from - some big box store. Whew!

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Better view of my chair - also, you can see the curtain pattern. Those are also from Ikea. The top painting is from a gallery in Barcelona. The lower painting was painted by a friend (hard to see in the photo).

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The other chair! The top print is by Stephen Huneck.

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I used an old, enamelware chamber pot for my plant.

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The copper plate is an a letterpress from a newspaper advertisement circa 1930. The red pig is from Barcelona and the large white water pitcher is english ironstone. I sourced the mark to 1860-1880. the little candles are from Villainess.

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Looking in from the doorway.

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Better view of the cabinet. The two framed pictures I got from a vendor outside the metropolitan museum of art. The basket is from South Africa, the box from Tanzania and the little black vase from Oaxaca, Mexico. The little painting I got in Athens, Greece.

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Looking from next to the tall lamp towards the door. The pillow covers I got from an etsy seller and my mom knitted that blanket for me.

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That table is mission style from the 1920s. It was DIRE. My boyfriend and I refinished it together.

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Close up! The large print is by Audry Kawasaki. Top left watercolor I purchased from a guy outside the Metropolitan Museum of art. Top right is a mixed media piece that I purchased at a gallery in Barcelona. The two on the lower level are plates that I got in Canterbury, UK. The red lamp is from Bed Bath and Beyond and the two turquoise candle holders were a gift from a good friend.

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Art detail! The picture on the left I got from a street vendor in Barcelona.

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Shelf detail. Top: Two wine ducks I won in a housingworks auction, probably midcentury. I found the pewter decanter at a random thrift store and I have no idea about its origins or age. Sadly there is no mark. The coffee pot also has no mark, but I suspect 1920-30 at the latest as the top button is made of celluloid but not bakelite. Top shelf: conch shell legally collected in the Cayman Islands. Second shelf: Painted ostrich egg shell from Cape Town, South Africa; vintage glass fishing float from the Oregon coast; small collection of vintage bottles from here, there and everywhere. My cousin made the glass fish. Third shelf: Pottery is from Guatil, Costa Rica and the elephant book ends were hard won in negotiations in Kenya. HARD WON. Bottom shelf: Statue from the Dominican Republic (love the way that the African influences are so evident in the traditional art there) and the key bowl is from Kenya. Pretty book ends I got at one of those rocks and minerals stores at the mall when it was going out of business when I was still in high school.

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Doorway. The picture is from Kenya.

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Such a ham.

Okay, now a tour of the kitchen.

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From the back of the kitchen. My kitchen is small, so we mounted a bunch of shelves from Ikea on the wall to give more space. My boyfriend found the table on the street and we de-rusted and repainted the legs. It was perfectly good. The chairs I ordered - I love those folding chairs but they did not come cheap. I originally wanted to get 8 or them, but I ended up only getting two because they were so pricey.

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Chairs!

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Standing by the sink, looking backwards. The two white framed prints I got at NYCC and are by Tara McPherson. The CYRK poster is a vintage, 1966 polish circus poster. My boyfriend HATES it, but I love it. The stove and fridge are on the right. The birds on a branch is a painting I got in Xi'an, China.

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Sigh, love.

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I had chickens in my backyard in Manhattan and this was my egg basket. Sadly urban chickens are illegal in Grand Rapids, MI - but I still have my chicken egg basket!

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Looking in from the hallway. The sign was legally acquired at the Museum of American History when I was in college. The bar cart I got at a thrift store - it's probably mid-late 1970s, early 80s.

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Close up of the bar cart. The white enamelware water jug is my recycle bucket. I'm looking for something equally cool that will kind of match for my paper recycling.

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Vintage cocktail shaker and modern penguin ice bucket.

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I like magnets.

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Front wall of the kitchen. It sucks.

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I got this suncatcher in Portland, OR.

Okay, I think I'm done now.
          Mike Krzyzewski to under go knee surgery, Duke to cancel team trip to the Dominican Republic        
Duke announced on Thursday that Mike Krzyzewski will be undergoing surgery to get a total knee replacement on his right knee this weekend. Due to the surgery, the team will be canceling their upcoming trip to the Dominican Republic. “While it’s disappointing that we aren’t able to make the Dominican Republic trip, this is a […]
          Economic and Geo-Political Prognosis for 2015        

Paper No. 5856                                 Dated 12-Jan-2015

Guest Column by Dr. Rajesh Tembarai Krishnamachari and Srividya Kannan Ramachandran

Abstract:

The re-moderation of the world economy set in place over the past few years continues apace. Notwithstanding some lasting damage on the supply side through the 2008 recessionary trough, our outlook for 2015 is bullish weighing more on optimistic data trends than on continued negative sentiment proffered from some analyst quarters.

Around the world in 80 (or more) words:

Treating the ten-year US Treasury bond yield as a proxy indicator for that nation's nominal GDP growth, we anticipate United States to grow around 3% next year.[1] While this does not mark a return to the buoyant 90s, it is better than the secular stagnation hypothesized earlier in 2014.[2] With US acting as an engine to spur growth, the world economy should also expand by more than 3%.[3] Stability across the world will be maintained – as sparks without a concomitant fury will characterize both overt (e.g. Russia-West over Ukraine) and covert (e.g. China-Japan over Senkaku) animosities.[4] European stagnation from debt and unemployment will be counterbalanced through quantitative easing by the European Central Bank.[5] Similar action in Japan will display the limits of Abe-nomics.[6] China will prepare for a structural slowdown emphasizing domestic consumption and de-leveraging an over-heated financial sector; all the while growing at a 7% rate that will amaze rivals around the world.[7] Indian reform, even if inadequate, will boost the middle classes and reinforce confidence in the Modi government.[8] African countries will find their commodity boom dissipate and ease of borrowing decline as commodity prices fall and yields rise in the developed world.[9]

Continental tectonics:

a. North America:

Economic benefits arising from the exploitation of shale gas have not only silenced the anti-fracking environmentalists, they have altered the strategic world-view of Washington politicians.[10] As US aims to overtake even Saudi Arabia in oil/NGL production in 2015 (and the Saudis pull out all stops in preventing it by driving crude prices down), it has markedly reduced its role as a global policeman.[11] Its own economy is on the mend even as a lame-duck president will be boggled down with partisan grid-lock. Markets will fret about the mid-year (or earlier?) hike in interest rates; though Main Street - aided by a strong dollar - will likely shrug it off with a continued upward movement across different sectors.[12]

Mexico and Canada will benefit from their tight coupling with the United States.[13] Enrique Pena Nieto will claim credit for reforming the Mexican economy – across sectors as diverse as energy and telecom.[14] Pemex, dear to the Mexicans, will face some competition, though nothing remotely similar to the American acquisition of Tim Hortons – dear to the Canadians – will happen.[15] Up north, the Canadian elections in 2015 will reveal whether the country has reverted to its liberal propensities or sticks with Harper's conservative agenda.[16]

b. Latin and South America:

The outlook is disappointing across much of the region. Run-away inflation hammers Argentina and Venezuela; milder ill-effects bedevil Brazil, Bolivia and Uruguay.[17] The Maduro regime in Venezuela and the Kirchner government in Argentina continue to flirt with disaster as their GDP growths slip and mass discontent builds up.[18] Dilma Rousseff has stabilized her position electorally, though her policies continue to disappoint investors and have the potential to reignite sudden protests like the 2013 bus-fare protests.[19] Dependence on commodity exports in a time of declining prices does not portend well for any of the South American states, including Brazil.[20] On a positive note, Cuba – already expected by analysts to grow by close to 4% next year – will see a boost to its fortunes accruing from a thaw in relations with US under Obama.[21]

c. Africa:

African nations had a great run in the past few years. This arose not only from the boom in commodity prices but also from the need for yield amongst DM (developed market) investors resulting in investment in both corporate and public African bonds.[22] In 2015, these factors could dissipate which will place pressure on countries like Angola where household spending has risen more than 4000% since the start of the millennium.[23] Ethiopia and Kenya are expected to continue on a robust growth path.[24] Contradictions abound within Africa, and nowhere are they more visible than in Nigeria. While the northern part struggles under the oppression of Boko Haram, the southern part booms under Goodluck Jonathan's president-ship.[25] In neighboring South Sudan, one is reminded of the risk-reward payoff as the nation widely tipped to experience spectacular growth in 2014, got mired in conflict, with the consequent dissipation of growth potential.[26]

American intervention in Libya undermined the Gaddafi-imposed order and has led to a civil war between the Islamist and secularist factions which will hold back that nation in the coming year.[27] A more benign intervention was that of the French in Mali in 2013; we expect more calls for Hollande's assistance in 2015.[28] El Sisi has stabilized Egypt after the Muslim Brotherhood interlude in the post-Mubarak era. Though more brutal than Mubarak, the El Sisi regime is being propped by both the Americans and Saudis, leading us to expect the recent bull run in Egyptian markets to continue.[29] ANC rule in South Africa continues unimpeded. Though atrophied by many scandals, the rule should produce close to 3% growth in the coming year.[30]

d. Middle East:

The region continues to be a cesspool of ethno-sectarian rivalries as the century-old Sykes-Pikot agreement unravels.[31] Recep Erdogan has stabilized Turkey and should reap a growth on par with other emerging economies.[32] Erdogan's external actions driven by AKP's crypto-desire to establish a caliphate will see him prop the Islamic State (IS) just so that it can damage Shia and Kurdish interests; but not enough to threaten his own Sunni hegemonic plans.[33] The Saudi establishment has focused on the removal of the Muslim brotherhood threat; now they will focus on limiting Shia Iranian influence by keeping crude prices low.[34] Western companies made a beeline to Iran in 2014 in hope of an impending thaw; much will depend on the negotiation ability of the Rouhani establishment on the sanction front.[35] Dubai and Israel remain insulated from the turmoil around and could reap the benefit of the uptick in the world economy.[36] The risk of sudden flare-ups like the 2014 Gaza war continue to remain on the Israeli radar.

e. Asia and Australia:

The Asian political scene is remarkably stable with China, Japan and India looking inward to stabilize their economies under the leadership of Xi Jinping, Shinzo Abe and Narendra Modi, respectively. Some events have gone unnoticed by world media – for example, China starts the year of the goat as the world's largest economy when measured in PPP terms and for the first time ever, Chinese outbound investments could exceed those inbound.[37] The establishment of China on the world stage has made Xi stronger than any Chinese leader in recent memory bar Chairman Mao himself. The Abe regime will continue on its reformist route of bringing Japan out of the deflationary zone, while winking at nationalist sentiment calling for a re-interpretation of the country's post-war pacifist role.[38] Down south in India, Modi has surprised both supporters and detractors alike by his middle-path approach to reforming the economy and his zealous interest in foreign policy. While reforming cautiously, he has not removed the populist schemes of the previous government. 2015 will see him act unimpeded by local elections (other than in Bihar) and will prove to be a litmus test of his claims of good governance.[39]

Afghanistan under Ashraf Ghani will face more trouble from Taliban as US adopts the Pakistani classification into good versus bad Taliban.[40] In nearby Pakistan, the wildly popular Imran Khan - with some help, perhaps, from the deep state – will challenge the established parties in their home turfs.[41] In Indonesia, Jake Widodo has come to power with Imran Khan-type support amongst the youth, and he will be hard-pressed to implement his reformist agenda – including reducing fuel subsidies – amidst persistent opposition from entrenched interests.[42] ASEAN will continue to slip on its stated intentions for closer cooperation.[43] Australia will try to balance its strategic partnership with the United States with economic dalliances with the Chinese.[44]

f. Europe and Russia:

Vladimir Putin will be emboldened by the short-term rise in domestic popularity; and hence ignore the longer-term implications of his intervention in Ukraine.[45] Tighter coupling with Kazakhstan and Belarus will not prevent what is likely to be a low-growth and high-inflation year for the Russians.[46] Europe as a whole continues to underperform, and it will be most visible in France and Italy both of whom might record less than 1% growth in GDP. With the Trierweller-Gayet saga behind his back, Francois Hollande will attempt to rein in a deficit running at close to 4% of GDP. Even with help from ECB's quantitative easing program, there is little expectation that Hollande can avoid being the most unpopular leader amongst all western democracies.[47] In Italy, high debt and unemployment – exemplified by the statistic of four-fifths of Italians between the ages of 20-31 living with parents – will hamper any efforts Matteo Renzi might take to pull the economy out of its doldrums.[48]

The Greeks might look forward to a better year, especially when juxtaposed against their recent past. On the back of painful reforms, the Greek economy is widely anticipated to commence its long journey back to health, though there might be recurrent political scares and recalcitrant rumors of a Greek exit.[49] The German government will be buffeted by opposing demands – external calls for a more interventionist role in stabilizing the world economy and internal ones for tempering the same. Cautious progress on the fiscal front will lead to modest GDP growth.[50] Ironically, the European nations with best GDP growth projections are also the ones with the highest exposure to Putin's misadventures, viz. Poland, Latvia and Lithuania.[51]

Sectors and segments:

Having dropped significantly in the past few months, the level of oil prices affects the prospects for many industry sectors in 2015.  Oil is typically expected to revert to the mean because a lower oil price has discernible impact on both supply (by discouraging investment in its production and distribution) and demand (by boosting economic activity) sides.[52] The speed of such mean-reversion remains unclear. Russia, Iran and US shale producers (esp. those who are not based at strategic locations) suffer disproportionally more than the Saudi establishment at current price levels.[53] Lower oil prices will provide a fillip to consumer discretionary industries and airlines; and have an adverse impact on railroad (benefiting from oil transportation) and petrochemical companies. The shale gas boom - apart from increasing housing activity - is also the prime driver behind growth in the US steel and construction material sectors; consequently both the steel and construction sectors will remain susceptible to crude movements.[54]

Low interest rates and low macro-growth prospects will induce companies with excess cash to acquire other companies to report earnings growth. That trend will be apparent in companies transacting in sectors as diverse as healthcare, industrials, semiconductors, software and materials.[55] On another side of investment banks, trading desks will see higher market volatility as major powers pursue divergent paths to monetary policy (e.g. US against EU/Japan).[56] In US, regulatory obligations increasing cost of capital for holding certain securities might lead to decreased broker liquidity.[57] 2015 shall see the big banks grapple with the regulations in Basel III and Volcker; one expects regulatory push towards vanilla deposit-taking and lending to continue.[58] Analysts will hope that stronger balance sheets coupled with a return to profitability lead to increased dividend payout for investors in financial stocks. China will seek to tame its overheated financial sector amidst a structural slowdown[59], and India will see RBI governor Raghuram Rajan continue his battle against political interference in corporate lending.[60] Wealth management services will perform remarkably well not only in China, but also to a lesser extent in US as a rising market creates wealth and a retiring baby-boomer crowd seeks to couple low risk with acceptable return.[61] In the arena of mobile payment, Apple Pay will try to avoid the lackluster performance of earlier attempts like Google Wallet.[62]

Lower gasoline prices and an accompanying increase in disposable income (through wealth creation at the markets, increased home values, reduced unemployment and improved economic activity) creates a positive outlook for the consumer discretionary sector. Companies dealing with organic farming benefit from increased health consciousness; the market for yoga will continue to rise as 2014 saw the UN declare a world yoga day on Modi's initiative.[63] Even as DVDs and Blue-rays fall, digital film subscriptions and on-demand internet steaming will rise to please Hollywood.[64] Bollywood will get over its obsession with INR 100 crore revenues as movies will cross that level more frequently.[65]  With supply level of hotels remaining the same as few years back, revenue per room will rise across the sector.[66] Tighter access to credit continues to hamper the rise in existing house sales, which nevertheless should improve over the past year.[67] Asian apparel manufacturers continue to improve their market share in the fast fashion market.[68]  October 2015 will see Europeans benefit from the eCall service in all their new cars, which allows a car to immediately report details to the base-stations on any accident. New carbon-emission standards also come into force in Europe; even elsewhere the move towards higher efficiency in cars will continue.[69] Widodo will be pleased at the growth in automobile sales in Indonesia, which should exceed those of other major markets.[70] Internet advertising is rising faster than television commercials, though 2015 will still see the latter dominate the former in overall revenue generated.[71] Privacy concerns continue to erode on the social media front.[72] The newspaper industry will see increased number of advertorials re-packaged as "native advertising" by which companies will pay for advertisements to be written as paid newspaper article.[73]

In India, the BJP government is yet to clarify its position on foreign direct investment in retail.[74] Irrespective of its final decision, retail sales should surge sharply upward there as the consummation of pent-up demand of past few years couples with the thriving of 'mall culture' in middle-tier cities. China will also see an increase in retail sales inspite of its investigation in to WalMart.[75] The anti-corruption campaign though will negatively impact luxury good sales as well as those of higher-end automobiles there[76]. A strong dollar will affect US companies with significant operations abroad. Wheat production might match 2014 record volumes in Europe[77]; though more newsprint will probably be devoted to higher prices of cocoa from Ivory Coast.[78] Idiosyncrasies of local markets will shine as Dubai invests in large-scale brick and mortal malls, while Manhattan gets more of its groceries delivered at home steps.[79]

Demand for energy should rise at the same pace as the world GDP next year. Analysts will point at attractive valuations of oil companies.[80] If shale price remains attractive, Sabine Pass in Louisiana will emerge as the first plant in US to export LNG.[81] Four years after the Fukushima incident, Japan will see nuclear reactors back in operation at Sendai.[82]

2014 saw the denizens of the developed world fret about Ebola, breast cancer (through a campaign by actor Angelina Jolie) and ALS (through the ice bucket challenge).[83] Overall, health spending will comfortably outpace the rate of growth of the overall economy. Long-term secular trends driving this are the aging population in the western world (with the population pyramid replaced by a population dome) and an emerging middle class elsewhere with increasing demand for improved access to healthcare.[84] Universal healthcare has been promised for all in India, which should drive up healthcare expenditure by a significant amount there.[85] In 2015, large US companies are mandated under Obama-care to provide insurance to more than 70% of their eligible workforce.[86] Uncertainty on US healthcare reform and debate thereon may cause short-term price volatility. Millennial Development Goals will reviewed by the UN later in the year with a new set of goalposts announced for countries to be met by 2030; different NGOs will campaign vigorously through media to get their pet agendas included in the final list.[87]

Transportation companies will report higher earnings from increased economic activity.[88] Apart from some airlines which have suffered reputation damage through recurring accidents, airline companies will benefit from the reduced oil prices. Defense industry will see robust growth in China, as "Chi-America" remains no more a chimera.[89] Alarmed by this increase, Vietnam with Philippines will move within the US ambit and Australia will seek to join the tripartite naval exercises in the Indian Ocean between US, Japan and India.[90] Tensions in Eastern Europe and the middle-east will favor increases in expenditure across the region. The nationalist government in India will increase defense expenditure sharply even as it moves beyond lip-service on the long-standing issue of indigenization of defense manufacturing.[91]

The mantra of social-local-mobile (SoLoMo in tech jargon) continues to drive the consumer markets division of information technology companies.[92] Expenditure on IT hardware is significantly retarded by the increasing move to cloud computing.[93] The move to cloud computing - along with increasing use of mobile commerce - bodes well for the computer security business.[94] India should see a sharp increase in smart phone adoption; elsewhere tablet computers will rise against laptop and desktops.[95] Embedded systems coupled with rudimentary networking will be marketed as an all-encompassing internet of things as the era of big data continues.[96]  Today, a single family in US places more demands on data flow than the entire planet did a decade back; and even this data rate is expected to increase by a whopping 70% over the next year. Consolidation in the cable sector (e.g Comcast with Time Warner Cable) and the convergence of content with distribution (e.g. AT&T with DirectTV) are two trends that should continue on from 2014.[97] Even as Indians will talk about 3G coverage spanning the nation; Americans will tweet about 4G price warfare and the Chinese will see ZTE unveil a 5G prototype.[98] Facebook will have more users than China has human beings.[99] Analysts will harp about impact of interest-rate hikes on high dividend paying telecom stocks.[100] Apart from the financial industry, telecom will emerge as an industry most impacted by federal regulation across the globe.

The anthropologist Edward Weyer once compared the future to being akin to a "corridor into which we can see only through the light coming from behind".  It is in that sense that we have analyzed the data of the bygone year and tried to extrapolate into the days and months ahead. And when some are falsified - and falsified, some will be - then we shall lay credit for the same at the feet of those responsible - viz. us, the people.

[The authors are based in New York City, and can be contacted through email at tkrajesh@gmail.com and srivi019@gmail.com. The views represented above are personal and do not in any manner reflect those of the institutions affiliated with the authors.]

References


[1] See the graph titled "10 year bond yield: annual change and real GDP: annual % change" at http://www.swcollege.com/bef/econ_data/bond_yield/bond_yield_data.html.

[2] "Secular stagnation: facts, causes and cures", a VoxEU eBook at  http://www.voxeu.org/sites/default/files/Vox_secular_stagnation.pdf.

[4] A brief historical perspective on the Russia-Ukraine conflict is at http://www.summer.harvard.edu/blog-news-events/conflict-ukraine-historical-perspective.

The Economist magazine summarizes the debate over Senkaku islands at http://www.economist.com/blogs/economist-explains/2013/12/economist-explains-1.

[5] “The ECB, demigods and eurozone quantitative easing” at http://www.ft.com/cms/s/0/c90dd466-7bb4-11e4-a695-00144feabdc0.html#axzz3NIKpG2Fx.

[6] “Bank of Japan announces more quantitative easing: the next chapter in Abenomics” at http://www.forbes.com/sites/jonhartley/2014/11/02/bank-of-japan-announces-more-quantitative-easing-the-next-chapter-in-abenomics/.

[7] “World Bank urges China to cut economic growth target to seven percent in 2015, focus on reforms” at http://www.reuters.com/article/2014/10/29/us-china-worldbank-idUSKBN0II05P20141029.

[8] “Reforms by PM Narendra Modi will help India to grow 5.5% this year, 6.3% next year: ADB” at http://articles.economictimes.indiatimes.com/2014-12-17/news/57154602_1_cent-the-adb-growth-forecast.

[10] “The experts: how the US oil boom will change the markets and geopolitics”, http://www.wsj.com/articles/SB10001424127887324105204578382690249436084

[13] “Economic growth patterns in USA, Canada, Mexico and China” at http://www.huffingtonpost.com/dominik-knoll/economic-growth-patterns-_b_5832182.html.

[14] “Mexican president Pena Nieto's ratings slip with economic reform” at http://www.pewglobal.org/2014/08/26/mexican-president-pena-nietos-ratings-slip-with-economic-reform/.

[17] “Andres Oppenheimer: Latin America's forecast for 2015: not good” at http://www.miamiherald.com/news/local/news-columns-blogs/andres-oppenheimer/article2503660.html.

[18] “Maduro blames plunging oil prices on US war vs Russia, Venezuela” at http://www.reuters.com/article/2014/12/30/us-venezuela-oil-idUSKBN0K802020141230 and “What's in store for post-Kirchner Argentina” at http://globalriskinsights.com/2014/12/whats-store-post-kirchner-argentina/

[19] “Brazil economists cut 2015 growth forecast to slowest on record” at http://www.bloomberg.com/news/2014-08-11/brazil-economists-cut-2015-growth-forecast-to-slowest-on-record.html

[20] “Economic snapshot for Latin America” at http://www.focus-economics.com/regions/latin-america.

[21] “Cuba, Dominican Republic and Puerto Rico business forecast report Q1 2015” at http://www.marketresearch.com/Business-Monitor-International-v304/Cuba-Dominican-Republic-Puerto-Rico-8538079/ and “Obama's Cuba move is Florida's top story for 2014” at http://www.washingtontimes.com/news/2014/dec/29/obamas-cuba-move-is-floridas-top-story-of-2014/.

[24] “Ethiopia overview” at  http://www.worldbank.org/en/country/ethiopia/overview and “Kenya overview” at http://www.worldbank.org/en/country/kenya/overview.

[26] “Internal violence in South Sudan” at http://www.cfr.org/global/global-conflict-tracker/p32137#!/?marker=33.

[27] “Political instability in Libya” at http://www.cfr.org/global/global-conflict-tracker/p32137#!/?marker=14.

[28] “The regional impact of the armed conflict and French intervention in Mali” at http://www.peacebuilding.no/var/ezflow_site/storage/original/application/f18726c3338e39049bd4d554d4a22c36.pdf.

[29] “EGX head optimistic on equities as Egyptian economy recovers” at http://www.thenational.ae/business/markets/egx-head-optimistic-on-equities-as-egyptian-economy-recovers.

[30] “Economy - outlook for 2015 dismal, despite boost” at http://mg.co.za/article/2014-11-25-economy-outlook-for-2015-not-encouraging-despite-boost.

[31] “Pre-state Israel: The Sykes-Picot agreement” at http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/History/sykes_pico.html.

[32] “Turkey - economic forecast summary (Nov 2014)” at http://www.oecd.org/economy/turkey-economic-forecast-summary.htm.

[34] “Saudi-Iranian relations since the fall of Saddam” at http://www.rand.org/pubs/monographs/MG840.html.

[36] “Dubai 2015 cross sector business outlook extremely bullish” at http://ameinfo.com/blog/mentors/c/capital-club/dubai-2015-cross-sector-business-outlook-extremely-bullish/ and “Israel - economic forecast summary (Nov 2014)” at http://www.oecd.org/economy/israel-economic-forecast-summary.htm.

[37] “China's leap forward: overtaking the US as world's biggest economy” at http://blogs.ft.com/ftdata/2014/10/08/chinas-leap-forward-overtaking-the-us-as-worlds-biggest-economy/.

[38] “Understanding Shinzo Abe and Japanese nationalism” at http://www.foreignpolicyjournal.com/2014/05/26/understanding-shinzo-abe-and-japanese-nationalism/.

[39] Book: “Getting India back on track: an action agenda for reform” edited by B. Debroy, A. J. Tellis and R. Trevor.

[40] “US may not target Mullah Omar after this year" at http://www.dawn.com/news/1152382.

[41] “The rise and rise of Kaptaan” at http://tribune.com.pk/story/800722/the-rise-and-rise-of-kaptaan/.

[42] “Widodo launches reform agenda with fuel price hike” at http://www.focus-economics.com/news/indonesia/fiscal/widodo-launches-reform-agenda-fuel-price-hike.

[43] “ASEAN's elusive integration” at http://opinion.inquirer.net/74164/aseans-elusive-integration.

[46] “Russia's economics ministry downgrades 2015 oil price forecast to $80 per barrel” at http://itar-tass.com/en/economy/764662.

[47] “Hollande popularity plumbs new low in mid-term French poll” at http://www.reuters.com/article/2014/11/06/us-france-hollande-idUSKBN0IQ14R20141106.

          Alucinaciones Socialistas        

Pensé no comentar sobre la visita de Rafael Correa a la Isla de Cuba dada la necedad de sus declaraciones y la poca importancia que dicha visita brinda al país (mas allá de sus evidentes intentos de salamería socialista).  Sin embargo no queda duda que pareciera que el compañero Correa sigue sufriendo de alucionaciones, pues se niega a reconocer (como lo hacen todos los socialistas trasnochados) que en Cuba lo que se vive es una dictadura.  Yo me pregunto hasta cuando vamos a escuchar tanta sandez, y si tanto les parece interesante el infierno cubano porque no emigran a Cuba y de una vez por todas experimentan en carne propia el gulag Cubano. 

Para muestra me remito a las pruebas y vean las declaraciones vergonzosas que ha dado en Cuba donde para empezar su idea de una nuevo país incluye el que se larguen los que no están de acuerdo y por supuesto se niega a ver el desastre Cubano.  Seguramente lo llevaron a comer a la casa del abuelito Fidel, chocho y enloquecido y se pasaron tomando vinos de los más finos y fumandose un puro cubano mientras discutían como apoderarse del resto de latinoamerica o como ejercer el control total. 

Ojalá si algún día se acaba esta revolución ciudadana y el compañerito decida irse, que Cuba le de asilo, para que viva en carne propia el paraiso cubano.  Pero seguramente no hará eso, e irá seguramente a establecerse a Belgica, patria de su señora a disfrutar de los beneficios de una sociedad capitalista, libre y próspera.


















‘La burguesía quiere desestabilizarnos’


1/14/2009

Redacción Política

El
presidente Rafael Correa   tiene una creencia: los grupos de poder 
utilizan a la mayoría de los  medios  para desestabilizar su
administración.

Así lo señaló en su reciente visita oficial a
Cuba. Allí ofreció  una entrevista con el diario Granma, el periódico
oficial del Régimen cubano, donde explicó en detalle esa idea de una
supuesta alianza entre la prensa y lo que el Jefe de Estado  denomina
“burguesía”.

En palabras del presidente  Correa,  la  burguesía
cubana salió de la isla e intenta atacar al Gobierno de ese país. En
cambio, a su juicio, la burguesía ecuatoriana prefirió quedarse en el
país para frenar su “revolución ciudadana”.

“En Ecuador, la
burguesía se quedó adentro y trata de torpedear todos los procesos de
cambio desde adentro, a través de una llamada prensa libre que en
verdad es prensa en función de ciertos privilegios e intereses; a
través de supuestas cámaras de producción; a través de ciertos sectores
de la Iglesia; a través de supuestas organizaciones sociales”.

Según
el Primer Mandatario, esa supuesta conjunción entre grupos de poder y
una parte de la  prensa se acentuará en el  proceso electoral,
para afectar al Gobierno y a sus candidatos.

“El panorama es
complejo, será difícil, van a hacer lo imposible por desestabilizarnos,
lo imposible por hacernos perder las elecciones. Ese es el desafío,
pero nuestra respuesta será más democracia. Pondremos nuestros cargos
siempre a consideración del pueblo ecuatoriano cuantas veces sea
necesario”.

El 26 de abril el Ecuador asistirá a las urnas para
elegir a todas sus autoridades de elección popular. El  Régimen y su
movimiento  Acuerdo País se han trazado  tres grandes objetivos
electorales: la reelección del presidente Rafael Correa, obtener la
mayoría en la Asamblea Legislativa (Congreso) y captar la Alcaldía de
Guayaquil.

“Los grupos de poder saben que están siendo
derrotados por sucesivos procesos electorales en Ecuador, y van a poner
toda la carne al asador para tratar de desestabilizar al Gobierno y
hacernos perder las elecciones”.

En su diálogo con el órgano de
información oficial del Gobierno cubano, el Presidente también se
refirió al proceso de integración en América Latina. En ese punto, 
responsabilizó  al modelo económico de libre mercado de la ausencia de
los problemas  que hay en la región.  “En lo social creo que falta
mucho y no se va a lograr ese mucho mientras sigan los mismos modelos
de antes, no es con más capitalismo, con más neoliberalismo, con más
mercados que se van a solucionar esas cosas. A.  Latina necesita un
modelo alternativo y en algunos países, Ecuador, Paraguay, Bolivia,
Venezuela, está tratándose de hacer”.

En sus dos años de
mandato, el  gobierno de Correa ha intensificado sus relaciones con los
países que forman la Alternativa Bolivariana para las Américas (Alba). 
Ese bloque está integrado por Venezuela, Cuba, Bolivia, Nicaragua,
Haití, Honduras y Dominica. La Alba busca ser un contrapeso geopolítico
a la influencia de Estados Unidos en la región y cuenta con Irán como
país observador.

“Los gobiernos neoliberales se derrumbaron como
castillos de naipes, por ahí sobreviven unos que otros, pero en general
ha habido muchas victorias sucesivas de gobiernos de izquierda”.

“Ojalá
pronto podamos construir esa nueva estructura o arquitectura financiera
regional, con un banco de desarrollo, con un fondo de reserva, con una
moneda común incluso”, agregó.

En la entrevista con el rotativo
cubano, el presidente Correa  también formuló ciertos paralelismos
entre la revolución cubana  y el proceso político que él lidera en el
Ecuador. Incluso, dijo que su denominada revolución ciudadana también
es “guevarista”, en referencia a Ernesto Guevara.

“Significa
un símbolo de lo que quiere ser la revolución ciudadana, esa clase de
sacrificio al extremo, darlo todo por los ideales que nos sostienen,
darlo todo por el servicio a los demás, darlo todo por la solidaridad.
Así que es también un símbolo y un mensaje de que nuestra revolución
ciudadana es alfarista, bolivariana, pero también guevarista”.


“Los grupos de poder  van a poner toda la carne al asador para  hacernos perder las elecciones”.



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          JENNIFER LÓPEZ Y MARC ANTHONY SE SEPARAN        


EL ANUNCIO DE LA RUPTURA.
El cantante Marc Anthony y la artista Jennifer López, intérprete de éxitos conocidos, como el tema titulado "Jenny from the Block", incluido en su trabajo discográfico, llamado "This Is Me... Then", publicado en el año 2.002, o el sencillo más reciente, titulado "On The Floor", extraído de su último disco de estudio, denominado "Love?", e interpretado con la colaboración del rapero Pitbull, anunciaron, por sorpresa, durante el pasado Viernes, día 15 de Julio de este año 2.011, su divorcio, aunque lo cierto es que los rumores, sobre una posible ruptura sentimental, les han perseguido, desde que se casaron, e, incluso, en los momentos más familiares de la, ya, ex-pareja, como, por ejemplo, ocurrió, poco después del nacimiento de sus hijos gemelos, llamados Emme y Max.
La mediática pareja, formada por el intérprete Marc Anthony y la estrella Jennifer López, anunciaron su separación, durante el pasado Viernes, día 15 de Julio de este año 2.011, en un escueto comunicado de prensa, emitido a los principales medios de comunicación, por sus representantes, en la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), que ha sido objeto de publicación inmediata, a través de la edición digital de las principales revistas, señalando que "hemos decidido poner fin a nuestro matrimonio" y que "hemos llegado a una solución amigable", además de agregar que solicitan que se respete su privacidad.
Con este escueto comunicado de prensa conjunto, difundido por sus respectivos representantes, durante el pasado Viernes, día 15 de Julio de este año 2.011, en la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), la cantante Jennifer López y el artista Marc Anthony ponían fin a siete años de matrimonio, señalando que "ésta ha sido una decisión muy difícil. Hemos llegado a una solución amigable, respecto a todos los asuntos", a lo que, además, añadieron que "son unos momentos dolorosos, para todas las partes involucradas, y agradecemos el respeto a nuestra privacidad, en estos momentos".
El divorcio de dos de los cantantes y actores, ambos de origen puertorriqueño, más populares, en los Estados Unidos de América, como son el músico Marc Anthony y la vocalista y actriz Jennifer López, llegó, después de siete años de matrimonio y de que sus gemelos hayan cumplido, ya, los tres años de edad.
En este escueto comunicado de prensa, difundido a los principales medios de comunicación, por sus representantes, durante el pasado Viernes, día 15 de Julio de este año 2.011, en la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), la pareja, integrada por el salsero Marc Anthony y la diva Jennifer López, afirma que "ha sido un momento muy difícil. Hemos llegado a acuerdos amistosos, en todos los asuntos".

LOS RUMORES PREVIOS.
Al parecer, la última vez que esta pareja, formada por la solista Jennifer López y el cantante Marc Anthony, fue vista y fotografiada junta, fue en una gala benéfica, celebrada, precisamente, en la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), durante el pasado Martes, día 7 de Junio de este año 2.011.
La artista Jennifer López, de 41 años de edad, y el intérprete Marc Anthony, de 42 años de edad, han sido, desde que se conocieron, una pareja rodeada por la polémica, que se agravó cuando, durante el mes de Junio del año 2.004, se casaron, en una ceremonia íntima, celebrada en la casa de la intérprete Jennifer López, en el barrio de Beverly Hills, en la ciudad de Los Ángeles (California, EE.UU.), tan sólo, apenas, unos días después de que el músico Marc Anthony obtuviera su divorcio de la antigua modelo puertorriqueña Dayanara Torres, que fue ganadora del Premio "Miss Universo", con la que tuvo dos hijos.
La prensa del corazón llevaba, ya, muchos meses, poniendo en tela de juicio la relación amorosa de la cantante Jennifer López y el artista Marc Anthony, algo que ellos se esforzaban en desmentir, en sus apariciones públicas, pero, siempre, intentaron acallar los insistentes rumores sobre su separación, dejándose fotografiar juntos y en actitud cariñosa.
Una y otra vez, la famosa pareja, integrada por la diva Jennifer López y por el vocalista Marc Anthony, ambos de origen puertorriqueño, aunque nacidos en la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), desmentían los rumores e, incluso, la actriz, solista y empresaria Jennifer López llegó a asegurar, en una ocasión, que el divorcio no era "una opción" para ella, al justificar por qué no llevaba su anillo de casada, en varios eventos públicos.
Precisamente, tras ese rumor sobre su posible divorcio, la pareja, formada por el cantante Marc Anthony y por la artista Jennifer López, aprovechó un concierto, celebrado en la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), coincidiendo con el "Día de los Enamorados", en la señalada fecha de San Valentín, para aparecer, sonrientes, en el escenario del Madison Square Garden, de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), cargando a sus pequeños hijos gemelos, Max y Emme, de tres años de edad.
A principios de este año 2.011, se aseguraba, de nuevo, que la pareja, formada por el intérprete Marc Anthony y por la estrella Jennifer López, estaba pasando por un mal momento, que culminaría en divorcio, pero, incluso en medio de los insistentes comentarios, la diva Jennifer López, conocida como la "diva de El Bronx", hablaba de la posibilidad de tener más hijos, lo que, según aseguró, la haría "inmensamente feliz".
La polémica, en torno a los vídeos, de carácter íntimo, que la vocalista Jennifer López grabó, cuando estaba casada con su primer esposo, llamado Ojani Noa, y que su propio ex-marido, Ojani Noa, trató de vender, hasta que un Juez se lo impidió, durante este año 2.011, y los rumores sobre la posibilidad de que podría existir otro vídeo similar, procedente de la época en que la solista JLo, como es apodada, comúnmente, era novia del rapero y empresario Sean Combs, antes conocido como Puff Daddy o, simplemente, P. Diddy, podría haber sido la causa de la ruptura sentimental, entre la solista Jennifer López y el músico Marc Anthony, según se han apresurado a publicar varios medios de comunicación estadounidenses.
Se esperaba que esos rumores, sobre la separación de esta popular pareja, integrada por la cantante Jennifer López y el salsero Marc Anthony, se acallaran, con su aparición, juntos, durante el pasado fin de semana, en la ciudad de Los Ángeles (California, EE.UU.), en la gala que Hollywood ofreció, en honor de los duques de Cambridge (Inglaterra, Reino Unido), el Principe Guillermo y su recién estrenada esposa, la Princesa Catalina, pero, finalmente, la artista Jennifer López acudió al evento, acompañada de su madre y de su hermana.

PROYECTOS PRESENTES Y FUTUROS DE LA PAREJA.
En sus siete años de matrimonio, la pareja, formada por la estrella Jennifer López y el intérprete Marc Anthony, han trabajado juntos, además de en algunos videoclips musicales, en varios proyectos empresariales, como, por ejemplo, cuando el propio músico Marc Anthony se incorporó al mundo de la moda, sumándose a la línea de ropa que la diva Jennifer López, ya, tenía en el mercado.
También, esta conocida pareja, integrada por la diva Jennifer López y por el salsero Marc Anthony, tenían planeado empezar, durante las próximas semanas, una gira, en un recorrido que les llevaría por veintiún países de toda América Latina, para buscar nuevos talentos musicales latinos, para su conocido programa de televisión, denominado "¡Q"Viva! The Chosen", después del paso de la vocalista Jennifer López, como juez, formando parte del jurado del conocido programa concurso televisivo norteamericano, llamado "American Idol", que es el equivalente estadounidense al programa concurso televisivo español, denominado "Operación Triunfo".
Por su parte, el solista Marc Anthony, durante este año 2.011, obtuvo un papel fijo, en la nueva temporada de la serie televisiva, llamada "Hawthorne", emitida por la cadena televisiva "T.N.T.", después de inaugurar su carrera, como actor, junto a su "Lola", como solía llamar a su esposa, la cantante Jennifer López, trabajando, juntos, en la famosa película de cine, titulada "The Singer (El Cantante)", que era un filme biográfico o "biopic", sobre la vida del fallecido intérprete boricua Héctor Lavoe, protagonizada, precisamente, por el propio músico Marc Anthony y por su esposa, la artista Jennifer López.

EL PASADO SENTIMENTAL DE LA PAREJA.
Los dos artistas latinos, tanto la estrella Jennifer López como el salsero Marc Anthony, se hallan entre los artista latinos más reconocidos de todo el mundo del espectáculo, y llegaron a su matrimonio tras fracasadas experiencias matrimoniales anteriores, que eran dos matrimonios anteriores, en el caso de ella, la solista JLo, y un matrimonio previo, en el caso de él, el cantante Marc Anthony, además de múltiples y sonados romances, por parte de ambos, que fueron eco en todas los medios de comunicación internacionales, tanto del mundo del espectáculo como de la prensa del corazón.

JENNIFER LÓPEZ.
La atención de los medios de comunicación se ha centrado, desde siempre, en la vida personal de la cantante Jennifer López, que ha tenido relaciones sentimentales de cierta importancia con el camarero Ojani Noa, que fue su primer marido, con el rapero Sean Combs, con el bailarín Chris Judd, que fue su segundo marido, con el actor Ben Affleck y con el músico Marc Anthony, que fue se tercer y, hasta la fecha, último marido.
A partir del año 1.984, cuando la artista Jennifer López tenía quince años de edad, estaba en la escuela secundaria, donde empezó a salir con David Cruz, del que se separaría en el año 1.994, aunque se mantuvo, siempre, cerca, según declaró la propia intérprete Jennifer López, en el año 2.004, cuando afirmó que "él es un amigo y, probablemente, me conoce mejor que nadie".
Después de aquella relación, durante la década de los años noventa, la solista Jennifer López estuvo saliendo, durante unos pocos meses, muy brevemente, con el músico Marc Anthony, que, años después, se convertiría en su tercer marido.
La artista Jennifer López, que cumple 42 años de edad, durante el próximo Domingo, día 24 de Julio de este año 2.011, conoció al camarero Ojani Noa, de origen cubano, cuando trabajaba en un restaurante de la ciudad de Miami (Florida, EE.UU.), casándose con él, el día 22 de Febrero del año 1.997, aunque se divorciaría, durante el mes de Enero del año 1.998.
Posteriormente, la vocalista Jennifer López tendría una relación sentimental, que duró, aproximadamente, dos años y medio, con el rapero Puff Daddy, también, conocido, en el mundo de la música, como P. Diddy, Largebaby o, simplemente, como Diddy o Puffy, cuyo nombre real es Sean Combs, que es uno de los magnates de la industria discográfica norteamericana, en los géneros musicales del "hip hop" y del "rap".
Durante esta relación sentimental de la solista Jennifer López con el rapero Puff Daddy, fueron a un "club" nocturno, situado en el centro de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), el día 27 de Diciembre del año 1.999, siendo involucrada en un tiroteo, que se desató entre el grupo del músico P. Diddy y otro grupo de clientes. Inmediatamente, los guardaespaldas del magnate Largebaby y de la cantante Jennifer López les condujeron fuera de la escena del tiroteo, hasta que fueron perseguidos y, finalmente, detenidos por el Departamento de Policía de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), encontrándose un arma de fuego en la guantera, junto al asiento delantero de su vehículo.
El estrés que sufrió la artista Jennifer López durante la demanda y el proceso judicial, contra su pareja, el rapero Diddy, y la persecución de la prensa multiplicó sus problemas, hasta que la propia intérprete Jennifer López finalizó su relación sentimental con el músico Puffy, un año después.
Tras la ruptura sentimental con el músico Sean Combs, la diva Jennifer López conocería a su siguiente marido. El segundo matrimonio de la estrella Jennifer López fue con el bailarín Chris Judd, al que conoció durante el rodaje del videoclip musical oficial de su tema, titulado "Love Don't Cost a Thing", incluido, como primer sencillo oficial de presentación, en su segundo disco de estudio, llamado "JLo", en el que el bailarín Chris Judd formaba parte del cuerpo de baile del vídeo. El bailarín Chris Judd y la vocalista Jennifer López se casaron el día 29 de Septiembre del año 2.001, en una casa de los suburbios de la ciudad de Los Ángeles (California, EE.UU.).
Más tarde, la estrella Jennifer López contrataría a su primer ex-marido, el camarero Ojani Noa, como gerente de su restaurante "Madre's", situado en la localidad de Pasadena (California, EE.UU.), durante el mes de Abril del año 2.002, aunque sería despedido en el mes de Octubre del mismo año 2.002, lo que provocaría una demanda de Ojani Noa, dirigida con la diva Jennifer López, sobre la terminación de su contrato, que, finalmente, se resolvería de mutuo acuerdo, con una claúsula de confidencialidad.
Pero la felicidad de la diva Jennifer López, también, duró poco, pues el matrimonio, con el bailarín Chris Judd terminó, efectivamente, rompiéndose durante el mes de Junio del año 2.002, cuando la vocalista Jennifer López empezó a salir, públicamente, con el actor Ben Affleck, haciéndose oficial el divorcio durante el mes de Enero del año 2.003.
La relación sentimental de la cantante Jennifer López, con el actor Ben Affleck, con el que mantuvo apasionados y tormentosos romances y con el que estaría, también, a punto de casarse, fue muy seguida por los principales medios de comunicación, que denominaban, cariñosamente, a la pareja, como "Bennifer".
La artista Jennifer López anunció, oficialmente, su compromiso con el actor Ben Affleck, durante el mes de Noviembre del año 2.002, después de que el actor Ben Affleck le regalara un anillo de de color rosa, con diamantes de seis quilates, valorado en el importe de unos 1,2 millones de dólares estadounidenses, aproximadamente.
La intérprete Jennifer López aseguró, a los periodistas y entrevistadores, que el actor Ben Affleck era "el único", añadiendo que, pronto, tendría una familia, llegándose a parodiar su relación sentimental en un episodio de la conocida serie televisiva de animación, denominada "South Park", en el capítulo titulado "Fat Butt and Pancake Head", que se retransmitió el día 16 de Abril del año 2.003.
Tanto la artista Jennifer López como el actor Ben Affleck, llegaron a rodar dos películas de cine, que fueron el filme llamado "Gigli" y la cinta denominada "Jersey Girl", además de aparecer, juntos, en el videoclip musical oficial del tema titulado "Jenny from the Block", que era el primer sencillo oficial de presentación de su tercer álbum, llamado "This Is Me... Then".
El matrimonio, entre la estrella Jennifer López y el actor Ben Affleck, previsto para el día 14 de Septiembre del año 2.003, en la localidad de Santa Bárbara (California, EE.UU.), fue suspendido, apenas, unas horas antes del evento, anunciándose, oficialmente, el final de su relación sentimental durante el mes de Enero del año 2.004.
Menos de dos meses después de su ruptura con el actor Ben Affleck, la diva Jennifer López fue vista con el salsero Marc Anthony, un amigo, desde hacía mucho tiempo, con el que había trabajado en varios videoclips musicales y con el que, ya, anteriormente, en la década de los años noventa, había mantenido una breve relación sentimental.
La vocalista Jennifer López y el músico Marc Anthony estaban grabando un dueto, juntos, a principios del año 2.004, en el estudio de grabación, que sería la canción titulada "Sway", para la próxima película de cine de la solista Jennifer López, denominada "Shall We Dance?". Durante el mes de Octubre del año 2.003, el salsero Marc Anthony se separó, por segunda vez, de su primera esposa, la antigua modelo Dayanara Torres, con quien tenía dos hijos, de modo que la ex-modelo Dayanara Torres solicitó el divorcio tres meses después. La solista Jennifer López y el músico Marc Anthony se casaron en una boda en casa tranquilo el 5 de junio de 2004, cuatro días después de su divorcio de Torres era definitiva.
Tras un fugaz noviazgo, la estrella Jennifer López se casó, en secreto, con el músico Marc Anthony, el día 5 de Junio del año 2.004, en una tranquila ceremonia, celebrada en la mansión que la diva Jennifer López tiene en el barrio de Beverly Hills, en la ciudad de Los Ángeles (California, EE.UU.), tan sólo cuatro días después de que el divorcio del músico Marc Anthony, con la ex-modelo Dayanara Torres, se convirtiera en definitivo, aunque esta relación amorosa, ya, venía de lejos, pues, durante la década de los años noventa, la vocalista Jennifer López y el salsero Marc Anthony, ya, habían colaborado juntos, musicalmente, y, como hemos dicho, habían tenido una breve relación sentimental.
Al parecer, los asistentes a la ceremonia, habían sido invitados por la cantante Jennifer López, a una "fiesta de tarde", en su casa, por lo que no habían tenido conocimiento de que era, en realidad, la asistencia a un enlace matrimonial. La pareja, formada por la artista Jennifer López y el salsero Marc Anthony, había planeado no dar a conocer su matrimonio, desde el principio, lo que permitía mayor privacidad, además de pasar el tiempo, juntos, en un ambiente, que, de otro modo, habría sido, excesivamente, intrusivo. Días después de la boda con la intérprete Jennifer López, el músico Marc Anthony se negó a hacer comentarios, sobre su supuesto matrimonio, en las entrevistas que tenía previsto conceder, con anterioridad a la fecha de su enlace nupcial, para promover un nuevo álbum, que, curiosamente, se titulada "To Love Without Lies", que significa, traducido, literalmente, del idioma inglés a la lengua castellana, algo así como "Amar Sin Mentiras".
Durante el mes de Febrero del año 2.005, la estrella Jennifer López confirmó el matrimonio con el salsero Marc Anthony, agregando que "todo el mundo lo sabía. No es un secreto". Pocos meses después, la hija del músico Marc Anthony, Ariana, procedente de su primera relación sentimental con Debbie Rosado, policía de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), apareció, al final del videoclip musical oficial de un tema, titulado "Get Right", incluido en la producción discográfica, llamada "Rebirth", de la diva Jennifer López, publicada en el año 2.005, interpretando el papel de su pequeña hermana.
En cuanto a su vida matrimonial y familiar, el músico Marc Anthony ha mantenido, siempre, una postura de defensa de su privacidad, con los medios de comunicación, lo que, en ocasiones, ha influido en su esposa, la vocalista Jennifer López, a la hora de establecer algunos límites con los entrevistadores.
Durante el mes de Abril del año 2.006, la solista Jennifer López demandó a su primer ex-marido Ojani Noa, para impedir la publicación de un libro, que contenía los detalles personales sobre su matrimonio, alegando que violaba su acuerdo de confidencialidad.
Durante el mes de Agosto del año 2.007, un árbitro, designado por la Corte Judicial, emitió una orden judicial permanente, prohibiendo al camarero Ojani Noa, "criticar, denigrar, cualitativamente, en forma negativa o despectiva" a la cantante Jennifer López, otorgándosele un importe total de 545.000,00 dólares estadounidense, en concepto de daños compensatorios, que incluyó, casi, 300.000,00 dólares, en concepto de honorarios legales, y, aproximadamente, un importe de 48.000,00 dólares, en concepto de costos de arbitraje, aunque, también, se le ordenó entregar todas las copias del material, relacionado con el libro sobre la artista Jennifer López, al abogado de la propia intérprete latina Jennifer López.
Durante el día 7 de Noviembre del año 2.007, en la última noche de su gira conjunta, con su marido, el músico Marc Anthony, la estrella Jennifer López confirmó que estaba esperando su primer hijo, con su esposo, el salsero Marc Anthony, poniendo fin a meses de especulación, sobre el supuesto embarazo de la diva Jennifer López, confirmándose, por el propio músico Marc Anthony, durante el día 5 de Febrero del año 2.008, que la vocalista Jennifer López estaba esperando gemelos.
Posteriormente, durante el día 22 de Febrero del año 2.008, la solista Jennifer López dio a luz a gemelos: la niña, llamada Emme Maribel Muñiz, vino al mundo, a las 05:12 horas de la madrugada, y pesó, casi, dos kilogramos y medio, mientras que el niño, bautizado como Maximilian "Max" David Muñiz, nació trece minutos después, con dos kilogramos y setecientos gramos de peso. Fue muy conocido el hecho de que la cantante Jennifer López concedió la exclusiva del reportaje, incluyendo las primeras fotografías de la propia artista Jennifer López, como madre, con sus gemelos, a la revista "People Magazine", que se publicaron el día 11 de Marzo del año 2.008, cobrando una cuantía cercana a los seis millones de dólares.
Por lo menos, desde Enero del año 2.008, la cantante Jennifer López trasladó su residencia, junto con su familia, a la localidad de Brookville, en Long Island (Nueva York, EE.UU.), mientras que su madre, Guadalupe López, se trasladó a la casa familiar, durante el mes de Junio de ese mismo año 2.008.
Durante ese mismo año 2.008, en una demanda civil, relacionada con el incidente del tiroteo, en un conocido "club" de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), cuando la artista Jennifer López asistía acompañada de su, por aquel entonces, pareja, el rapero P. Diddy, el abogado del demandante declaró que la intérprete Jennifer López no tenía "nada que aportar a la causa", exculpándola, así, de toda responsabilidad en aquel suceso.
Durante el mes de Noviembre del año 2.009, la estrella Jennifer López demandó a su primer ex-marido, Ojani Noa, por incumplimiento de su contrato y por invasión de privacidad, citando un acuerdo de confidencialidad entre las dos partes, para evitar que el camarero Ojani Noa publicase, tal y como estaba previsto, su película, titulada "How I Married Jennifer Lopez: The JLo and Ojani Noa Story", que significa, traducido, literalmente, del idioma inglés a la lengua castellana, algo así como "Cómo Estuve Casado con Jennifer López: La Historia de JLo y Ojani Noa", debido a que incluía "imágenes caseras de vídeo inéditas", hasta que, finalmente, durante el día 1 de Diciembre del año 2.009, el Juez James Chalfant emitió una orden temporal contra el primer ex-marido de la diva Jennifer López, Ojani Noa, y su agente, Ed Meyer, que les impedía la distribución de las imágenes, en cualquier foro.
Debido a que el mandato judicial era de carácter temporal, el abogado de la vocalista Jennifer López, Jay Lavely, señaló que regresaría a la Corte Judicial, para solicitar que se convirtiese en permanente, subrayando que "no había nada, ni siquiera, cercano" a un vídeo de contenido sexual, en posesión del antiguo esposo de la solista Jennifer López, Ojani Noa, y añadiendo que, simplemente, "es privado y personal, pero no fue una cinta de sexo. Ellos son inocentes y han sido mal representados,... para aumentar el valor y la atención de los medios".
Después de la audiencia, ante la Corte Judicial, el ex-marido de la cantante Jennifer López, Ojani Noa, declaró, a la publicación "E!", sobre sus planes para luchar contra el mandato judicial, que "no se trata de dinero: se trata de mi vida".
Y todo hasta este pasado Viernes, día 15 de Julio de este año 2.011, en el que la estrella Jennifer López y el intérprete Marc Anthony han comunicado, oficialmente, a través del representante oficial de la pareja, en declaraciones efectuadas a la publicación "U.S. Weekly", su divorcio, tras siete años de matrimonio, siendo un hecho muy doloroso para todos los implicados.

MARC ANTHONY.
Por su parte, el intérprete Marc Anthony se casó en dos ocasiones, con la reina de la belleza de Puerto Rico, la modelo Dayanara Torres, en una unión que duró entre el año 1.993 y el año 2.003, pero, también, tuvo un romance secreto, con la propia estrella Jennifer López, antes de casarse con la modelo puertorriqueña Dayanara Torres, además de haber sido novio de Debbie Rosado, una policía de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.).
En la vida privada del cantante Marc Anthony, ha habido muchos sucesos, todos ellos fruto de la pasión que destila en sus canciones: tras una relación sentimental con Debbie Rosado, que es una policía de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), nació su hija Arianna, que se convertiría en un elemento fundamental de la vida del artista Marc Anthony, hasta el punto de que le compuso una canción, titulada "My Baby You", incluida en su trabajo discográfico, llamado "Marc Anthony", publicado en el año 1.999.
Después, el intérprete Marc Anthony se casó, durante el día 9 de Mayo del año 1.993, en la ciudad de Las Vegas (Nevada, EE.UU.), con la modelo Dayanara Torres, que había obtenido el Premio "Miss Universo 1.993", con la que tuvo dos hijos: el primero se llamó Cristian Marcus Muñiz, nacido el día 5 de Febrero del año 2.001, que recibió su nombre en honor a la admiración que su padre, la estrella Marc Anthony, profesa por el cantautor mexicano Cristian Castro; y el segundo se llamó Ryan Adrian Muñiz, nacido el día 16 de Agosto del año 2.003.
Entre el nacimiento de ambos hijos, Ryan y Cristian, hubo una fuerte situación de crisis en esta pareja, formada por el músico Marc Anthony y la modelo Dayanara Torres, lo que acabaría provocando su separación, a principios del año 2.002, aunque, posteriormente, se reconciliaron y decidieron renovar sus votos, para volver a casarse, el día 7 de Diciembre del año 2.002, en una ceremonia celebrada en la catedral de San Juan de Puerto Rico (Puerto Rico), hasta que, finalmente, durante el mes de Octubre del año 2.003, el salsero Marc Anthony y la modelo Dayanara Torres terminaron su relación matrimonial, definitivamente, cuando surgieron falsos rumores sobre el hecho de que el vocalista Marc Anthony habría tenido un hijo, fuera del matrimonio, con una "fan", algo que, tras tres exámenes de A.D.N., se comprobó que era falso, de modo que se concluyó que la chica involucrada mentía. Para entonces, la modelo Dayanara Torres había firmado, ya, el divorcio, durante el mes de Enero del año 2.004.
Para ayudar en su recuperación, de este duro proceso de divorcio, la antigua modelo Dayanara Torres cambió su anillo de compromiso por un diamante incrustado, para su reloj, marca "Cartier", escribiendo, a continuación, un libro, titulado "Married to Me: How Committing to Myself Led to Triumph After Divorce", que significa, traducido, literalmente, del idioma inglés a la lengua castellana, algo así como "Casada Conmigo: Cómo Conseguir por Tí Mismo un Triunfo Después del Divorcio".
Ya, cuando su proceso de divorcio comenzó, el artista Marc Anthony había sido visto, durante mucho tiempo, como un amigo de la estrella Jennifer López, incluso, antes de su primer matrimonio y, también, de su segundo enlace, que había resultado ser muy breve.
Durante el mes de Febrero del año 2.004, su amiga, la cantante estadounidense Jennifer López, pidió ayuda, al solista Marc Anthony, para producir una canción, titulada "Sway", extraida de la producción discográfica que contiene la banda sonora original de la película de cine, denominada "Shall We Dance?", que, finalmente, sería interpretada, en su versión de estudio definitiva, por el grupo The Pussycat Dolls, aunque la versión que aparece en este filme, llamado "Shall We Dance?", fue interpretada, a modo de dueto, por la propia cantante Jennifer López y por el artista Marc Anthony, de modo que, en el estudio de grabación, con la convivencia, la amistad se convirtió en amor.
Así, durante el día 5 de Junio del año 2.004, es decir, menos de una semana después de finalizado el proceso de divorcio del intérprete Marc Anthony, con la antigua modelo Dayanara Torres, la artista Jennifer López y el propio intérprete Marc Anthony se casaron, en una ceremonia privada, celebrada en la lujosa mansión, que tiene la estrella Jennifer López, en el barrio de Beverly Hills, en la ciudad de Los Ángeles (California, EE.UU.), confirmando, así, los rumores que relacionaban, sentimentalmente, a la estrella Jennifer López y al músico Marc Anthony, aunque, también, en este evento, hubo polémica, pues, al parecer, los asistentes fueron invitados a una "fiesta de tarde", de modo que no sabían que estaban asistiendo a una ceremonia nupcial, hasta que, finalmente, durante el mes de Febrero del año 2.005, la propia estrella Jennifer López declaró, públicamente, sobre la ceremonia matrimonial, que "todo el mundo lo sabía. No era un secreto".
El propio salsero Marc Anthony confesó que, siempre, había estado enamorado de la diva Jennifer López y que ella, la vocalista Jennifer López, era la misteriosa "Lola", a quien dedicaba varios de sus trabajos discográficos y de sus canciones.
Unos meses después, la hija del salsero Marc Anthony, Arianna, procedente de su relación amorosa con Debbie Rosado, policía de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), apareció en el videoclip musical oficial del tema titulado "Get Right" de la diva Jennifer López, incluido en su trabajo discográfico, llamado "Rebirth", publicado en el año 2.005.
Durante el mes de Enero del año 2.006, la solista Jennifer Lopez inició la filmación de la película de cine, titulada "El Cantante (The Singer)", un "biopic" basado en la vida del polémico cantautor puertorriqueño Héctor Lavoe, para lo que le pidió a su esposo, el cantante Marc Anthony, que interpretara el personaje de Héctor Lavoe, mientras que ella, la artista Jennifer López, interpretaría el personaje de "Puchi", la esposa del músico Héctor Lavoe, además de haber sido productora de este filme, denominado "El Cantante (The Singer)".
Durante el año 2007, el intérprete Marc Anthony debutó, también, como productor discográfico de otro artista, participando, activamente, en la composición, producción y coros del primer disco de estudio, interpretado, íntegramente, en idioma castellano, por su esposa, la estrella Jennifer López, titulado "Como Ama Una Mujer", que debutó en el puesto número uno, en la lista "U.S. Billboard Hot 200 Albums Chart", es decir, en la "Lista Oficial de Ventas de Álbumes y Discos", elaborada por la prestigiosa revista musical norteamericana especializada "Billboard", para los Estados Unidos de América.
A continuación, el músico Marc Anthony publicaría su nuevo álbum, titulado "El Cantante (The Singer)", que contenía los temas de la banda sonora original de la película de cine del mismo nombre, llamada "El Cantante (The Singer)", protagonizada por el propio salsero Marc Anthony y su esposa, la diva Jennifer López, convirtiéndose en un éxito de ventas, dado que debutó, también, en el puesto número uno de la lista "U.S. Billboard Hot 200 Albums Chart", esto es, la "Lista Oficial de Ventas de Álbumes y Discos" de los Estados Unidos de América.
El vocalista Marc Anthony y la solista Jennifer López salieron de gira, por los Estados Unidos de América, durante los meses de Septiembre, Octubre y Noviembre del año 2.007, teniendo un éxito inusitado y, al final del último concierto de la gira, que fue ofrecido en la ciudad de Miami (Florida, EE.UU.), la cantante Jennifer López anunció, al público, que estaba embarazada, mientras su marido, el artista Marc Anthony besaba su vientre, ante la emoción de los miles de seguidores presentes.
Ambos, tanto la diva Jennifer López como el músico Marc Anthony, han sido intérpretes de varias conocidas canciones, a dúo, como el tema titulado "No Me Ames", incluido en el primer álbum de debut de la vocalista Jennifer López, llamado "On The 6", publicado en el año 1.999, o como el sencillo, titulado "Por Arriesgarnos", extraído de la producción discográfica, denominada "Como Ama Una Mujer", de la propia solista Jennifer López, editado en el año 2.007.
Durante estos años de matrimonio, la solista Jennifer López y el cantante Marc Anthony han sido padres de niños gemelos, llamados Emme Maribel Muñiz y Maximilian "Max" David Muñiz, aunque Marco Antonio Múñiz Ruíz Rivera, que es el nombre real del artista Marc Anthony, es padre, también, como hemos dicho, de Arianna, una hija procedente de su unión con Debbie Rosado, policía de la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), y de otros dos hijos más, llamados Ryan y Cristian, procedentes de su matrimonio anterior con la modelo puertorriqueña Dayanara Torres, antigua ganadora del galardón "Miss Universo".
Durante el año 2.009, el músico Marc Anthony y la vocalista Jennifer López compraron unas participaciones en el equipo de fútbol americano local, de la ciudad de Miami (Florida, EE.UU.), los "Miami Dolphins", uniéndose a varias personalidades, en la compra de pequeñas participaciones del club "Miami Dolphins", incluyendo a la solista latina Gloria Estefan y a su marido, el compositor y productor discográfico Emilio Estefan, así como a las dos grandes tenistas norteamericanas, las hermanas Williams, Venus y Serena.
Más recientemente, durante el pasado Sábado, día 26 de Marzo de este año 2.011, el cantante Marc Anthony deleitó a un público multitudinario, en el "Estadio Quisqueya" de la ciudad de Santo Domingo (República Dominicana), tras la participación, en el escenario, del artista puertorriqueño Chayanne. El intérprete Marc Anthony inició su actuación, suscitando ovaciones de un público, que coreó todas sus canciones y que volvió a quedar impresionado, por su talentosa voz y por su gran carisma, hasta que llegó la última canción del concierto, en la que estuvo acompañado por un saludo de su esposa, la estrella Jennifer López, que, sorpresivamente, subió al escenario.
Y todo hasta este pasado Viernes, día 15 de Julio de este año 2.011, en que la cantante Jennifer López y el artista Marc Anthony han anunciado, públicamente, su separación definitiva, de forma oficial.

LOS MOTIVOS DE LA RUPTURA.
Pero... ¿Cuáles han sido los motivos reales de la separación entre la estrella Jennifer López y el músico Marc Anthony?... A pesar de los rumores, nadie se lo esperaba, si bien es cierto que muchos afirman, ahora, que era la crónica de un divorcio anunciado. Hollywood está siendo protagonista de la separación de algunas de las parejas más estables de los últimos años. Si, hace, tan sólo, unos meses, era la solista y actriz Christina Aguilera y, luego, le tocó el turno al actor y político Arnold Schwarzenegger, ahora, es la cantante y actriz Jennifer López, quien se prepara para regresar a la soltería.
El primero en hablar, sobre los posibles motivos de esta ruptura sentimental, entre la diva Jennifer López y el salsero Marc Anthony, ha sido el estilista personal de la propia vocalista y actriz Jennifer López, Phillip Blush, afirmando que el responsable de la separación ha sido el mismo solista Marc Anthony, debido a su comportamiento posesivo y celoso, hasta que la cantante Jennifer López no aguantó más, de modo que es posible que los celos hayan roto el amor entre la vocalista Jennifer López y el músico Marc Anthony.
Sin embargo, otro motivo, que se está barajando como posible causa de la ruptura, es que el distanciamiento de la pareja, formada por la artista Jennifer López y por el intérprete Marc Anthony, habría venido a raíz de la aparición de la estrella JLo, como juez, en el Jurado del famoso programa concurso televisivo norteamericano, denominado "American Idol", que es el equivalente al programa concurso televisivo español, llamado "Operación Triunfo".
Y no debemos olvidar un último rumor, que comienza a cobrar consistencia, que se refiere a la posible existencia de un tercero, en discordia, posándose todas las miradas en el actor y modelo William Levy, de origen cubano, aunque nacionalizado estadounidense, con quien la diva Jennifer López rodó el videoclip musical oficial de su último gran éxito, titulado "I'm Into You", procedente de su último lanzamiento discográfico, llamado "Love?", e interpretado con la colaboración del rapero Lil' Wayne.
La noticia ha acaparado la atención de los medios de comunicación de todo el mundo, durante todo este fín de semana, con novedades y rumores para todos los gustos. Aunque la posibilidad de una ruptura, ha perseguido a la pareja, formada por la artista Jennifer López y por el intérprete Marc Anthony, desde que hicieran pública su relación sentimental, lo cierto es que la estrella Jennifer López y el músico Marc Anthony estaban a punto de cumplir su, ya, séptimo aniversario.
La vida sentimental de la estrella Jennifer López ha sido un objetivo frecuente de los medios de comunicación y de toda la prensa rosa mundial. La vida de la diva latina Jennifer López, siempre, ha estado en el candelero y ha sido protagonista de noticias, en innumerables ocasiones, por lo que, durante este pasado fin de semana, no ha sido la excepción.

CRONOLOGÍA DE LOS HECHOS.
Para que no pierdas el tiempo, buscando noticias y leyendo información, en varios medios de comunicación, puedes conocer aquí todos los detalles de la noticia más sonada, durante el pasado fín de semana.
La noticia de la separación de la vocalista Jennifer López y el salsero Marc Anthony se dio a conocer, durante el pasado Viernes, día 15 de Julio de este año 2.011, después que la propia solista Jennifer López asistiera, sola, a la gala de entrega de los "Premios Bafta 2.011", en el barrio de Hollywood, en la ciudad de Los Ángeles (California, EE.UU.), donde la pareja, formada por la cantante Jennifer López y el músico Marc Anthony, era la invitada de honor, en la mesa del Príncipe Guillermo de Inglaterra y su esposa, la Princesa Kate Middleton. En lugar de asistir con su marido, el intéprete Marc Anthony, la artista Jennifer López apareció, luciendo, espléndida, con un vestido de color verde de Pucci, junto a su madre, Guadalupe López... y sin su anillo matrimonial.
Así, durante el pasado Sábado, día 16 de Julio de este año 2.011, España se despertaba con la noticia de la separación definitiva, entre la estrella Jennifer López y el salsero Marc Anthony, de modo que la publicista de la diva Jennifer López enviaba un comunicado de prensa, a los principales medios de comunicación, anunciando que la pareja, formada por la vocalista Jennifer López y por el solista Marc Anthony, había puesto fin a su relación sentimental, tras siete años de matrimonio, señalando su anuncio oficial que "hemos decidido poner fin a nuestro matrimonio. Ha sido una decisión difícil y hemos concluido todos nuestros asuntos, de una manera amistosa. Es un momento doloroso y agradecemos el respeto a nuestra privacidad".
Y, ya, durante el pasado Domingo, día 17 de Julio de este año 2.011, el periódico "The Mail" revelaba que varias personas, cercanas a la pareja, integrada por la cantante Jennifer López y por el músico Marc Anthony, afirmaban que el matrimonio comenzó a distanciarse, tres años después de la boda, acaecida durante el mes de Junio del año 2.004.
Era, entonces, cuando Phillip Bloch, el estilista personal de la actriz y vocalista Jennifer López, afirmaba que la noticia "no era una sorpresa", además de añadir que "Marc es muy controlador. Al principio, esa característica le gustaba y estaba muy enamorada".
Al parecer, la rumorología, también, apunta al hecho de que los problemas comenzaron cuando la madre de la estrella Jennifer López, Guadalupe López, se mudó a la mansión de la pareja, formada por la diva Jennifer López y por el intérprete Marc Anthony, situada en Long Island, en la ciudad de Nueva York (Nueva York, EE.UU.), para ayudar a cuidar de Emme y Max, los niños gemelos, recién nacidos, durante el año 2.008.
Por otro lado, el director de cine Ed Meyer, que fuera socio del primer marido de la solista y actriz Jennifer López, el camarero cubano Ojani Noa, afirma que su amiga, la cantante Jennifer López, se enfadó muchísimo, cuando supo que el artista Marc Anthony debía una cuantía, por importe de varios millones de dólares, al estado norteamericano de Nueva York.
Mientras tanto, otro de los posibles causantes de la separación definitiva, entre la estrella Jennifer López y el intérprete Marc Anthony, es que, al parecer, no se ponían de acuerdo sobre dónde vivir, pues "la carrera de JLo está en Hollywood y quiere vivir en su mansión de Malibú, mientras que Marc adora Nueva York. Ella iba a mudarse, como un último intento para salvar su matrimonio, pero, finalmente, se negó", según comentaba el cineasta Ed Meyer, continuando, posteriormente, al añadir que "la madre de JLo y Marc querían manejar su vida y no creo que JLo quiera alguien que la controle".
Y, finalmente, ya, durante el pasado Lunes, día 18 de Julio de este año 2.011, comienzan los rumores, acerca de una tercera persona en discordia. Si bien, hace unos pocos meses, la diva Jennifer López continuaba desmintiendo una posible separación, respecto de su marido, el músico Marc Anthony, las malas lenguas afirmaban que quien ocupaba su corazón era el actor y modelo, de origen cubano, aunque nacionalizado estadounidense, William Levy, que es el modelo con quien filmó el videoclip musical oficial de su último gran sencillo, titulado "I'm Into You", correspondiente a su nuevo proyecto discográfico, denominado "Love?", e interpretado, en la versión original, con la participación del rapero Lil' Wayne.
Según publicaban varios sitios de internet, el actor y modelo William Levy y la vocalista y actriz Jennifer López tuvieron varios acercamientos románticos, durante el pasado mes de Abril de este año 2.011, con motivo de la grabación del videoclip musical oficial de este último éxito de la solista Jennifer López, titulado "I'm Into You", perteneciente a su último trabajo discográfico, llamado "Love?", e interpretado con la colaboración del rapero Lil' Wayne, añadiendo, además, que, casualmente, el actor y modelo William Levy, también, acababa de confirmar su divorcio, con su, hasta ahora, esposa, la, también, actriz latina Elizabeth Gutiérrez.

LA ESPECULACIÓN DEL ROMANCE DE JLO CON WILLIAM LEVY.
En efecto, este actor y modelo cubano, William Levy, un rostro conocido en el mundo de las telenovelas, por su participación, por ejemplo, en la telenovela llamada "El Triunfo del Amor" o en la telenovela denominada "Sortilegio", confirmó, durante el pasado mes de Mayo de este año 2.011, a los principales medios de comunicación, el anuncio de su divorcio, con su, hasta entonces, esposa, Elizabeth Gutiérrez, con quien tiene dos hijos.
Para aumentar más los rumores, la cantante Jennifer López habló maravillas de su compañero de reparto, en el videoclip musical oficial de este tema, titulado "I'm Into You", incluido, como segundo sencillo oficial de presentación, en su último disco de estudio, denominado "Love?", e interpretado con la participación del rapero Lil' Wayne, afirmando que era "el candidato perfecto", debido a su "belleza y sensualidad", según informó, a través de internet, la publicación digital "labotana.com".
La pregunta, ahora, es... ¿Habrá pasado a la vida real la química que demuestran, la artista Jennifer López y el actor William Levy, durante la grabación, realizada en las playas de la península del Yucatán (México), del videoclip musical oficial de esta canción, titulado "I'm Into You", extraído del último álbum de la intérprete Jennifer López, llamado "Love?", e interpretado con la colaboración del rapero Lil' Wayne?...
Durante el pasado Martes, día 18 de Julio de este año 2.011, el actor cubano William Levy desmintió cualquier implicación, en la ruptura del matrimonio, formado por la estrella Jennifer López y por el intérprete Marc Anthony, a través de un escueto comunicado de prensa, difundido por una agencia de relaciones públicas, en el que indicaba que "mis pensamientos están con Jennifer y Marc, en este tiempo tan difícil. Mi relación con Jennifer ha sido, estrictamente, profesional", añadiendo, además, que "los rumores que sugieren algo más personal, son falsos e inexactos, al cien por cien. Mis mejores deseos, para ellos y su familia", concluyó el comunicado de prensa difundido por el actor y modelo William Levy.
El actor y modelo William Levy, afincado en México, y con fama de galán, grabó, hace unos meses, junto con la diva Jennifer López, en las playas del Caribe mexicano, el videoclip musical oficial de uno de los temas del último trabajo discográfico de la vocalista Jennifer López, titulado "Love?", que es, en definitiva, su segundo sencillo, llamado "I'm Into You", interpretado, en la versión de estudio, con la colaboración del rapero Lil' Wayne, pero, tras el anuncio de la pareja, integrada por la solista Jennifer López y el músico Marc Anthony, de que daban por terminado su matrimonio, el nombre del actor y modelo William Levy surgió, en la prensa del corazón, como uno de los posibles catalizadores, que condujeron a esta ruptura sentimental.

CONSECUENCIAS DE UN DIVORCIO ESPECTACULAR.
Ahora, llega la segunda parte: la estrella Jennifer López y el músico Marc Anthony se disputan una fortuna, aproximadamente, por importe total de 270 millones de euros, y se desconoce si cuentan con un acuerdo prenupcial, aunque sí han anunciado que han llegado a acuerdos amistosos en todos los asuntos...
Por lo pronto, sabemos que la cantante Jennifer López, tras su paso, como miembro del Jurado, por el famoso programa concurso televisivo norteamericano, denominado "American Idol", equivalente al conocido programa concurso televisivo español, llamado "Operación Triunfo", prepara su regreso al mundo del cine, con dos películas de cine, que están en proyecto: por un lado, un filme titulado "Parker", que será una cinta de acción, protagonizada por el actor Jason Statham; y, por otro lado, una película de cine llamada "What to Expect When You're Expecting", que consistirá en una comedia coral, sobre cinco parejas, que se preparan para ser padres. A fecha actual, la artista Jennifer López, aún, no ha decidido si regresará, como parte del Jurado, al popular programa concurso televisivo estadounidense, denominado "American Idol", en su próxima temporada.
Por lo tanto, se abren las apuestas... ¿Cuántos meses seguiremos oyendo los trapos sucios de esta pareja, formada por la diva Jennifer López y el salsero Marc Anthony?... ¿Con qué nuevo rumor nos puede sorprender el mundo de la vocalista y actriz Jennifer López?... ¿Habrá un nuevo vídeo íntimo, que se hará público, de la solista y actriz Jennifer López, junto a alguna de sus parejas sentimentales?... ¿Cuántos días le damos, a la cantante y actriz Jennifer López y al artista Marc Anthony, hasta que les aparezca otro posible nuevo romance sentimental?... ¿Quién se quedará con la custodia de los niños gemelos, Emme y Max?... Demasiadas incógnitas, a las que el tiempo, sin lugar a dudas, sabrá responder.

          POLÉMICO PASO DE SHAKIRA POR VENEZUELA        

La estrella Shakira tenía programado actuar en la capital venezolana, en la ciudad de Caracas, como parte de su última gira mundial, denominada "Sale el Sol World Tour 2.010 - 2.011", en su tramo por varios países sudamericanos, entre los que se hallan México, Brasil, Bolivia y Perú, para presentar su más reciente lanzamiento discográfico, titulado "Sale el Sol".

El paso de la cantante Shakira, por Venezuela, en el marco de su última gira mundial, llamada "Sale el Sol World Tour 2.010 - 2.011", está dando mucho de qué hablar, pues su actuación, en el Estadio de Fútbol de la "Universidad Simón Bolívar", en la ciudad de Caracas (Venezuela), estaba programada para el pasado Domingo, día 27 de Marzo de este año 2.011.

Primero, sucedió que la artista colombiana Shakira había mandado una solicitud de reunión, con el Presidente de la República de Venezuela, Hugo Chávez, para hablar sobre su fundación "Pies Descalzos", pero, al final, el encuentro no se ha producido, pues la intérprete Shakira ha dado plantón al Presidente de la República de Venezuela, Hugo Chávez.

El Presidente de la República de Venezuela, Hugo Chávez, indicó que tenía previsto reunirse con la cantante Shakira, aprovechando el concierto de la propia artista colombiana Shakira, en la ciudad de Caracas (Venezuela), pero, debido a problemas de agenda, finalmente, el máximo dirigente de Venezuela, Hugo Chávez, y la intérprete Shakira no podrán encontrarse.

De hecho, ha sido el mismo Presidente de la República de Venezuela, Hugo Chávez, quien lo ha comentado, en su programa televisivo dominical, denominado "Aló Presidente", al declarar que, “hoy, llega Shakira, esta gran actriz colombiana, cantante, cantautora... Ella mandó una carta, que quería venir por acá. Habíamos previsto verla hoy, o antes, o terminando el 'Aló', pero, anoche, llegó la información de que salía, hoy, tarde. Nos hubiese gustado mucho saludarla, pero le doy la bienvenida a Venezuela”.

Y, con su particular verborrea, el Presidente de la República de Venezuela, Hugo Chávez, que, durante el pasado Lunes, día 28 de Marzo de este año 2.011, tenía previsto comenzar una gira, por Argentina, Uruguay, Bolivia y Colombia, solicitó que "un aplauso para esa colombiana. Ella es la que baila el 'Chaca-Chaca'". Así pues, el Presidente de la República de Venezuela, al hablar sobre la estrella Shakira, se refirió a ella, señalando que "ella es la que baila el 'Chaca-Chaca'".

El máximo responsable del gobierno venezolano, Hugo Chávez, recordó que la estrella colombiana Shakira dirige la "Fundación Pies Descalzos", para ayudar a niños pobres, y mencionó su conocida canción, titulada "Waka, Waka (Esto es África)", incluida en el trabajo discográfico, llamado "Listen Up!: The Official World Cup Championship F.I.F.A. 2.010", como himno oficial de la pasada edición del "Campeonato del Mundo de Fútbol de Selecciones Nacionales F.I.F.A. Sudáfrica 2.010", llamándola "Shaka-Shaka", entre las risas de los ministros y del propio presidente venezolano Hugo Chávez.

Por cierto que el Presidente de la República de Venezuela, Hugo Chávez, también, se refirió a la llegada del músico español Raphael, a Venezuela, durante la siguiente semana, para ofrecer dos conciertos, señalando que es "un cantante español, que yo, desde niño, oigo, con admiración", dijo el máximo responsable del gobierno venezolano, Hugo Chávez, entonando el tema titulado "Estoy Enamorado", del vocalista Raphael.

Por otro lado, y según ha trascendido, el paso de la diva Shakira, por Venezuela, en el marco de su última gira mundial, denominada "Sale el Sol World Tour 2.010 -2.011", porque la vocalista colombiana Shakira ha realizado numerosas exigencias a la empresa productora de su concierto, en la ciudad de Caracas (Venezuela), entre las que destaca, por ejemplo, una habitación con cortinas de color negro, pues, al dormir, no soporta ningún tipo de luz.

Ya, este requerimiento ha sido hecho, por la cantautora Shakira, en otros países, como en Bolivia, donde el hotel, que hospedó a la propia cantante Shakira, tuvo que adecuar una de sus mejores habitaciones, a las condiciones especiales solicitadas.

Igualmente, entre las exigencias de la artista Shakira, famosa por ser la intérprete del famoso tema, titulado "Waka, Waka (Esto es África)", incluido en el álbum, llamado "Listen Up!: The Official World Cup Championship F.I.F.A. 2.010", que fue el himno oficial de la pasada edición del "Campeonato del Mundo de Fútbol de Selecciones Nacionales F.I.F.A. Sudáfrica 2.010", o de la popular canción, titulada "Loca", extraída de su última producción discográfica, denominada "Sale el Sol", e interpretada con la colaboración del músico El Cata, está el hecho de que la tarima, para su escenario, que soportó su actuación en directo, fuera una superficie, absolutamente, lisa y limpia.

Y es que, como era de esperar, por su parte, la estrella Shakira cantó y bailó descalza, durante toda su presentación, en el Estadio de Fútbol de la Universidad estatal "Simón Bolívar" (U.S.B.), de la ciudad de Caracas (Venezuela), durante el pasado Domingo, día 27 de Marzo de este año 2.011.


Pero, además, un grupo de estudiantes universitarios venezolanos declaró que impedirían que el concierto de la diva Shakira, anunciado para el pasado Domingo, día 27 de Marzo de este año 2.011, se celebre en la sede principal, en la ciudad de Caracas (Venezuela), en el Estadio de Fútbol de la Universidad estatal Simón Bolívar (U.S.B.), de forma que, durante unos días, el directo de la solista Shakira corrió peligro.

Una serie de estudiantes del colectivo, pertenecientes a la casa de estudios de la Universidad estatal "Simón Bolívar" (U.S.B.), desde el pasado Viernes, día 18 de Marzo de este año 2.011, están durmiendo en numerosas carpas, situadas a las puertas del recinto deportivo, en el exterior de la instalación del Estadio de Fútbol de la Universidad "Simón Bolívar" (U.S.B.), impidiendo, así, el trabajo de los organizadores del evento, el concierto de la cantautora Shakira.

De esta forma, en medio del clima de protestas, que vive Venezuela, desde hace unas semanas, estudiantes de la Universidad estatal "Simón Bolívar" (U.S.B.) decidían expresar su rechazo, al daño que se produce, en las instalaciones deportivas del recinto universitario, con este tipo de macroeventos musicales, impidiendo el paso de los camiones, cargados con los materiales necesarios para armar las tarimas del concierto de la cantante Shakira.

Uno de los veinte estudiantes del colectivo repitió, al noticiero nocturno de la emisora "V.T.V.", de la red estatal de televisión, que "estamos acá, con una postura clara, de no permitir el concierto de Shakira, en la instalaciones deportivas de la U.S.B.".

La emisora de televisión oficialista "V.T.V." sostuvo que los estudiantes universitarios de esa casa de estudios, la Universidad Simón Bolívar (U.S.B.), que, asimismo, es de carácter estatal, forman parte de un autodenominado "Frente por la Protección de las Instalaciones Deportivas de la U.S.B.", cuyos integrantes impiden el paso a unos camiones, cargados con los materiales necesarios para armar las tarimas del concierto de la solista Shakira.

Los jóvenes estudiantes agregaron que las autoridades de la Universidad estatal Simón Bolívar (U.S.B.), situada a las afueras de la ciudad de Caracas (Venezuela), les informaron de que once de los miembros de su colectivo habían sido suspendidos, mientras se les abre un proceso administrativo por indisciplina, lo que puede derivar en su expulsión definitiva. En teoría, lo que los estudiantes del colectivo "Frente por la Protección de las Instalaciones Deportivas de la U.S.B." quieren impedir es que se destruyan las instalaciones deportivas de la Universidad estatal "Simón Bolívar" (U.S.B.), con este megaconcierto, ofrecido por la cantante Shakira.

El estudiante universitario José Macías, miembro del colectivo autodenominado "Frente por la Protección de las Instalaciones Deportivas de la U.S.B.", realizó unas declaraciones, a la emisora televisiva estatal venezolana "V.T.V.", en las que afirmó que "es una medida para atropellarnos. Buscan que dejemos nuestra lucha. Nos dijeron que, si nos levantábamos, no nos sancionarían", recalcando, además, que la protesta "es pacífica" y busca "impedir que se destruyan nuestras instalaciones deportivas", con conciertos de este tipo.

Las autoridades universitarias y los portavoces de la empresa, que organiza el concierto de la cantante Shakira, habían anunciado que comentarían el hecho y mantendrían informados a los medios de comunicación, durante el transcurso de la semana. La artista colombiana Shakira, por su parte, no se ha manifestado, a este respecto, y continuaba desarrollando su última gira mundial, denominada "Sale el Sol World Tour 2.010 - 2.011", que discurrirá por varios países suramericanos, entre los que se encuentran Brasil, Bolivia, Perú y Venezuela, para presentar su más reciente disco de estudio, titulado "Sale el Sol".

De llegarse a realizar el encuentro, tras cuatro años de espera, en Venezuela, la artista Shakira estaría acompañada, en su concierto, ofrecido en el marco de su última gira mundial, denominada “Sale el Sol World Tour 2.010 - 2.011”, por dos grandes cantautores venezolanos, como son, por un lado, el intérprete Hany Kauam, quien acaba de lanzar al mercado su segundo proyecto discográfico y se ha convertido en el protagonista de la balada, en Venezuela, y, por otro lado, el músico Víctor Drija, que es una estrella, cuya energía sacude el escenario, pues su voz transmite sentimientos y su sencillez cautiva a quienes, desde ya, lo consideran el ídolo de la juventud, en toda América Latina. Tuvimos que esperar a que todo se resolviese, de manera pacífica, para que los espectadores pudieran disfrutar del evento musical, que tanto esperan los "fans" venezolanos, desde hace mucho tiempo.

Por último, se hizo público que, por fín, la diva Shakira se presentaría, en el escenario del Estadio de Fútbol de la Universidad estatal "Simón Bolívar", en la ciudad de Caracas (Venezuela), tal y como estaba previsto, luego de que se levantara la protesta estudiantil en el lugar, que puso en jaque el evento musical programado, según informó la compañía productora del concierto de la vocalista Shakira, durante el pasado Martes, día 22 de Marzo de este año 2.011, pues el colectivo "Frente por la Protección de las Instalaciones Deportivas de la U.S.B." decidió levantar su manifestación, después de alcanzar un acuerdo con las autoridades universitarias.

Antony Durán, uno de los estudiantes de la protesta, miembros del colectivo, autodenominado "Frente para la Protección de las Instalaciones Deportivas de la U.S.B.", declaró que "no tenemos nada en contra de Shakira o de los conciertos, como tal, sino en contra de que se realice en nuestros campos deportivos, por los daños que se generan, pero, anoche, llegamos a un acuerdo, con el rector, y decidimos suspender la protesta".

El joven estudiante de la Universidad estatal "Simón Bolívar" (U.S.B.), Antony Durán, explicó que decidieron suspender su manifestación, luego de que las autoridades universitarias les explicaran que, de llevar su protesta hasta las últimas consecuencias, quedarían suspendidos. Además, según relató el propio estudiante Antony Durán, el rector de la Universidad estatal "Simón Bolívar" (U.S.B.), se comprometió a no usar más los espacios deportivos universitarios, para los grandes eventos musicales, a partir del próximo año 2.012.

Andrea Benavides, portavoz de la empresa "Evenpro", organizadora del concierto de la solista Shakira, en la ciudad de Caracas (Venezuela), explicó que, "ya, todo está listo para el concierto. Debimos iniciar el montaje ayer, pero esto no va a afectar, absolutamente, en nada, al 'show'; empezamos hoy y, ya, lo que queda es descontar los días".

La empresa organizadora del concierto de la artista Shakira, "Evenpro", celebró, durante este pasado Martes, día 22 de Marzo del año 2.011, que el conflicto, con los estudiantes del colectivo, llamado "Frente para la Protección de las Instalaciones Deportivas de la U.S.B.", se solucionara, "de la mejor manera posible, para todas las partes", y subrayó el "buen" cumplimiento de los trabajos de recuperación de espacios, a los que su empresa se compromete, por contrato.

La portavoz de la empresa promotora del concierto de la intérprete Shakira, en la ciudad de Caracas (Venezuela), "Evenpro", Andrea Benavides, consideró que, "a todos, nos conviene tener un sitio, al que poder asistir a conciertos, con seguridad, y la 'U.S.B.' es el único espacio que tenemos, para hacer eventos multitudinarios buenos, en Caracas".

Por último, el paso de la solista Shakira, por Venezuela, en el marco de su última gira mundial, llamada "Sale el Sol World Tour 2.010 - 2.011", está dando que hablar, porque, al parecer, la cantante Shakira escribió, a través de internet, mediante su cuenta personal oficial, en la red social "Twitter", un "tweet", refiriéndose al país de Venezuela, aunque escribiendo "Venuezuela", por error.

Por supuesto, los seguidores de la artista Shakira no han tardado en darle la réplica, por esta errata, escribiendo comentarios, con el "Hashtag" #Chakira, que, ya, es "trending topic", a nivel mundial, en la red social "Twitter", a través de internet. Así pues, una vez más, la intérprete Shakira la ha liado parda, a través de internet, en la red social "Twitter".


Finalmente, la diva Shakira y sus inimitables movimientos hicieron temblar, durante el pasado Domingo, día 27 de Marzo de este año 2.011, al Estadio de Fútbol de la Universidad estatal "Simón Bolivar" (U.S.B.), donde miles de venezolanos se rindieron, desde el primer momento, a las caderas de la vocalista colombiana Shakira, durante su concierto, en la ciudad de Caracas (Venezuela), en el marco de su última gira mundial, denominada "Sale el Sol World Tour 2.010 - 2.011".

La intérprete Shakira se reunió, durante los últimos días del pasado mes de Marzo de este año 2.011, con la Presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, a quien pidió apoyo para la obra social de la "Fundación América Latina Solidaria (A.L.A.S.)", que es una organización sin fines de lucro, que tiene, por objetivo, la atención de los niños de hasta seis años de edad.


Durante el pasado Martes, día 1 de Marzo de este año 2.011, la diva Shakira inició la segunda parte de su última gira mundial, llamada "Sale el Sol World Tour 2.010 - 2.011", teniendo previsto ofrecer cuatro conciertos, durante estos próximos meses de Mayo y Junio del año 2.011, en España, con el siguiente detalle de fechas cerradas y de lugares, ya, confirmados oficialmente, recalando en cuatro ciudades españolas:

- Lunes, día 30 de Mayo de 2.011: Auditorio "Marina Sur", en la ciudad de Valencia (Comunidad Valenciana).

- Miércoles, día 1 de Junio de 2.011: Estadio de "Los Juegos del Mediterráneo", en la ciudad de Almería (Andalucía).

- Viernes, día 3 de Junio de 2.011: Estadio "Vicente Calderón", en la ciudad de Madrid (Comunidad de Madrid).

- Sábado, día 4 de Junio de 2.011: Estadio "San Mamés", en la ciudad de Bilbao (Vizcaya, País Vasco).

          Comment on Fr John Patrick McGuire, OP RIP by Sean Poland        
Fr. John was a quiet yet effective pastor of St. Mary's, New Haven, CT. when I was a student at Yale Divinity School (graduated in 1986). His outreach to Catholics and Non Catholics at Yale Divinity School was well known and respected. I can list the names of Yale Graduate Students and Divinity Students he guided into ministry and other professions. His life reflected the joyful, systematic, deliberate, academic, and spiritual lives of the beloved Dominicans. WE are filled with gratitude to have known this man of God.
          Â¿Qué es un hacker? (Parte I)        

De un tiempo a esta parte, asisto sorprendido a la constante redefinicion semantica de un termino perteneciente a la genuina jerga de la naciente sociedad de la informacion. Me refiero a la palabra hacker. Asi, me encuentro con este articulo, el cual sugiere la siguiente definicion: “un hacker es el buscador de resquicios, el explorador constante, el que a pesar de haber encontrado un método para hacer las cosas, sigue planteándose otros con el fin de obtener un resultado mejor o, simplemente, diferente”. En este otro se dice que un hacker “también puede ser un apasionado de temas no relacionados con la informática, como un hacker de la astronomía y, en general, quien disfruta con el reto intelectual de la creación y la ¿circunvalación? de las limitaciones”, y ademas se enumera a algunos reputados miembros de la comunidad en cuestion (aunque la autora ha olvidado incluir al tipo que descubrio como hacer fuego). Ambos son claros ejemplos del asombroso metamorfismo del palabro, y añaden si cabe aun mas confusion sobre el tema.

Creo que el siguiente FUCK (acronimo de Frecuently Unanswered Cracking Kuestions) aclarara ideas entre los usuarios de la jojosfera. Vamos alla:

1.- P: Mi padre es capaz de realizar exitosamente una reparacion electrica casera con tan solo un rollo de cinta adhesiva, unas tijeras y un cuchillo; y sin interrumpir temporalmente el flujo electrico de nuestro hogar ¿Es un hacker? R: No, tu padre es un patan temerario que va a morir electrocutado cualquier dia de estos, y de paso provocara un incendio que habra de acabar devorando los edificios de todo el barrio.

2.- P: Mi madre suele hacer la paella substituyendo las gambas por saltamontes que ella misma caza durante las dominicales tardes campestres ¿Es un hacker? R: No, tu madre es una miserable que terminara intoxicandoos a todos por ratear tanto en los ingredientes para la elaboracion de la paella. Por otra parte, tu familia apesta a un dominguerismo atroz.3.- P: Mi hermana se comunica con el resto de sus amigas quinceañeras mediante el Messenger, usando un extraño e ininteligible lenguaje escrito, salteado por simbolos graficos que aparentan ser jeroglificos ¿Es un hacker? R: No, tu hermana es un esperpento fracasado de la ESO perteneciente a la infame generacion que asegurara la ruina de este puto pais. Cualquier inmigrante llegado desde el tercer mundo tiene mas cultura que ella y utiliza mejor el castellano.

4.- P: Mi hermano tiene tres discos duros (jar draif) de 200 GB cada uno llenos de peliculas y musica digitalizadas, ademas de la completa coleccion de versiones de mas de un millar de programas desprotegidos ¿Es un hacker? R: No, tu hermano es un adicto a internet que no sabe usar ninguno de esos programas, no ha visto siquiera la decima parte de esas peliculas ni escuchado la veinteava parte de esa musica. Eso si, el Nero lo domina a la perfeccion. Por lo demas, el 90% de esas peliculas son pornograficas y su completo visionado le llevarian a sufrir de un pajillerismo incurable. El frikismo ronda su espiritu. Llevalo a un exorcista o espabilalo con dos buenas hostias.

5.- P: ¿Puedo espabilarlo llevandolo a una casa de mujeres públicas? R: No, que se envicia. Ademas, eso es pecado.

6.- P: Mi tio a veces se pasa horas enteras trasteando los botones del reloj Casio F-91W-1YEF que le compro a un marroqui hace ya algunos lustros, y cuando le pregunto que esta haciendo me responde con sospechosas evasivas del tipo: lo estoy poniendo en hora ¿Es un hacker? R: No. Si la perfeccion fuera posible, tu tio seria el perfecto gilipollas. Regalale un reloj de cuerda que tenga en la esfera todas las horas marcadas con el sistema de numeración arabe (en ningun caso numeracion romana).7.- P: Mi prima tiene una tostadora… R: Perdon, en tu familia no hay ningun puto hacker. Y no se admiten mas preguntas sobre familiares tuyos.

8.- P: En mi barrio hay un tipo que tiene un coche pintado con colores chillones, al que le ha añadido faldones y alerones, e incluso una antena parabolica; ademas ha logrado introducir en su interior un equipo de musica de 1.000 vatios junto a dos ordenadores, 10 tubos fluorescentes, un circuito cerrado de television y un espectroscopio ¿Es un hacker? R: No, es un imbecil y un hortera.

9.- P: Cuando nos compramos el ordenador nuevo le pedimos ayuda a mi vecino y este intento instalarnos una distribucion GNU/Linux ¿Es un hacker? R: No, es un maloso y un malvado. Obligalo a instalarte siempre una version de Windows, pues se trata del sistema operativo que usa todo el mundo.

10.- P: ¿El Papa usa WindowsR: Pues claro. Y la Mama tambien.

11.- P: Tengo un amigo que lee comics frecuentemente y organiza partidas de rol ¿Es un hacker? R: No, es un asesino en potencia. Llama a la policia; salvaras la vida de muchos inocentes.

12.- P: Mozart, Einstein y Picasso ¿eran hackers? R: No, Mozart fue un genio de la musica, Einstein un genio de la fisica y Picasso un genio de la pintura. Punto.

13.- P: Y tu, ¿eres un hacker? R: No, yo soy repartidor de la popular bombona de butano. Y a mucha honra ¿Pasa algo?

14.- P: ¿Que personaje popular famoso es un hacker? R: El hacker mas conocido es Papa Noel. Su asombrosa habilidad para colarse en los hogares ajenos encontrando siempre la forma de introducir su enorme barrigon por la chimenea le delatan. Pero esto no se lo digas a nadie, porque podrias buscarle problemas con el FBI.

15.- P: Entonces, ¿que es exactamente un hacker? R: Olvidate de la palabreja en cuestion. Cuando quieras alabar el ingenio de una persona o su capacidad para hallar solucion a arduos problemas encualesquiera campos de la tecnica o el conocimiento, utiliza terminos como: mente brillante, mente analitica, mente inquieta, genio, espiritu innovador, espiritu inconformista, persona inteligente, persona creativa, tipo ingenioso, etc, etc. Si quieres emplear un vocabulario mas vulgar, puedes escoger entre: marciano, lince, tipo listo, tio fuera de serie, maquina o monstruo (los granadinos pueden ademas usar: tio polluo). Para destacar su predisposicion a compartir desinteresadamente con la comunidad sus hallazgos o el fruto de su trabajo tienes el vocablo: filantropo. Y NO utilices nunca un anglicismo si dispones de un equivalente en tu lengua materna (deja esas malas costumbres para los pedorros de la jojosfera).

16.- P: ¿Cuando escribiras la segunda parte de este FUCK? R: Cuando me salga de las pelotas, of course.


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          Watch: Mariners’ Robinson Cano booed by Yankees fans on ‘Tonight Show’        
Seattle Mariners’ second baseman Robinson Cano makes his highly anticipated return to Yankee Stadium on Tuesday night, and chances are he gets a mixed welcome from the Bronx crowd. Cano had an illustrious career in New York after coming up in 2005. In seven season in pinstripes, the 31-year-old native of the Dominican Republic hit […]
          Get to know the new collection “Erte” by Maria Magdalena at the Jenny Polanco Project        

Erte is Dominican Perfumes’ newest product line of perfumes and aromas developed by Maria Magdalena. The line’s mission is to allow the user to connect with their own beauty, with a particular emphasis on “creativity” and “art”. You’ll be introduced to an array of products like morning bath soaps, cocoa facial masks, face serums, body oils, toner, and more. Within […]

The post Get to know the new collection “Erte” by Maria Magdalena at the Jenny Polanco Project appeared first on Casa de Campo Living.


          Veras llega a acuerdo de un año con Astros        
Los Astros han llegado a un acuerdo con el relevista dominicano José Veras, según un informe. Veras ganará US$1.85 millones en el 2013 con una opción de US$3.25 millones para el 2014.
          Peña pacta por una temporada con Astros        
El inicialista dominicano Carlos Peña ha llegado a un acuerdo de un año y US$2.9 millones con los Astros, según una fuente del béisbol. El toletero podrá ganar otros US$1.4 millones en incentivos.
          Los Astros firman a tres serpentineros        
Los Astros le han otorgado contratos de Ligas Menores con invitaciones a los Entrenamientos de Primavera al venezolano Sergio Escalona, al mexicano Edgar González, al dominicano José Valdez y a Trevor Crowe.
          8th August 2017 - Feast day of St Mary MacKillop and St Dominic        
Today is the first feast day of an old friend of Sacred Space 102fm, St Mary of the Cross MacKillop, Australia's first saint who was canonized in September 2010 by Pope Benedict XVI. (Well technically in Ireland it is an optional memorial, but I think for today we will move to Australia and celebrate it as a feast :D).

In 2010 we had an interview with Sr Margaret O'Sullivan RSJ in advance of the canonisation which you can read about here and podcast here which is one of our most popular posts ever.

Mary MacKillop was born in Melbourne Australia on 15th January 1842 and died in Sydney on 8th August 1909. The years in between saw one of Australia's most remarkable women demonstrate incredible strength, devotion, inspiration and absolute trust in God



Prayer through the intercession of St Mary of the Cross MacKillop

God of Compassion,
You filled the heart of Saint Mary MacKillop with a deep trust in Your Providence and trust in Your Will.
Help me like her to renew my trust in Your loving plan for me. Deepen my faith, so that like her I may bear the Cross and follow her example of kindness.
Through her intercession I pray especially for ____________________.
I make this prayer through Jesus, my Way, my Truth, my Life.
Amen.

Various reflections and articles about St Mary:
 From Pope Benedict XVI's homily at the canonisation:
""Remember who your teachers were from these you can learn the wisdom that leads to salvation through faith in Christ Jesus". For many years countless young people throughout Australia have been blessed with teachers who were inspired by the courageous and saintly example of zeal, perseverance and prayer of Mother Mary MacKillop. She dedicated herself as a young woman to the education of the poor in the difficult and demanding terrain of rural Australia, inspiring other women to join her in the first women's community of religious sisters of that country. She attended to the needs of each young person entrusted to her, without regard for station or wealth, providing both intellectual and spiritual formation. Despite many challenges, her prayers to St Joseph and her unflagging devotion to the Sacred Heart of Jesus, to whom she dedicated her new congregation, gave this holy woman the graces needed to remain faithful to God and to the Church. Through her intercession, may her followers today continue to serve God and the Church with faith and humility!"

**********************




Of course August 8th is also the feast day of St Dominic, founder of the Order of the Preachers more familiarly known as the Dominicans. To all our Dominican friends, happy feast day!

          6th August 2017 - Youth2000 Summer Festival 2017 - Feast of the Transfiguration        
On this weeks SS120fm, John is joined by visitors from Youth2000 to tell us about their upcoming youth festival in Roscrea in August. We have our regular reflection on the Sunday gospel as well as some liturgical odds & ends and notices.

You can listen to the podcast of this weeks full programme HERE.

Youth2000 Summer Festival 2017


On this weeks programme, John is joined by some of the Limerick people involved with Youth2000 - Mariah Culloty, Niamh O'Donnell, Aine Keane and Grace Leahy - along with Fr Patrick Cahill the national spiritual director. They share their experience of Y2K and tell us about the forthcoming Youth Festival in Roscrea.

You can listen to their interview with John excerpted from the main programme HERE.

The bus leaves from Newcastle West at 12.05 on 17th August to Roscrea for Youth Festival.

You can find out more about Youth2000 and their events at their website HERE


Gospel - Matthew 17:1-9


Jesus took Peter, James, and his brother, John, and led them up a high mountain by themselves.And he was transfigured before them; his face shone like the sun and his clothes became white as light.And behold, Moses and Elijah appeared to them,conversing with him.Then Peter said to Jesus in reply, "Lord, it is good that we are here.If you wish, I will make three tents here, one for you, one for Moses, and one for Elijah."While he was still speaking, behold,a bright cloud cast a shadow over them, then from the cloud came a voice that said, "This is my beloved Son, with whom I am well pleased;listen to him."When the disciples heard this, they fell prostrateand were very much afraid.But Jesus came and touched them, saying,"Rise, and do not be afraid."And when the disciples raised their eyes, they saw no one else but Jesus alone.
As they were coming down from the mountain,Jesus charged them,"Do not tell the vision to anyone until the Son of Man has been raised from the dead."


Reflections on this weeks gospel:

Word on Fire
English Dominicans
Sunday Reflections
Centre for Liturgy
Salt + Light

Liturgical odds & ends

Liturgy of the Hours - Psalter week 2; 18th week in ordinary time

Saints of the Week

August 7th - Pope St Sixtus II & Companion Deacons
August 8th - St Dominic also St Mary of the Cross MacKillop
August 9th - St Theresa Benedicta of the Cross (Edith Stein)
August 10th - St Lawrence 
August 11th - St Clare
August 12th - St Jane Frances de Chantal also St Lelia also St Muredach also St Attracta 
          30th July 2017 - Faithcasts from catholicireland.ie -         
On this weeks programme, the SS102fm team take a slight back seat as we avail and publicise the news resource from catholicireland.ie - Faithcasts. In addition to the Faithcast we have our regular reflection on the Sunday gospel as well as some liturgical odds and ends.

Next week we return to normal SS102fm show with an interview with participants at recent Youth2000 events.

You can listen to the podcast of this weeks SS102fm full programme HERE.


Faithcast - Episode 23 - July 20th 2017

Faithcast is the weekly podcast from catholicnews.ie, the news source for the Irish Catholic Bishops' Conference. Presented by Brenda Drumm, Faithcast is a mixture of interviews and news snippets from the Catholic Church in Ireland.

In episode 23 of Faithcast, Brenda speaks to Brian Hanley of the Irish Council for Prisoners Overseas about concerns over delays in the repatriation of Irish people in prison overseas. Brenda also hears from Sadie and Jason, two young people who share their reasons for signing up as volunteers for next year’s World Meeting of Families 2018 in Dublin.

The faith news this by the devastating hunger crisis in east Africa; Archbishop Eamon Martin’s wish for ‘a New Pentecost in Ireland’; the annual Reek Sunday pilgrimage; and, Bishop Éamonn Walsh’s letter to The Irish Times newspaper in which he expresses his concern about alcohol’s grip on Irish society.

Gospel - Matthew 13:44-52

Jesus said to his disciples:
"The kingdom of heaven is like a treasure buried in a field,which a person finds and hides again,and out of joy goes and sells all that he has and buys that field. Again, the kingdom of heaven is like a merchantsearching for fine pearls. When he finds a pearl of great price,he goes and sells all that he has and buys it. Again, the kingdom of heaven is like a net thrown into the sea,which collects fish of every kind. When it is full they haul it ashoreand sit down to put what is good into buckets. What is bad they throw away. Thus it will be at the end of the age. The angels will go out and separate the wicked from the righteousand throw them into the fiery furnace,where there will be wailing and grinding of teeth."Do you understand all these things?" They answered, "Yes." And he replied,"Then every scribe who has been instructed in the kingdom of heavenis like the head of a householdwho brings from his storeroom both the new and the old."

Reflections on this weeks gospel:

Word on Fire
English Dominicans
Sunday Reflections
Centre for Liturgy

Liturgical odds & ends

Liturgy of the Hours - Psalter week 1; 17th week in Ordinary time

Saints of the Week

July 31st - St Ignatius of Loyola
August 1st - St Alphonsus Liguori
August 2nd - St Peter Julian Eymard
August 3rd - St Nicodemus
August 4th - St John Mary Vianney
August 5th - Dedication of the Basilica of St Mary Major in Rome


          23rd July 2017 - SS102fm & Faithcasts - Trocaire Emergency Appeal and Blessed John O'Sullivan SJ        
On this weeks programme SS102fm begins a new element in our programming by utilising the resources of catholicnews.ie weekly Faithcasts. We have our regular reflection on this weeks gospel as well as liturgical odds & ends.

You can listen to the podcast of SS102fm full programme HERE.

Faithcasts from catholicnews.ie

Faithcast is the weekly podcast from catholicnews.ie, the news source for the Irish Catholic Bishops' Conference. Presented by Brenda Drumm, Faithcast is a mixture of interviews and news snippets from the Catholic Church in Ireland.

On this weeks SS102fm we have two inteviews conducted via Faithcasts for our listners.

First off we have an interview with Eoin Wrenn from Trocaire about the emergency appeal for the famine in the Horn of Africa.  The Irish Catholic Bishops’ Conference has announced that special collections at all Masses will take place across Ireland on the weekend of 22 and 23 July to fund life-saving aid for people currently affected by the devastating hunger crisis in east-Africa. The money raised will be donated to Trócaire, the overseas development agency of the Catholic Church in Ireland, which is delivering emergency food, water and health care to the 25 million people affected. Eoin Wrenn, Trócaire’s Head of Region for east-Africa, speaks to Brenda Drumm about the emergency situation in east-Africa and why there is a need for a special Church collection.



The second interview conducted by Brenda Drumm is an interview with Father Bernard McGuckian SJ conducted in May 2017 about what the beatification of Father John Sullivan means to the Jesuit family in Clongowes Wood College in Co Kildare and she learns more about the life and ministry of the new Blessed John Sullivan SJ.

You can listen to the interview with Fr Bernard excerpted from the main SS102fm programme podcast HERE.

Gospel - Matthew 13:24-30

Jesus proposed another parable to the crowds, saying:
"The kingdom of heaven may be likened to a man
who sowed good seed in his field.
While everyone was asleep his enemy came
and sowed weeds all through the wheat, and then went off.
When the crop grew and bore fruit, the weeds appeared as well.
The slaves of the householder came to him and said,
'Master, did you not sow good seed in your field?
Where have the weeds come from?'
He answered, 'An enemy has done this.'
His slaves said to him, 'Do you want us to go and pull them up?'
He replied, 'No, if you pull up the weeds
you might uproot the wheat along with them.
Let them grow together until harvest;
then at harvest time I will say to the harvesters,
"First collect the weeds and tie them in bundles for burning;
but gather the wheat into my barn."'"

Reflections on this weeks gospel:

Word on Fire
English Dominicans
Centre for Liturgy
Sunday Reflections

Liturgical odds & ends

Liturgy of the Hours - Psalter week 3; 16th week in Ordinary time

Saints of the Week

July 24th - Saint Charbel Makhlouf
July 25th - St James (Apostle)
July 26th - St Joachim & Anne
July 27th - Martyrs of the Spanish Civil War
July 28th - Martyrs of the Spanish Civil War
July 29th - St Martha
          16th July 2017 - A Discernment journey: An Interview with Mark O'Brien        
On this weeks programme John is joined by Mark O'Brien to discuss the joys and challenges of discerning a path in life. We have our regular look at the saints of the week and also a short reflection on this weeks Sunday gospel.

You can listen to the podcast of this weeks full programme HERE.

Discerning our journey's in life - Interview with Mark O'Brien


Discernment is a theme or word which has been a leit motif of Pope Francis' teaching and ministry since his election as Pope. As a son of Ignatius of Loyola it is something which he has encouraged all Christians to practise. Back in August 2013 he said 
"Discernment is one of the things that worked inside St. Ignatius. For him it is an instrument of struggle in order to know the Lord and follow him more closely. [...] This discernment takes time. For example, many think that changes and reforms can take place in a short time. I believe that we always need time to lay the foundations for real, effective change. […] Sometimes discernment instead urges us to do precisely what you had at first thought you would do later. And that is what has happened to me in recent months. Discernment is always done in the presence of the Lord, looking at the signs, listening to the things that happen, the feeling of the people, especially the poor. […]The mystical dimension of discernment never defines its edges and does not complete the thought. The Jesuit must be a person whose thought is incomplete, in the sense of open-ended thinking."
Henri Nouwen the Dutch writer once said that â€œDiscernment is faithful living and listening to God’s love and direction so that we can fulfill our individual calling and shared mission.”.


On this weeks programme John discusses a journey in faith with Mark O'Brien. Mark is one of Limerick diocese's seminarians who is currently discerning through the process of formation and education in seminary whether he is called to priesthood. 

While SS102fm has interviewed numerous priests about their vocation story to ordination, seminarians are still on that journey, seeking, discerning the path that the Lord is calling them to. Mark's interview bravely shares his on going journey to date and we hope that in the fullness of time he will be ordained to priesthood.

It is a sign and challenge of courage to us all to ask what are we doing to discern and respond to God's call to each of us in our daily lives.

You can listen to the interview with Mark excerpted from the main programme HERE.



Gospel - Mathew 13:1-23



On that day, Jesus went out of the house and sat down by the sea.
Such large crowds gathered around him
that he got into a boat and sat down,
and the whole crowd stood along the shore. 
And he spoke to them at length in parables, saying:
"A sower went out to sow. 
And as he sowed, some seed fell on the path,
and birds came and ate it up. 
Some fell on rocky ground, where it had little soil. 
It sprang up at once because the soil was not deep,
and when the sun rose it was scorched,
and it withered for lack of roots. 
Some seed fell among thorns, and the thorns grew up and choked it. 
But some seed fell on rich soil, and produced fruit,
a hundred or sixty or thirtyfold. 
Whoever has ears ought to hear."

The disciples approached him and said,
"Why do you speak to them in parables?" 
He said to them in reply,
"Because knowledge of the mysteries of the kingdom of heaven
has been granted to you, but to them it has not been granted. 
To anyone who has, more will be given and he will grow rich;
from anyone who has not, even what he has will be taken away. 
This is why I speak to them in parables, because
they look but do not see and hear but do not listen or understand. 
Isaiah's prophecy is fulfilled in them, which says:
You shall indeed hear but not understand,
you shall indeed look but never see.
Gross is the heart of this people,
they will hardly hear with their ears,
they have closed their eyes,
lest they see with their eyes
and hear with their ears
and understand with their hearts and be converted,
and I heal them. 

"But blessed are your eyes, because they see,
and your ears, because they hear. 
Amen, I say to you, many prophets and righteous people
longed to see what you see but did not see it,
and to hear what you hear but did not hear it.

"Hear then the parable of the sower.
The seed sown on the path is the one
who hears the word of the kingdom without understanding it,
and the evil one comes and steals away
what was sown in his heart.
The seed sown on rocky ground
is the one who hears the word and receives it at once with joy. 
But he has no root and lasts only for a time. 
When some tribulation or persecution comes because of the word,
he immediately falls away. 
The seed sown among thorns is the one who hears the word,
but then worldly anxiety and the lure of riches choke the word
and it bears no fruit. 
But the seed sown on rich soil
is the one who hears the word and understands it,

who indeed bears fruit and yields a hundred or sixty or thirtyfold."

Reflections on this weeks gospel

Word on Fire
Sunday Reflections
Centre for Liturgy
English Dominicans
It’s About God, Not The Dirt 



Liturgical odds & ends

Liturgy of the Hours - Psalter week 3; 15th week in Ordinary time

Saints of the Week

17th July - St Hedwig of Poland
18th July - Bl Jean Baptiste de Bruxelle
19th July - St Macrina the Younger
20th July - St Apollinarius
21st July - St Lawrence of Brindisi
22nd July - St Mary Magdalene
          9th July 2017 - Prayer and myprayer.ie        
On this weeks programme the SS102fm welcomes back Geraldine Creaton. Geraldine and Lorraine give us a reflection on prayer and introduce us to the new website myprayer.ie. We have our regular reflection on this weeks Sunday gospel as well as notices and other liturgical odds and ends.

You can listen to the podcast of this weeks full programme HERE.


myprayer.ie - Reflections on prayer



Geraldine Creaton and Lorraine have a discussion this week about prayer and also introduce to us the new initiative of Archbishop Eamonn Martin of Armagh called myprayer.ie

MyPrayer.ie being a new and creative way of providing a space and opportunity for prayer online urging as many as possible to register and join this initiative conceived in prayer.


The purpose of Myprayer.ie is:


• To give people a safe space to share their prayer with others.

• To make requests for prayer online.
• To pray for the intentions of those who have requested prayer.

• To share how God has answered prayer.

You can listen to the reflection on prayer excerpted from the programme HERE.



In terms of the new initiative on the 24th June, Archbishop Eamon Martin, launched MyPrayer.ie at the Annual Charismatic Conference in the RDS. 

Archbishop Eamon in his talk spoke how he has for some time felt the need for an Apostolate of Prayer for Ireland but hopefully through Myprayer.ie it will become a world-wide apostolate within the universal Church. 


This is in keeping with Pope Francis encouragement to all Christians to go on the digital highways and bring the Good News of Jesus Christ to our brothers and sisters throughout the world.


Archbishop Eamon Martin announces new prayer apostolate at celebration marking 50 Years of Charismatic Renewal





Gospel - Matthew 11:25-30


At that time Jesus exclaimed:
"I give praise to you, Father, Lord of heaven and earth,
for although you have hidden these things
from the wise and the learned
you have revealed them to little ones.
Yes, Father, such has been your gracious will.
All things have been handed over to me by my Father.
No one knows the Son except the Father,
and no one knows the Father except the Son
and anyone to whom the Son wishes to reveal him. 
"Come to me, all you who labor and are burdened,
and I will give you rest.
Take my yoke upon you and learn from me,
for I am meek and humble of heart;
and you will find rest for yourselves.
For my yoke is easy, and my burden light."
Reflections on this weeks gospel


Liturgical odds & ends

Liturgy of the Hours - Psalter week 2; 14th week in Ordinary time

Saints of the Week

July 11th - St Benedict
July 12th - St John Jones
July 15th - St Bonaventure

On the general calendar the feast of Our Lady of Mount Carmel is not celebrated this year as it falls on Sunday 16th July except of course for the Carmelite family around the world. 

          2nd July 2017 - Lough Derg: Reconnecting with our family history        
On this weeks programme, the full SS102fm team are back on air and we have an interview with Sharon Harty about St Patrick's Sanctuary at Lough Derg and their plans for the 2017 pilgrimage season. We have our regular reflection on this weeks Sunday gospel as well as our liturgical odds & ends and some notices.

You can listen to the podcast of this weeks full programme HERE.

Lough Derg - 2017 Pilgrimage season



John interviews Sharon Harty about Lough Derg this morning. They explore the history of pilgrimage to this sacred isle which has with stood the ravages of the centuries and persecution.

Sharon shares about the experience of pilgrimage at Lough Derg and what it can mean to link in with the history of the spirituality of the pilgrimage and the opportunity for people to take a moment out of the busy lives that we live

You can listen to Sharon's interview excerpted from the main programme HERE.

Lough Derg is not about escaping life but about getting to the heart of what life is all about

Lough Derg offers families a unique connection with their ancestral family whose spiritual footsteps down the generations awaits them in this sacred Island. The Lough Derg Pilgrimage season connects us with the flame of faith, hope and love lit in Ireland by St Patrick in the fifth century and continues to give light to families today.

Fr Owen McEneaney, Prior of Lough Derg extends a personal invitation to one and all to come and walk in the spiritual footsteps of your family – parents, grandparents, relations – walk the same ground where they walked and prayed, reconnect with their prayer for their family and future family. Today you are that family; come and be touched by God’s grace in the sanctuary of St Patrick. A sacred place where we look to God – Father, Son and Spirit – that communion of love to guide us on our faith-filled journey.

From the time of St Patrick right up to today, experiencing this communion of love at the heart of God has a particular resonance for pilgrims to Lough Derg, leaving the Island as they often do with a deep, deep sense of God’s presence, closeness and love. It is as if they have been taken into the communion of love that is Father, Son and Spirit.

If you have thought about coming to Lough Derg but never managed to get here or if you have been here in the past and thought you will come back some day – let that some-day be this year.

Linking with the World Meeting of Families in Ireland next year

As Ireland gets ready to host this momentous event Lough Derg extends an invitation to family groups, the parish family and the diocesan family to come and prepare for this occasion, to be part of the unbroken link of Lough Derg as a place of continuous prayer for families over the generations.

The Lough Derg team can be contacted for more information on 071 9861518 daily from 8.00am until 9.00pm during June, July and August. Full season details on loughderg.org

Gospel - Matthew 10:37-42

Whoever loves father or mother more than me is not worthy of me; and whoever loves son or daughter more than me is not worthy of me; and whoever does not take up the cross and follow me is not worthy of me. Those who find their life will lose it, and those who lose their life for my sake will find it. “Whoever welcomes you welcomes me, and whoever welcomes me welcomes the one who sent me. Whoever welcomes a prophet in the name of a prophet will receive a prophet’s reward; and whoever welcomes a righteous person in the name of a righteous person will receive the reward of the righteous; and whoever gives even a cup of cold water to one of these little ones in the name of a disciple—truly I tell you, none of these will lose their reward.”
Reflections on this weeks gospel:




Liturgical odds & ends

Liturgy of the Hours - Psalter week 1; 13th week in ordinary time

Saints of the Week
July 7th - St Maelruain (First Friday)
July 8th - St Kilian


          25th June 2017 - Fr Bryan Shortall: Tired of all the bad news?        
On this weeks programme John and Shane are joined by Fr Bryan Shortall to talk about his book and blog "Tired of all the bad news". We have our regular reflection on this weeks Sunday gospel as well as some notices and liturgical odds and ends.

You can listen to the full programme podcast HERE.


Tired of all the bad news



Fr Bryan Shortall is a member of the Irish Capuchin province of friars and joins us this week on the programme to reflect on vocation, priesthood and his recently published book "Tired of all the bad news".

Shane and John have an interesting chat with this Dublin born padre about his ministry and his experience of ministering to ordinary people in the midst of their daily lives and struggles.


His book which arose from his blog of the same name is described as "a superb insight into the lessons he has learned through the selflessness of his parishioners, the words spoken ‘out of the mouths of babes’, and a close examination of the gospel message. As Bryan himself says, ‘while we can’t blind our eyes to the struggles of people, of families, of communities, it’s important to listen for the sounds of good news that emerge too.’ This little book is his way of helping to bring that good news into the light." As Fr Bryan reminds us it is about pointing the way to Christ in the midst of our daily lives!


You can listen to the interview with Br Bryan excerpted from the main programme HERE.


Gospel - Matthew 10:26-33

 
‘So have no fear of them; for nothing is covered up that will not be uncovered, and nothing secret that will not become known. What I say to you in the dark, tell in the light; and what you hear whispered, proclaim from the housetops. Do not fear those who kill the body but cannot kill the soul; rather fear him who can destroy both soul and body in hell. Are not two sparrows sold for a penny? Yet not one of them will fall to the ground unperceived by your Father. And even the hairs of your head are all counted. So do not be afraid; you are of more value than many sparrows.
 â€˜Everyone therefore who acknowledges me before others, I also will acknowledge before my Father in heaven; but whoever denies me before others, I also will deny before my Father in heaven.
Reflections on this weeks gospel:

Word on Fire
English Dominicans
Sunday Reflections
Centre for Liturgy




Liturgical odds & ends

Liturgy of the Hours: Psalter week 4; 12th week in ordinary time

Saints of the Week
June 26th - St Josemaria Escriva
June 27th - St Cyril of Alexandria also Our Lady of Perpetual Help
June 28th - St Irenaeus
June 29th - Ss Peter & Paul (Solemnity)
June 30 - First martyrs of the Church of Rome
July 1st - St Oliver Plunkett (First Saturday)


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          Comment on Contact by The End | This Dominican Life        
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          Comment on COS Survey: Part II by PapaCampos        
Brendan, your Mom and I are glad we had your back. It has been fun watching you grow and embrace what life offers - especially when you face the hard, the scary, and the uncomfortable and come out the other end, stronger and wiser. You have inspired many by your dedication, work, attitude and spirit. I am glad you had the opportunity to experience both the hardships and the wonderful spirit of the Dominican people. Too often, we take for granted the simple blessings and comforts of our lives here in the US. We are very proud of you and your service.
          After years of exile, Dominican sisters return to Iraq’s Nineveh Plain        
Erbil, Iraq, Aug 9, 2017 / 05:32 pm (EWTN News/CNA).- After three years in exile from Iraq's Nineveh Plain while it was occupied by the Islamic State, the Dominican Sisters of St. Catherine of Siena are returning to their homeland to face the daunting ... [...]
          This priest preserves Iraqi culture found in historic manuscripts        
Rome, Italy, Aug 9, 2017 / 04:04 am (EWTN News/CNA).- As Iraq and surrounding areas face the destruction of many of the region's archaeological treasures, one priest and his fellow Dominicans are preserving the area's history and culture through an arc... [...]
          CONTRATO DE TRABAJO EN REPUBLICA DOMINICANA Y VALIDEZ DEL RECIBO DE DESCARGO EN MATERIA LABORAL        




 CONTRATO DE TRABAJO DE ACUERDO AL CÓDIGO LABORAL DOMINICANO.

De acuerdo al articulo 1 del Codigo de Trabajo Dominicano,  El contrato de trabajo es aquel por el cual una persona 
se obliga, mediante una retribución, a prestar un servicio 
personal a otra, bajo la dependencia y dirección inmediata o 
delegada de ésta.

Los elementos a tomar en cuenta para la constitución del Contrato de trabajo son los siguientes:


1)SERVICIO PERSONAL.

Los elementos básicos tipifican tes del Contrato de Trabajo son la prestación de un servicio personal, por lo que el contrato de trabajo es INTUITO PERSONAE, de parte del trabajador, la relación de dependencia o subordinación, el salario o retribución, en cuanto a la primera de las condiciones, esta es exigida por el articulo 1 del Código de Trabajo, EL TRABAJADOR DEBE PRESTAR UN SERVICIO PERSONAL A OTRA.

2) SUBORDINACION:

La subordinación es el elemento determinante del contrato de trabajo, tiene un sentido técnico, económico, social y politico, se caracteriza según el criterio de la Cortede casacion, cuando el patrono tiene la faculotad de dirigir la actividad personal del trabajador, dictando normas, instrucciones y ordenes para todo lo concernientea la ejecución de su trabajo. ( Sent. 4 de marzo de 1952, BJ. 500, P. 403/408, SENT. 2 AGOSTO 1955. BJ. 541, P 1602, 1609. Y 1615.

3) EL SALARIO.

El salario es el tercer elemento propio del contrato de trabajo, se desprende de la definición legal de dicho contrato. El salario se estipula y paga en efectivo en moneda de curso legal pero puede comprender cualquier clase y forma de retribución. La corte de casación considera salario, no solo la suma en efectivo que el trabajador recibe periódicamente, sino cualquier otro beneficio que reciba por el servicio prestado. Sent. 7 de agostos de 1956, BJ. 553, PAGINA 1611.


      CONTRATO DE TRABAJO. PRESUNCION DE SU EXISTENCIA.

Al tenor del articulo 15 del Código de Trabajo Dominicano se presume la existencia del contrato en toda relación de trabajo, por lo que a los trabajadores demandantes les basta demostrar la presentación de un servicio personal al demandado, para que el tribunal apoderado de una demanda laboral  de por establecido la existencia de dicho contrato, correspondiendo a la persona a quien se le presto el servicio demostrar que el mismo fue producto de un vinculo contractual ajeno al contrato de trabajo, Sentencia del 10 julio del 2002, No. 11, B. J. No. 1100, Pagina 890.

Que tal como lo ha dicho la Jurisprudencia, los trabajadores deben demostrar que los mismos han prestado un servicio personal al demandado, y que luego de ellos haber probado la prestación de un servicio personal, el demandado le toca probar, que dicha prestación se debió a un vinculo contractual ajeno al contrato de trabajo.


VALIDEZ JURIDICO DEL RECIBO  DE DESCARGO EN MATERIA LABORAL.

Cuando en un proceso en materia laboral, una de las partes pretende darle al recibo de descargo un alcance que no tiene,es importante señalar la fecha del recibo de descargo antes de darle el alcance que realmente tiene el mismo, esto asi bajo el entendido de que de este recibo de descargo se destilaran una serie de consecuencias jurídico-laboral que decidirán cual de las partes tiene la razón en la litis.


Es importante señalar si Cuando se emitió el recibo de descargo, el contrato de trabajo estaba en vigencia, o sea que aun se se había terminado por nigua de las formas que establece el Codigo de Trabajo, lo que en la especie lo hace nulo de pleno derecho, pues las partes envueltas en la relacion de trabajo nunca terminaron el contrato de trabajo por ninguna de las formas establecidas por el Código laboral, situación esta que es la que determina si al recibo de descargo debe darsele credibilidad y ejecucion frente a las partes. 

La valides de los recibos de descargo y de finiquito legal, solo surten efectos cuando estos se han firmado luego de finalizada la relación de trabajo, situación que no ha sucedido en la especie, pues, imaginemos que el recibo de descargo y finiquito legal sea de fecha  27 del mes de Abril del año 2009, fecha en la cual aun estaba en vigencia el contrato de trabajo que ligaba a las partes, no se habia terminado, aunque el susodicho recibo de descargo expone que las relaciones de trabajo terminaron el 22 del mes de Abril del año 2009, queda entonces la parte interesada en darle validez a dicho recibo de descargo en la obligación de probar la terminación del contrato de trabajo, pues de acuerdo a la máxima jurídica; todo el que alega un hecho en justicia debe probarlo, por lo que se entiende que el recibo de descargo fue firmado en vigencia del contrato de trabajo, por lo tanto deviene en nulidad, toda vez que era necesario que la parte interesada demuestre ante el tribunal de juicios jurídicos que cuando se firmo el recibo de descargo ya el contrato de trabajo que ligaba a las partes habia terminado.

Que en cuanto a la validez de los recibos de descargo, e interpretando el principio V del Código de trabajo, la Suprema Corte de Justicia ha sido mas que prolifera en ese sentido y ha dejado por sentado lo siguiente:

RECIBO DE DESCANRGO PURO Y SIMPLE, DURANTE LA VIGENCIA DEL CONTRATO. NULO. Que tal como se observa la Corte a-qua da  por establecido que los contratos de trabajos de los recurrente concluyendo el 12 de marzo de 1999, pero declara  valido  el acto transaccional suscrito entre la empresa y el Sindicato de  Trabajadores de la misma, el 17 de febrero de  1999, en el que hubo renuncia a los derechos de los  trabajadores,  según afirma la propia sentencia  impugnada, bajo el  fundamento de que esa renuncia se hizo una vez  culminada  la relación contractual de las partes, haciendo acopio del criterio sostenido por esta Suprema Corte de Justicia, en el sentido de que la irrenunciabilidad de los derechos de los trabajadores se circunscribe al ámbito contractual, siendo valido todo acuerdo surgido con posterioridad  a la conclusión del contrato de trabajo. Sentencia del 18 de julio de 2001, No.  14m, B. J. No. 1088, paginas 807-808.

RENUNCIA DE DERECHOS DE LOS TRABAJADORES FUERA DEL AMBITO CONTRATUAL. Que si bien el V Principio Fundamental del Código de Trabajo, establece impedimento de renuncia  de derechos reconocidos a los trabajadores, el alcance de esa prohibición se circunscribe al ámbito contractual y no después de la finalización del contrato de trabajo, siendo valido todo recibo de descargo expedido con posterioridad a dicho contrato, aun cuando después de recibido el pago  se comprobare diferencia a  favor del trabajador, siempre que este no haga consignar al momento de expedir el recibo su inconformidad con el pago y formule reservas de reclamar esos derechos;  Que para la validez de la renuncia de los derechos producida fuera del ámbito contractual, no es necesario que el  documento que recoge la misma este firmado por el empleador, siendo suficiente que el mismo lo haya firmado de manera libre y voluntaria  la parte que otorga descargo, que es en este caso el trabajador demandante. Sentencia No. 22, 18-08-99, B. J. No. 1065, paginas 644-645; Ver también  Sentencia No. 35, 25-08-99, B. J. No. 1065, pagina  750;  Ver  Sentencia No. 8, 10-11-99, B. J.  No. 1068, paginas 568-569; Ver también Sentencia No.  28, 27-10-99, B. J. No. 1067, páginas 705-706.


RECIBO  DE DESCARGO Y FINIQUITO, FUERA DE LA VIGENCIA DEL  CONTRATO DE TRABAJO, VALIDEZ. Que si bien el V Principio Fundamental del Código de Trabajo, establece impedimento de renuncia de derechos reconocidos a los trabajadores, el alcance de esa prohibición se circunscribe al  ámbito contractual y no después de la finalización del contrato de trabajo,  siendo valido todo  recibo de descargo expedido con  posterioridad a dicho contrato,  aún cuando  después de recibido el pago se comprobare diferencia a favor del trabajador, siempre que este no haga consignar en el momento de expedir el recibo su inconformidad con el pago y formule reservas de reclamar esos derechos. Sentencia No. 33, 21-02-01, B. J. No. 1083, paginas 683-684.

RECIBO DE DESCARGO. REQUISITOS PARA SU VALIDEZ. Que tal como ha sido  criterio constante de esta Corte de Casacion, el impedimento de renuncia de derechos que  establece el V Principio Fundamental del Código de Trabajo solo tiene efecto dentro del ámbito contractual, no asi después de la terminación del contrato de trabajo, de donde se deriva que no existe ningún obstáculo para que los sucesores de un trabajador fallecido. 22 de noviembre del 2000, No. 29, B. J.  No. 1080. Páginas 809-810.

ACUERDO TRANSACCIONAL. Que  si bien el V Principio Fundamental del Código de Trabajo, establece impedimento de renuncia de derechos reconocidos a los trabajadores, el alcance de esa prohibición se circunscribe al ámbito contractual y no después de la finalización del contrato de trabajo, siendo valido  todo recibo de descargo expedido con posterioridad a dicho contrato, aún  cuando después  de recibido el pago se comprobare diferencia a favor del trabajador,  siempre que este no haga consignar en el momento de expedir el recibo su inconformidad con  el pago y formule reservas de reclamar esos derechos;

Que el articulo 669 del Código de Trabajo, señala que: “queda prohibida  toda transacción o renuncia de los derechos reconocidos por  sentencias de los tribunales de trabajo favorables al trabajador”, mientras que el articulo 96 del  Reglamento 258-93, del  1ro. de octubre de 1993, precisa que esas sentencias son las que  tiene de la autoridad de la cosa irrevocablemente juzgada, de lo  que se deriva  que en el periodo comprendido  entre la terminación del contrato de trabajo hasta que los tribunales hayan reconocidos de manera en capacidad de transigir o renunciar a dichos derechos.  Sentencia No. 6,2 de febrero del 2000, B. J No. 1071, páginas 515-516.

Que tal como se puede observar, soy de opinion, que a la luz y lupa de la Jurisprudencia, y el principio V del código de trabajo, el recibo solo tiene valides si es realizado, firmado, después de terminado el contrato de trabajo, situación que no ha sucedido en la especie, pues el recibo objeto de análisis en este proceso, tomado como ejemplo a los fines de la ilustración, se formulo, se hizo, se firmo en plena ejecución del contrato de trabajo, mas aun, la parte interesada en su ejecución y validez jurídica no pudieron demostrar al tribunal, como, cuando, porque termino el contrato de trabajo que ligaba a las partes, lo que hace nulo el recibo de descargo constituyendo una prueba de la mala fe del empleador.

Que esta situación, en caso de que un  Juez se encuentre en duda, penumbra, entendemos que debe decidir en beneficio del trabajar en aplicación del principio VIII, del Código de Trabajo, el cual expone que SI HAY DUDA EN LA INTERPRETACION O ALCANCE DE LA LEY, SE DECIDIRA EN EL SENTIDO MAS FAVORABLE AL TRABAJADOR.



LIC. NAUDY TOMAS REYES.
Abogado-Laboralista.  

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If you love chocolates, and appreciate good artisanal dark chocolate desserts, look no further than The Dark Gallery @ MyTOWN Shopping Centre, Cheras. If you don't know where's MyTOWN Shopping Centre, just head to IKEA Cheras, because it's located just next to eat and is accessible from inside Ikea itself. The Dark Gallery is this really chic looking boutique cafe that promotes artisanal dark chocolate desserts as well as the art behind their making. We learnt lots, check out some of their offerings below. 

The Dark Gallery @ MyTOWN Shopping Centre
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Address: Lot No L1-023A & L1-K007
No 6, Jalan Cochrane, 
Seksyen 90 55100
Kuala Lumpur
Operating Hours: Daily 11am - 10pm

The Dark Gallery - Discover The Origins Of Chocolate
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All about chocolates and the appreciation of it
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Chocolate lovers rejoice! Through a series of tasting flights and an alluring array of confections, you will discover a newfound appreciation and even pick up a thing or two about the different single origin chocolates and chocolate blends like myself. Yes, I learnt so much from a short session at The Dark Gallery yesterday. 

Open your senses , discover the dark
Open your senses , discover the dark

The Dark Gallery, you may be forgiven to think it's an art gallery like what I did when I first heard of this place. It's named so for its specific focus on dark chocolate. Everybody loves dark chocolate, prized for its high cacao content and complex balance of bitter and sweet. 

Signature Hot Chocolate


Signature Hot Chocolate - RM15
Signature Hot Chocolate - RM15

Using couverture chocolate sourced from gourmet chocolate brands, such as Valrhona and Cacao Barry, as well as from other small-batch bean-to-bar chocolatiers, The Dark Gallery serves a rather wide selection of tempting indulgences from ice cream, tarts, macarons, cookies to hot and iced beverages. 

To start things off, I ordered my favourite beverage, the smooth and luscious Signature Hot Chocolate, which came served in a rather unassuming paper cup with The Dark Gallery's logo. Made with frothed fresh milk, topped with shavings of dark chocolate, this is indeed a comforting beverage, perfect for any mood or occasion. 

Single Origin Platters


Single Origin Dark Chocolate Ice Cream Platter - RM21
Single Origin Dark Chocolate Ice Cream Platter - RM21

Before I came to The Dark Gallery, all dark chocolate ice creams were the same to me. After savouring their delightful single origin platters, I could not differentiate between the different dark chocolates, in terms of its acidity, fruitiness, bitterness and intensity. This is so similar to how single origin coffees are appreciated! 

Madagascar, Dominican Republic, or Venezuela?
Madagascar, Dominican Republic, or Venezuela?
We had a choice of four curated tasting platters, where we get to embark on an exploration of single origin chocolate from various countries, such as Madagascar, Dominican Republic, Equador, and Venezeula. Each flight, platter, contains at least three single origin chocolate items of varying cacao content. If you don't understand, they even have these infographic print out that describes the flavour profile of each chocolate. Interesting and very informative! 

We tried their current cacao: a light and fruity 64% Madagascan, a floral and spicy 70% Dominican Republic and an intense bitter sweet 72% Venezuelan which I like! 

Single Origin Chocolate Pastries Platter


Single Origin Chocolate Pastries Platter - RM21
Single Origin Chocolate Pastries Platter - RM21

Pastries platter? Yes please! The Single Origin Chocolate Pastries Platter which we tried contained two fun sized 64% madagascan chocolate macarons, one 66% Ecuador dark chocolate ganache tartlet, a homemade molten 70% Dominican Republic dark chocolate on a torched marshmallow and graham cracker, and a mini trifle containing 72% Venezuelan dark chocolate mousse, caramelised bananas, brownie chunks and whipped cream. 

 64% madagascan chocolate macaron
My favourite: these 64% madagascan chocolate macaron

Signature Desserts from The Dark Gallery


Chocolate Rhapsody, just the name of this dessert got my drooling. Artfully plated, we had the Chocolate Rhapsody, a yummy assortment of textures, featuring three scoops of The Dark Gallery's signature dark, milk and white chocolate ice cream. All these are placed on a bed of crunchy chocolate "soil", with dollops of silky chocolate mousse, crispy chocolate meringue and cacao tuile. 


Chocolate Rhapsody - RM28
Chocolate Rhapsody - RM28

Brownie Mess & Banana Split


Up next, we had the Chocolate Brownie Mess, served warm with dark chocolate sauce, almond tuile and a scoop of customer's choice of ice cream. Perfect for any occasion, I did find the brownie a tad sweeter than expected though. The ice cream helps to balance it out. 


The Chocolate Brownie Mess - RM20
The Chocolate Brownie Mess - RM20

A banana split with a slight twist, more of an enhancement if you asked me. We had The Dark Gallery's New Banana Split next, a luxurious version of the timeless classic, composed of vanilla, strawberry. and 38% milk chocolate ice cream. I truly loved the caramelised bananas at the side, complete with shards of almond tuile and crumble. Truly yummy! 

The New Banana Split - RM24
The New Banana Split - RM24
Three of my favourite ice creams, with caramelised bananas
Three of my favourite ice creams, with caramelised bananas
I want it all for myself!
I want it all for myself!

The Ice Cream Waffle 


The Ice Cream Waffle - RM20
The Ice Cream Waffle - RM20

Waffles! My favourite dessert.  Pick any two flavours of ice cream and one topping to enjoy on The Ice Cream Waffle. Immaculately baked, the exterior of this delectable waffle has a light crisp while being soft and fluffy inside. I totally loved the caramelised almonds, hazelnut crumble, and marshmallows sprinkled on top. Made in house with propriety recipes, this is a must try when you're at The Dark Gallery. 

I find these to be delicious too!
I find these to be delicious too!
Janice loves these!
Janice loves these!
Pick one, two, three, or maybe, all nine!
Pick one, two, three, or maybe, all nine!

The Chocolate Affogato


Chocolate lovers in need of a caffeine boost will do well to order The Dark Gallery's Chocolate Affogato. An espresso shot served with 80% dark chocolate ice cream and handmade caramelised almonds, the act of pouring in the shot had me wanting for more 


The Chocolate Affogato - RM14
The Chocolate Affogato - RM14
Pouring in all the goodness
Pouring in all the goodness

Take home items such as the Bean to Bar Craft Chocolate (45g, RM18), Ice Cream Pints (450g, RM33 each), Artisanal Chocolate Sable (160g, RM20), and Artisanal Chocolate Granola (240g, RM20) can be purchased from The Dark Gallery itself or via their web-store at www.thedarkgallery.com. The Dark Gallery, discover the origins of chocolate yourself, do go over to MyTOWN Shopping Centre the next time you have a craving for artisanal dark chocolates or desserts. 





          A dos puntos de la victoria final        
El Emirates Team New Zealand y Oracle Team USA se reparten las dos victorias de la jornada dominical en San Francisco, pero los 'kiwis' acarician ya el trofeo (7-1). Este martes dos nuevas finales. Leer
          Could the Caribbean Become the World’s Next Weed Hotspot?        

There are quite a few pundits across the worldwide weed community who believe that the next region to become nothing short of heaven for cannabis users will be the Caribbean. Of course it’s no secret that marijuana use across the Caribbean is pretty prolific already, with the obvious exception of Cuba. Cannabis has been a part of Caribbean culture for a great many generations, ever since workers from India travelled to the Caribbean and brought homegrown weed along for the ride. And of course, the growth and expansion of the Rastafarian movement has also had a huge impact on marijuana use in the Caribbean.

 

Nevertheless, there are several signs that things may be destined to head in an even more liberal direction going forward – much to the delight of residents and Caribbean holiday fans alike.

 

Read on for just a few of the reason why so many people are predicting that the Caribbean will soon become a global marijuana hotspot:

 

1 – First of all, the very first cannabis plants legally grown in Jamaica are blooming at this very moment. The country’s law was changed in 2015 in order to allow for cannabis to be grown legally for scientific, religious and medicinal purposes for the first time. Not only this, but the same bill also decriminalised possession of marijuana up to a maximum of 200g, along with each adult being given the right to grow a maximum of 5 cannabis plants for their own consumption. This represented the biggest transformation in cannabis law in the country’s history.

 

2 – Recently, the president of Saint Vincent and the Grenadines admitted that he would prefer to grow and export marijuana than continue growing and selling bananas. “I think that it’s about time that we move into the 21st century and stop this prohibition that has caused much pain on a lot of people,” he said, adding that deforestation as a result of banana growing was becoming not only an inconvenience, but a genuine hazard to health and safety.

 

3 – The sentiments of the president of Saint Vincent and the Grenadines were also shared by Saint Lucia governmental representative Valentine Clement James, who said: “I feel, trust me, there will be more to export than the bananas, because you have more youth in the ghettos who will be happy to plant it, to sell it. The banana will not really sell fast like the marijuana.”

 

4 – A Cannabis Committee was established by the Caribbean Union in 2015, with every one of the 15 Caribbean states being represented. The committee promised that it would “soon begin its work to look into the economic, health and legal issues surrounding the use of marijuana and to consult with stakeholders to get a view on the issue.”

 

5 – The Jamaican government minister for tourism has made no secret of the fact that he and the rest of the country in general intend to use the new relaxed marijuana laws as a means by which to attract more tourists to the country. The idea of cannabis tourism has been floating around the Caribbean in general since 2014 and is something a great many member states are expected to focus on going forward.

 

These represent just a few of the apparent indicators that a wide number of Caribbean islands are likely to soon become havens for marijuana users and cannabis tourists in general. There are certain Caribbean islands that still punish consumption and possession of cannabis quite strictly – including the Dominican Republic and Guyana. Nevertheless, the work that goes on behind the scenes at the Cannabis Commission of the Caribbean Union could lead to widespread changes encompassing even the most skeptical of member states.

 

 

 

 

 

 


          D P BuZZ - July 26, 2012        

New interviews every week! Join Larry Jordan and Michael Horton as they talk with:

Jon Paley, Co-Director, Baseball: Pelotero

In 2009, Jon Paley and a small team of documentary filmmakers traveled to the Dominican Republic to shoot a documentary about the high-stakes, high-pressure world of scouting and signing professional baseball players; kids who were just turning 16. His film is called Baseball: Pelotero and opened July 13 in New York and Los Angeles. This week, we talk with Jon about his four-year project, the gear he used, what he learned, and how he’s bringing it to market.

Steve Hullfish, Creative Director, Verascope Pictures

Noted author and colorist, Steve Hullfish, the Creative Director of Verascope Pictures, recently released his book: “The Art and Technique of Digital Color Correction.” This week, we talk with Steve about the process of color grading with some tips for colorists that want to get better in their craft.

Eric Quanstrom, COO, Sorenson Media

This week, Sorenson Media updated Sorenson 360 - their online media management and distribution network – with a highly integrated review and approval process. We talk with Eric Quanstrom, COO of Sorenson Media, about why Sorenson 360 is so important to the company, the new features they added, how they’ve improved the security of the service, and a typical workflow editors can use to speed the review process.

Bryce Button, Product Marketing Manager, AJA Video Systems

This week, AJA Video Systems announced that their KONA cards fully supported the Sonnet Thunderbolt expansion chassis. This means that editors using computers that don’t allow adding PCIe cards – think iMacs and laptops – can now access KONA technology. But, there seemed a bigger story here, so we invited Bryce Button, Product Marketing Manager for AJA Video Systems to talk about what this new technology does, why development of Thunderbolt devices is taking so long, and speculate on where this technology is going in the future.

Ned Soltz, Contributing Editor, Digital Video magazine

OK. Just like everyone else, we’ve been lusting after the new MacBook Pro with Retina Display. But, what are they REALLY like? And who has one? Duh… Our favorite technology wizard – Ned Soltz, contributing editor for Digital Video magazine. So, we asked Ned to give us his impressions on the new hardware. (He’s about to write this up for the magazine, but we figured you’d rather hear about it here, first.)


          Mike Krzyzewski to have knee replacement; Duke cancels Dominican Republic trip        
This will be the second major surgery for Coach K in 2017; he had back surgery in January
          Alfredo M. Cepero: DONALD TRUMP SE QUEDA CORTO FRENTE A NICOLÁS MADURO        

Tomado de http://www.lanuevanacion.com/

TRUMP SE QUEDA CORTO FRENTE A MADURO
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Con ello, Trump se ha quedado corto en sus medidas y Maduro se ha envalentonado ante la duplicidad del único adversario que puede ponerle fin a su régimen sin necesidad de disparar una sola bala.
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Por Alfredo M. Cepero
Director de www.lanuevanacion.com
Sígame en: http://twitter.com/@AlfredoCepero
8-9-17

Quienes carezcan de la habilidad de leer entre líneas o no hayan sido testigos de las contradicciones entre la retórica y la acción de la política exterior norteamericana de los últimos 60 años, podrían pensar que Donald Trump se prepara a defenestrar al dictador Nicolas Maduro. Pero no hay nada más lejos de la realidad. Trump habla como defensor y líder de la libertad en el mundo en sentido genérico pero actúa como defensor de los intereses específicos de su país. Con todos los retos que confrontan los Estados Unidos en este momento, la libertad de Venezuela anda muy por debajo en su agenda.

Y aunque esta conducta nos moleste a quienes queremos la libertad del pueblo que regó con sangre los surcos de cinco repúblicas americanas, Trump está actuando como actúan los presidentes de todos los países. De la misma manera han actuado los presidentes de países hermanados por geografía, historia, tradición, cultura e idioma con Venezuela que forman parte de esa desarticulada e incoherente América Latina.

Pero el derroche de patriotismo y coraje de un pueblo que se ha lanzado a las calles para recuperar la libertad que le ha sido robada no han podido ser ignorados ni siquiera por los más contumaces aislacionistas. El pasado 30 de julio la prensa internacional dio cuenta de la muerte de 125 venezolanos y de centenares de muertos y desaparecidos en los cuatro meses que ha durado esta avalancha de heroísmo.

Estos farsantes tienen que decir algo para cubrir las apariencias y mitigar su complicidad con la barbarie desatada por Maduro y sus amos cubanos. Media docena de cancillerías latinoamericanas se han empezado a distanciar de la dictadura venezolana condenando la burla de la Asamblea Constituyente. Donald Trump, con la locuacidad compulsiva que lo llevó a la presidencia y le crea constantes e innecesarios problemas, no podía quedarse atrás. Mandó entonces a hablar a su gente.

A mediados de julio, funcionarios estadounidenses revelaron que el gobierno del presidente Donald Trump se estaba alistando para imponer nuevas sanciones a Venezuela. Dichos funcionarios agregaron que las nuevas sanciones podrían ser impuestas en pocos días y que probablemente apuntarían al sector petrolero de Venezuela, incluso posiblemente a su compañía estatal de petróleo.

Veamos el impacto de una medida tan drástica en el contexto de la actual situación venezolana. Venezuela atraviesa por una severa crisis económica, con una prolongada escasez de medicamentos y alimentos; así como un alarmante cuadro económico para este año de una inflación que podría llegar a 720% y una caída del PIB de 12%, según el FMI. Asfixiados por esta crisis, un 80% de venezolanos rechaza su gestión y el 72% su proyecto de constitución, según Datanálisis.

Si a esta situación crítica de la economía de Venezuela añadimos el hecho de que el petróleo representa el 96 por ciento de sus ingresos en divisas, cualquier recorte en las ventas internacionales del producto podría resultar desastroso para una dictadura que se tambalea. Sobre todo si pierde a un cliente como los Estados Unidos, que le compra y le paga en moneda dura la cantidad de 800,000 barriles diarios de petróleo de una producción total de 1,9 millones de barriles. Sería el clavo final que podría cerrar en forma hermética el ataúd de un ya moribundo Nicolas Maduro.

Pero todo indica que Trump no está dispuesto a clavar ese clavo porque traería consigo consecuencias negativas para su partido en las elecciones parciales del 2018 y para sus aspiraciones reeleccionistas en las generales del 2020. El precio del galón de gasolina en los Estados Unidos podría aumentar en un respetable porcentaje. Y ahí es donde ha empezado la marcha atrás y la adopción de medidas cosméticas que cubren las apariencias pero no son suficientes para acelerar el final de la dictadura.

En tal sentido, el pasado 31 de julio, el Gobierno de Estados Unidos se limitó a imponer sanciones económicas directas contra Nicolás Maduro, no contra su régimen. Le congelaron sus activos personales bajo jurisdicción estadounidense. Un pellizco en la fortuna de un ladrón que tiene inversiones y cuentas bancarias en todo el mundo. Con ello, Trump se ha quedado corto en sus medidas y Maduro se ha envalentonado ante la duplicidad del único adversario que puede ponerle fin a su régimen sin necesidad de disparar una sola bala.

Entonces aparecieron las contradicciones, siempre las contradicciones en una Administración Trump que parece incapaz de la coherencia y la disciplina. Por una parte, el Secretario de Estado, Rex Tillerson, hablaba de crear condiciones para que Maduro se convenciera de que “no tiene futuro y se marche por decisión propia” o que el Gobierno regrese a la vía constitucional.

Por otra, mientras Tillerson hablaba de “convencer” a Maduro de abandonar el cargo, otro funcionario del Departamento de Estado enviaba un mensaje contradictorio. Michael Fitzpatrick, el encargado del Departamento de Estado para Suramérica, en entrevista con la agencia EFE el 01AGO17, afirmó que EEUU “respeta al gobierno oficial de Venezuela y del presidente Maduro en este momento” con el cual “queremos dialogar”.

Si esta tragedia de sangre y lágrimas no fuera tan dolorosa estas declaraciones serían motivo de risa y hasta de burla. ¿Cómo es posible que funcionarios de la nación más poderosa y próspera de la Tierra se expresen con tanta ignorancia sobre un régimen manipulado y asesorado por una tiranía feroz de 58 años como la de Cuba? Me inclino a pensar que, más que ignorancia, estamos en presencia de un subterfugio diplomático cuyo objetivo es justificar la inercia.

Sin embargo, hay un ingrediente en todo este entuerto que no controlan ni Trump ni Maduro: el pueblo heroico de Venezuela. Esta gente sabe que no puede regresar a casa porque la dictadura se graduaría como tiranía, al estilo de la cubana. Saben que es ahora o nunca y vaticino que seguirán desafiando la muerte para que viva la patria. Eso podría desencadenar un mar de sangre como no visto antes en la historia reciente de América. Los ciegos tendrían que ver y los paralíticos tendrían que andar.

Esa cosa inútil que es la Organización de Estados Americanos y su diletante amanuense Luís Almagro cobrarían importancia transitoria como vehículo para solucionar la crisis. Una convocatoria por parte de Washington de una reunión de cancilleres podría ser la fórmula para crear una fuerza interamericana de intervención en Venezuela. Esa fórmula salvó del comunismo a la República Dominicana en abril de 1965.

En aquel momento Lyndon Johnson decidió cortar por lo sano y frustrar los planes del ex Presidente Juan Bosch y del Coronel Francisco Caamaño Deñó, de crear un eje comunista con la tiranía castrista con el potencial de extenderse a otras islas del Archipiélago de Las Antillas. Johnson convocó a la OEA y los demás miembros votaron a favor de la ponencia de Washington de intervenir en la República Dominicana.

La fuerza interamericana estuvo integrada en su mayoría por soldados norteamericanos pero Brasil, Honduras, Nicaragua, Panamá, Costa Rica y El Salvador enviaron tropas. Para acentuar aún más la condición multinacional de las fuerzas invasoras, el general brasileño Hugo Panasco Alvin fue designado jefe de las fuerzas terrestres de la OEA.

Como antes en nuestra historia, América se encuentra una vez más en una encrucijada donde se decidirán la esclavitud o la libertad. El desenlace del drama venezolano nos impactará a todos los que vivimos en este continente, incluyendo a los Estados Unidos. Luego nuestra suerte está estrechamente ligada a la de esa tierra rebelde y bravía. En este momento todos tenemos que actuar como venezolanos para garantizar nuestra democracia y nuestra libertad. Ojalá Donald Trump entienda el mensaje y actúe en consecuencia.

          5 años para capturar en Madrid a Jorge Emilio Pérez de Morales Sante cubano acusado de lavar 238 millones de dólares del Medicare        
Tomado de https://www.martinoticias.com

5 años para capturar en Madrid a cubano acusado de lavar 238 millones de dólares del Medicare

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El modus operandi era suministrar las ganancias a través de empresas pantalla en Canadá y México, pasando por Trinidad y Tobago y Cuba, donde el régimen comunista mediante sus militares es el dueño de las empresas.
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Redactado por Armando de Armascon información de ABC,
Caféfuerte y ....
Agosto 07, 2017

Jorge Emilio Pérez de Morales Sante, empresario cubano al que reclama la justicia de Estados Unidos, ha sido arrestado en Madrid por la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil Española, informa el diario ABC.

Morales Sante es acusado de haber blanqueado 238 millones de euros procedentes del Medicare mediante un entramado empresarial. Llevaba 5 años residiendo en España, junto a su familia, indica ABC. Aunque tenía residencia en la isla, según la ficha de Interpol, ubicada en 5ta. Avenida No. 26606, entre 266 y 268, Santa Fe, municipio Playa, La Habana.

Su hermanastro, Eduardo Pérez de Morales, cumple condena de tres años de cárcel en Estados Unidos por el mismo delito, al declararse responsable de participar en el entramado.



La policía española hizo efectiva la orden de arresto el 28 de julio al existir una circular de Interpol para la captura de Jorge Emilio Pérez de Morales Sante, nacido en La Habana el 7 de junio de 1964.

En octubre del 2012 fiscales federales en Miami presentaron cargos contra el cubano fundador de la compañía de envío de dinero Caribbean Transfers, a través de la cual fueron a parar al a los bancos cubanos 30 millones de dólares robados al programa Medicare en el sur de la Florida. Además de la ciudadanía cubana poseía la nacionalidad dominicana.

Según documentos de las autoridades estadounidenses, entre octubre de 2006 y aproximadamente marzo de 2011, Jorge Emilio y su hermanastro Eduardo, de 29 años, junto a Óscar Sánchez, Felipe Ruiz, Kirian Vega y otras personas no identificadas utilizaron la empresa para lavar un total de 238.067.956 dólares (202.198.026 euros, al cambio actual).

El «modus operandi», según el Ministerio Público y el propio juez del caso, consistía en utilizar Caribbean Transfers para inyectar grandes cantidades de dinero a defraudadores del sistema Medicare en Estados Unidos. Estos, a cambio, suministraban las ganancias a través de empresas pantalla en Canadá y México, pasando por Trinidad y Tobago y Cuba, donde el régimen comunista mediante sus militares es el dueño de las empresas.

El papel de Pérez de Morales Sante habría sido el de proveer de dinero limpio (que realmente eran las remesas que los exiliados cubanos de Florida enviaban a sus familiares a la isla caribeña) a esos estafadores del servicio médico en el mencionado estado, además de Michigan, Tennessee y Nueva York.

La manera que tenían de engañar al Medicare era enviando facturas falsas a ese seguro de salud. Después de recibir millones de dólares por ello, firmaban cheques o realizaban transferencias a cuentas bancarias de los mencionados países americanos.

Esas cantidades eran vueltas a enviar a Cuba (donde estaba radicada la empresa del encausado, cosa que sólo es posible con el visto bueno de las autoridades) y, luego, los Pérez de Morales desembolsaban el efectivo a los defraudadores originales.

El FBI estima que docenas de estafadores del Medicare han huido a Cuba donde han encontrado santuario seguro desde hace varios años. Se calcula que unos 150 cubanos acusados de estafa al Medicare están en la isla con el beneplácito de las autoridades.
En la Florida florecen casos de fraude

El Instituto de Estudios Cubanos y Cubano-Americanos de la Universidad de Miami, hizo público en 2011 una evalución hecha por la investigadora Vanessa López sobre el estudio realizada por su proyecto Cuba en Transición, en relación con el multimillonario fraude al Medicare en EE.UU, el cual apunta a la complicidad de las autoridades comunistas con el mismo.

Menciona el caso del ex teniente coronel Vicente Renier Rodríguez Fleitas, que sirvió en las Fuerzas Armadas de Cuba. Rodríguez Fleitas estuvo en Angola y el Congo bajo la bandera cubana, y sin embargo, se encontró viviendo en la Florida, cometiendo fraude al Medicare.

Entre diciembre de 2009 y marzo de 2010, su compañía, Pirifer Farmacia y Descuento, facturó a Medicare $ 1.8 millones en reclamaciones falsas. La defensa de Rodríguez Fleitas alegó que éste no era más que un peón de los demás. Sin embargo, sus relaciones con Cuba han levantado algunas banderas rojas y el FBI continúa investigando el caso.

Parece claro que el Gobierno cubano es parcialmente responsable por el número desproporcionadamente elevado de casos de fraude al Medicare en la región, apunta el estudio de UM. "Su asistencia a este delito grave y costoso que no puede pasarse por alto, y su constante complicidad con los criminales de EE.UU, sólo por su beneficio económico, es ofensivo para los ciudadanos de EE.UU. respetuosos de la ley que en última instancia, deben pagar por los miles de millones de dólares en el fraude que se deriva de la asistencia prestada por el Gobierno de Castro.”.

En el caso de los hermanos Benítez se destaca que llegaron a Estados Unidos en 1995 y se hicieron ciudadanos cinco años después.

Otro estudio publicado en Caféfuerte en el 2014 señala a 27 cubanos cuya pista era seguida por la Interpol a pedido de EEUU, Ecuador, Panamá, República Cubana y la propia Cuba. Muchos de los implicados tenían cuentas pendientes relacionadas con fraude al sistema de salud de EEUU.

(Redactado por Armando de Armas con información de ABC, Caféfuerte y ....



          HUMAN RIGHTS IN 2010: THE CIRI REPORT        
In conjunction with Human Rights Day, 2011, the CIRI Human Rights Data Project releases its ratings of government respect for 16 internationally-recognized human rights in almost every country in the world for the year 2010. The CIRI project's data stretch back, annually, to 1981 and can be freely accessed at www.humanrightsdata.org

The CIRI data are used by governments, scholars, international organizations, businesses, think tanks, and students the world over for a wide variety of purposes. The project is Co-Directed by Dr. David L. Cingranelli (Binghamton University) and Dr. David L. Richards (University of Connecticut) and assisted by Senior CIRI Associate K. Chad Clay (University of Georgia). Any inquiries may be addressed to info@humanrightsdata.org

Below, we present four types of stories from this year's released data:


THE BEST AND WORST of 2010

All 14 of CIRI's indicators of particular human rights can be summed into an overall human rights score for each country in the world. The top (best) score a country can receive is 30, while the worst score would be 0. The world average was 18 and the USA scored 26 (tied for 5th place). Below are the best and worst of 2010.

Top 13 Countries:

Denmark [30]
Iceland [30]
Austria [29]
New Zealand [29]
Norway [29]
Australia [28]
Belgium [28]
Finland [28]
Liechtenstein [28]
Luxembourg [28]
Netherlands [28]
San Marino [28]
Sweden [28]


Bottom 10 Countries:

Burma [2]
Eritrea [2]
Iran [2]
China [3]

Korea, Democratic People's Republic of [3]
Yemen [3]
Zimbabwe [3]
Saudi Arabia [4]
Congo, Democratic Republic of [5]
Nigeria [5]


THE UN HUMAN RIGHTS COUNCIL

On May 20, 2011, the United Nations elected 15 new members of the UN Human Rights Council. Here are their total CIRI human rights scores for 2010, out of a possible 30 points. Six out of the fifteen new members had scores below the world average of 18 for the year 2010. Below are the scores for each new member:

Austria         [29]
Benin          [16]
Botswana     [22]
Burkina Faso    [20]
Republic of Congo  [18]  
Chile             [26]
Costa Rica     [26]
Czech Republic   [24]
India               [10]
Indonesia        [13]
Italy               [24]
Kuwait          [11]
Peru              [18]
Philippines     [15]
Romania        [17]


DECLINE IN RESPECT FOR PHYSICAL INTEGRITY RIGHTS

The CIRI Index of Physical Integrity Rights measure's a government's overall level of respect for four rights: torture, extrajudicial killing, political imprisonment, disappearance. The index ranges from 0 (no respect for any of these four rights) to 8 (full respect for all four of these rights). In 2008-2009, the world saw an overall average increase in these rights of .047. However, a reversal of this improvement was seen from 2009-2010, with it's overall average decline in respect of -.031. In particular 2009-2010 saw the following dramatic changes:

Three Countries Lost 3 Points (Violations Increased)

Croatia
Georgia
Panama

Seven Countries Gained 2 Points (Violations Decreased)

Angola
Chad
Chile
Guinea
Italy
Kenya
Seychelles

The fact that the CIRI data stretch back in time to 1981 allows for longitudinal comparison. For example, the graph below shows how regional averages of respect for physical integrity rights have changed over the years:



MORE TORTURE

An important part of this overall decline in respect for physical integrity rights comes from a continuing degradation, globally, of respect for the right not to be tortured. For example, 2009-2010 saw 17 countries engage in more torture, while only 8 engaged in less torture. Below is the list of these countries. CIRI's indicator of government respect for torture is as follows: (0) Frequent/systematic torture, (1) Moderate/occasional torture (2) No reported/confirmed episodes of
torture.

Increased Torture, 2009-2010

Austria
Bahrain
Canada
Congo, Republic of
Croatia
Georgia
Hungary
Japan
Korea, Republic of
Kyrgyz Republic
Marshall Islands
Mozambique
Nicaragua
Senegal
Sierra Leone
Slovenia
Thailand

Decreased Torture, 2009-2010

Chile
Czech Republic       
Denmark       
Dominica       
Italy       
Micronesia, Federated States of       
Seychelles       
Spain

This trend in the greater use of torture is not a post-9/11 phenomenon, however. The chart below shows the increased use of torture beginning in the early 1980s. The extent of the drop in respect for this right differed by region and is seen to be particularly acute in Africa.


          Nueva Web        
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          Constanza un Destino Completo        

AGRO Y ECOTURISMO LIDERAN LA OFERTA SEGUIDOS DE ATRACTIVOS HISTORICOS


SANTO DOMINGO.- Entre la riqueza de la reserva científica Ébano Verde y las montañas de los parques nacionales Juan Bautista Pérez Rancier, José del Carmen Ramírez y José Armando Bermúdez reposa Constanza, el más próspero de los municipios de La Vega, que resume en su tímido espacio enorme riqueza histórica, clima de ensueño, paisajes que roban el aliento y gente de trato tan dulce como las fresas de sus campos.

Quien ha visitado la zona estará de acuerdo en que lo tiene todo. Tiene la tranquilidad que ya olvidaron las ciudades; cultivos con los que el resto del Caribe sólo sueña, como manzanas y melocotones; campos de flores multicolores, ríos, saltos y manantiales de belleza incomparable; casitas de montaña con chimenea por si el termómetro marca bajo cero, y lo mejor: acoge el centro del país y el de la isla.

No en vano ha sido por años el destino turístico favorito de todos los dominicanos. Así lo entiende Juan Marun Tactuck, director regional de la Secretaría de Estado de Turismo y constancero orgulloso, quien comenta que de los turistas que llegan cerca del 90 por ciento es local, y se acerca para disfrutar sus bondades paradisíacas: clima, la tranquilidad, la belleza de los paisajes y las actividades ligadas al ecoturismo.

“La incidencia de turistas extranjeros es baja porque no tenemos la calidad en cuanto a transporte para recibir turismo masivo”, explica al respecto Tactuck, quien apunta que la mayoría de visitantes que llega del exterior lo hace de manera independiente, no en grupos o paquetes. Sólo se reciben grupos (usualmente procedentes de Francia, Alemania e Inglaterra) de entre 10 y 16 personas, que deciden conocer Constanza seducidos por sus atractivos naturales y la posibilidad de unos días lejos de la contaminación urbana.

Constanza seduce al visitante por ser un lugar único en el Caribe
Constanza, ubicada a 3,900 pies sobre el nivel del mar, conjuga en su territorio cuatro valles intramontanos: el valle de Constanza, de Tireo, de La Culata y Valle Nuevo, siendo el de Constanza el más alto, característica que le ha legado un clima templado perfecto para la agricultura, actividad productiva de primer orden.

Muchos de los vegetales que consumimos vienen de allí, entre ellos zanahoria, ajo, cebolla, lechuga, repollo, remolacha... “Siendo un valle pequeño, Constanza produce el cuatro por ciento del producto interno bruto de RD”, declara Juan Marun Tactuck, conocido como “Johnny”, director regional de la Secretaría de Turismo.

La provincia de La Vega produce el 7.8 por ciento del PIB, lo que quiere decir que los municipios de La Vega, Jarabacoa y Jima producen menos que Constanza.

En el valle de Tireo los múltiples colores de la tierra, que van desde un intenso rojo cobre hasta el negro profundo, testifican la fertilidad del terreno. En todo el municipio no hay tierras improductivas.

Agroturismo

Pero más allá de la relevancia económica de sus rubros, las labores agrícolas son parte imprescindible del perfil y el carisma de Constanza, muchas de ellas incluso conservan técnicas artesanas como el arado con bueyes o la recolección manual. Además, observar la división correcta de los sembradíos y su contraste con las montañas da sensación de placidez.

El agroturismo tiene potencial y, según Tactuck, se trabaja para fortalecerlo. “El agroturismo se aprecia aquí como en ningún otro lugar por eso estamos creando conciencia en los productores sobre la importancia de que se permita visitar invernaderos y zonas de cultivo”. Otra zona fértil es El Convento, donde los rubros preferidos son los vegetales. También se cultivan fresa, melocotón, manzana y flores.

Ecoturismo

“Pretendemos que en unos años Constanza se convierta en el centro del ecoturismo nacional”, dice Tactuck. La región recibe mil beneficios por estar enclavada entre tres parques nacionales y una reserva.

Para empezar, cuenta con más del 35 por ciento de las especies endémicas, tanto en flora como en fauna, lo que la convierte en paraíso de los ecologistas. Pero también están sus ríos, arroyos, saltos y manantiales, responsables de la perenne fertilidad de sus suelos.

Es posible hacer senderismo, pasear a caballo o en fourwheel, observar la naturaleza, beber agua y respirar aire puro y disfrutar de un clima único.

Los constanceros festejan hoy

Como cada año los constanceros participan de la más amplia celebración que se realiza en honor al amor que sienten por este pueblo.

En esta ocasión, la fiesta que se celebrará esta noche en el club de la Guardia Presidencial, tiene un motivo más para festejar: cumple su 25 aniversario desde que se realizó por primera vez.

Por esta razón, su mentor, Martín Damián invita a todos los constanceros a que participen de la extraordinaria fiesta, que como cada año premiará a los munícipes más destacados por su entrega y dedicación al desarrollo de Constanza.

Damián informa que como siempre se entregarán los reconocimientos “Constancero del Año” y “El Ángel Constancero”. En sus “bodas de plata”, la fiesta también tendrá como novedad una alfombra verde por donde desfilarán los invitados a partir de las 9:30 de la noche. Además será transmitida en vivo por diferentes vías: canal TV Montaña, Eclipse FM y a través de la Web para que los constanceros que están en otros países también disfruten. Esta actividad fue celebrada por primera vez en 1983, cuando un puñado de jóvenes estudiantes que había emigrado a Santo Domingo, decidió reencontrarse y compartir.

          Â¡Aves a la Vista!        

LA RICA AVIFAUNA HACE DE LA HISPANIOLA UN BUEN LUGAR PARA LA OBSERVACIÓN DE PÁJAROS
SANTO DOMINGO.- El primer domingo de cada mes, el Jardín Botánico Nacional se convierte en el punto de reunión para un grupo de amantes de la naturaleza que dedica la mañana de ese día a la observación de aves. Se trata de los miembros de la Sociedad Ornitológica de la Hispaniola (SOH), a quienes se puede sumar, sin más costo que el de la entrada al parque, toda persona interesada en conocer la avifauna de la isla.

Un par de binoculares -que, en el caso de estos paseos dominicales, son suministrados por la SOH- y una guía impresa constituyen la principal inversión para quien desea convertir el avistamiento de aves o “birding”, como se le conoce en inglés, en su pasatiempo.

La sensibilidad por el medio ambiente y la paciencia completan el conjunto de “herramientas” necesarias para la observación de pájaros, una práctica, que si bien no se destaca como una de las aficiones de los dominicanos, concita la atención de más de 60 millones de entusiastas en países como Estados Unidos y Canadá.

Pero República Dominicana cuenta con excelentes condiciones para este tipo de actividad. La gran variedad de ecosistemas presentes en la isla que comparte con Haití sirven de hábitat a alrededor de 300 especies de aves.

De esas especies, según Kate Wallace, de la SOH, dos tercios son aves nativas y alrededor de cien, migratorias. Entre las nativas, hay 30 endémicas, es decir, que no se encuentran en ningún otro lugar.

Ver aves es apreciar la naturaleza


Otras actividades


Hoy se celebra el Día Internacional de la Biodiversidad y concluye oficialmente el VII Festival de Aves Endémicas del Caribe, organizado por la Sociedad para el Estudio y la Conservación de las Aves del Caribe.

La celebración, amparada bajo el lema “De la tundra al Trópico: conectando aves, hábitat y la gente”, se inició el 22 de abril, Día de la Tierra, y aunque en el resto de las islas caribeñas participantes concluye hoy, la Sociedad Ornitológica de La Hispaniola (SOH) programó actividades hasta el próximo primero de junio.

La SOH, fundada en el 2001, está conformada por un grupo “bastante pequeño”, según Kate Wallace, una de sus integrantes, pero cualquier persona interesada en la avifauna de La Hispaniola puede sumarse a sus actividades.

De hecho, la caminata que la sociedad organiza el primer domingo de cada mes, a partir de las 7:00 de la mañana en el Jardín Botánico Nacional, está abierta al público. En el recorrido por el parque, miembros de la SOH fungen como guías e introducen a los principiantes en el “birding”, explicándoles la importancia, características y comportamiento de las aves avistadas, que, en esta época son nativas, y a las cuales, en otoño e invierno, se suman las migratorias llegadas de Estados Unidos y Canadá.

“Para la observación hay que tener paciencia”, comenta Wallace, una bostoniana que llegó al país hace 14 años como voluntaria del Cuerpo de Paz de la Embajada de Estados Unidos.

Durante las dos o tres horas de caminata, los participantes tratan de hablar sólo lo necesario y estar atentos para escuchar el canto que “delata” la presencia de un pájaro.

En el Jardín Botánico Nacional han sido identificadas 66 especies de aves, ocho de ellas endémicas y 20 migratorias. Observarlas “es un proceso lento, pero interesante”, asegura Wallace, pero más interesante todavía resulta aventurarse al interior del país para conocer cómo viven algunas de las 300 especies que enriquecen la biodiversidad de la isla.

A decir de Pedro Genaro, fotógrafo y miembro de la SOH, con un entorno urbano tan contaminado, el ser humano debe acercarse más a la naturaleza, ayudándose de las herramientas e información que le permitan comprender el comportamiento de los animales para, de ese modo, aprender a ver el medio ambiente como un todo y, más que observador de aves, convertirse en un naturalista.

La observación de aves no se queda en un simple pasatiempo. Esta actividad desarrolla la sensibilidad hacia el medio ambiente y la conciencia sobre la importancia de preservarlo.

En un documento informativo, la Sociedad para el Estudio y la Conservación de las Aves del Caribe cita varias razones de por qué es importante para la región preservar el hábitat de las aves. Entre los porqués se encuentra el orgullo de poseer especies endémicas, el sustento y resguardo que encuentran en el Caribe muchas aves migratorias, el control de plagas que se hace posible gracias a aves insectívoras, la polinización a la que contribuyen las nectarívoras y la dispersión de semillas que contribuye al mantenimiento de los bosques (las palomas, por ejemplo, dispersan semillas de árboles madereros importantes a través de los bosques, explica el documento).

Además de las caminatas y excursiones para observar aves, la Sociedad Ornitológica de La Hispaniola (SOH) está involucrada en otros proyectos, como una investigación sobre el gavilán dominicano (Buteo ridgwayi), especie incluida en la lista de aves “bajo amenaza crítica” y de la cual quedan unos 200 ejemplares en Los Haitises.

La investigación se ejecuta en conjunto con The Peregrine Fund y WildLife Preservation Trust, y proyecta la introducción del gavilán en zonas donde no se encuentra actualmente.

Como ave de rapiña, al gavilán se le acusa de atacar aves de corral, cuando, en realidad, se alimenta de roedores y reptiles, convirtiéndose en un controlador de plagas. La tala y quema de terrenos para hacer conucos acaba con el hábitat y alimento de esta especie, colocándola al borde de la desaparición, como ocurrió con la Mycteria americana, cigüeña nativa que se extinguió de la isla.

En el país existen aves que no están en peligro, pero de las cuales no se tiene suficiente información. Es el caso de la cúa, el torico y el zorzal de la selle, pájaros difíciles de avistar.

Según Wallace, la falta de información se debe a que en el país no se enseña el estudio de aves y hay pocos científicos especializados en ornitología.

Del otro lado de la moneda se hallan las aves que han desaparecido de otros territorios y que sólo quedan aquí, por lo cual se convierten en endémicas, como el cuervo cuelliblanco y la golondrina dorada.

Entre las especies más vistas en el país están el carpintero y la cigua palmera. El primero proviene de una familia extensa y se halla en muchos lugares, pero la segunda es única dentro de su familia.


Autor: Jaclin Campos
Fuente: Listín Diario

          CILA 2008        
La Conferencia Internacional de Las Américas (CILA 2008) será el punto de encuentro con más de 2,000 jóvenes de la República Dominicana, Latinoamérica y otras regiones del mundo, con la expectativa de que éstos trabajen juntos en un ambiente de diplomacia y cooperación en búsqueda de soluciones a los retos que la comunidad internacional enfrenta actualmente.

En la conferencia se simularán 12 órganos y comisiones de las Naciones Unidas y otras instituciones multilaterales, regionales e internacionales. Se realizarán también varias actividades regionales como el Foro Juvenil Regional de la UNESCO, la Reunión de directores de las Asociaciones de las Naciones Unidas (ANUs) y los Centros de Información de las Naciones Unidas (CINUs), y el Seminario-Taller Regional para Periodistas y Comunicadores sobre Naciones Unidas y Asuntos Globales. Además presentaremos EXPOCILA 2008, nuestra Feria de Responsabilidad Social Empresarial y Medio ambiente sostenible.

Simultáneamente a la conferencia, se impartirán seminarios, conferencias magistrales, talleres, exhibiciones y actividades sociales y culturales sobre temas relacionados directamente a los Objetivos de Desarrollo del Milenio de las Naciones Unidas. El evento se lleva a cabo con la colaboración de la Fundación Global Democracia y Desarrollo, y su institución hermana en los Estados Unidos Global Foundation for Democracy and Development (FUNGLODE/GFDD), y la Federación Mundial de Asociaciones de Naciones Unidas (FMANU). El encuentro se desarrollará en el Centro de Convenciones Barceló Bávaro, Punta Cana, República Dominicana, del 15 al 19 de octubre de 2008.

Fuente:http://www.unadr.org/new-anudr/paginaview.php?codigo=134

Mas Adelante documentación para participar:
















          Entrevista a Amparo Chantada, Geógrafa.        


1- ¿Cómo describe usted lo que es el Ecoturismo?

Es la actividad ligada al turismo y a la naturaleza en particular a lo que se refiere en valorización de atractivos culturales, paisajismo y económicos de una zona pero con la condición de que los beneficios del desarrollo ecoturistico sean compartidos con la población del entorno, sino no se puede hablar de ecoturismo.

El ecoturismo es la actividad que permite a la población que vive del entorno, donde se va desarrollar ecoturismo, beneficiarse de esa actividad.

2- ¿Qué importancia tiene el ecoturismo en la Republica Dominicana?

Ninguno, porque es un aspecto de turismo que no se ha desarrollado. Esta por desarrollarse en alguna zona de la Cordillera Central, el Rancho Guaraguao que no se si es Ecoturismo, pero lo seria si los campesinos dieran tours siendo ellos los guías, subir los turistas a caballos porque el lugar es muy cerrado, es muy aislado, es como un refugio espiritual de la naturaleza.

Hay gente que vive de algunos entornos como el Salto del Limón que se ha modernizado. Son muy pocos los lugares. Hay que desarrollar todos los aspectos de ecoturismo porque son realmente los que ponen valores y aspectos culturales del país.

3- ¿Cómo influye el paisajismo en el ecoturismo?

Es fundamental. Se supone que las actividades de ecoturismo son actividades que fueron impactadas por proyectos grandes ecoturisticos porque en general el cliente del ecoturismo es una persona más culta, con más valores y mas apegada a la naturaleza que del todo incluido playa y sol. Entonces las personas que hacen ecoturismo en general son personas que buscan valorar un lugar o que ya apreciaron un lugar y por 4eso van a ese lugar donde la naturaleza no esta impactada, donde no haya contaminación, donde hay una relación bien cercana con todos los bienes de la naturaleza, sea montañas, bosques, ríos, cascadas. Esto es lo que realmente se busca en ecoturismo.

4- ¿Qué importancia tiene el medio ambiente, el clima y el paisajismo para el Ecoturismo?

Son fundamentales. Algunos no dependen del ecoturismo, que es el factor clima pero nosotros tenemos suerte de tener un clima que mas o menos todo el año permite que las actividades ecoturisticas se desarrollen. Entonces eso es un factor importante que, cuando estas en el norte es invierno, cuando en otro lugar esta nevando, nosotros tenemos un clima agradable para hacer ecoturismo y realmente es la actividad que hay que desarrollar estos próximos años con la salvedad de que no se puede aprovechar el ecoturismo para desalojar a los campesinos de las lomas, porque seria contrario a las actividades ecoturisticas.

El turista busca, en general, el conocer la cultura de un pueblo, conocer la naturaleza de un pueblo y es importante que las culturas tengan roces porque así es que los pueblos avanzan, que los pueblos se conocen y sobre todo que se toleren porque es un turismo inteligente que vamos a romper las barreras del racismo, egocentrismo, religiosas. Eso se logra conociéndolas, viviendo juntos, comiendo juntos, apreciando lo que la gente produce, lo que hace.

5- Con relación a las Dunas de Baní, ¿Cómo usted ve el desarrollo del ecoturismo en cuanto a esas áreas?

Arq. Juan Pablo Banks recuerda que fui la primera en defender las Dunas de Baní, y como mis estudiantes no sabían de eso los lleve a todos y se volvieron locos esa vez. Eso fue en el año 1,984, no sabían lo que era una duna, no sabían como se formaba, no sabían el valor de las Dunas, el carácter protector de las Dunas, de las Bahias de las Calderas.

En ese momento Metaldom quería extraer de la arena las partículas de hierro que hay en las Dunas de Baní porque su arenita proviene de la Cordillera Central, la trae los vientos, se van al mar, las olas la recogen y como las brisas forman las Dunas, entonces nos opusimos y dimos a conocer como se formaban, el valor que tienen para la Bahía de la Caldera que son las protectoras. Si se van las Dunas también se va la Bahía de las Calderas y cuando fuimos casi no había construcciones entonces había un pueblo maravilloso que cocinaron para los 30 estudiantes de arquitectura, comimos pescado con coco. Fue una tarde maravillosa.

Cuando volví, años atrás, vi que han permitido construcciones ilegales que el Sindico del Ayuntamiento y la Sala Capitular arrenda el solar al año y han construido edificaciones de 5 y 6 millones de pesos, entonces ¿en que estamos sin titulo de propiedad?, es decir, que todas esas cosas son del patrimonio del ayuntamiento. En realidad lo que el ayuntamiento debió haber permitido en esos terrenos arrendados, son construcciones livianas.

Hay un arquitecto que tenia una construcción de terra-maní y de madera, muy fresquita frente a la bahía y el hacia veleros en ese lugar, esa era un actividad no permanente pero le daba albergue cuando el iba. Ahora es difícil, son construcciones sumamente violentadotas al entorno y permitieron la construcción de un mamotreto al final, en la punta, de un restaurante feo. Ya se perdió la esencia del lugar.

Era muy lindo cuando no había nada, solo las saleras y un pueblito de pescadores precioso donde los estudiantes pasaron su día mirando el paisaje que es maravilloso, ya no se ve con tanta virginidad. Las Dunas son incluso muy importantes en ese lugar, ya que son ellas que permitieron la protección de la Bahía de las Calderas básicamente.

Entrevista realizada por : Manuel Carrasco, Paloma Rivera

Perfil de Amparo Chantada

Amparo Chantada, llegó al país en 1982. Realizado su Doctorado en Geografía. Se nacionalizo como dominicana en 1983 e inició su carrera universitaria al tiempo que desarrolla sus capacidades de educadora popular en la cuestión urbana y ambiental.
Ese mismo año inició una lucha ambiental en Oviedo contra la creación de un depósito de residuos industriales procedentes de Estados Unidos.

En 1984, con las DUNAS DE BANI, inicio una campaña de conocimiento de las Problematicas del Medio Ambiente.En 1986 en Santiago Rodríguez inicio una lucha contra desmonte de los pinos y la siembra de eucalipto.

Entre 1993 y 1997 fue consultora nacional del Plan Decenal de Educación en participación comunitaria y trabajo con las asociaciones de padres, madres y amigos de la escuela de todo el pais.

En el 2005 fue nombrada Directora del Instituto de Urbanismo y en el 2007, organizo el segundo taller de la Universidad Popular Urbana, donde participaron 80 dirigentes de América Latina y fueron capacitados en la UASD sobre asuntos urbanos.

Resumen de la Fuente del Perfil Amparo Chantada: http://www.DiarioDigitalRD.com


          Bienvenidos a Nuestro Blog        
Somos un grupo de estudiantes y profesores preocupados por el medio ambiente a traves del grupo de paisajismo de la Facultad de Arquitectura surge Terra Dominicana donde expresar y difundir nuestras ideas, investigaciones, opiniones como preocupaciones sobre nuestro medio ambiente entre otras cosas es nuestra meta con este blog.

Es el momento de empezar un cambio por nuestro futuro, si no es ahora, cuando. En arquitectura el diseño, el espacio, la construcción, y hasta el minimo detalle influye en nuestro ambiente ya sea de como llega este al lugar como tambien la manera en que es utilizado. La unica manera de tomar esto en cuenta es al momento de comenzar un proyecto, no esperemos que sea tarde.Trabajar en un proyecto nuevo es muy similar a nuestro planeta no podemos esperar que sucedan las cosas para cambiar algun detalle.

Asi que se parte del cambio, estas ayudando a un Planeta mejor esas pequeñas cosas hoy son nuestro mañana.

                  

Diseño en Proceso

          Notícias Gospel – Conheça o Curso Bacharel em Teologia da Universidade da Bíblia        
Os Bacharéis formados na Universidade da Bíblia estão prontos para atuar no Brasil e no exterior como pastores, líderes, conferencistas, obreiros, professores da escola dominical, presidentes de ministérios, membros da diretoria em convenções, e ainda estarão plenamente habilitados para atuar nas áreas de administração eclesiástica, evangelismo, discipulado, liderança, supervisão, direção e aconselhamento pastoral através de ...

          SHAKIRA ACTUO MAL.....        
Días acusa a Shakira de utilizar en su éxito "Hips Don't Lie" ("Las caderas no mienten"), la frase "baila en la calle de noche, baila en la calle...", un estribillo igual a la de la canción "Baila en la calle" que él escribió en 1984 y que desde entonces se ha convertido en el himno oficial del carnaval dominicano.
Shakira actuó mal...Agencias
"Usted no puede utilizar lo que no es suyo para hacer dinero. Cuando una pieza es grabada y tiene 22 años hay que pedirle permiso a la editora", dijo el compositor en declaraciones publicadas hoy en el diario local "Listín Diario".
El artista aseguró que llevará el caso en los tribunales correspondiente, aunque de manera "muy cortés".
Luis Días, que en 2004 fue distinguido por el Gobierno dominicano como "valor cultural" ha compuesto letras para populares merengueros dominicanos como Sergio Vargas y Fernando Villalona.

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          Yurumein (Homeland): A Documentary on Caribs in St. Vincent        
YURUMEIN: film trailer from Andrea Leland on Vimeo.

Originally published on H-Caribbean, June 2014
(Director) Andrea E. Leland. Yurumein (Homeland). January 2014. 50-minute documentary / DVD format / 4:3 aspect ratio / surround sound.

Resistance, Rupture, and Repair: The Story of the Caribs of St. Vincent in the Caribbean

 

Yurumein by Andrea E. Leland effectively begins twice: first it begins in St. Vincent, and then, as a reflection of the contemporary relocation of the Garifuna, it begins again in Los Angeles, which probably has the largest number of Garifuna people outside of Central America and the Caribbean. The core of the film ostensibly follows the journey of Cadrin Gill, a Los Angeles family doctor, who self-identifies as Carib and who was born in Sandy Bay, St. Vincent, one of the residential areas of the island that contains a sizeable Carib population. Focusing on the reclamation of pride in Carib identity, and the beginnings of a cultural resurgence that happens in part as a transnational process of reconnecting indigenous communities in the Caribbean region (in this case the relinking of Honduran Garifuna and Vincentian Caribs), this film serves as an important document of the contemporary presence of indigeneity in the Caribbean. The film thus helps to fill in the map of indigenous cultural resurgence in the Caribbean, of indigenous communities that did not simply vanish due to European colonization, but that resisted and repaired what they could. In this sense the documentary helps to further challenge centuries of writings, and even modern historiography, whose emphases have been Carib decline and extinction. In addition, as there has been so little produced, whether in film or in writing, about the Caribs/Gairfuna of St. Vincent, apart from the occasional thesis or conference paper offered within regional institutions, this film further serves to fill in the gaps in our knowledge.

Yurumein represents part of a growing series of films on indigenous Caribbean topics, but is unique as one that focuses on St. Vincent. As a contribution to documentaries about the indigenous Caribbean, this film joins Last of the Karaphuna (Philip Thorneycroft Teuscher, 1983, focusing on the Dominica Carib Reserve); Caribbean Eye: Indigenous Survivors (UNESCO/Banyan, 1991, focusing on contemporary indigenous communities in Guyana, Trinidad, Dominica, and St. Vincent); The Garifuna Journey (also by Andrea Leland, 1998, focusing on Belize); The Quest of the Carib Canoe (Eugene Jarecki, 2000, focusing primarily on Dominica’s Caribs, but also bringing special attention to Trinidad and Guyana); Three Kings of Belize (Katia Paradis, 2007, focusing on Belize, including a focus on a Garifuna musician); and The Amerindians (Tracy Assing, 2010, focusing on Trinidad’s Carib Community).

“That paradigm has changed,” Dr. Gills says in the film, a change in paradigm that involves increased recognition of “our history and our heritage.” It is an important point, as he adds that this has happened “only recently.” Indeed, we are now in the third decade of a region-wide indigenous resurgence in the Caribbean, one that arguably began at least on a formal, organizational level in St. Vincent itself in 1987, with a conference on the indigenous peoples of the region that would later result in the formation of the Caribbean Organization of Indigenous Peoples (COIP), whose first president was the Belizean Garifuna anthropologist Dr. Joseph Palacio.[1] (Coincidentally, in my own research context in Arima, Trinidad, 1987 was the first year that Trinidad’s Carib Community received delegates from seven different Guyanese indigenous tribes.[2])

On a local level in St. Vincent, this paradigm change has also occurred. “We were brought up as Englishmen, so we had an English mentality,” Dr. Gill explains, “and consequently there was not much knowledge about my history…. [I]n my days, it was not ‘fashionable’ to be called ‘Carib.’” Echoing what I found in my research in Trinidad, the film presents a series of individuals in Sandy Bay who explain that they did not know of their Carib ancestry until they reached adulthood, while others did know and could not hide it and were thus targeted for discrimination in the wider society as “ignorant,” “backward,” “warlike” and “cannibal” people, leading some to suppress their own identification as Carib. (Unfortunately, this juxtaposition of lack of self-awareness as Carib, while the wider society discriminates against them as Carib, is a paradox left unexplored in the film.) While there is now a positive acknowledgment of their ancestral ties (and explaining why this has happened recently exceeds both the scope of the film and this review), Caribs in this film also reflect on what they say is their own lack of personal knowledge of Carib history and language. While they point to a number of surviving traditions, such as the making of cassava bread (which one woman claims, without much credibility, to have learned to do all on her own), it is clear that the identity is also understood in racial terms, with a not infrequent reference in the film to phenotypical markers, specifically dealing with one’s face and one’s hair. The kind of racialization that historically distinguished the Caribs of northern St. Vincent, especially in the towns of Orange Hill, Oven Land, Sandy Bay, Point, Owia, and Fancy, from the Garifuna or “Black Carib” of the southern town of Greggs (which is never mentioned in this film), is not confronted in this film. Indeed, the seemingly inexplicable adoption of “Garifuna” for all Carib descendants was one of the surprising things I learned from this film, and as a local historian explains, this is “relatively new” (but we are not informed as to why it has happened).

On an international level, the film speaks of examples where Caribs today are still stereotyped as “wild cannibals” in a few yet influential quarters. Here the film showcases Disney’s Pirates of the Caribbean (2003- ) as one of the latest examples of this malignant stereotyping. Those presented in this documentary explicitly comment on their task as one of combating the influence of Hollywood.

What “loss” means, what constitutes “knowledge,” and knowledge of loss, are all difficult questions that the film brushes against on occasion. If the Vincentian Caribs do not know what “was” their culture, how do they know what was “lost”? Rather than risk diving into and drowning in an essentialist exercise of trait-listing, I prefer the formulation of the New Zealand anthropologist Steven Webster, who argues that “Maori culture is not something that has been lost, it is the loss; being ‘a Maori’ is struggling to be a Maori.”[3] There is more to this however, as some knowledge of what it means to be “Carib,” that is actually in line with its original political meaning in the first century of European imperial invasions, is knowledge that persists. As Odette Sutherland, a Vincentian Carib, says in the film: “They were rebellious people. They didn’t want to work as slaves. The Caribs always liked to be independent and work to help themselves and their family,” then adding as she continues working in her yard, “I am proud to say that I am a Carib.” Another person declares: “That is our king … the chief of the Caribs … Joseph Chatoyer. He fight for the Carib country.” Cadrin Gill expands on this theme of resistance in remarking that during colonial rule in the Caribbean, “St. Vincent was the mecca of freedom,” where escaped slaves from nearby territories often sought refuge and were welcomed by the Caribs. This historical knowledge, of the Caribs as the original anti-imperialists of the modern world system, is further attested to in a dramatic fashion, on display for tourists and all visitors, at Fort Charlotte. There a sign states, “built by the British as the chief defence against the indigenous people and their allies,” and all of the cannons are pointing not out to sea, but inland. (It is also possible that the message of anti-imperialism is simultaneously lost by being displaced into talk of centuries past, focusing on the British, as Dr. Gill does not seem conflicted about displaying a portrait of Barack Obama behind his desk.)

One of the unresolved tensions in this film is that of claiming lack of knowledge on the one hand, yet currently producing knowledge of contemporary Caribness that in some senses accords with the original political content of the identification. Colin Sam, Gill’s nephew, repeats the complaint of a lack of cultural knowledge of self. Yet he and his fellow Caribs clearly know a great deal, but it is not formatted, packaged, and labeled in the same way that academics produce cultural history in writing. Hence, rather than a detailed report produced by an archaeologist, in this film we have: “the Caribs were here ever since.” It is simple, perhaps, but it is also an understanding that is necessary for any sense of indigeneity. In addition, among those speaking in the film is Nixon Lewis, a Carib researcher who spends his spare time doing archival research during annual trips to London, and when not there, then being “on the Net all the time.”

Further adding weight to the idea of a paradigm shift are the words of the prime minister of St. Vincent and the Grenadines, Ralph Gonsalves, who in speaking of the brutality of British rule declares: “let us not mince words: genocide by the British.” What is significant is the occasion on which these words were spoken: National Hero’s Day—an annual public commemoration of Joseph Chatoyer, a long sought-after national holiday first demanded by the Committee for the Development of the Carib Community (CDCC), an organization not mentioned in this film.[4] Demands for such a commemoration were rejected by the government for numerous years. In one scene of the film, we can barely make out a banner in the background on which these words are painted: “Indigenous People’s Day Rally.” Indigenous People’s Day is another of those events that Sherelene Roberts explained the CDCC had long pursued.

Some shortcomings of this film should also be noted, aside from some of the gaps and silences noted above. We are told that 2 percent of St. Vincent’s 120,000 people are Caribs, but the source for this not indicated, nor is the deeply problematic issue of counting such a contested and suppressed identity considered. Moreover, Roberts reported a figure of 3.1 percent reporting themselves as Carib during the 1991 Population Census.[5] The film might then lead some to believe that there has been a decline since then. The film also reports that there are a total of 400,000 Garifuna in the United States, Central America, and Caribbean combined, which is a very significant size (again, a source would have been useful). Aside from these points, there is no debate in the film about the problems with attempting to phenotypically define Caribness by the quality of one’s hair, and whether this could mean an implicit rejection of one’s Africanness. The film in fact generally ignores the African dimension of Garifuna identity and history (even when some of the traditions being taught by Honduran Garifunas to their Vincentian hosts are creole Afro-Caribbean ones). The fact that a largely African-descended population is the only population in the region to have kept the Island Carib language alive is surely one of the most spectacular stories of Caribbean history, and a key sign of trouble for any attempts to racialize indigeneity or to distill it out of larger processes of creolization. There is also no discussion in the film about the relations between Garifuna/Caribs and the national government. We hear Prime Minister Gonsalves delivering a stirring speech about British genocide against the Caribs, but then the film ends by pointing out that the Vincentian island of Balliceaux, where the Garifuna were imprisoned in 1795 before their exile to Honduras, rather than being safeguarded as land the Garifuna consider to be sacred has instead been put up for sale to private buyers. Also in the context of Balliceaux, the narrative in the film first claims that a radical cultural eradication occurred, but that then the survivors carried their culture intact to Honduras. Left like that, the statement makes no sense, and we should expect that a project that lists dozens of contributors in its credits would permit the opportunity for some to review and point out such contradictions that sometimes rendered the film’s narrative a bit too shaky.

In summary, several aspects of Andrea Leland’s Yurumein documentary are particularly noteworthy. One is the emphasis of an acute consciousness by Vincentian Caribs of their “cultural loss” and at the same time a renewed pride in their Carib ancestry. Another is the dimension of transnational resurgence, with Garifuna from Central America (originally from St. Vincent) returning to spearhead a renewal of Carib pride and to share traditions. A third observation we can make is about the degree to which this documentary is a nonacademic production, moreover one that is not mediated or narrated by any academic expert. A fourth notable aspect is the extent to which the project involved in making this documentary was locally constituted.
While the film’s gaps and the level of the narrative are bound to receive mixed reviews from academic audiences, this documentary could be useful for first- or second-year students in the North American university/college setting, and for the general public. With twenty years of immersion in indigenous Caribbean research, my own special interest has me enthusiastic to see just about any serious attempt at a documentary on the region’s indigenous peoples, given the paucity of such materials and my continued inability to complete my own long overdue video productions. One has to recognize the considerable effort that went into the making of this documentary, especially given its broad-based network of local contributors, the abundance of available narratives, the political implications of those narratives, the numerous topics deserving special attention, coverage of key local events, and on top of it all an effort to insert the viewer into some aspects of the daily lives of today’s Vincentian Caribs. With so many “moving pieces,” frustration and even failure are more likely than success. This documentary instead succeeds in encompassing a wide range of contemporary issues and historical processes, in a visually engaging manner, and really without trying to tell viewers what to think. In this last respect, it becomes ideal for the classroom setting because it leaves gaps to be filled in by a lecturer, and the work of interpretation open to discussion in the classroom.

I do not think, however, that this documentary should be viewed alone in the context of a course on the Caribbean or on indigenous peoples (or both), that is, in the absence of any other scholarly materials in this topic area. Having said that, it is at present the best current filmic resource on an indigenous community in the Caribbean, one that has long been virtually invisible in the academic literature and documentaries. Others may have done more, but they are becoming increasingly dated. That this documentary has already received some excellent reviews, including by specialists in Garifuna studies, further underscores its virtues.

Notes


[1]. Joseph O. Palacio, “Caribbean Indigenous Peoples’ Journey toward Self-Discovery,” Cultural Survival Quarterly 13, no. 3 (1989): 49-51.
[2]. Maximilian C. Forte, Ruins of Absence, Presence of Caribs: (Post)Colonial Representations of Aboriginality in Trinidad and Tobago (Gainesville: University Press of Florida, 2005).
[3]. Steven Webster, “Postmodernist Theory and the Sublimation of Maori Culture,” Oceania 63, no. 3 (1993): 222-239.
[4]. Shereline L. Roberts, “The Integration of the Caribs into the Vincentian Society” (BA thesis, University of the West Indies, 1996).

Printable Version: http://www.h-net.org/reviews/showpdf.php?id=41305
Citation: MAXIMILIAN FORTE. Review of (Director) Andrea E. Leland, Yurumein (Homeland). H-Caribbean, H-Net Reviews. June, 2014.
URL: http://www.h-net.org/reviews/showrev.php?id=41305

          Call for Honour for First Carib Chief Hyarima.        
Call for honour for first Carib chief Hyarima.
By Michelle Loubon
Trinidad Express Newspapers | Oct 13, 2013

Dr Satnarine Balkaransingh, chairman for the International First Peoples Conference 2013, has said the first Carib chief who was named Hyarima should be given a posthumous award and the major aspects of the Parliament should be shifted from the Red House at St Vincent Street, Port of Spain.

He made these comments during his presentation “The Wounded Nation of the First Peoples of Kairi - Miscegenation, Race, Politics and Marginalisation”. This was day three of the Santa Rosa First People’s Community of Arima Heritage Week which runs until October 19 at UTT Campus, Arima.

He was among the panellists who spoke on the theme Governance and Politics: Contemporary Perspectives. These included Julie Guyadeen, Dominica’s Chief Garnette, Tommy Isaac, past principal of St Augustine Senior Secondary School, and Andrew Klauty.

On the issue of Parliament’s relocation, Balkaransingh said: “Give consideration to have the National Parliament shifted. We can’t move the bones because you are moving a whole cemetery. But you can move Parliament or the major aspects and leave other aspects and convert it to a natural museum and a national art gallery of international standards. Keep the register of births and deaths. These are alternatives. We are continuing to make decisions in the national interest sitting on a cemetery.”

Amerindian artefacts and bones were discovered recently at the Red House during renovations.
Parliament is currently located at Tower D of the International Waterfront Centre, Wrightson Road, Port of Spain due to ongoing renovations at the Red House which traditionally has been the seat of Parliament.

Moving to Chief Hyarima, Balkaransingh added: “ Recognise Hyarima as T&T first national hero for his courage and action in fighting foreign aggression and provide the highest award (Order of the Republic of Trinidad and Tobago) posthumously.”

“Hyarima was the first person in 1637 with his warriors and with the help of the Dutch who sacked St Joseph and burned it to the ground actually chasing the Spaniards out of Trinidad. Nobody thinks about the people fighting and therefore Hyarima must be considered the first national hero.” Chief Hyarima’s statue is at Arima.

Asked for an update on the Conference, Ricardo Bharath, Chief of the Santa Rosa First Peoples Community, said: “President Anthony Carmona is expected to attend celebrations today. Nine people will be awarded and I will be making the call for three major things. The first is a call for a public holiday on October 14. I will speak about the other two today.”

The conference continues today. Below is the schedule
Today is First Peoples Heritage Day:
Dedicated to the Great Spirit Tamushi
6:30 a.m. to 8:15 a.m.
Smoke ceremony
Procession from Smoke Ceremony to the Carib Centre
Venue: Streets of Arima
3 p.m. to 5 p.m.
          First Peoples-Heritage Week begins Tomorrow.        
First Peoples-Heritage Week begins Tomorrow.
By Newsday Reporter
T&T's Newsday | Thursday, October 10 2013

The First Peoples indigenous community in Trinidad and Tobago will be hosting their 13th annual Amerindian Heritage Week, which runs from tomorrow (October 11) to October 19. Heritage Week will feature special events, including a conference themed “Exploring Heritage, Consolidating Traditions and Creating A Legacy”.

Tomorrow, Amerindian Heritage Week will be launched with an opening ceremony at the UTT O’Meara Campus from 6 pm - 9 pm. The opening ceremony will include a speech by Prime Minister Kamla Persad-Bissessar, greetings from a Nation Representative of the Caribbean Organisation of Indigenous Peoples, musical performance by the First Peoples of Suriname, as well as a cocktail reception with live entertainment by Los Alumnos de San Juan.

The week of activities will then continue with its inaugural International First People’s Conference on October 12 and 13, also at the O’Meara Campus. The two day conference will feature seven academic and performative panels and is being hosted by the Santa Rosa First Peoples Community of Arima (formerly known as the Carib Community) in conjunction with the University of Trinidad and Tobago (UTT) and the Ministry of National Diversity and Social Integration. Arima is home to the largest number of descendants of the Caribs, who were among Trinidad and Tobago’s first inhabitants, therefore home to the First Peoples.

According to Aurora Herrera, event coordinator of the Amerindian Heritage Week, the conference will feature a wide array of activities and honoured presenters.

“We have chiefs and other Indigenous representatives coming from all over the world for the conference,” she said.

According to the detailed conference calendar, conference attendees will be privy to presentations from countries such as Belize with Garifuna Songs, St Vincent’s basketry, Guyana’s presentations on youth and gender issues faced by the First Peoples and more from Dominica, USA and of course Trinidad and Tobago.

The International First People’s Conference’s press release states that the conference will deal with “the burning issues confronting First Peoples in an environment that remains ambivalent and hostile.” Such issues include the discovery of human remains beneath the Red House in Port-of-Spain, which, according to the First Peoples, indicates that it is a First People burial ground. “How the immigrant state deals with this question will say a lot about the future direction of relations between our First Nations community and their welcome or not so welcome guests,” said Herrera. She also noted that at the conference, “There will be presentations and discussions concerning First Peoples cosmology, philosophy and the various aspects of their way of life. We are also addressing questions of governance.”

The Heritage Week events also include a Smoke Ceremony at the Hyarima Monument, Arima and the Spiritual Sanctification of the Parliament Building at the Red House on Monday (October 14), as well as the Indigenous Water Ritual at Lopinot River, Arouca on Tuesday (October 15) and much more. The Conference is free to the public and it includes meals, however pre-registration is required before Wednesday 16 October. To register, go to www.santarosafirstpeoples.org

First Peoples Heritage Week Calendar of Events


Friday October 11:
6 pm - 8 pm - Launch of the First Peoples Heritage Week 2013

8 pm – 9 pm - Inauguration of the International First Peoples Conference, “Exploring Heritage, Consolidating Traditions and Creating a Legacy”
Cocktails with live entertainment by Los Alumnos de San Juan
Venue: UTT O’Meara Campus Auditorium

Saturday October 12:
8 am – 4 pm - International First Peoples Conference, Panel Presentations/Discussions
Venue: UTT O’Meara Campus Auditorium

Sunday October 13:
8 am – 4 pm - International First Peoples Conference, Panel Presentations/Discussions
Venue: UTT O’Meara Campus Auditorium

Monday October 14:
Dedicated To the Great Spirit Tamushi
6.30 am – 8.15 am - Smoke Ceremony
Venue: Hyarima Monument, Arima

8.15 am - Street Procession from the Smoke Ceremony to the First Peoples Community Centre
Venue: Streets of Arima

3 pm – 5 pm - Formal Ceremony to commemorate First Peoples Heritage Day
Venue: UTT, O’Meara Campus Auditorium

8 pm – 10 pm - Spiritual Sanctication of the Parliament Building, the Red House
Venue: Red House, Port of Spain

Tuesday October 15:
Dedicated To the Ancestors
7 am – 9 am - Indigenous Water Ritual
Venue: Lopinot River, Arouca

4 pm - Ceremony to the Ancestral Spirits of Anaparima
Venue: San Fernando/Anaparima Hill

Wednesday October 16:
Dedicated To The Indigenous Traditions
9 am – 3.30 pm - Open House Visits to the Santa Rosa First Peoples Community Centre, For School Children, Groups and Families**
Venue: 7 Paul Mitchell St Arima.

Friday October 18
Dedicated To Indigenous Traditions of Music, Dance, and Traditional Handicrafts
10 am – 5 pm - Heritage Cultural Fair

6 pm - 9 pm - Cultural Show
Venue: Santa Rosa Catholic Church Park

Saturday October 19:
Dedicated To the Indigenous Traditions on Local Self Governance
10 am – 12 noon - Meeting of the Caribbean Organisation of Indigenous People
Venue: Carib Centre

5 pm – 8 pm - Closing Ceremony and Thanksgiving
Venue: Santa Rosa First Peoples Centre
          Who Is An Indian? Race, Place, and the Politics of Indigeneity in the Americas        
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“A significant addition to research, Who Is an Indian? provides an extended examination and a clear picture of Indigenous identity issues in the Americas. Among the book’s important contributions are its examination of the site of interface between the modern state and Indigenous peoples, as well as its analysis of how state discourses of identities are interpolated by Indigenous peoples and come to be important sites of tension.” --David Newhouse, Department of Indigenous Studies, Trent University
“Who Is an Indian? makes a strong and distinct contribution to the literature on Indigenous identities. The contributors examine imposed markers of distinctiveness, particularly those racial categories that have often been formulated by experts and imposed by dominant societies. This is a topic that is rife with controversy, but it is handled here with directness and historical acumen.”--Ronald Niezen, Department of Anthropology, McGill University
Who Is An Indian? Race, Place, and the Politics of Indigeneity in the Americas  is my newest edited collection, published by the University of Toronto Press. It completes a trilogy of edited volumes on indigeneity in the Americas that I began in 2006 with Indigenous Resurgence in the Contemporary Caribbean: Amerindian Survival and Revival, and in 2010 with the publication of Indigenous Cosmopolitans: Transnational and Transcultural Indigeneity in the Twenty-First Century.

About this Book

Who is an Indian? This is possibly the oldest question facing Indigenous Peoples across the Americas, and one with significant implications for decisions relating to resource distribution, conflicts over who gets to live where and for how long, and clashing principles of governance and law. For centuries, the dominant views on this issue have been strongly shaped by ideas of both race and place. But just as important, who is permitted to ask, and answer this question?
This collection examines the changing roles of race and place in the politics of defining Indigenous identities in the Americas. Drawing on case studies of Indigenous communities across North America, the Caribbean, Central America, and South America, it is a rare volume to compare Indigenous experience throughout the western hemisphere. The contributors question the vocabulary, legal mechanisms, and applications of science in constructing the identities of Indigenous populations, and consider ideas of nation, land, and tradition in moving indigeneity beyond race.

Genesis of the Project

This latest volume is probably the longest I have worked on any one publication project. It first began to take shape in 2006, as an effort exclusively focused on race, motivated by recognition of the fact that there were no volumes, treating the Americas as a whole, that compared and contrasted different ideas and applications of race in the definition of Indigenous identity. This was the basis for the first symposium in 2006, “Indigeneity and Race: ‘Blood Politics’ and the ‘Nature’ of Indigenous Identity,” organized under the auspices of the Canadian Anthropology Society’s annual conference, held at Concordia University on May 13, 2006. The same theme carried over into a following seminar, “Who Is an Indian? Race, Blood, DNA, and the Politics of Indigeneity in the Americas” involving 14 participants and hosted at the Clarion Hotel in Montreal, August 2-5, 2007, with the support of the Social Sciences and Humanities Research Council of Canada. However, as a result of the discussions held at the second symposium, we came to the realization that race alone could not be the exclusive subject of our concerns in addressing who people have historically answered the question, “who is an Indian.” The role of place, land, and territoriality, and resistance to neoliberalism, figured prominently in a number of the papers to the extent that we concluded that both race and place should be our dual, framing concepts.

The original impetus for this project came from a very particular context of concern. My research in the Caribbean alerted me to the extent to which notions of “purity,” “blood,” and lately even DNA analysis came to figure prominently not just as ways of ascribing Indigenous identities, but also as means of claiming them in light of widespread, categorical assertions by colonial rulers and scholars that these peoples had vanished. To my surprise, similar politics of identity were being instituted in North America—indeed, the interest in DNA studies had spread from the U.S. to the Caribbean, and in North America as well I found a concern with blood, purity, and the stigma faced by “Black Indians” who were being rejected as claimants to Cherokee citizenship. In Canada, First Nations residents carry cards indicating what degree of Indigenous “blood” they possess. Also in Canada, I repeatedly hear Euro-Canadians refer to this or that Aboriginal figure as “not a real Indian…he looks white”. (I had encountered similar purist prejudices during my years in Australia, directed at some of the most prominent Aboriginal activists who, phenotypically and superficially appeared to be “mixed” if not “almost white”.) If race, blood, and DNA were so prevalent, could we find similar concerns spread out across all of the Americas? If so, why? If not, why not? Are race, blood, and DNA essentially the same thing? These were the very first, seemingly very simple questions that led to the emergence of this project.

Taking together all stages of this project, it included a total of as many as 21 scholars from across the Americas and from across the disciplines, only some of whom appear in this volume. In particular I would like to thank and acknowledge the advice, support, varying degrees of participation and interest, and correspondence of individuals who were involved at different stages of the project, including: Kimberly Tallbear, José Barreiro, Phil Bellfy, Marisol de la Cadena, Alice and Dennis Bartels, and the late Melissa Meyer who sadly for us passed away mid-way through the development of this project. We also benefited from the participation of Indigenous scholars, who comprised half the number of participants in the overall project. With an immense amount of research and writing taking place in the U.S., there was often a tendency to have greater American representation, more than Canadian, Latin American, and least of all, from the Caribbean. The result of this struggle, the constant revision and reinterpretation, we hope will offer some critical insights into the processes of making “race” out of (or against) Indigenous identity and the role of “place” in debates about Indigenous identity. The final product strikes some geographic balance, with two chapters on Canadian cases, two dealing with American Indians, two focused on Central America and the Caribbean, and two pertaining to South America.

What about DNA Testing?

The previous concern with DNA, represented by as many as four participants early on in the project, largely diminished and then vanished altogether, especially when we no longer had the same participants as in earlier stages of the project. This is not to say that DNA debates are absent in the volume as a whole, but rather that they no longer structure the volume as a leading focus, which in any case would be more relevant to the North American situation than elsewhere. Yet even that is not entirely accurate, as the use of DNA testing to determine Indigenous ancestry has traveled to Puerto Rico, the Dominican Republic, and to my great surprise to the very community I studied for four years in Trinidad & Tobago, as the result of the work a team from the Molecular Anthropology lab at Pennsylvania State University and the National Geographic Genographic Project. In the past, similar studies have also been conducted among the Garifuna in Central America and recently in St. Vincent & the Grenadines, in the latter case again by the Penn State team.

Sidebar on U.S. "Science": DNA Testing for Indigeneity Comes to Trinidad
DNA testing comes in for severe questioning and criticism in the volume, and I would also add here to my public objections to the DNA research done in Trinidad. Aside from the more than just questionable merits of using genetics to prove cultural identities and political constructs such as tribal affiliations, I also pointed out that, "given the harvesting of biometric data by U.S. universities with research ties to the Pentagon, there is always the risk that this information could be put to uses of which the Caribs are unaware." Indeed, one of the researchers involved in the Trinidad DNA study, Jada Benn-Torres, from a military family, has conducted research in the field funded by the U.S. Department of Defense. I cannot see any reasonable purpose for conducting the study in Trinidad, as the local Carib community has been officially recognized for decades, and is not possessed by any self-doubts of their identity. Indeed, not all of the Caribs in Arima chose to participate in the study, which raises more questions about the extent to which those examined are representative of the community as a whole, and thus places in doubt even the basic scientific merits of the study. What has also not been made known is what is the ultimate purpose of the research, where the information is stored and for how long, and who has access to the database.

The Historical Importance of a Bad Question

The collaboration that produced this volume through much iteration has been focused on what is arguably one of the worst questions to be posed to or against Indigenous Peoples ("Who is an Indian?"), one that ultimately calls on them to give an account of themselves, for being who they are in the light of foreign invasions and occupations. It’s as if being who they are is a problem, and furthermore, it is a problem that they caused. Worse yet, they may not even be who they think they are.

As with all bad questions, one can expect to get a lot of bad answers. So why address such a question, going as far as making it the leading question of this project? The answer is simple: the question, however one may assess its epistemological qualities, is a politically important question (the most important perhaps), an institutionalized question, a governing question that structures people’s lives, their access to resources, and even their self-perceptions. It is also a key historical question, one that continues to be asked repeatedly, and one that will inevitably lose relevance. That this question has been raised across the Americas, in different forms (substituting, as the case may be, any number of cognate or tribal labels in the place of “Indian”), is due to a shared history of colonization and state-building and the dominance of European theories of citizenship, nationhood, race, and identity. Here we can start to look beyond the constraints and limitations of that question and in seeing past the constraints imposed today by states.

It was not the intention of the contributors of the volume to either advance academic expertise as the ultimate arbiter of Indigenous identities, to provide an easy-to-follow menu for “accurately determining” who is Indigenous, or to provide advice that caters to the functioning of government bureaucracies and their micro-management of Indigenous affairs. Our greater concern was with the politics that work to preserve the dominance of a “bad question,” a very “bad” and yet historically very important question: “Who is an Indian”? Our hope is that readers will come away from this effort with a determination to ask better questions—better in the sense of being more analytically productive and with implications that are more socially just and fair. Among the questions we would like to see posed are those that posit indigeneity as a historically specific type of relationality, that involve issues of power and affectivity, without searching for the elusive “one size fits all” solution. If, however, we overcame the stigmatization of being Indigenous only to then treat it as a category implying “privilege” and uniquely demanding “proof” of belonging, then we will not have gone far past the point of endorsing extinction.

Setting the Stage: Some Opening Quotes to Remember

“When they get off the boat, they didn’t recognize us. They said: ‘Who are you?’ And we said: ‘We’re the People, we’re the Human Beings,’ and they said: ‘Oh Indians,’ because they didn’t recognize what it meant to be a human being. ‘I’m a Human Being, this is the name of my tribe, this is the name of my people, but I’m a human being.’ But the predatory mentality shows up and starts calling us ‘Indians’ and committing genocide against us as a vehicle of erasing the memory of being a human being….Even in our own communities, how many of us are fighting to protect our identity of being an Indian, and 600 years ago that word, ‘Indian,’ that sound was never made in this hemisphere—that sound [‘Indian’], that noise, was never ever made! Ever. We’re trying to protect that as an identity, see, so it affects all of us”. —John Trudell, Lakota poet and activist. 
“It is one of the many ironies of the American experience that the invaders created the category of Indians, imposed it on the inhabitants of the New World, and have been trying to abolish it ever since”. —David Maybury-Lewis, co-founder of Cultural Survival. 
“There’s tremendous racism in Peru. In Lima, brown people, the descendants of Indigenous people, try to live as white as possible. That’s because of the influence of the media and government. If you embrace your Indian-ness, you’re shunned. You’re less than a third-class person. It’s an insult to call someone an Indian. It’s the equivalent of calling someone stupid”. —Benjamin Bratt, actor. 
“The question of my identity often comes up. I think I must be a mixed blood. I claim to be male, although only one of my parents is male”. 
—Jimmie Durham, Cherokee artist. “What does part Indian mean? (Which part?)….you don’t get 50% or 25% or 16% treatment when you experience racism—it is always l00%”. —Joane Cardinal-Schubert.

Contents

Preface, pages vii-ix

Introduction: “Who Is an Indian?” The Cultural Politics of a Bad Question, pages 3-51 Maximilian C. Forte (Concordia University, Sociology and Anthropology)


In this chapter I discuss the genesis, multiple meaning and historical applications of this "bad question," across the Americas. In the process I also defend the thesis that the Americas as a whole serve as the appropriate unit for analysis in understanding the colonial, "scientific," ideological, and (geo)political efforts to define Indigenous identities. While I outline how the racialization of indigeneity spread across imperial domains in the Americas, I also examine the centrality of place, of territoriality, and how place also intersects race. I discuss the emergence of "Indian" as a racial construct, and from there I proceed to build the larger theoretical and analytical narrative which the various chapters help to form. Who is the "real Indian" and issues of "race mixture" and the impact of slavery and the plantation system in North and South America and the Caribbean forms one level of analysis. Another has to do with kinship and science, with blood, DNA, and how these relate to ideas of "race purity." Going beyond "blood quantum" and race, I provide some context and the wider debate around the critically important contribution by Julia Coates in this volume, on the always timely issue of the Freedmen and the Cherokee Nation. Debates around self-identification, and tribal politics, progress toward a discussion of the many cases of "Indian non-Indians" and "Non-Indian Indians". Finally I end with an overview of the problems involved with "recognition", with some discussion of the geopolitics of recognition and then, pointing toward the Conclusion, looking beyond the politics of recognition.

Chapter One Inuitness and Territoriality in Canada, pages 53-70 Donna Patrick (Carleton University, Sociology and Anthropology and the School of Canadian Studies)


“The question of who counts as Aboriginal [in Canada],” explains Donna Patrick (this volume), “has long been linked to the question of who owns traditional Aboriginal lands”. Patrick’s chapter explores “the question of categorizing Indigeneity in Canada by examining the linguistic, political, and judicial processes associated with the notions of territory, ancestry, and belonging that shape Indigeneity today,” with a focus on the Inuit in Canada, situated within a broader analysis of Aboriginal identity in Canada. “Inuitness” in Canada, as Patrick tells us, followed a different trajectory from that of First Nations, in that the construction of Inuit identity has been guided not just by state policy but by Inuit attachments to both land and language. In Patrick’s chapter we learn that for the Inuit “the notion of ‘territoriality’ operates together with the notion of ancestry” in shaping the identities of Inuit living in urban centres of the Canadian South as much as those living in the Arctic. Donna Patrick observes that Indigenous ideas of identity in early colonial Canada “had little to do with race, biology, or ethnicity” and that Indigenous Peoples in fact demonstrated in practice that they were guided by a “notion of inclusivity” whose existence “has been supported by numerous accounts of Euro-American settlers and soldiers being accepted and adopted into First Nations groups”. While Patrick argues that we do not see in Canada a dominant discourse about the bio-politics of Indigenous identities to the same extent that we find in the U.S., she admits that a “‘covert’ or de facto blood quantum” has been part of policies governing Aboriginal, and in particular First Nations, peoples.

Chapter Two Federally-Unrecognized Indigenous Communities in Canadian Contexts, pages 71-91 Bonita Lawrence (York University, Equity Studies)


In her chapter Bonita Lawrence points out the cases of First Nations that span the Canada-U.S. border, where for example “the Passamaquoddy Nation of New Brunswick, or the Sinixt Nation, in British Columbia, have federal recognition in the United States but not in Canada,” which underscores the arbitrary, shifting, and inconsistent standards used by states to “appraise” indigeneity, as Lawrence argues. Bonita Lawrence explores identity issues among two federally-unrecognized groups—the Algonquins of Eastern Ontario and the Mi’kmaqs of Newfoundland—which have been the subject of her research for the last decade, providing a window into how the Canadian state produces unrecognized Aboriginals. As she explains, “most federally-unrecognized bands or nations are created by the nature of the treaty process itself,” while other bands are federally-unrecognized “because Canada has refused to honour historic relationships or has disregarded the traditional boundaries of Indigenous nations”. The primary means for such communities to gain federal recognition, to legally become Aboriginal again, is to assert Aboriginal title through the courts (if there is a treaty governing particular territory), or as Lawrence outlines in her chapter, “to take part in the comprehensive claims process if no treaty has been signed in the territory”. Otherwise, federally-unrecognized Indigenous peoples are “incorporated simply as ‘citizens’ within the wider nation-state dominated by settlers”.

Chapter Three The Canary in the Coalmine: What Sociology Can Learn from Ethnic Identity Debates among American Indians, pages 92-123 Eva Marie Garroutte (Boston College, Sociology) and C. Matthew Snipp (Stanford University, Sociology)


Eva Marie Garroutte and Matthew Snipp in their chapter in this volume titled, “The Canary in the Coalmine: What Sociology Can Learn from Ethnic Identity Debates among American Indians,” devote considerable attention to debating the racialization of indigeneity. As just one example of the kinds of interests vested in the non-recognition of “mixed” American Indians, Garroutte and Snipp point to Donald Trump: as a competitor against the newly recognized Pequots, and their plans to open a casino, he produced a definition of “who is an Indian” in phenotypical terms: “they don’t look like Indians to me. They don’t look like Indians to Indians,” injecting his racial bias by further calling them “Michael Jordan Indians”. This is useful in showing how ultimately one of the most common ways of assigning Indigenous identity in the Americas is focused on appearance, and where racial discourses prevail, a specific type of appearance: phenotype. Garroutte and Snipp  also discuss some of the additional, problematic conceptual issues raised by the quantification of identity, which can apply to both genetic testing and blood quantum. Quantification establishes distance as a prerequisite for measurement, “with the corollary that, at some point, individuals’ connection to American Indian forebears becomes exhausted”. Quantification of identity presupposes distance, and tends toward disappearance. It raises physical standards about ideational and subjective identities, even as it creates new subjectivities around the use of scientific resources. The right to measure involves a power to erase, just as the power to speak for Indigenous peoples, and to assign their identities, is the power to silence them, permanently. The two case studies at the focus of their chapter, the Mashantucket Pequots and Kennewick Man, make for highly engaging and illuminating reading.

Chapter Four “This Sovereignty Thing”: Nationality, Blood, and the Cherokee Resurgence, pages 124-150 Julia Coates (University of California Davis, Native American Studies)


Julia Coates strongly and productively challenges a number of prominent, published perspectives that have been critical of definitions of Cherokee identity by the Tribal Nation’s government. Coates argues that legal definitions are often overlooked in discussions of indigeneity, while race and culture gain greater attention. Yet, as she explains, many tribal governments in the U.S. regard legal definitions, not as artificially imposed from external colonizing institutions, but as internally achieved definitions of nationality and their sovereign statuses. While the Cherokee Nation’s lack of cultural requirements are frequently not understood by non-Indians and derided by other tribal nations, the Cherokee Nation has continued to assert that nationality derived from their specific history of tribal citizenship is a more inclusive category for contemporary times than race or cultural markers. This is almost a reversal of arguments criticizing the Tribal Nation’s exclusion of certain persons. Based on interviews with what Coates calls “a particularly challenging group of Cherokee nationals,” the 60 percent of the citizenry living outside the tribal core in northeastern Oklahoma, her chapter examines the potential of nationality as a basis for self-identification for those in the Cherokee diaspora, and the role the concept of citizen plays in the contemporary Cherokee resurgence. Coates points to problems with a debate that “focuses on identity construction as located in race, heritage, DNA, and cultural attributes and expressions” and that leave out law and sovereignty. She says that one reason why the cultural, racial, and ethnic aspects of identity may be the primary sites for investigation and discussion, for many Indigenous Peoples is the fact that many of them are not formally organized into nominally sovereign political entities with an internal jurisdiction. Speaking of academics, Coates suggest that one reason most academics seem to differ from tribal governments’ rigid determinations of citizenship, is that academics tend to be more inclusive in their view of who is an American Indian, not wanting to serve as identity police and imposing definitions of Indigenous identity on Natives. Her emphasis is on nationality as a potential for retention and resurgence (or what some call resilience), rather than simply acting as a colonialist mechanism of control and exclusion.

Chapter Five Locating Identity: The Role of Place in Costa Rican Chorotega Identity, pages 151-171 Karen Stocker (California State University, Anthropology)


Designating a special place as the locus of persons with an Indigenous identity can be a way for an assimilationist state, one that historically rejected the Indigenous presence as in the case of Costa Rica, to create the illusion that indigeneity is minimal and marginal. As Karen Stocker explains in her chapter in this volume, in Chorotega some residents of what later became the reservation opposed reservation status given their “tremendous resentment at being the only community in the region officially designated as Indigenous when the whole area had Indigenous roots, and aversion to the stigma attached to Indigenous identity in a country that often projected an image of whiteness and European heritage”. The Costa Rican government’s imposition of an Indigenous identity on residents of Chorotega was a convenient way of removing that label from everyone else who resided outside of that particular place, using the assigned indigeneity of some to reassure others of their Europeanness. Karen Stocker’s chapter, based on ethnographic research carried out between 1993 and 2007, addresses how various residents of the Chorotega reservation, those who live just outside the reservation, scholars, legal discourse, historical discourse, those who have resided or studied in other Costa Rican reservations and, more recently, the tourism industry have “defined Indigenous identity in contradictory ways, and in manners that have had varying consequences for those labeled as Chorotega in Costa Rica”. She addresses the history and impact of these multiple competing definitions. Stocker traces the ways in which “one set of customs has gone from Indigenous to non-Indigenous, national custom, and back again, as a result of the shifting of discourses around it”. Stocker spotlights what she finds to be “a common thread through all of these definitions and interpretations of indigeneity,” and that is “the role of place, and how the same concept that mired inhabitants of the Chorotega reservation in discrimination now serves to authenticate its practices”.

Chapter Six Carib Identity, Racial Politics, and the Problem of Indigenous Recognition in Trinidad and Tobago, pages 172-193 Maximilian C. Forte (Concordia University, Anthropology)


My own chapter in this volume, based on four years of ethnographic research and ethnohistoric research dating to early colonial times, shares some features similar to both those by Donna Patrick and Karen Stocker. On the one hand, the state’s recognition of only one single, organized Indigenous community in just one of Trinidad’s 16 former mission towns—the Santa Rosa Carib Community in Arima, on the island of Trinidad—makes it seem, however implausibly, that indigeneity was somehow contained and delimited (which instead reflects the state’s bias in how indigeneity ought to be controlled and secluded). On the other hand, in articulating their own indigenous identity, members of the Carib Community point to a multitude of factors, beyond but including race, to include a history of residence in Arima. The structure of this chapter follows three basic lines of argument: first, that the political economy of the British colony dictated and cemented racializations of identity. Second, the process of ascribing Indigenous identities to individuals was governed by the economic rights attached to residents of missions, rights which were cut off from any miscegenated offspring. There were thus political and economic interests vested in the non-recognition of Caribs, and race provided the most convenient justification—a justification that took the form of a narrative of extinction. Third, over a century later, while racial notions of identity persist, current Carib self-identifications stress indigeneity as a cultural heritage, an attachment to place, a body of practices, and recognition of ancestral ties that often circumvent explicitly racial schemes of self-definition. State recognition of the Caribs occurs within this historical and cultural context, and therefore imposes limits and conditions that simultaneously create new forms of non-recognition.

Chapter Seven Encountering Indigeneity: The International Funding of Indigeneity in Peru, pages 194-217 José Antonio Lucero (University of Washington, The Henry M. Jackson School of International Studies)


As José Antonio Lucero explains in this volume, “blood” is already incorporated in national ideologies of race-mixture, and is not specific and particular enough to be used as part of the regimes of identifying the Indigenous. As Lucero adds, “in a region where ‘everyone’ has native blood, but not everyone is ‘Indian’ the social category and social fact of Indianness rely, necessarily, less on biology or blood than on the intersecting socio-cultural workings of politics, language, place, class, and gender”. More specifically, Lucero's chapter takes the work of Oxfam America as the focus of his case study, as it has been among “the earliest funders of Indigenous activism”. His chapter examines two different moments in the interactive process of legitimation between organizations such as Oxfam America and Indigenous political organizations in Peru, “as actors on both sides of the development encounter shape discourses over the meanings of development and indigeneity across local and global scales”. The “geopolitics of recognition” is what Lucero conceptualizes as regimes of indigeneity that span local, national and global scales. Lucero discusses how Indigenous people throughout the Americas (and beyond) have often found it inevitable, and sometimes useful, to engage a variety of legal, economic, and political systems. “Since the first contacts with missionaries,” he writes, “the state, and agents of global capital, Indigenous people have found that new systems of domination are not without points of entry within which they can contest the very terms of domination,” and in the present context, “the rising importance of non-state actors in the wake of aggressive neoliberal economic reforms (which shrank already weak states) provided an additional set of opportunities that Indigenous people have been able to use” (Lucero, this volume). However, one of the problems for Indigenous actors bound in relationships with external agencies is that the reconstruction of indigeneity that results is often Janus-faced, where “some discourses are for external consumption and have little to do with the lived ‘social fact’ of indigeneity at the local level”.

Chapter Eight The Color of Race: Indians and Progress in a Center-Left Brazil, pages 218-223 Jonathan Warren (University of Washington, International Studies, Chair of Latin American Studies)


Jonathan Warren begins by telling us that "since the 1990s a large number of Brazilian Indigenous communities have been federally recognized, successfully acquired land, established their own schools, and achieved a higher degree of autonomy and self-determination. Furthermore, anti-Indian violence is no longer condoned by the Brazilian government; racism has been officially acknowledged; race-cognizant government policies, such as affirmative action, have replaced race-neutral ones; and a number of antiracist commissions and initiatives have been established at federal, state and municipal levels. Finally, the first centre-left politicians in Brazilian history, Luiz Ignacio Lula da Silva (2003–2010) and Dilma Rousseff (2011–present), both of the Workers’ Party, have controlled the executive branch of government for almost a decade. Given these substantial changes, one could be forgiven for expecting a positive report on the state of Indigenous affairs in contemporary Brazil. Unfortunately, the outlook is rather dim. Perhaps most surprising is that many of the culprits are from the centre-left, namely the Workers’ Party, social scientists, and sectors of the movimento negro". Jonathan Warren’s chapter reveals to us that in Brazil, the racial question, and thus conceptions of antiracism—like much of “critical race studies,” he adds—simply removes the Indian from analysis, as if Indian subjectivities were entirely irrelevant. A key example of how this has occurred in critical race studies comes from Howard Winant’s very own analysis of racism in Brazil, which singles out Africans. This is odd, as Warren finds, given that as many as a third of Brazilians have some Indian ancestry. As Warren explains in this volume, Brazilian Indians are removed from the racial question in Brazil: “race is reduced to a question of blackness”. Indeed, throughout Latin America, Warren sees that Indigenous peoples are “not considered germane to race matters,” and quoting Peter Wade he adds: “the virtually unquestioned assumptions [prevails] that the study of blacks is one of racism and race relations, while the study of Indians is that of ethnicity and ethnic groups”. Warren also shows that phenotype is present in Brazilian estimations of “authentic” and “real” Indigenous identities, with those who have African and European features routinely dismissed as “racial charlatans,” in ways that echo experiences both in the U.S. and the Caribbean. Warren’s chapter is critical to this volume’s contention that race is a problem that needs to be studied in connection with indigeneity, not apart from it. His argument is critical not only for developing critical race studies, but also for political practice: the antiracist movement in Brazil cannot be just a Black movement.

ConclusionSeeing Beyond the State and Thinking beyond the State of Sight, pages 234-241 Maximilian C. Forte (Concordia University, Sociology and Anthropology)


Rather than restating or summarizing the contents of this volume, the Conclusion helps to sketch some of the ways in which critical Indigenous perspectives have sought to develop alternative ideas and practices of indigeneity and indigenization. In a hemisphere which sees, in most cases, Indigenous Peoples moving to cities, and an increased decoupling of indigeneity and territoriality, along with the incursion of the industrialization of ethnic ascription--the commerce in genetic identities--these issues become especially important. The volume closes with a sharp reminder of why "Who is an Indian?" is a bad question that produces even worse answers, and what our task as intellectuals ought to be when confronted with such questions.

Contributors, pages 243-246
Index, pages 247-254

A Little About the Contributors

Julia M. Coates (Cherokee Nation, Tahlequah, Oklahoma) is presently at the University of California, Los Angeles. Her title is Senior Writer/ Oral Interviewer in American Indian History for the Center for Oral History Research of the Charles Young Research Library. At the time of writing she was an assistant professor in the Department of Native American Studies at the University of California, Davis. Her research interests cover Native American diasporas, history, identity, women, and politics. She has conducted participant-observation fieldwork with hundreds of Cherokee citizens in California, Texas, and New Mexico. Coates also helped to form numerous Cherokee community organizations throughout California and in other states. For over six years, she was the project director and lead instructor for the award-winning Cherokee Nation history course, which brought her into personal contact with most of the employees of the Cherokee Nation, along with thousands of Cherokees in northeastern Oklahoma communities and throughout the country. She also serves on the Tribal Council of the Cherokee Nation as its “At Large” representative. At UC Davis she teaches the Introduction to Native American Studies as well as classes on race, women, development and history within Native America.

Eva Marie Garroutte (Cherokee Nation) is an associate professor in the Department of Sociology at Boston College. She has a background of research and publication related to the study of Native American issues, health and aging, racial/ethnic identity, and religion. She is the author of the influential book Real Indians: Identity and the Survival of Native America (University of California Press) and various articles in sociological and health-related journals. In collaboration with Cherokee Nation Health Services, she has conducted a series of research projects funded by the National Institute on Aging to examine medical communication needs among American Indian elders using tribal clinics. Her current service on editorial advisory boards includes the Journal of Native Aging and Health, American Indian Quarterly, and the University of Arizona Press series Critical Issues in Indigenous Studies. She is a past Area Commissioner of Indian Affairs in Tulsa, Oklahoma.

Bonita Lawrence (Mi’kmaw) is an associate professor at the School of Social Sciences of the Atkinson Faculty of Liberal and Professional Studies at York University in Toronto, Canada, where she teaches Indigenous Studies and anti-racism. Her research and publications have focused primarily on urban, non-status, and Métis identities, federally unrecognized Aboriginal communities, and Indigenous justice. She is the author of “Real” Indians and Others: Mixed-Blood Urban Native People and Indigenous Nationhood (UBC Press), and co-editor of Strong Women’s Stories: Native Vision and Community Survival, a collection of Native women’s scholarly and activist writing (Sumach Press). She is a traditional singer who sings with groups in Kingston and Toronto at Native social and political gatherings.

José Antonio Lucero is an assistant professor in the Henry M. Jackson School of International Studies, at the University of Washington in Seattle. He is the author of Struggles of Voice: The Politics of Indigenous Representation in the Andes (University of Pittsburgh Press) and the editor of Beyond the Lost Decade: Indigenous Movements, Democracy, and Development in Latin America (Princeton University Program in Latin American Studies). He teaches courses on government, politics, and social movements in Latin America, among others. His research interests focus on comparative politics, Latin American politics, democratization, social movements, and the politics of race and ethnicity.

Donna Patrick is professor in the Department of Sociology and Anthropology and the School of Canadian Studies at Carleton University in Ottawa, Canada. Her current SSHRC-funded research focuses on multiliteracies, identity, and community-building among urban Inuit in Ottawa. Her other interests lie in the broader area of Indigeneity and urban Aboriginality in Canada, as well as in the political, social, and cultural aspects of language use, with a focus on language endangerment discourse and Aboriginal languages in Canada. Her 2003 book, Language Politics and Social Interaction in an Inuit Community (Mouton de Gruyter), examines these issues in Arctic Quebec. She teaches courses in language, culture, and power and in Aboriginal and northern issues, with a focus on the Arctic. In teaching and research, Donna approaches the study of Aboriginal issues, language, and discourse through an interdisciplinary lens, focusing on historical, geographical, and social processes.

C. Matthew Snipp is a professor in the Department of Sociology at Stanford University where, among other positions, he has been the director of the Center for Comparative Studies of Race and Ethnicity. He teaches courses in contemporary and historical American Indian Studies as well as rural sociology. He is the author of American Indians: The First of the Land (The Russell Sage Foundation, New York), which was selected as an academic book of the year by CHOICE.

Karen Stocker is an assistant professor in the Department of Anthropology at California State University, Fullerton. She is a scholar of applied anthropology with interests in education, the social constructions of race and ethnicity, language, and Latin American ethnography. She is the author of “I Won’t Stay Indian, I’ll Keep Studying”: Race, Place and Discrimination in a Costa Rican High School (Colorado University Press).

Jonathan W. Warren is an associate professor in the Henry M. Jackson School of International Studies at the University of Washington in Seattle, where he is also the director of the Latin American and Caribbean Contributors Studies Program. Within the broad area of critical race studies he has focused on Whiteness, racism literacy, racial identity formations, and the links between everyday practices and racism in the U.S. and Brazil. He is the author of the highly regarded book Racial Revolutions: Antiracism and Indian Resurgence in Brazil (Duke University Press).

...and myself.

          Junot Diaz: The Brief Wondrous Life of Oscar Wao        
Junot Diaz reads a passage from THE BRIEF WONDROUS LIFE OF OSCR WAO, the story of an overweight Dominican boy growing up in New Jersey.
          Arturo Fuente Anejo #60 Box        

The Arturo Fuente Anejo Reserve are delicious, rare finds. Made with the same Dominican fillers and binders as the infamous Opus X, these cigars are medium-full bodied beauties and are sure to impress. Wrapped in a dark, Maduro Connecticut Broadleaf wrapper, each cigar is smooth and creamy with notes of sweetness and spice.

$239.99


          C&A Meridian Toro 20ct Box        

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          C&A Meridian Gordo 20ct Box        

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          C&A Meridian Robusto 20ct Box        

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          Ashton Maduro Esquires 10x10 Tin        

The Ashton Classic cigar is a consistently pleasurable smoke for all cigar lovers. This cigar has a medium body with nuances of peppery spice. The blend of 3 to 4 year old Dominican tobaccos, along with its rich golden Connecticut shade wrapper creates an extremely well blended rich taste. The draw of this cigar from beginning to end is never disappointing. This is truly a smoke for anytime and anywhere and, like an old friend, never lets you down

$189.99


          Ashton Classic Esquires 10x10 Tin        

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          Ashton Classic Magnum 25ct Box        

Ashton Classic Magnum natural cigars are blended with the most precise, patiently cured and aged Dominican-grown Cuban-seed tobaccos and the silkiest Connecticut-Shade wrappers. This is a very elegant cigar offering you the ultimate in smoothness, sweetness and aroma.

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          Ashton Cabinet Selection Pyramid        

Ashton Cabinet Selection Pyramid natural cigars are exquisitely handcrafted with 5 different 4 to 5 year-aged Dominican tobaccos and draped in seamless Connecticut shade wrappers and then aged an extra year. A marvelously smooth, well-rounded and aromatic pyramid shape cigar that's rich, creamy and multidimensional.

$234.99


          Ashton Classic Corona 25ct Box        

Ashton Classic Corona Natural cigars are made from a unique blend of select, specially-aged Dominican leaves and surrounded by smooth-smoking Connecticut shade-grown wrappers. These cigars have a mild, creamy draw and are always consistent in flavor and aroma.

$179.99


          Ashton Classic Churchill 25ct Box        

Rated 87 by Cigar Aficionado, Ashton Classic Churchill Natural cigars are made from a unique blend of select, specially-aged Dominican leaves and surrounded by smooth-smoking Connecticut shade-grown wrappers. Made in the Dominican Republic, these cigars have a mild, creamy draw and are always consistent in flavor and aroma.

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          Ashton Cabinet Selection No. 6 Box        

Ashton Cabinet Selection No. 6 natural cigars are exquisitely handcrafted with 5 different 4 to 5 year-aged Dominican tobaccos and draped in seamless Connecticut shade wrappers and then aged an extra year. A marvelously smooth, well-rounded and aromatic perfecto shape cigar that's rich, creamy and multidimensional.

$229.99


          Ashton Cabinet Selection Belicoso        

Ashton Cabinet Selection Belicoso natural cigars are exquisitely handcrafted with 5 different 4 to 5 year-aged Dominican tobaccos and draped in seamless Connecticut shade wrappers and then aged an extra year. A marvelously smooth, well-rounded and aromatic belicoso shape cigar that's rich, creamy and multidimensional.

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          AVO XO Notturno 20ct Box        

Avo XO Notturno Natural cigars are medium-bodied, Robusto shape cigars handcrafted to perfection with six unique Dominican tobaccos for extra depth. A perfect balance of flavors.

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          H Upmann Vintage Cameroon Corona        

Building on the heritage of H Upmann, the Legacy brings new excitement to the contemporary aficionado with this line of modern, fuller-bodied smokes. Each cigar is meticulously hand-crafted with vintage 2008 tobaccos grown from heirloom seeds treasured for generations. A dark, mountain grown Ecuadorian Sumatra wrapper surrounds a savory binder from the cloud-cooled rainforests of Nicaragua and an intense mix of prized Nicaraguan and Dominican filler tobaccos. This exquisite blend results in a vibrant, fuller-bodied smoke complemented by a myriad of subtle and complex flavors.

$104.99


          Arturo Fuente Anejo #48 Box        

The Arturo Fuente Anejo Reserve are delicious, rare finds. Made with the same Dominican fillers and binders as the infamous Opus X, these cigars are medium-full bodied beauties and are sure to impress. Wrapped in a dark, Maduro Connecticut Broadleaf wrapper, each cigar is smooth and creamy with notes of sweetness and spice.

$234.99


          Grand Marnier Torpedo Tubos Box        

Grand Marnier cigars possess luxurious taste and delicate sweetness. These Dominican Republic Cigars are seasoned with Grand Marnier Cordon Rouge, a blend of Cognac and Orange Liqueur. The perfect complement to an evening cocktail!

$209.99


          A Confederacy of Dunces        
A Confederacy of Dunces
author: John Kennedy Toole
name: Lawyer
average rating: 3.88
book published: 1980
rating: 5
read at: 2012/03/09
date added: 2017/07/02
shelves: 20th-century, boethius, the-consolation-of-philosophy, fortuna, popular-culture, comedy, humor, southern-literature, satire, john-kennedy-toole, new-orleans, 1960s, mothers-and-sons, sexuality, tragedy, tragi-comedy, 2012
review:
A Confederacy of Dunces: John Kennedy Toole's Novel of What it Means to Miss New Orleans

A Confederacy of Dunces was chosen as the first group read of On the Southern Literary Trail in March, 2012. Now, a few months after "The Trail's" FIFTH Anniversary, the readers have chosen this novel as one of it's group reads for July, 2017. Come join us!


"Miniver cursed the commonplace
And eyed a khaki suit with loathing;
He missed the mediæval grace
Of iron clothing.

Miniver scorned the gold he sought,
But sore annoyed was he without it;
Miniver thought, and thought, and thought,
And thought about it.

Miniver Cheevy, born too late,
Scratched his head and kept on thinking;
Miniver coughed, and called it fate,
And kept on drinking."
--Edward Arlington Robinson


After twenty-five years, I've closed my original Evergreen copy of A Confederacy of Dunces. I've reached the last page once more. It appears more battered than when I last read it. It's still good. I hated to see it end again.

Hmmmm...hang on. We've got company.

"Oooooweee. That dude down at the Levy Pant Fact-o-ree an' his wife with them funny blue glasses of hers done got me an A-WARD for doin' the Poleeces a favor cleanin' up this bar down on Bourbon called de Night of Joy. WHOA! An' dat Mrs. Levy done took me on as a projeck an send me back to school. Ooooweee! So I don't work for less than no minimal wage no more. I got air condition and a transistor radio an' I read this poem up there at the top o this page an I wrote it down in one of them tablets the big guy in that green hat like so much."

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"That sound jus like him. WHOA!"--Burma Jones, former porter and janitor, The Night of Joy Bar, Bourbon Street, New Orleans, Louisiana

Whatever happened to Burma Jones and all the other memorable character's ofA Confederacy of Dunces is anybody's guess. John Kennedy Toole committed suicide in 1969, never seeing his novel in print. The story of the publication of the book is as fascinating as the novel itself.

John Kennedy Toole was born in 1937, the son of John and Thelma Toole. Although a Catholic, he was educated in the public schools, as opposed to the parochial schools. Perhaps that's where Toole began to learn the dialect of New Orleans known as "Yat." He graduated high school at the age of sixteen, graduated with honors from Tulane in 1958, and had a Masters from Columbia in New York in 1959. He was working on his doctoral studies when called up for military service in 1961 and was stationed in Puerto Rico. It was there that he began the novel that would win him the Pulitzer Prize posthumously in 1981.

Toole returned from military service to his home city where he taught at St. Mary's Dominican College, Loyola's sister college, finishing his novel there. In 1964, Toole sent his manuscript to Simon and Schuster in New York. Senior Editor Robert Gottlieb worked with Toole through the year, resulting in many revisions. But Gottlieb ultimately told Toole by December the book was about nothing and dropped the project.

Until his death in 1969, Toole spiralled into alcoholism and depression. Towards the end of his life he became paranoid and delusional, believing that others were attempting to steal his book. At the age of 32, Toole committed suicide by sealing himself inside a garage, dying of carbon monoxide poisoning.

Toole's mother, Thelma submitted her son's novel to six publishing houses. All rejected the novel. She dogged Walker Percy's footsteps, literally pushing the manuscript into his hands, asking him to read her son's novel. Percy reluctantly agreed, but upon completing the read recognized that he had read something great. Through his efforts, the novel was published by LSU Press. The rest is history.

What is it that intrigues people about this book? What is it that makes some people despise it? Those readers familiar with New Orleans readily recognize that the city comes to life in Toole's novel. So do the myriad characters. The city districts, streets and stores are readily recognized. The unique accents of New Orleans multi-cultural population sing from the pages of this book. Those who have not been there cannot recognize the city and cannot believe such people exist. But, oh, they do.

Those readers who cannot abide the book inevitably find Ignatius Reilly the source of frustration. He is no hero. He has no ambition. He is content to be provided for by his mother and whatever Fate or Fortune brings. He is slothful, spoiled, and lazy. He rants at the perversion of modern society, but wants its conveniences.

His afternoons find him before the flickering screen of the television as he screams at...

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Each evening he attends the movies, eagerly awaiting his favorite film star's latest feature.

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He is banned from attending further screenings at the Old Prytania Theater after screaming the picture is an ABORTION!

But he returns to a downtown theater to catch her next feature and is HORRIFIED that she may end up in bed with her leading man!

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Ignatius Reilly is a man at odds with the modern world. He is drawn to it, but repelled by it. As was Miniver Cheevy, he was born too late. And he definitely called it fate, or at least the work of the fickle Goddess Fortuna, of whom Boethius, the last classical writer wrote in Ignatius's favorite book, The Consolation of Philosophy. As Walker Percy wrote in his foreword to the novel, Ignatius is an irascible Don Quixote jousting against the windmills of a world of which he would rather not be a part. He seeks to impose his own medieval philosophies on a city that would have it be Mardi Gras all year long. That's not going to happen in New Orleans.

Ignatius is forced into the outside world to get a job to pay off the costs of an automobile accident his mother had after a bit too much to drink in the Night of Joy bar that will figure prominently in the story. So Ignatius will find himself at work in the Levy Pant Factory in charge of filing, accompanied by Office Manager Gomez who doesn't manage much of anything, and Miss Trixie, long past retirement age, who would much rather be retired. Ignatius, a natural saboteur, soon finds himself unemployed. Next, he finds himself a street vendor of Paradise Hot Dogs, waddling along his appointed route, eating more of his ware than selling them.

Behind all the blare and bluster he exhibits, Ignatius is a bundle of insecurities, having left New Orleans only once in a traumatic trip to Baton Rouge where he might have had a teaching position but for his willful refusal to grade his students' papers. This gets him back home to the safety of his room, where he wiles away his time writing his magnum opus on his philosophy of life.

It is not that Ignatius hasn't had his chance at love, Myrna Minkoff, that "little minx" as he calls her, has attempted to bed him on more than one occasion, while they both attended college in New Orleans. However, Ignatius has firmly protected his virginity, taking matters in hand for necessary relief, but leaving himself celibate.

Myrna has gone back to New York and is constantly engaged in social protests of one form or the other. Her relationship with Ignatius continues by correspondence. She is relentless in her argument that he needs to free himself from his cloistered room, his mother to whom is too closely tied and find true freedom through just one cleansing natural orgasm. And his minx constantly hints that she is freed in this manner time and again through the interesting male individuals who attach themselves to her social causes.

Meanwhile, as Ignatius fails to bring home the bacon to pay off her accident costs, Irene, the doting mother is persuaded by her friend Santa Batagglia and her possible suitor Claude Robichaux that Ignatius has become insane. Irene begins to think that the only way to save Ignatius from himself is to have him committed to a hospital for the mentally ill.

Toole rolls to a tumultuous literary climax. All the characters with whom Ignatius has come into contact come together in a night of comedic chaos that may well determine Ignatius' fate. Will it be involuntary commitment to an asylum, or will it be freedom? Toole combines comedy and tragedy in an unforgettable novel that does make a reader laugh out loud and feel true pity for the man for whom Fortuna's wheel spins an unpredictable course.

Oooooweee! I'm all outta Dr. Nut. I got no Paradise Dogs. Just gonna have to pour me a Dr. Pepper and have me a Nathan's Dog. WHOA! All this writin's enough to turn a man into a vagran'.

FIVE FOR FIVE, Still crazy after all these years.

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